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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Novo edital não pode mudar cálculo de nota previsto no edital de abertura do concurso público (Fonte: STJ)

"Os critérios de classificação e aprovação dos candidatos, fixados no edital de abertura do concurso público, não podem ser alterados pela administração durante a realização do certame, sob pena de ofensa aos princípios da boa-fé e da segurança jurídica. 
Com esse entendimento, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso em mandado de segurança impetrado por candidatos que participaram de concurso público para promotor de Justiça substituto em Rondônia, no qual houve mudança nas regras de cálculo das notas no decorrer do certame. 
Os recorrentes afirmaram que o edital de abertura do processo seletivo – Edital 39/10 – estabelecia em cinco a nota mínima em cada prova escrita discursiva, e em seis o mínimo a ser alcançado no total obtido nessas provas, valor a ser calculado pelo somatório das notas de cada prova discursiva. O critério foi confirmado pelo Edital 40/10. 
Mudança de regras
Após a realização da prova discursiva, o Cespe, organizador do concurso, publicou o Edital 45/10, com a divulgação das notas provisórias dessas provas. Porém, no mesmo mês, tornou-o sem efeito, para adequar o certame ao artigo 48 da Resolução 8/10, do Conselho Superior do Ministério Público de Rondônia (CSMP/RO). 
De acordo com os recorrentes, a redação do artigo 48 traz nova regra para cálculo da nota de corte dos candidatos, pois afirma que “serão considerados aprovados nas provas escritas discursivas os candidatos que obtiverem nota igual ou superior a cinco em cada grupo de disciplinas e média final, considerando os três grupos de disciplinas, igual ou superior a seis”. 
Para os impetrantes, o edital de abertura é bastante claro quando determina que o somatório das notas dos grupos deve ser seis ou mais. Em nenhum momento cita a palavra “média”, inovação trazida com base na resolução. 
O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) entendeu de forma divergente. Para a corte, a Resolução do CSMP/RO deveria ser observada. Nela, o cálculo da nota mínima de seis pontos, necessária para aprovação na fase discursiva, deveria “ser apurada por meio de média aritmética, e não pela simples somatória das notas”. 
Parecer do Ministério Público Federal considerou que a resolução, “não publicada em meio oficial, não pode se sobrepor ao edital do concurso, cuja publicidade e divulgação foram amplas”; e que, se se tratasse de mero erro material, a banca organizadora deveria tê-lo corrigido antes da realização das provas. 
Segurança jurídica
Inconformados com a decisão de segundo grau, os candidatos recorreram ao STJ invocando, entre outros, os princípios da legalidade e da segurança jurídica, para que o cálculo de suas notas fosse feito conforme o edital inaugural, ou seja, de acordo com a lei que rege o concurso. 
A Primeira Turma atendeu ao pedido. Para o ministro Benedito Gonçalves, relator do recurso, “não pode a administração pública, durante a realização do concurso, a pretexto de fazer cumprir norma do Conselho Superior do MP/RO, alterar as regras que estabeleceu para a classificação e aprovação dos candidatos, sob pena de ofensa aos princípios da boa fé e da segurança jurídica”."

Fonte: STJ

segunda-feira, 25 de março de 2013

Richa não cumpre lei e greve está anunciada (Fonte: SindiSeab)

"A cada dia, mais servidores do Sistema SEMA se manifestam em favor da greve do Meio Ambiente. A Lei 17.358 foi sancionada pelo governador no dia 27 de novembro de 2012 e o pagamento prometido para janeiro, com retroativo a dezembro. 
Até agora, o governo não sinalizou uma data para o reajuste da Gratificação pelo Exercício de Encargos Especiais (GEEE). A desculpa do limite prudencial da LRF não se justifica, pois, segundo o DIEESE, o impacto da reposição da GEEE para o Sistema SEMA é de 0,0021% no tal limite..."

Íntegra: SindiSeab

quinta-feira, 21 de março de 2013

STF barra convênios da Geap com servidores (Fonte: Correio Braziliense)

"Supremo decide que apenas patrocinadores originais da fundação têm o direito de firmar convênio sem licitação. Sentença pode deixar 250 mil servidores sem assistência médica
A Fundação de Seguridade Social (Geap), entidade fechada de previdência complementar, terá que fazer licitação para selecionar os órgãos públicos que queiram fazer com ela convênio de assistência de saúde para seus funcionários. Ontem, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido feito por 18 entidades de classe de servidores, em nove mandados de segurança, contra o entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU) de que apenas os quatro patrocinadores originais possam ser assistidos sem licitação. Com a decisão, cerca de 250 mil segurados — grande parte acima de 60 anos — poderão ficar sem cobertura  médica. 
O placar no STF, de oito votos a três, foi desfavorável à Geap. A ministra Cármen Lúcia observou, quando votou em 2010, que o fato de os convênios terem sido firmados sem licitação e de o conselho gestor da fundação ser constituído somente por integrantes dos quatro órgãos que instituíram a Geap limitam a possibilidade de a entidade ter acordos com outros órgãos públicos. 
O julgamento do caso foi retomado ontem, mais de três anos depois de ser interrompido por um pedido de vista do ministro Ricardo Lewandowski. Ele votou pela validade da decisão de 2004 do TCU, segundo a qual todos os órgãos diferentes daqueles para os quais a entidade foi criada ficam proibidas de firmar convênios com a Geap..."

Íntegra em Correio Braziliense

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Surgimento de vaga gera direito subjetivo à nomeação de candidato aprovado em cadastro de reserva (Fonte: STJ)


Administrativo. Recurso ordinário em mandado de segurança. Concurso público. Aprovação dentro do cadastro de reserva previsto em edital. Abertura de novas vagas no prazo de validade do certame.


Leia mais: http://j.mp/STJ-acordao-nomeacaoconcurso

Fonte: STJ

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Plano de saúde do servidor está sob intervenção (Fonte: Correio Braziliense)


"O governo decidiu intervir na Fundação de Seguridade Social (Geap), administradora da maior parte dos planos de saúde dos servidores do Executivo. O Ministério da Saúde destituiu Eloá Cathi, integrante do Conselho Deliberativo da Geap, após identificar suposta omissão na denúncia de desvio de verbas no DF e em três estados. Apesar do plano de recuperação em 2012, a Geap acumula mais de R$ 300 milhões em dívidas
Ministério da Saúde destitui, por omissão ante suspeitas de desvios, a sua representante no Conselho da fundação que administra a maioria dos convênios médicos dos servidores. Rombo chega a R$ 312 milhões
O governo interveio na Fundação de Seguridade Social (Geap), que administra a maior parte dos planos de saúde dos servidores do Executivo. Responsável pela principal parcela dos aportes de recursos feitos pela União ao convênio médico — foram R$ 190 milhões em 2012 —, o Ministério da Saúde destituiu a representante da pasta no Conselho Deliberativo da fundação, Eloá Cathi Lôr, e abriu um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra ela. O PAD terá 30 dias, prorrogáveis por mais 30, para apurar por que Eloá descumpriu a determinação dos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Paulo Sérgio Passos (Transportes) de pedir ao Conselho que investigasse denúncias de direcionamento de verbas da Geap ao Distrito Federal e aos estados de São Paulo, Pernambuco e Paraíba..."

Íntegra em http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/2/7/plano-de-saude-do-servidor-esta-sob-intervencao/?searchterm=

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Reajuste dos servidores adiado (Fonte: Correio Braziliense)

"O adiamento da votação do Orçamento foi motivo de frustração para os servidores do Judiciário. O reajuste salarial dos funcionários dos tribunais está vinculado à aprovação da peça orçamentária de 2013. Com a votação só depois do carnaval, o aumento salarial não poderá mais ser incluído na folha de pagamento de fevereiro. Pelo acordo firmado com o governo, eles terão 15,8% de ganho nos vencimentos, divididos em três vezes.
A Lei da Magistratura vincula os reajustes à aprovação da lei orçamentária. Por isso, servidores do Executivo, por exemplo, não dependem das deliberações do Congresso a respeito do Orçamento. O coordenador-geral da Federação dos Servidores do Judiciário, Ramiro Lopez, lamentou a decisão do Congresso de cancelar a sessão de ontem..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/2/6/reajuste-dos-servidores-adiado

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Fundo de pensão de servidor será o maior da América Latina, diz Belchior (Fonte: Globo.com)


"Atualmente, Previ, do BB, é o maior fundo de pensão da América Latina.
Expectativa é que Funpresp-EXE tenha 10 mil participantes em 2013.
O fundo de pensão dos servidores públicos do Executivo e do Legislativo será o maior da América Latina, superando, com o passar do tempo, a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil (ativos de R$ 155 bilhões no fim de 2011), declarou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. A expectativa do governo é de que isso aconteça em até dez anos.
"A expectativa é que, com o passar do tempo, esse será o maior fundo de pensão da América Latina, com o número de servidores envolvidos nos próximos dez anos. O fundo será 'player' importante para garantir os benefícios aos seus cotistas, e, ao mesmo tempo, fazer investimentos. Com a redução dos juros, todos os fundos estão se ajustando", declarou a ministra Miriam Belchior..."

Íntegra em http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/02/fundo-de-pensao-de-servidor-sera-o-maior-da-america-latina-diz-belchior.html

Justiça do Trabalho condena Fundação Florestal em R$ 500 mil (Fonte: MPT)


"São Paulo - A Fundação Florestal (Floresp), vinculada à Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 500 mil em danos morais coletivos por contratar trabalhadores sem concurso nas funções de secretária, assistente jurídico e direção. São atribuições consideradas como meramente técnicas e burocráticas, em desvirtuamento da excepcionalidade prevista no artigo 37, inciso V, da Constituição Federal.
A contratação direta pela administração pública em cargos de comissão só é permitida quando se pressupõem funções típicas de direção, chefia ou assessoramento superior. Neste sentido, o juiz da 5ª Vara do Trabalho julgou procedente o pedido do Ministério Público do Trabalho em São Paulo e declarou nulos os contratos em cargo comissionado para tais atribuições sem concurso público, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Se a Floresp não cumprir a decisão no prazo de 12 meses terá de pagar multa diária de R$ 10 mil por trabalhador mantido irregularmente."

Extraído de http://portal.mpt.gov.br/wps/portal/portal_do_mpt/comunicacao/noticias/conteudo_noticia/!ut/p/c5/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hH92BPJydDRwN_E3cjA88QU1N3L7OgMC8DY6B8JB55Awp0hzqaEqPbAAdwJGR3OMiv-N2ORx7sOpA8Hvv9PPJzU_ULckNDIwwyA9IdFRUBWV6ANQ!!/dl3/d3/L2dJQSEvUUt3QS9ZQnZ3LzZfQUdTSUJCMUEwTzRHMjBJVDU1R0o2UlZKRzI!/?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/wps/wcm/connect/mpt/portal+do+mpt/comunicacao/noticias/justica+do+trabalho+condena+fundacao+florestal+em+rs+500+mil

Novo regime de previdência entra em vigor (Fonte: Valor Econômico)


"O novo regime de previdência dos servidores do Executivo federal entrou em vigor ontem. A medida visa reduzir o déficit com aposentadoria dos funcionários públicos e, assim, abrir espaço para o governo "investir em outras áreas fundamentais para que o país possa seguir crescendo", afirmou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
"Vamos ter um ganho fiscal importante com essa redução do déficit do regime próprio dos servidores públicos nas próximas décadas", disse. Segundo o governo, esse fundo de pensão será o maior da América Latina nos próximos 10 anos. A projeção é que em 2028 os recursos financeiros acumulados pelo fundo somarão cerca de R$ 60 bilhões.
A ideia é que, além de reserva para os servidores, o Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp-Exe) seja ainda um agente importante na formação de uma poupança que possa financiar investimentos no país, ressaltou Miriam..."

Íntegra em http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/2/5/novo-regime-de-previdencia-entra-em-vigor

Agora, novo servidor paga previdência (Fonte: O Globo)

"Contribuição para fundo garante benefício maior que o teto do INSS
BRASÍLIA Desde ontem, os servidores que ingressarem no Executivo federal já estão sob as normas do novo regime previdenciário do setor público e, para receber de aposentadoria mais que o teto do INSS, atualmente de R$ 4,1 mil, deverão contribuir com o Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp).
Ontem, ao anunciar a implantação do novo regime, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse que o sistema vai garantir "maior justiça previdenciária" e "reduzir a disparidade entre o regime geral (da Previdência) e o regime próprio do serviço público..."

Íntegra em http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/2/5/agora-novo-servidor-paga-previdencia

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Servidores aderem a acordo salarial e reabrem Orçamento no Congresso (Fonte: Valor Econômico)

"No mesmo dia em que o relator-geral do Orçamento, senador Romero Jucá (PMDB-RR), divulgou o seu parecer final, o Ministério do Planejamento assinou ontem acordos salariais com os auditores fiscais e analistas tributários da Receita Federal, com os auditores do Trabalho, com os analistas e técnicos do Banco Central e com os analistas de infraestrutura. Agora, essas categorias também terão direito ao reajuste de 15,8% em três anos, que foi concedido aos demais servidores do Executivo em agosto passado.
A primeira parcela de 5% de aumento será paga em 2013. Nos próximos dias, outras categorias de servidores também poderão assinar o mesmo acordo salarial e, com isso, o reajuste de 15,8% em três anos será estendido a todos os funcionários públicos federais. O Ministério do Planejamento informou que já fechou entendimento com os analistas e agentes executivos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Superintendência de Seguros Privados (Susep), com os servidores do INCRA e do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
Segundo o Planejamento, falta apenas assinar os acordos com essas categorias. Não estão concluídos acertos com os agentes, escrivãos e papiloscopistas da Polícia Federal, que fariam assembleia ontem à noite para decidir a questão, e com os servidores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e das agências reguladoras, que realizarão assembleias hoje e amanhã..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/12/18/servidores-aderem-a-acordo-salarial-e-reabrem-orcamento-no-congresso

terça-feira, 20 de novembro de 2012

REAJUSTE SALARIAL: SERVIDORES VOLTAM A PRESSIONAR (Fonte: Correio Braziliense)

"Auditores da Receita e policiais federais pressionam o Palácio do Planalto a reabrirem as negociações e garantir reajustes em 2013
Os servidores que não aceitaram a oferta do governo, de aumento nos salários de 15,8%, em três parcelas até 2015, prometem não dar trégua à presidente Dilma Rousseff. Por meio de operações-padrão e de ações que prejudiquem o bom funcionamento da máquina pública, eles acreditam que a convencerão a enviar uma emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevendo uma suplementação de verbas que aumentem os seus rendimentos ainda em 2013.
"Com boa vontade, o Executivo pode refazer artigos específicos. A LDO não é estática. Leis no Brasil são mudadas de acordo com o interesse da sociedade", disse Pedro Delarue, presidente do Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco). Desde ontem, a categoria voltou a pressionar o Palácio do Planalto a sentar-se à mesa de negociações, intensificou a campanha salarial e retomou a operação desembaraço zero (morosidade nos despachos de mercadorias) em portos, aeroportos e fronteiras..."
 
 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

PLANO DE SAÚDE DE SERVIDOR AGONIZA (Fonte: Correio Braziliense)

"O governo federal acelerou o passo para tentar salvar a Geap, fundação que administra planos de saúde da maioria dos servidores públicos. Com rombo próximo de R$ 100 milhões por ano, a entidade pediu autorização à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para reajustar as mensalidades cobradas dos associados e requisitou, ao Ministério do Planejamento, que amplie, de 25% para 30%, a sua parcela nas contribuições, de forma que os trabalhadores não sintam tanto o peso do aumento. Sem o reforço do caixa, a Geap corre o risco de sucumbir à crise.
Segundo João Torquato, diretor do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Trabalho e Assistência Social no Distrito Federal, pelo menos 300 mil servidores se desligaram da Geap desde 2009 por causa do mau atendimento, agravando a situação financeira da entidade. Com a falta de pagamento à rede de hospitais credenciados, houve cancelamento em massa dos contratos. Atualmente, no Plano Piloto, região central de Brasília, somente o Hospital Planalto, da Unimed, aceita os planos de Geap para emergências gerais. O último estabelecimento do DF a se desligar da empresa foi o ProntoNorte, que cobra dívidas de R$ 13 milhões..."
 
 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Governo vai limitar benefício a servidor (Fonte: Correio Braziliense)


"O governo vai botar um freio nas despesas com benefícios pagos aos servidores, que, somente em 2013, vão custar mais de R$ 14,7 bilhões aos cofres públicos. Na avaliação da equipe econômica, não há mais como os gastos com assistência médica, auxílio-creche, auxílio-alimentação e exames periódicos subirem na velocidade dos últimos anos, de mais de 20% acima da inflação. A meta é limitar os valores, sobretudo os mais elevados, pagos pelo Legislativo e o Judiciário, por meio da proposta de Orçamento do ano que vem, que está em tramitação no Congresso, e diminuir as diferenças. No caso do auxílio-alimentação, por exemplo, os funcionários da Câmara e do Senado recebem R$ 741 por mês, os dos tribunais, R$ 710, e os do Executivo, R$ 259 (veja quadro).
A decisão do governo é criticada pelos servidores. “Quando o Executivo olha o Orçamento e quer apertar o cinto, o primeiro pensamento é cortar os benefícios que temos, fazendo uma comparação absurda com os que estão no teto, sem se incomodar com as nossas perdas”, reclama Ana Paula Cusinato, diretora do Sindicato dos Servidores da Justiça (Sindjus). Desde 2011, garante ela, a categoria não teve reajuste no auxílio-alimentação. “Nossa assessoria jurídica está analisando a legalidade do bloqueio. Vamos questionar isso juridicamente”, avisa..."


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Deputados federais aprovam anistia para servidores do INSS por greve de 2009 (Portal do Servidor Federal)


"Os deputados federais aprovaram hoje (17) anistia de multa judicial aplicada à Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), por causa de greve realizada em 2009 no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão também determina o ressarcimento do desconto dos dias parados dos servidores.
A anistia faz parte do Projeto de Decreto Legislativo 2.304/09 da deputada federal Fátima Bezerra (PT-RN), que agora segue para apreciação no Senado. Para permitir a devolução dos dias descontados, a proposição suspende a aplicação do Memorando-Circular Conjunto 01/09, do INSS e do Ministério da Previdência Social, que classifica as faltas dos servidores grevistas de injustificadas."

Íntegra disponível em: http://www.servidorfederal.com/2012/10/deputados-federais-aprovam-anistia-para.html#ixzz29kR1JKgn

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Nova lei muda regras para concursos públicos no Distrito Federal (Fonte: EBC)

"A Lei Geral dos Concursos foi sancionada nesta segunda-feira (15) pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz , e se aplica aos concursos realizados para vagas do Governo do Distrito Federal (GDF).Agora, concursos apenas para cadastro de reserva ficam proibidos. A lei também estabelece o prazo de 90 dias entre a publicação do edital e a aplicação da prova..."


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Para conter rombo, governo quer fundo de pensão para Estados e municípios (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"Déficit previdenciário acumulado de 25 Estados e DF já soma R$1,5 trilhão; estrutura será similar a novo fundo da União, o Funpresp.
O governo federal trabalha nos últimos detalhes para a criação de um grande fundo de pensão para Estados e municípios, num esforço para controlar um déficit acumulado superior a R$ 1,5 trilhão. Levantamento inédito do governo, obtido pelo 'Estado', aponta que o déficit previdenciário de 25 Estados e Distrito Federal (DF) com seus servidores aposentados foi de R$ 1,46 trilhão em 2011.
O volume total da falta de recursos dos Estados para honrar pagamentos aos funcionários inativos é ainda maior, uma vez que os dados de Minas Gerais foram deixados de fora, por causa de complicações legais entre o governo estadual e a União. Já as 26 capitais (incluindo Belo Horizonte) acumularam um déficit previdenciário de R$ 97,5 bilhões no ano passado.
Ao todo, a diferença entre o que os Estados e suas capitais arrecadam e aquilo que devem pagar mensalmente a seus servidores aposentados e pensionistas custa pouco mais de um terço do Produto Interno Bruto (PIB). "Trata-se de algo impagável, sob qualquer ponto de vista e, mais grave do que a situação atual é entender que esta é uma trajetória ascendente", diz Leonardo Rolim, secretário de políticas previdenciárias do Ministério da Previdência Social..."

Íntegra disponível em http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,para-conter-rombo-governo-quer-fundo-de-pensao-para-estados-e-municipios,928271,0.htm

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Polícia Federal é excluída dos projetos de lei com reajuste (Fonte: Valor)


"Mesmo com a publicação dos projetos de lei contendo os reajustes para os servidores públicos ontem no "Diário Oficial da União", os agentes da Polícia Federal, os servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e os professores de 52 universidades federais continuam com a greve iniciada em meados de maio, no caso dos docentes, e no início de agosto, no dos policiais.
O Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes) realizará assembleias em todas as bases que continuam paralisadas para "avaliar os rumos da greve", informou a assessoria da entidade. Já os funcionários do Incra realizaram ontem assembleias nas 28 regionais do instituto que estão paralisadas. A Confederação Nacional dos Servidores do Incra (Cnasi) informou que, com as atas de 20 das 28 assembleias, a tendência é de manutenção da paralisação. Um resultado definitivo será divulgado hoje..."

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Servidor Público pode perder direito de greve (Fonte: SISMUC)


"Nos dias 10 e 11 de setembro pode ir a votação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado o projeto de lei 710/2011, do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) que "regulamenta" o direito de greve dos servidores públicos. O projeto estabelece, entre outros, que devam permanecer trabalhando de 50 a 80 dos servidores em greve. Considera como efeitos imediatos da Greve a cessação do serviço e a cessação do pagamento dos vencimentos. Somente trinta por cento dos dias parados podem ser objeto de negociação para eventual reposição. O sindicato deve comunicar a intenção de fazer greve com trinta dias de antecedência e avisar a população com quinze dias de antecedência. Há ainda outros artigos restritivos. É um projeto que não há emenda que resolva. Acredito que o movimento sindical deva estar atento a isso."

Extraído de http://www.sismuc.org.br/noticias.asp?id=2381&id_cat=1

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Em ato no STJ, servidores em greve dizem não à postura intransigente do ministro Ari Pargendler (Fonte: Sindjuf-PB)


"De forma irreverente e bem humorada, servidores do Judiciário e do MPU, em greve pela aprovação do reajuste salarial, promoveram um grande ato na tarde desta sexta-feira (30) em frente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. Denominada de “Bota Fora de Ari Pargendler”, a manifestação, promovida pela Fenajufe e pelo Sindjus-DF, foi realizada por ocasião da saída do ministro Ari Pargendler da presidência do STJ e teve como objetivo denunciar as sucessivas decisões deste tribunal determinando severas punições aos servidores que fazem greve para lutar por seus direitos e, mais recentemente, para reivindicar a justa revisão salarial. Decisões que têm atingindo não somente a luta do Judiciário Federal e do MPU, como também de outras categorias do funcionalismo.
No ato, que contou com a participação de mais de mil servidores, do Distrito Federal e de vários estados, os manifestantes, munidos de baldes, vassouras, rodos, sabão, água e sal grosso, lavaram a rampa que dá acesso à entrada do bloco principal do STJ. O coordenador da Fenajufe Paulo Falcão explicou que a lavagem foi para “limpar toda a sujeira que o STJ impõe à classe trabalhadora, com decisões que remontam ao tempo da ditadura”. Para o dirigente sindical, as recentes decisões do STJ caçam o direito de greve do funcionalismo público. “É preciso lavar com sal grosso e detergente esse tribunal, aproveitando a saída desse presidente, para que o STJ possa ter decisões favoráveis aos trabalhadores e não que os ataquem. Basta de perseguição, viva a luta dos trabalhadores”, disse Falcão, explicando o ato simbólico feito pelos manifestantes..."

Íntegra disponível em http://sindjufpb.org.br/noticia/comunicacao-e-imprensa/em-ato-no-stj-servidores-em-greve-dizem-nao-a-postura-intransigente-d