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terça-feira, 17 de maio de 2011

“Após queda de preços, demanda por etanol volta a crescer” (Fonte: Valor Econômico)

“A demanda por etanol começa a reagir à queda dos preços do etanol nos postos de combustíveis do país. Na última semana, abastecer com o biocombustível passou a ser mais vantajoso em três Estados brasileiros, entre eles, São Paulo, o maior consumidor nacional de combustíveis. Na média, compensa abastecer com etanol quando o preço deste equivale a 70% do preço da gasolina.
Com o retorno da demanda após a queda dos preços, as cotações do etanol se estabilizaram nas usinas. Em queda livre desde a segunda quinzena de abril, o litro do combustível teve uma leve alta, de 0,39%, na última quinta-feira. Permaneceu estável no dia seguinte e ontem registrou ligeira valorização, de 0,05%, fechando a R$ 1.018,00 o m3, segundo o indicador de preços Esalq/BM&F em Paulínia (SP).
De acordo com Tarcilo Rodrigues, diretor da comercializadora Bioagência, responsável pela negociação de 10% do etanol brasileiro, a expectativa é de que o preço do hidratado na usina ainda suba um pouco nos próximos dias.
Ele argumenta que o repasse da queda das semanas anteriores ao consumidor final ainda não ocorreu em sua totalidade. Assim, ao deparar-se com preços na bomba ainda menores do que os atuais, o consumidor deve aumentar o consumo, o que pode levar os preços na usina a nova valorização. "Neste momento, a oferta de etanol ainda está prejudicada pela qualidade ruim da cana", afirma Rodrigues, que acredita em preços de equilíbrio entre R$ 1,15 e R$ 1,20 por litro.
Mesmo com o repasse parcial de preços ao consumidor final, o etanol passou a ser viável em três Estados, segundo cálculos feitos com base em dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) referentes à semana encerrada em 14 de maio. "A demanda aumentou e parece ter se equilibrado com a oferta", diz Mirian Bacchi, pesquisadora do Cepea e professora da Esalq.
O valor médio do litro do hidratado nos postos de São Paulo, maior consumidor nacional de combustíveis, fechou a semana passada valendo R$ 1,958, queda de 5,6% em relação à semana anterior, quando valia R$ 2,075.
Nesse mesmo intervalo, a gasolina também recuou na média do Estado, mas em menor intensidade (0,6%). Com isso, o preço do etanol passou a equivaler 69,9% do preço da gasolina.
Em Mato Grosso, o recuo dos preços do álcool nos postos foi ainda mais intenso, segundo a ANP. Na média do Estado, o litro valia na semana encerrada no dia 7 de maio R$ 2,278 e nos sete dias seguintes, fechou a R$ 2,043, retração de 10,3%. Como a gasolina também caiu com força (6,5%), a relação de preço com o etanol ficou em 68,5%. Em Goiás, o etanol caiu 11,9% e passou a valer 68,2% do preço da gasolina.”


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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Usinas de cana-de-açúcar: “Setor à espera de estímulos para etanol” (Fonte: Valor Econômico)


“Autor(es): Luis Ushirobira/Valor

O setor aguarda medidas para estimular a produção de etanol, diz Rodrigues

Enfrentando a segunda safra consecutiva com baixa oferta de cana e pouco interesse por investimentos, as usinas do país aguardam as definições do governo federal sobre as medidas de curto e longo prazos que devem ser anunciadas para estimular a produção de etanol.
Segundo Antônio de Pádua Rodrigues, diretor-técnico da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), as conversas com o governo começaram no ano passado e a expectativa é de que em breve sejam anunciadas essas novas medidas de estímulo.
No curto prazo, o setor espera ser atendido com incentivos que atendam desde o financiamento de estocagem de etanol - com correções de distorções dos programas feitos nos últimas duas safras - até o apoio para renovação de canaviais, tanto por produtores rurais quanto por indústrias.
Esse pacote deve significar, no caso dos fornecedores de cana, um aumento do limite de financiamento por produtor, que hoje é de R$ 250 mil, considerado muito baixo pelo segmento.
"Além de um plano de renovação de áreas de cana, vemos como importante estimular o crescimento dos projetos que foram construídos entre 2005 e 2008. Com investimento marginal, eles podem crescer expressivamente no curto prazo", diz Pádua.
Já no longo prazo, espera-se que as medidas contemplem as usinas já existentes e as construídas a partir do zero, segundo o diretor-técnico da Unica.
Conforme levantamento da associação, para atender o crescimento da demanda, seria necessário ampliar a oferta de cana destinada ao etanol em mais 400 milhões de toneladas. Isso significaria mais que dobrar o volume destinado ao etanol na última safra, a 2010/11, que foi de 305 milhões de toneladas.
Segundo o executivo, essa meta poderia ser cumprida entre 2015 e 2020 e demandaria a construção de 120 unidades industriais - com moagem média de 3,5 milhões de toneladas de cana - e investimentos aproximados de US$ 70 bilhões.
Mas todas as medidas devem ter como ponto de partida a definição por parte do governo da participação do etanol na matriz de combustíveis do país. "Sabemos que o governo criou um grupo de trabalho para isso e estamos sendo chamados para fornecer algumas informações. Mas, ainda não nos abriram exatamente os detalhes desse pacote", afirma Rodrigues.
Nesta safra, a 2011/12, as usinas do Centro-Sul devem processar 568,5 milhões de toneladas, 2,11% mais do que o total processado na temporada 2010/11, que foi de 556,74 milhões de toneladas, segundo dados da Unica. Por causa da seca do ano passado e dos baixos investimentos em canavial nos anos anteriores, o volume de cana está aquém da capacidade do parque industrial do Centro-Sul, que tem condições de processar por volta de 620 milhões de toneladas.”


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quarta-feira, 4 de maio de 2011

“Grupo São João negocia a venda de 49% de duas usinas em Goiás” (Fonte: Valor Econômico)


“Autor(es): Fabiana Batista | De São Paulo

O grupo USJ (Usina São João) está negociando a venda de 49% de suas duas usinas (uma delas em construção) em Goiás. Segundo apurou o Valor, três grupos disputam o ativo até o momento. Como já era esperado, entre eles está a Nova Fronteira Bioenergia, que tem como sócios o grupo São Martinho e a Petrobras Biocombustíveis.
Além de ter sócios em comum - da família Ometto - as usinas do grupo USJ e da Nova Fronteira estão localizadas na mesma região em Goiás, com grande sinergia. Segundo fontes do setor, também disputam o ativo a americana Cargill e a Raízen, empresa resultante da fusão da Cosan com a Shell.
Os ativos, segundo as mesmas fontes, estão sendo negociados a um valor próximo de US$ 130 por tonelada de capacidade instalada.
As duas unidades do grupo USJ - uma delas em construção - terão condição de processar 7,5 milhões de toneladas de cana por ano. Por enquanto, apenas a usina São Francisco, de Quirinópolis, opera com moagem próxima de 5 milhões de toneladas por ano. Produz açúcar, etanol e energia elétrica com bagaço de cana.
A outra usina, a Cachoeira Dourada, localizada em município de mesmo nome e que está em construção, foi projetada para moer inicialmente 2,5 milhões de toneladas de cana por safra e para fabricar etanol e eletricidade.
Procurada, o grupo USJ informou, por meio de seu diretor de assuntos corporativos, Igor Montenegro, que desconhece qualquer informação a esse respeito.
Cargill e Cosan foram procuradas, mas não se pronunciaram sobre o assunto. O grupo São Martinho informou por meio de nota que não comenta especulações de nenhuma natureza e que qualquer anúncio é feito ao mercado.
Há tempos circulam no mercado especulações sobre uma possível união entre a São Martinho e o grupo USJ, que além de sinergias operacionais, têm sócios em comum. Quando a Petrobras se associou à São Martinho na Nova Fronteira as especulações aumentaram. Mas, segundo fontes, somente agora as negociações foram, de fato, abertas.
As outras pretendentes estão no páreo, mas a sinergia é maior com a Nova Fronteira. A usina da Raízen mais próxima das unidades da USJ está em Jataí (GO), distante cerca de 400 quilômetros. A americana Cargill só tem uma usina de açúcar e etanol em Minas Gerais - a Cevasa.
Antes de fazer os investimentos em Goiás, o grupo USJ, tradicional no setor, tinha apenas uma usina, em São Paulo, com capacidade inicial para moer cerca de 3,7 milhões de toneladas de cana por safra.
Quando a crise mundial ficou aguda, em 2008 a empresa estava no auge dos investimentos nas duas usinas goianas. Uma delas foi concluída, mas a outra - a Cachoeira Dourada - teve redução no ritmo das obras até ser paralisada. Em entrevista concedida ano passado ao Valor, o presidente do Grupo USJ, Hermínio Ometto Neto, afirmou que os principais equipamentos da usina já estavam instalados e que representavam 60% de todo o projeto.
A crise de 2008 elevou o endividamento do grupo. Na safra 2008/09, a dívida líquida estava em R$ 1,27 bilhão. Ao fim da temporada 2009/10, o endividamento ficou em R$ 1,1 bilhão, e equivalia a sete vezes a geração de caixa da empresa.”


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segunda-feira, 2 de maio de 2011

“Mistura de 18% de etanol ainda precisa de decreto” (Fonte: Valor Econômico)

“Autor(es): Paulo de Tarso Lyra | De Brasília 

A medida provisória editada na quinta-feira pelo governo alterando a banda de variação da mistura de anidro na gasolina de 25-20% para 25-18% foi uma forma de pressionar os produtores a colocarem mais etanol no mercado. Mas para que a mudança seja realmente efetivada e a mistura passe para 18% ainda é necessário um decreto interministerial.
A mudança da banda de variação será discutida no Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (Cima). O órgão interministerial é composto pelos Ministérios da Fazenda, Agricultura, Minas e Energia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
Na prática, o governo demonstra disposição para promover a mudança. Se o Planalto entendesse que a alteração na banda de variação não seria um instrumento eficaz para pressionar os produtores de etanol, não precisaria incluir a proposta na medida provisória divulgada no início da noite de quinta-feira. Nesse caso, bastaria o decreto, sem a necessidade de uma medida provisória alterando a legislação vigente.
Há exatamente um ano, o governo promovia um movimento contrário, ao aumentar a mistura de etanol na gasolina de 20% para 25%. Na época, os especialistas afirmavam que o risco de desabastecimento era nulo e que havia plenas condições para que a mistura de anidro na gasolina retornasse aos patamares anteriores.”

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

“Mecanização da cana em SP atinge 70% das usinas” (Fonte: Valor Econômico)


“Autor(es): Bettina Barros | De São Paulo

A mecanização nas lavouras de cana-de-açúcar de São Paulo alcançou 70% das usinas e 20% dos fornecedores do Estado na safra 2010/11, segundo balanço da Secretaria de Meio Ambiente. Isso representa uma área de 2,62 milhões de hectares mecanizados - ou 55,6% da cana plantada no Estado. Na safra 2009/10, esse percentual era de 55,8%. Em 2006/07, 34,2%.
Pelo ritmo apontado no novo balanço, o governo paulista acredita que 100% das áreas planas de cana estarão mecanizadas até 2014, conforme o cronograma do Protocolo Agroambiental da Cana-de-Açúcar. Lançado em junho de 2007 pelas secretarias de Agricultura e Meio Ambiente de São Paulo e pela Unica (entidade que representa usinas do Centro-Sul), o acordo visa antecipar o fim das queimadas na colheita e a consequente redução das emissões de gases de efeito estufa do setor.
O acordo entre o governo e usineiros estabelece a antecipação do fim das queimadas em áreas mecanizadas para 2014. Para as áreas não-mecanizáveis, o limite final é 2017. Em novas áreas de plantio a mecanização é obrigatória. Mas a tendência, diz o governo, é que bem antes não haja mais queima.
"Começamos pela cana porque é o setor mais organizado, mas já estamos em conversas para estender o protocolo para outras culturas paulistas", disse o secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas. Nesse cenário de protocolo expandido, o segmento de suinocultura seria o próximo no alvo do governo - por também ser mais estruturado, ainda que pequeno no Estado.
Desde o início do protocolo, o percentual de cana queimada recuou de 65,8% do total para 44,4%. Entre a penúltima e a última safra, porém, houve um ligeiro aumento: de 44,2% para 44,4%. Segundo o governo, a alta se deveu a 4% de incêndios não intencionais - 2010 foi um ano atípico de muita seca, o que teria provocado o aumento nos focos de incêndio no Estado.
Com os avanços de mecanização já obtidos, o governo calcula que deixaram de ser jogados na atmosfera 14,2 milhões de poluentes em geral, sendo 2,4 milhões de toneladas de CO2.
Apesar do resultado, o setor ainda enfrenta gargalos ambientais. Um deles é o estoque de palha deixado nos canaviais. Após a colheita, parte dela funciona como matéria orgânica para o solo - o que é bom. O problema é o excedente.
Segundo a secretaria, são 32 milhões de toneladas de palha deixadas nos 2,6 milhões de hectares mecanizados. Daqui a quatro anos, serão 70 milhões de toneladas da palha ao ano. "Se fosse usada para a geração de energia, a palha representaria quase duas vezes a geração de energia de Belo Monte", diz Ricardo Veigas, diretor do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da secretaria.
São Paulo responde por 70% da produção de cana no Brasil e 17% da produção de etanol no mundo. A previsão estadual para a safra atual é de 4,9 milhões de hectares, devendo chegar a 7 milhões de hectares em cinco anos.”


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quinta-feira, 28 de abril de 2011

“Importação do biocombustível dos EUA ganha mais relevância” (Fonte: Valor Econômico)


“Autor(es): Fabiana Batista | De São Paulo


Se forem mantidas em 2011 as mesmas condições de oferta e demanda de etanol de 2010 no Brasil, o volume de importações do combustível dos Estados Unidos poderá se repetir na temporada recém iniciada, a 2011/12. Qualquer mudança no percentual de mistura de etanol anidro na gasolina no mercado brasileiro terá reflexos no ritmo dessas compras, mas é fato que o produto americano começa a se firmar como uma opção importante na complementação da oferta doméstica.
Os números da safra 2010/11 surpreenderam. Só o Centro-Sul importou 228 milhões de litros de etanol, segundo a consultoria Datagro. Considerando-se o volume já realizado e o que será confirmado no Nordeste até agosto - quando termina oficialmente a safra da região -, as importações brasileiras de etanol dos EUA atingirão cerca de 430 milhões de litros.
Quem trouxe o produto americano na entressafra brasileira - de janeiro a abril - teve margens de lucro expressivas, uma vez que a importação chegou ao Brasil a preços bem inferiores aos internos. O pico dessa rentabilidade foi em abril, quando o valor interno do litro do anidro atingiu patamares muito elevados, próximos de R$ 3.
"No mesmo momento, o etanol americano posto em São Paulo estava chegando a um custo de R$ 1,60 por litro", diz Tarcilo Rodrigues, diretor da Bioagência, que responde pela comercialização de cerca de 10% do etanol produzido no Centro-Sul. Ele acredita que boa parte do volume importado de abril foi vendida entre R$ 2,20 e R$ 2,30 o litro.
Martinho Seiiti Ono, diretor da SCA Trading - que reúne usinas que respondem por 20% do etanol do Centro-Sul -, confirma que, no Brasil, o segmento pode novamente olhar mais "de perto" para o mercado americano. "Nesta safra 2010/11, a importação foi um mero casuísmo, pois o comportamento do consumidor [muitos não pararam de usar etanol mesmo com preços elevados] pegou todos de surpresa. Mas, daqui para frente, importar dos Estados Unidos pode ser visto como uma oportunidade de negócio".
Do ponto de vista do equilíbrio entre oferta e demanda, Plínio Nastari, presidente da Datagro, não vê necessidade de o Brasil importar. Para ele, os preços internos do etanol serão mais elevados neste ano e naturalmente inibirão o consumo. A Datagro projeta que em 2011 o preço mínimo do etanol hidratado - usado diretamente nos tanques - será de R$ 0,95 a R$ 1 por litro (na usina, livre de impostos), ante R$ 0,70 em 2010 e R$ 0,58 em 2009.
Nastari acredita que a retração nas bombas trará de volta o equilíbrio com a oferta, que deverá ser semelhante à da safra 2010/11. A Datagro prevê para o Centro-Sul produção de 25 bilhões de litros.
Rodrigues, da Bioagência, não acredita em arrefecimento da demanda no mercado interno. O consumo de combustíveis em geral, diz ele, está crescendo, acompanhando o aumento da renda do brasileiro. "Ainda que haja um susto inicial por causa do preço, depois o consumidor se acostuma e continua a usar o carro, em vez do transporte coletivo, a viajar etc. Vejo, sim, potencial para repetirmos os níveis de importação de etanol nessa nova safra".
Ele pondera, entretanto, que se as regras do jogo e os preços mudarem, obviamente as perspectivas também sofrerão alterações. "Se a remuneração do anidro ficar acima da registrada no açúcar, o caldo da cana pode ser redirecionado do adoçante para o anidro".
Conforme a Datagro, pela primeira em vez desde janeiro de 2009 o anidro - que está em níveis elevados por causa dos estoques apertados na entressafra - está remunerando mais que o açúcar. Em preços equivalentes a libra-peso, o anidro está valendo 45,6 centavos de dólar, mais que o açúcar de mercado interno (32,5 centavos de dólar), que o hidratado (27,5 centavos) e que o açúcar de exportação (o contrato 11 na bolsa de Nova York está em 24,5 centavos de dólar). "Com a entrada da safra, os preços do anidro caem, mas de R$ 2,70 para R$ 1,40 ou R$ 1,50", diz.
Neste momento, apesar das estimativas oficiais, a incerteza ainda é grande e muitos ainda duvidam de processamento de cana acima de 555 milhões de toneladas no Centro-Sul. A União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) prevê crescimento da moagem de 2,11%, para 568,5 milhões de toneladas. A estimativa da Datagro aponta para 561 milhões de toneladas.”


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