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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

CDH comemora na segunda-feira os dez anos da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (Fonte: Senado Federal)

"A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza, na segunda feira (31), às 9h, audiência interativa sobre os dez anos da Nova Central Sindical de Trabalhadores.

A Nova Central completou dez anos no dia 28 de junho de 2015. Fundada pela decisão de mais de 5 mil delegados, a Nova Central firmou o compromisso de permanecer fiel aos princípios da organização sindical brasileira e comprometida com valores como a democracia, a ética, a justiça social e a busca permanente da afirmação e efetivação do Estado democrático e social de direito no país.

Presidente desde sua fundação, José Calixto Ramos foi o idealizador dessa iniciativa e coordenou as ações de criação da central. Na época visitou quase todas as capitais do país para apresentar aos trabalhadores as propostas de mudanças e reafirmar a posição de que a Nova Central não seria braço político de governos.

Foram convidados para a audiência o presidente da Nova Central; José Calixto Ramos e representantes dos seguintes órgãos: Ministério da Previdência Social, Ministério Público do Trabalho, Organização Internacional do Trabalho, Ministério do Trabalho e Emprego e Secretaria-Geral da Presidência da República..."

Íntegra Senado Federal

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Sindicatos criticam apoio à terceirização (Fonte: Diário Comércio Indústrias e Serviços)

"Segundo centrais, Marina incluiu em seu programa de governo defesa de sistema combatido por precarizar emprego.
BRASÍLIA - A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, entrou numa bola dividida com entidades e centrais sindicais de trabalhadores, ao defender em seu programa de governo a terceirização ampla e irrestrita para a contratação de mão de obra.
Em seu site, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) publica artigo em que acusa a ex-senadora de defender opiniões frontalmente contrárias aos interesses do trabalhador, porque representam a precarização do trabalho e colocam sob ameaça a competitividade do Brasil.
É o que afirma Maximiliano Nagl Garcez, advogado de trabalhadores e entidades sindicais e diretor para Assuntos Legislativos da Associação Latino-Americana de Advogados Laboralistas (Alal), depois de pesquisar a palavra "terceirização" no programa da candidata Marina Silva (http://marinasilva.org.br/programa).
Os trechos sobre o tema, afirma o especialista, "são muitíssimos parecidos com as propostas mais reacionárias e conservadoras existentes hoje no Brasil visando prejudicar os trabalhadores".
Como exemplo, Garcez cita o "nefasto" projeto de lei 4.330, que autoriza a terceirização em todas as atividades das empresas. Em discussão acalorada na Câmara, com sessões tumultuadas por repúdio da CUT (Central Única dos Trabalhadores), a proposta está na fase de análise.
A manifestação veiculada pelo Diap decorre do fato de, no programa de governo do PSB, elaborado pelo candidato falecido em agosto em acidente aéreo, constam críticas às decisões judiciais que impedem a terceirização em atividades-fins das empresas e apenas em atividades-meio.
Sobre a discussão jurídica da terceirização, o programa endossado por Marina afirma: "Existe hoje no Brasil um número elevado de disputas jurídicas sobre a terceirização de serviços com o argumento de que as atividades terceirizadas são atividades fins das empresas. Isso gera perda de eficiência do setor, reduzindo os ganhos de produtividade e privilegiando segmentos profissionais mais especializados e de maior renda."
A defesa da candidata do PSB a favor da terceirização divide opiniões, de acordo com parlamentares que são empresários consultados pelo DCI.
Para o deputado federal Silvio Costa (PSC-PE), empresário do ramo educacional, Marina tem apenas reproduzido trechos decorados do programa já pronto de Campos.
Já o deputado federal Laércio Oliveira (SD-SE), empresário do setor de limpeza, afirma que é louvável que os presidenciáveis abordem esse tema em seus planos de governo."



sexta-feira, 1 de junho de 2012

Centrais rejeitam proposta do governo para isenção de IR na participação nos lucros paga a trabalhadores (Fonte: Portal da FUP)

"Representantes das centrais sindicais não aceitaram a proposta apresentada hoje (31) pelo governo para isentar de Imposto de Renda a participação nos lucros e resultados (PLR) recebida pelos trabalhadores. Entre os pontos em desacordo, estão a faixa salarial de isenção total, de até R$ 5 mil, e o início de vigência da medida, apenas a partir de 2013. A reunião foi coordenada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e pelo secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa. Uma nova reunião deve ocorrer no próximo dia 11.

A proposta do governo prevê alíquotas de 0 a 27,5%. Até R$ 5 mil é zero; de R$ 5 a R$ 7 mil, 7,5%, de R$ 7 a R$ 8,5 mil, 15%; de R$ 8,5 a R$ 10 mil, 22,5%; e para quem recebe PRL de mais de R$ 10 mil, alíquota de 27,5%. Os sindicalistas consideraram o valor um retrocesso e entregaram uma contraproposta de isenção total do imposto para quem recebe até R$ 10 mil de PLR. A partir desse valor, a isenção seria escalonada.

Outro ponto que não agradou aos representantes das centrais é a proposta de que a isenção passe a valer apenas a partir do próximo ano. Segundo Nélson Barbosa, Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, o governo não pode isentar a partir deste ano porque, segundo a Lei da Responsabilidade Fiscal, para ter desoneração tem de ter compensação, ou seja, o governo teria de aumentar algum outro imposto para garantir a receita.

O Secretário de Finanças da CUT, Vagner Freitas, disse que é bastante positivo o governo negociar com os trabalhadores esta reivindicação, porém, é preciso entender que, adiar esta desoneração para o ano que vem vai contra o interesse do próprio governo que está tomando medidas para aquecer a economia. "É correto aquecer a economia, em especial o mercado interno e todos os esforços nesse sentido estão sendo tomados por vocês. Portanto, para nós, não isentar este ano e partindo de um valor maior que R$ 5 mil, vai contra os interesses do governo. Se é séria a intenção do governo de aquecer o mercado interno, nossa proposta coloca milhões de reais no mercado brasileiro. É dinheiro na mão do trabalhador que vai para o consumo".

A contrapoposta da CUT prevê isenção total para quem ganha até R$ 10 mil e, para quem ganha acima de R$ 50 mil, alíquota de mais de 27,5%, progressivamente. "A progressividade é uma bandeira histórica da CUT. É uma questão de justiça tributária, quem ganha mais tem de pagar mais, especialmente no que se refere aos valores pagos pelas empresas a seus executivos como forma de bônus".

Os sindicalistas relataram que o governo calculou em R$ 1,4 bilhão a renúncia fiscal com a isenção do imposto de renda a partir de R$ 5 mil de PLR. Na avaliação de Vagner Freitas, uma isenção mais abrangente traria benefícios para a economia. “Se o governo quer ser sério com a política de aquecer o mercado e combater a crise, a isenção maior colocaria no mercado interno um valor muito maior de recursos”."

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Sindicato cobra mais segurança da Usiminas (Fonte:Valor Econômico)

"Cinco dias após a explosão seguida de incêndio no alto-forno 2 da Usiminas, em Cubatão (SP), o clima entre os trabalhadores é de apreensão com a possibilidade de novas ocorrências. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista, este é o terceiro acidente no alto-forno 2 ocorrido nos últimos 60 dias.

"O fato de ninguém ter ficado ferido não quer dizer que o acidente não possa ter consequências fatais. Por sorte era noite e havia poucas pessoas por perto", afirmou o presidente da entidade, Florêncio Resende de Sá. O sindicalista reivindicava, na tarde de ontem, em frente à siderúrgica, investimento da companhia em manutenção e conclamava os operários da siderúrgica a participarem da assembleia que ocorreria à noite, na sede do sindicato em Santos (SP).

Pessoas ouvidas pelo Valor ontem, nas proximidades da indústria, afirmaram que o alto-forno 2 vinha trabalhando com excesso de carga em relação à vazão programada. O volume estaria aproximadamente 10% acima da capacidade no dia do acidente. As fontes preferiram não se identificar temendo retaliações.

Alguns trabalhadores que presenciaram o incêndio disseram que as explosões no alto-forno 2 são "recorrentes", mas dessa vez a proporção foi maior. Um deles, há mais de 20 anos na siderurgia e egresso da estatal Cosipa, afirmou nunca ter visto algo parecido na companhia.

O incêndio começou na noite de sexta-feira e perdurou até a madrugada de sábado, o que exigiu a presença de viaturas de bombeiros dos municípios de Cubatão, Santos e São Vicente para controlar as chamas. Não houve vítimas, mas o acidente provocou a destruição da chaminé do alto-forno 2.

O acidente ocorre num momento em que o sindicato negocia a campanha salarial, o que deve turbinar as discussões e endossar os pedidos de melhores condições de trabalho. Em novembro de 2010, a empresa e o sindicato passaram a discutir mensalmente temas ligados a saúde e segurança. Desde então não ocorreu mais acidente fatal na siderúrgica.

"Queremos explicações sobre a ocorrência dos acidentes e soluções imediatas", afirmou o presidente do sindicato, na assembleia realizada ontem à noite, na qual foi aprovada deflagração de greve em 72 horas caso a empresa não apresente uma pauta de negociação. Hoje, os líderes sindicais se reúnem com representantes da empresa, a partir das 9 horas, em Cubatão.

O movimento grevista não tem relação com o acidente e já estava programado antes do ocorrido no alto-forno 2. "A greve acaba juntando tudo: segurança, dissídio coletivo, insatisfação geral", disse Sá.

Entre as reivindicações, os metalúrgicos querem reajuste salarial de 16,21%, percentual resultado de uma equação que leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o crescimento da indústria e a produtividade. Eles querem ainda benefícios como vale alimentação no valor mensal de R$ 600 e auxílio-creche de R$ 1.120 para quem tem filhos com idade de 0 a 6 anos.

Questionada no fim da tarde de ontem sobre a relação entre o volume de carga e a capacidade no alto-forno 2 e sobre a suposta recorrência de acidentes, a Usiminas não se manifestou até o fechamento desta edição.

Em nota divulgada na segunda-feira, a empresa afirmou que o alto-forno 2 já operava com 100% da capacidade e que o incêndio deixou o equipamento parado por apenas três horas. Segundo a nota da companhia, todos os procedimentos de emergência foram adotados imediatamente, o que impediu que alguém ficasse ferido. As causas do incidente estão sendo apuradas."
Extraído de http://www.valor.com.br/empresas/2671868/sindicato-cobra-mais-seguranca-da-usiminas

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Professor da USP defende SESMT que olhe para o trabalho real e o diálogo com o chão de fábrica (Fonte: Revista Proteção)

"O engenheiro de segurança Rodolfo Vilela já atuou em sindicatos, no CEREST e desde 2009 é professor da Faculdade de Saúde Pública da USP. Ele participou das primeiras ações sindicais em defesa da saúde do trabalhador no final dos anos 70 e durante os anos 80. Também sempre foi ativo na construção de estratégias de notificação e vigilância na área de saúde pública nos anos 90 e 2000. 

Atualmente orienta pesquisas na USP que aliam teoria e prática, olhando para o mundo real do trabalho. Vilela acredita na transformação da visão tradicional da engenharia de segurança, que busca culpar o trabalhador. "O erro humano é uma visão negativa do comportamento, que leva à concepção da falha humana, entendida sempre como uma falha do último da linha. Se entendermos como algo mais abrangente, teremos que ampliar para falha de projeto, de gestão. Há falhas gerenciais e organizacionais por trás das falhas ativas do operador. As organizacionais pro­piciam um ambiente favorável para que as pessoas errem ou fiquem em situação de margem de manobra muito justa, em que elas não têm outro jeito de fazer", explica. 

O real é muito mais complexo do que as normas e é preciso uma aproximação com o chão de fábrica para se entender o universo do trabalho. "
Extraído de http://www.protecao.com.br/noticias/leia_na_edicao_do_mes/professor_da_usp_defende_sesmt_que_olhe_para_o_trabalho_real_e_o_dialogo_com_o_chao_de_fabrica/J9jiJajy

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Brizola Neto planeja frear número de sindicatos (Fonte: O Globo)

"BRASÍLIA - O deputado Brizola Neto não era o nome preferido de seu partido, o PDT, para assumir o Ministério do Trabalho. Na verdade, era visto pela cúpula do partido como um traidor, uma peça-chave no processo de desestabilização do ex-ministro Carlos Lupi, presidente da legenda. Mas, contando com a simpatia da presidente Dilma Rousseff, foi incumbido de uma missão para que pudesse ser nomeado: promover uma trégua entre as duas principais centrais sindicais do país.
Brizola Neto conseguiu isso sustentado por um acordo que visa pôr um freio na criação de sindicatos no Brasil. A primeira reunião do ministro com as centrais sindicais para traçar esse plano está marcada para terça-feira, às 15h.
Dados do Sistema Integrado de Relações do Trabalho (Sirt), do Ministério do Trabalho e Emprego, atualizados em fevereiro, mostram que existem 9.822 sindicatos de trabalhadores com registro ativo no país. E que, só no ano passado, o ministério recebeu 1.207 pedidos de registro de sindicatos. Todos de olho numa parcela da contribuição sindical obrigatória
Em 2011, as seis maiores centrais sindicais dividiram um montante de R$ 370 milhões, do total de mais de R$ 1 bilhão do imposto sindical arrecadado em todo país. O bolo é formado pela contribuição obrigatória de um dia de trabalho feita por todo empregado com carteira assinada.
Detentoras das duas mais amplas bases sindicais, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical trabalham intensamente para que o governo restrinja ainda mais a possibilidade de criação de novos sindicatos. Há dois motivos básicos. Como os novos sindicatos surgem de um racha na base de outro já existente, as duas maiores centrais são as que têm mais a perder. Além disso, existe a percepção de que o processo de criação de sindicatos de gaveta sujou a imagem do movimento sindical representativo.
A Força Sindical já preparou uma minuta de acordo que pretende aprovar já na reunião de terça-feira. A proposta é estabelecer que qualquer criação de sindicato terá de passar necessariamente pelo crivo do Conselho Nacional de Relações do Trabalho, um colegiado criado pelo governo em 2010 para tratar das questões trabalhistas e onde as grandes centrais têm assento.
— Todos nós estamos preocupados com o número de sindicatos que são criados por dia. Porque isso é gente dividindo a base dos outros. Todas as centrais concordam que têm que acabar com essa brincadeira. Já contamos à presidente Dilma Rousseff essa preocupação em mudar o sistema, e ela gostou muito — explica o deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP).
Segundo a Secretaria Geral da Presidência da República, responsável pela interlocução do governo com os movimentos sociais, a percepção é de que havia “um problema” na Secretaria de Relações de Trabalho, até agora a responsável por autorizar o surgimento de novos sindicatos. Apesar de não ter definido que modelo deve ser implantado, o fundamental para o governo é criar uma “sistemática republicana”, segundo diz um auxiliar da presidente Dilma Rousseff.
Depois de quatro anos em guerra franca com o Ministério do Trabalho, a CUT surpreendeu ao anunciar, há cerca de dois meses, o apoio ao nome de Brizola Neto. Foi uma aposta na possibilidade de mudança nas regras em vigor e também uma sinalização da expectativa de redução do poder da Força
Nos últimos quatro anos, a CUT, maior central do país, ligada ao PT, viu sua participação na divisão do imposto sindical ser reduzida de 35,1%, em 2008, para 30,7%, no ano passado. Foi a Força Sindical quem abocanhou boa parte dessa perda da CUT
Na quarta-feira, antes mesmo de tomar posse, Brizola Neto teve uma reunião fechada com dirigentes da CUT e da Força para discutir linhas gerais de atuação.
— O que precisamos é de regras de representatividade. Hoje não há qualquer regra. Todo mundo quer o fim dos sindicatos que não têm base — garante o presidente da CUT, Arthur Henriques, que deixará o cargo nos próximos meses.
Provável sucessor de Arthur Henriques a partir de julho, o bancário Vagner Freitas é mais ácido
— Temos divergência em relação à concepção sindical, pois não concordamos com a existência do imposto sindical. Não concordamos com essa corrida armamentista que virou a criação de sindicatos, para ver quem fica com maior quinhão do imposto. Nós queremos regras claras e a discussão que fizemos com o ministro é para que o ministério seja republicano, sem vinculação a qualquer partido ou central.
É essa a base do acordo que garantiu a nomeação de Brizola, embora a presidente Dilma já tenha orientado o novo ministro a não deixar ser engolido pelas centrais, em especial pela Força de Paulinho. Ele conseguiu chegar ao cargo por ter finalmente pacificado, mesmo que temporariamente, as duas principais centrais sindicais do país. Durante os dois governos Lula, a disputa entre elas fez do ministério um alvo permanente de denúncias. Agora, a expectativa é que elas arrefeçam
Depois de garantir o apoio das centrais sindicais, o ministro Brizola Neto deve partir nas próximas semanas para uma pacificação com as confederações patronais, que haviam se afastado do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) na gestão de Lupi.
Em seu discurso de posse, ele elogiou os empregadores privados e a expectativa no meio é de que, em breve, as confederações da Agricultura, do Comércio, da Indústria e das Instituições Financeiras retomem seus assentos no colegiado responsável por gerir os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)."
Extraído de http://oglobo.globo.com/pais/brizola-neto-planeja-frear-numero-de-sindicatos-4819567

Braço sindical do PSD, UGT cresce 66% em um ano e ameaça Força (Fonte: Valor Econômico)

"Enquanto Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical, as duas maiores centrais de trabalhadores, perderam proporcionalmente participação entre os sindicalistas filiados, as três centrais menores já não são mais tão pequenas e começam até a ameaçar o segundo lugar da Força, mostra o balanço final do Ministério do Trabalho e Emprego sobre a representatividade das centrais.

O documento, a que o Valor teve acesso com exclusividade, será publicado nos próximos dias no Diário Oficial e serve como base para a divisão do imposto sindical. Um balanço parcial, divulgado pelo Valor em abril, apontava apenas queda da CUT e crescimento menor das outras centrais - a Força Sindical tinha leve alta, que não se confirmou no levantamento final.

O maior avanço foi da União Geral dos Trabalhadores (UGT). A entidade cresceu 3,36 pontos percentuais em relação a 2010 e hoje representa 11,25% dos trabalhadores sindicalizados do país. Ao mesmo tempo em que o presidente da central, Ricardo Patah, filiou-se ao recém-criado PSD e formou o núcleo de movimentos sociais do partido, a entidade ganhou 326 mil novos trabalhadores - crescimento de 66% comparado ao ano anterior.

Patah não quis comentar os números, sob o argumento de que ainda não são oficiais. Na UGT, o aumento foi comemorado e atribuído a três fatores: a filiação de entidades com grande número de sindicalizados, o preenchimento correto das atas de eleição, que o Ministério do Trabalho usa para fazer o cálculo da representatividade, e campanhas de sindicalização.

Com o crescimento, a UGT chega perto da Força Sindical, que, ao lado da CUT, cresceu em número de sindicatos, mas perdeu participação no total de sindicalizados. Ligada ao PDT, a Força caiu 0,45 pontos percentuais na tabela e hoje representa 13,67% dos sindicalizados do país. A CUT, que tem uma relação quase umbilical com o PT, perdeu 1,67 pontos percentuais e está com 36,65% - equivalente a 2,6 milhões de trabalhadores.

A queda foi reflexo do aumento no número de trabalhadores sindicalizados das concorrentes, como a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e Nova Central, que cresceram em mais de um ponto percentual cada.

A única das menores a perder filiados foi a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB). Devido a um racha na diretoria, parte dos sindicatos migrou para a Central Sindical de Profissionais (CSP), mas ambas ficarão sem recursos do imposto sindical este ano - o Ministério do Trabalho só reconhece como centrais, com direito a verba e assento nos conselhos do governo federal, as que representarem no mínimo 7% dos trabalhadores do país.

O imposto sindical - que equivale a um dia de trabalho por ano, descontado de todo funcionário com carteira assinada - tem 10% destinado à central em que o empregado está filiado. Os sindicatos recebem 60%, as federações ficam com 15%, as confederações com 5% e os outros 10% retornaram aos cofres públicos. O montante repassado às centrais cresce a cada ano - foi de R$ 102 milhões em 2010 e de R$ 140 milhões no ano seguinte. Não há estimativa para 2012.

Segundo o levantamento do Ministério do Trabalho, havia 7,2 milhões de trabalhadores sindicalizados no Brasil no dia 31 de dezembro de 2011 - data em que é feita a apuração da representatividade das centrais. O número equivale a 15,6% dos 46 milhões de trabalhadores ativos do país, o que incluem os contratados no regime de CLT e os estatutários do serviço público."
Extraído de http://www2.valoronline.com.br/politica/2646946/braco-sindical-do-psd-ugt-cresce-66-em-um-ano-e-ameaca-forca

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Governo recua e deve baixar limite de PLR que terá isenção de imposto (Fonte: DIAP)

"O governo recuou nos planos de conceder isenção de Imposto de Renda para as Participações nos Lucros e Resultados (PLR) de até R$ 11 mil dos trabalhadores com carteira assinada. O assunto foi a principal pauta da reunião que a presidente Dilma Rousseff teve com os presidentes das centrais sindicais nesta quinta-feira (3), no Palácio do Planalto.

Os sindicalistas cobraram a isenção de imposto para PLRs de até R$ 20 mil. Um ministro afirmou que a presidente "mudou de ideia", e que o impacto fiscal representado pela renúncia de arrecadação por meio do Imposto de Renda é "muito relevante" para as contas públicas. Dilma deverá conceder a isenção de imposto, mas para um valor inferior de PLR.

"Os planos mudaram hoje [quinta-feira (3)] de manhã", disse o ministro.

Na quarta-feira (2), fontes graduadas do Palácio do Planalto afirmaram que a presidente, em troca da "boa vontade" das centrais na reforma da caderneta de poupança, concederia a isenção num valor intermediário ao desejado pela equipe econômica (isenção de imposto para PLRs de até R$ 6 mil) e o cobrado pelas centrais (R$ 20 mil).

A isenção num valor de até R$ 6 mil é o que defende o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Na reunião com as centrais, Dilma estava acompanhada do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Gleisi Hoffmann, da Casa Civil.

Novo encontro
Na próxima semana, terça-feira (8), a presidente terá novo encontro com os representantes das centrais sindicais e o tema será objeto de apreciação mais detida.

As centrais defendem isenção de imposto de renda para PLRs até R$ 20 mil, pois entendem que até este valor mais de 90% dos trabalhadores que recebem este benefício serão contemplados.

A isenção faria parte dos acordos e convenções coletivas de trabalho e não afetariam o capital das empresas, nem tampouco o recebimento de bônus por parte de executivos das corporações. "
Extraído de http://www.diap.org.br/index.php/noticias/agencia-diap/20339-governo-recua-e-deve-baixar-limite-de-plr-que-tera-isencao-de-imposto

Centrais querem mudar registro de sindicatos (Fonte: Valor Econômico)

"Para evitar novos desentendimentos no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as centrais sindicais pretendem apresentar ao ministro Brizola Neto (PDT), empossado ontem, a proposta de tirar da Secretaria de Relações do Trabalho a homologação de novos sindicatos. As centrais reclamam, a CUT mais explicitamente, que havia favorecimento para a criação de sindicatos da Força Sindical, entidade ligada ao PDT do atual ministro e de seu antecessor, Carlos Lupi.
..."
Íntegra disponível em http://www.valor.com.br/politica/2644446/centrais-querem-mudar-registro-de-sindicatos

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Centrais disputam postos-chave no Ministério do Trabalho (Fonte: Valor Econômico)

"O novo ministro do Trabalho, deputado Brizola Neto (PDT-RJ), toma posse hoje com o desafio de pacificar seu partido e costurar um acordo que acomode as centrais sindicais no segundo e terceiro escalões da Pasta. O secretário-geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, já avisou aos sindicalistas que o governo não pretende retalhar o Ministério do Trabalho. Os sindicalistas, porém, articulam mudanças nos principais postos do ministério num desenho que resgate os poderes da Pasta, esvaziada no governo Dilma Rousseff com a decisão da presidente de designar a Secretaria-Geral da Presidência como o órgão responsável pela interlocução do Palácio do Planalto com os sindicatos e outros movimentos sociais.

Ontem Brizola Neto reuniu-se com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva. Também conversou nos últimos dias com dirigentes de outras centrais, como a Força Sindical e a União Geral dos Trabalhadores (UGT). Além da relação pessoal que mantém com a presidente Dilma Rousseff, fundadora do PDT no Rio Grande do Sul e antiga aliada do avô do parlamentar, o ex-governador Leonel Brizola, pesou para a nomeação do pedetista a intenção do governo de tentar se reaproximar das centrais sindicais.

No PDT, três nomes disputavam o cargo que fora do ex-ministro Carlos Lupi: os deputados Brizola Neto, Vieira da Cunha (RS) e o secretário-geral da sigla, Manoel Dias. Enquanto o gaúcho sofria resistências de sindicalistas ligados ao partido, Brizola Neto passou a receber o apoio do deputado Paulo Pereira da Silva (SP), presidente da Força Sindical. Diante da divisão do PDT e do retrospecto da legenda de votar contra os interesses do governo em algumas votações na Câmara, a presidente Dilma optou então por tentar recompor com o meio sindical.

Depois de obter o apoio da Força Sindical, Brizola Neto deu início a conversas com a CUT. Como resultado, as duas centrais chegaram a um acordo, segundo o qual caberia à CUT a indicação do secretário-executivo do ministério.

Inicialmente, a intenção da Força era que o escolhido da CUT fosse José Lopez Feijóo, ex-vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores e atual assessor especial de Gilberto Carvalho. Por um lado, sua escolha para ser o número 2 do Ministério do Trabalho reforçaria a Pasta. Por outro, a escolha poderia ser vista entre dirigentes da CUT como uma escolha do próprio governo, e não uma indicação da central. Na Força Sindical, o nome de Artur Henrique da Silva, que deixa o comando da CUT em meados do ano, também é bem visto.

Outros postos do Ministério do Trabalho também podem ser alvos da reformulação discutida pelos sindicalistas. A União Geral dos Trabalhadores (UGT), terceira maior central sindical do país, quer participar das negociações. Mas dirigentes das outras centrais dizem que o acordo que impulsionou o nome de Brizola Neto fora fechado apenas pela Força e CUT.

"A estrutura não pode privilegiar nem discriminar nenhuma central sindical. Não é lotear, mas todas as centrais sindicais têm quadros importantes e que têm capacidade de desenvolver essas políticas [do ministério]", afirmou o presidente da UGT, Ricardo Patah, antecipando que fará essa ponderação à presidente Dilma na reunião de hoje entre a presidente e o setor sindical.

Outro ponto está em negociação: o esvaziamento da Secretaria de Relações de Trabalho, apontada como a responsável pela transformação do ministério numa "fábrica de sindicatos". Pela proposta em discussão pelas centrais, o Conselho de Relações do Trabalho, órgão formado por representantes dos trabalhadores, empresas e do governo, receberia a tarefa de analisar os pedidos de criação de novos sindicatos."
Extraído de http://www2.valoronline.com.br/politica/2642238/centrais-disputam-postos-chave-no-ministerio-do-trabalho

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Centrais ampliam pauta de reivindicações (Fonte: valor Econômico)

"Ao encamparem, em uníssono, o discurso da presidente Dilma Rousseff em cadeia nacional de rádio e TV em defesa da queda dos juros, as centrais sindicais apresentaram ontem no 1º de maio uma pauta de reivindicações que passa pela isenção do imposto de renda sobre a participação nos lucros (PLR), o fim do fator previdenciário e a redução de jornada para 40 horas semanais."

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Luta sindical é mais difícil nos Brics e no Mercosul (Fonte: Valor Econômico)

"Enquanto no Brasil as centrais sindicais lutam pela ampliação dos direitos trabalhistas, como a extensão da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para mais categorias e a inclusão de dependentes em benefícios como o plano de saúde, os vizinhos do Mercosul e alguns integrantes do grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) ainda correm atrás de causas que aos poucos já foram conquistadas pelo sindicalismo no Brasil."
Extraído de http://www2.valoronline.com.br/brasil/2637940/luta-sindical-e-mais-dificil-nos-brics-e-no-mercosul

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sem outras centrais, CUT pressiona Congresso, governo e TST (Fonte: O Globo)

"SÃO PAULO - A Central Única dos Trabalhadores (CUT), maior central sindical do país, realiza reuniões em Brasília nesta quarta-feira para pressionar Congresso, governo federal e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) para encaminhar projetos de interesse dos sindicatos, como a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e o fim do fator previdenciário nas aposentadorias.
Os cutistas têm reunião com o presidente do TST, João Oreste Dalazen, e com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Também há agenda com deputados e senadores. Projetos importantes para os sindicatos aguardam votação no Congresso, entre eles a reforma tributária, a reforma política e o aumento dos gastos com educação pelo governo federal.
..."


Íntegra disponível em http://oglobo.globo.com/politica/sem-outras-centrais-cut-pressiona-congresso-governo-tst-2870787#ixzz1t3X3da00 
 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Salário Mínimo Regional de R$ 904 desagrada sindicalistas do PR, que querem R$ 935 (Fonte: Blog Esmael Morais)

"O Conselho Estadual do Trabalho está propondo um reajuste de 10,32% no salário mínimo regional do Paraná. Segundo o colegiado, o índice representa um aumento real de 5,1%, acrescido de 4,97% do Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC).
A proposta, aprovada por maioria em reunião do conselho, foi encaminhada ao governador Beto Richa (PSDB) para análise e envio à Assembleia Legislativa. Se aprovado, o novo mínimo entrará em vigor no dia 1° de maio. O valor do mínimo regional ficará entre R$ 783,20 e R$ 904,20.
..."

quinta-feira, 22 de março de 2012

TRT barra imposto sindical em 69 empresas de SP (Fonte: Valor Econômico)

"O juiz Carlos Eduardo Oliveira Dias, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, concedeu liminar que proíbe a cobrança de imposto sindical de cerca de 20 mil trabalhadores de 69 empresas do setor de energia no interior do Estado de São Paulo. A decisão ocorre dois dias antes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) lançar campanha nacional e plebiscito contra o imposto, que é defendido pelas outras cinco centrais e pelos sindicatos de empresários.
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Centrais pedem mais conteúdo nacional em peças (Fonte: Valor Econômico)

"Dirigentes das seis principais centrais sindicais do país propuseram ontem ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que o setor automotivo eleve o chamado conteúdo local das partes e peças nacionais usadas na produção de veículos. O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, defende a elevação, de 8% para 21%, no índice atualmente em vigor. "Estamos questionando a nacionalização de peças porque o setor automotivo hoje tem 8% de exigência. Nós queremos aumentar esse número. Nossa proposta é que o conteúdo local chegue a 21%", afirmou. O governo, segundo o sindicalista, aceitou negociar a reivindicação das centrais sindicais. Mas, para ele, esse é um processo "lento".
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Ameaça das centrais (Fonte: Correio Braziliense)

"As centrais sindicais que representam os trabalhadores em todo o Brasil prometeram radicalizar caso o governo não aprove propostas de defesa do setor produtivo e de incentivo ao consumo. O principal pedido é o fim da incidência do Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) paga aos empregados. Bancários, químicos, metalúrgicos e petroleiros anunciaram, nesta semana, uma série de manifestações e já ameaçam entrar em greve caso não haja avanços na pauta de reivindicações.
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Íntegra disponível em http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/03/21/internas_economia,294357/centrais-sindicais-saem-insatisfeitas-de-negociacao-com-governo-federal.shtml

segunda-feira, 19 de março de 2012

Governo e sindicatos negociam isenção de tributo sobre a PLR (Fonte: Valor Econômico)

"Os sindicatos ganharam um round na luta pela isenção de Imposto de Renda (IR) sobre os ganhos relativos à Participação de Lucros e Resultados dos trabalhadores (PLR). Num encontro no dia 14 de março com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, os representantes das centrais sindicais conseguiram um compromisso do governo de ao menos discutir o assunto. Esta semana, eles se reúnem com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Ao mesmo tempo eles preparam uma agenda de manifestações para pressionar a Câmara dos Deputados a votar o projeto de lei de desoneração da PLR.
Um estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que num universo de mais de 700 mil bancários, químicos, petroleiros e metalúrgicos do ABC e de São Paulo o Imposto de Renda sobre a PLR dos trabalhadores cairá de R$ 1,8 bilhão para R$ 251 milhões caso sejam aprovadas as novas regras de tributação. A medida representaria R$ 1,6 bilhão a mais no bolso dos empregados dessas quatro categorias profissionais.
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sexta-feira, 16 de março de 2012

Governo volta a discutir fator previdenciário com centrais sindicais (Fonte: Agência Brasil)

"Brasília – O governo federal retoma hoje (16) a discussão com as centrais sindicais sobre aposentadoria. Um dos temas em pauta é o fator previdenciário, cálculo usado para desestimular a aposentadoria precoce do trabalhador.  
Em entrevista ontem (15) ao programa Bom Dia, Ministro, o ministro Garibaldi Alves Filho confirmou as negociações a respeito de alternativas ao fator previdenciário e admitiu que a fórmula atual penaliza o trabalhador na hora de calcular a aposentadoria. Ele descartou, no entanto, o fim do mecanismo e sinalizou somente com ajustes.
O fator é usado para inibir o trabalhador a se aposentar mais cedo. A fórmula leva em conta a alíquota de contribuição, a idade do trabalhador, o tempo de contribuição à Previdência Social e a expectativa de vida da população.
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Um ano depois, usina de Jirau enfrenta nova greve (Fonte: Valor Econômico)

"Uma nova paralisação no canteiro de obras da Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, põe em xeque a efetividade de um acordo firmado no início do mês entre governo, empresas e centrais sindicais para melhorar as condições de trabalho na construção civil.
O pacto tripartite foi articulado pela Secretaria-Geral da Presidência por quase um ano, motivado justamente pelos conflitos e atos de vandalismo nas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio (RO), em março de 2011, há um ano. Lançado em um grande evento no Palácio do Planalto, o acordo obteve a adesão de nove grandes empreiteiras, entre elas, a Camargo Corrêa, que se comprometeu a seguir as diretrizes nas obras de Jirau.
A nova greve foi iniciada há uma semana pelos funcionários da Enesa Engenharia, responsável pela montagem das turbinas, e recebeu a adesão dos profissionais da construtora, atingindo mais de 15 mil trabalhadores.
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Íntegra disponível em http://www.valor.com.br/empresas/2573066/um-ano-depois-usina-de-jirau-enfrenta-nova-greve