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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Senado aprova recondução de Janot à Procuradoria-Geral da República (Fonte: Senado Federal)

Com 59 votos favoráveis, 12 contrários e uma abstenção, o Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (26), a recondução de Rodrigo Janot Monteiro de Barros ao cargo de procurador-geral da República. A indicação da Presidência da República contou com parecer favorável do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Durante mais de dez horas de sabatina na CCJ, Rodrigo Janot defendeu a parceria do MP com os três Poderes e respondeu a vários questionamentos dos senadores, em especial sobre a Operação Lava-Jato, a atuação do MPF na investigação das pedaladas fiscais do governo federal, o caso Swissleaks, entre outros assuntos.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) ressaltou que essa foi a segunda maior sabatina da história do Senado. Ele observou que ocorreram trinta interpelações, o que demonstra que a CCJ cumpriu a sua prerrogativa como exige o texto constitucional..."


Íntegra Senado Federal

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Sabatina de Janot (Fonte: Senado Federal)

"A CCJ iniciou pontualmente às 10h a reunião para sabatinar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Questionamentos ligados à Lava Jato devem dominar a audiência, presidida por José Maranhão (PMDB-PB)..."

Íntegra Senado Federal

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Procurador-Geral da República será escolhido hoje por MPF (Fonte: Brasil de Fato)

"A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) define hoje (5) a lista tríplice para o cargo de procurador-geral da República. A entidade recebeu quatro candidaturas que vão disputar a vaga de Rodrigo Janot, atual procurador e candidato à recondução. Caberá à presidenta Dilma Rousseff escolher um dos três mais votados para ocupar o cargo. Dilma não é obrigada a escolher o mais votado.

A votação está prevista para começar às 10h em todas as unidades do Ministério Público Federal (MPF) no país. A apuração será feita por meio de um sistema eletrônico interno. O resultado deve ser divulgado por volta das 19h. Além de Janot, concorrem ao cargo os subprocuradores Carlos Frederico Santos, Mario Bonsaglia e Raquel Dodge.

O mandato de Janot acaba dia 17 de setembro, mas ele pode ser reconduzido pela presidenta Dilma Rousseff por mais dois anos. Mesmo com essa possibilidade, a eleição interna entre 1,2 mil membros da Procuradoria-Geral da República tem de ser feita para a formação da lista. A apresentação da relação não é obrigatória, mas é feita pela associação de procuradores desde 2001. A entidade considera essa maneira a mais democrática de indicar seu representante..."

Íntegra Brasil de Fato

terça-feira, 27 de março de 2012

STF e STJ adotam remessa automática de processos (Fonte: STF)

"Entrou em vigor, no dia 23, o primeiro marco da integração entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), que permite o envio e a devolução automática de processos eletrônicos por meio do sistema de integração que utiliza a tecnologia Webservice, desenvolvido a partir de regras estabelecidas no Modelo Nacional de Interoperabilidade (MNI) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao qual aderiram, além do STF e do STJ, o Tribunal Superior do Trabalho (TST), a Advocacia Geral da União (AGU), a Procuradoria Geral da República (PGR) e também os conselhos da Justiça Federal e da Justiça do Trabalho.
O Modelo Nacional de Interoperabilidade (MNI) foi definido pelas equipes técnicas dos órgãos envolvidos (STF - CNJ - STJ - CJF - TST - CSJT - AGU e PGR), de acordo com as metas do termo de cooperação técnica assinado em junho de 2009, que estabeleceu os padrões para intercâmbio de informações de processos judiciais e assemelhados entre os diversos órgãos de administração de Justiça, e serviu de base para implantação das funcionalidades pertinentes no âmbito do sistema processual.
O padrão nacional de integração de sistemas de processo eletrônico, por meio da tecnologia Webservice, prioriza a integridade, a inviolabilidade e a segurança dos dados e informações, assim como o respeito aos princípios constitucionais e legais relativos ao processo judicial. O respeito às garantias processuais e materiais dos jurisdicionados e o tratamento adequado às informações sujeitas ao sigilo legal também foram observados. A devolução automática atende a uma das etapas do cronograma de ações de implantação do Modelo Nacional de Interoperabilidade (MNI), especialmente com o STJ.
A devolução automática de processos, especialmente de Recursos Extraordinários (RE) e Agravos (ARE), ocorre sem que haja intervenção humana. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) envia o processo ao Supremo e os sistemas interagem, num mecanismo de reconhecimento. A devolução será automática, caso o processo enviado apresente deficiência de peças. A tecnologia também é utilizada para outras classes processuais como o Recurso em Habeas Corpus (RHC), o Recurso em Mandado de Segurança (RMS) e, com menos frequência, para Recurso e Mandado de Injunção (RMI) e para Recurso em Habeas Data (RHD)."
Extraído de http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=203504

quarta-feira, 14 de março de 2012

PGR e AGU são a favor de Adin da OAB contra a Emenda dos Vereadores (Fonte: OAB)

"O governo federal decidiu estender a desoneração da folha de pagamento para mais cinco setores da economia brasileira: têxteis, móveis, plásticos, autopeças e equipamentos elétricos. O governo espera que a medida, em conjunto com o "arsenal" de medidas para conter a valorização do câmbio, deve contribuir para amelhora da competitividade da indústria nacional

O governo decidiu estender a desoneração da folha de pagamento para mais cinco setores da economia brasileira. A ação, em conjunto com o "arsenal" de medidas para conter a valorização do câmbio, deve contribuir, no entendimento da área econômica, para a melhora da competitividade daindústria nacional.
Segundo apurou o Valor, a desoneração da folha deve beneficiar os fabricantes das indústrias têxtil, móveis, de plásticos, autopeças e máquinas e equipamentos elétricos. Estes segmentos, tal como ocorre hoje com as empresas de calçados, confecções, além de call center e software, deixarão de recolher os 20% ao INSS que incidem sobre a folha de pagamentos e passarão a pagar uma alíquota sobre o faturamento bruto.
..."
Íntegra disponível em http://www.valor.com.br/brasil/2569224/governo-vai-ampliar-desoneracao

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Angra 2: “Procuradoria detalha pendências da usina” (Fonte: Correio Braziliense)


“Autor(es): Vinicius Sassine

Um documento da Procuradoria-Geral da República (PGR) elaborado por peritos há pouco mais de um ano e apresentado em audiência na Câmara dos Deputados na terça-feira detalha os motivos para a usina nuclear Angra 2 não ter recebido, até hoje, a licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Autorização de Operação Permanente (AOP), que deve ser concedida pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). A nota técnica da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão (CCR), braço da PGR responsável pelos assuntos de meio ambiente, elenca problemas na produção de efluentes líquidos, movimentação de encostas que margeiam a BR-101, indefinição na análise de dados sobre emissões radioativas e ausência de documentos que comprovem a segurança no funcionamento do empreendimento.
A Eletrobras Eletronuclear, responsável pelas usinas nucleares brasileiras, o Ibama e a Cnen, a quem cabe a atividade licenciadora, não cumpriram os acordos para sanar esses problemas firmados num Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) de março de 2001, como cita a nota técnica da PGR. Atender a todos os acordos foi a condição estabelecida no TAC para a emissão da licença pelo Ibama e da autorização permanente pela Cnen. Por essa razão, a usina Angra 2 funciona desde o início de suas atividades, há uma década, com base em autorizações provisórias, sucessivamente renovadas pelos órgãos licenciadores, conforme revelado pelo Correio em 23 de março. O episódio custou o cargo do presidente da Cnen, Odair Dias Gonçalves.

Divergências

Os órgãos licenciadores atribuem à PGR a responsabilidade pela inexistência das autorizações definitivas. Já a PGR ressalta que, como atesta a nota técnica, as cláusulas do TAC continuam sendo desrespeitadas. A Eletrobras Eletronuclear e o Ibama, entretanto, sustentam que o termo foi cumprido e que não há mais razões para as licenças não serem concedidas. “A licença ambiental está condicionada à posição da PGR. É somente isso: estamos impedidos de emitir o documento”, afirma o presidente do Ibama, Curt Trennepohl.
Assessor da Presidência da Eletronuclear, Leonam dos Santos Guimarães diz que todas as pendências relacionadas ao plano de emergência se encerraram em 2006, ano em que a 4ª CCR da PGR recebeu o relatório do Ibama. Segundo ele, não há restrições para o órgão ambiental e a Cnen emitirem as licenças definitivas para Angra 2. “Esse atraso causou prejuízos à Eletronuclear.”
O subprocurador-geral Mario José Gisi, coordenador da 4ª CCR, diz que cada item do TAC que os órgãos sustentam ter cumprido precisa de uma “análise técnica assinada”. “As questões sobre segurança precisam ser analisadas por técnicos independentes.” O subprocurador criticou a concessão de licenças de operação provisória pelo Ibama e a renovação sucessiva, pela Cnen, da Autorização de Operação Inicial (AOI). É com base nesses documentos que a usina Angra 2 mantém suas atividades.”


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Procuradoria Geral da República: “Gurgel à frente na lista” (Fonte: Correio Braziliense)


“Autor(es): Diego Abreu 

Atual procurador da República foi o mais votado pelos integrantes de associação e é favorito para ser reconduzido. Decisão cabe a Dilma.


Os filiados à Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) definiram ontem, em votação realizada em todo o país, a lista tríplice para o cargo de procurador-geral da República. O atual chefe do Ministério Público Federal (MPF), Roberto Gurgel, foi o mais votado pela categoria, o que confirma seu favoritismo para ser reconduzido a mais dois anos à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Gurgel recebeu 454 votos e figura como primeiro nome da lista que será entregue hoje à presidente Dilma Rousseff. Os nomes que completam a lista são Rodrigo Janot (347 votos) e Ela Wiecko (261 votos), ambos subprocuradores-gerais da República.
É a segunda vez em que Gurgel aparece como o mais votado pelos colegas. Em 2009, ele recebeu 482 votos, 28 a mais do que nas eleições de ontem. Caberá à presidente Dilma Rousseff definir o procurador-geral da República, que tomará posse em julho. Ela não é obrigada a escolher um entre os três procuradores indicados. A Constituição dá à presidente a prerrogativa de definir qualquer nome dentre os integrantes da carreira que tenham mais de 35 anos de idade.
Embora tivesse a liberdade de escolha, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seguiu, nas quatro nomeações que fez ao longo de dois mandatos, o critério da ANPR. Lula sempre contemplou o mais votado das listas. Em 2003, nomeou Cláudio Fonteles. Seguindo a ordem da lista, o então presidente indicou Antonio Fernando de Souza, em 2005 e 2007, e, dois anos depois, o escolhido foi Gurgel. Somente na primeira vez em que a ANPR formou uma lista, em 2001, os nomes indicados não foram contemplados. Na ocasião, Fernando Henrique Cardoso nomeou Geraldo Brindeiro.
Dentre os quatro candidatos ao cargo, somente Antonio Carlos Fonseca ficou de fora da lista tríplice — ele obteve 101 votos. Ao Correio, o presidente da ANPR, Antonio Carlos Bigonha, disse que “a expectativa da classe é de que Dilma escolha um dentre os três nomes indicados”.
Em debate na última terça-feira, Roberto Gurgel e Rodrigo Janot defenderam que membros do Ministério Público possam disputar cargos eletivos e exercer funções políticas no Executivo, desde que a atividade tenha relação com as atribuições do órgão. Ela Wiecko, no entanto, disse ser contra a possibilidade, em nome da independência da carreira, embora reconheça prejuízos na representatividade do MP no Poder Legislativo.

TRÊS PARA A VAGA DE NILSON NAVES
A Comissão de Constituição e Justiça apresentou ontem o nome dos três indicados à vaga deixada pelo ex-ministro Nilson Naves no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A indicação de Ricardo Villas Boas será relatada por Francisco Dornelles (PP-RJ); a de Antônio Carlos Ferreira, por Ciro Nogueira (PP-PI); e a de Sebastião Alves dos Reis Júnior está sob responsabilidade de Aécio Neves (PSDB-MG). A sabatina será na terça. Villas Boas é conhecido por perfil acadêmico. Ferreira tem histórico à frente do jurídico da Caixa Econômica Federal e Reis Júnior já coordenou a Radiobrás.”


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terça-feira, 3 de maio de 2011

Procuradoria Geral da República: “Candidatos à PGR criticam Justiça lenta” (Fonte: O Estado de S. Paulo)

“Autor(es): Vannildo Mendes

Com críticas à lentidão da Justiça e ao foro privilegiado, quatro candidatos ao cargo de procurador-geral da República abriram ontem, em debate de mais de três horas, o processo eleitoral para escolha do chefe da instituição no biênio entre julho de 2011 a junho de 2013. Amanhã, 922 procuradores de todos os ramos do Ministério Público Federal vão às urnas eleger uma lista tríplice, da qual a presidente Dilma Rousseff escolherá o novo titular do cargo.
Considerado favorito, o atual procurador-geral, Roberto Gurgel, disputa a reeleição contra os subprocuradores Ela Wiecko de Castilho, Rodrigo Janot Monteiro de Barros e Antônio Carlos Fonseca. O perigo para Gurgel é se ele não for o mais votado, porque a presidente tem uma inclinação natural por colocar uma mulher na função pela primeira vez, o que poderia favorecer Ela Wiecko. Legalmente, porém, Dilma não tem obrigação de escolher o mais votado.
Gurgel defendeu a modernização do Ministério Público e medidas para ampliar o papel da instituição como autoridade central em investigações demandadas por tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, como as de combate à corrupção, tráfico de drogas e de seres humanos, crime organizado e lavagem de dinheiro. Mas em tempos de arrocho fiscal, ele não quis se comprometer a assumir compromissos com aumento de salários, geração de despesas e concessão de benefícios corporativos.
Ela Wiecko defendeu maior protagonismo do MP junto à sociedade no combate à corrupção e na defesa dos direitos humanos. Janot, que já foi presidente da Associação Nacional dos Procuradores (ANPR), mais identificado com as causas corporativas, prometeu um choque de gestão no órgão e dotá-lo de papel mais proativo na questão da segurança pública do País. Fonseca, que corre por fora, prometeu um planejamento de ação moderno, com foco em resultados.
A subprocuradora posicionou-se contra o projeto de lei, em tramitação no Congresso, que transfere do Executivo para o Congresso a missão de nomear o procurador-geral, que seria o obrigatoriamente o mais votado pela categoria. Gurgel e Fonseca também descartaram a ideia. Só Janot a apoiou. Para Gurgel, o foro privilegiado pode ser equacionado dotando tribunais de estrutura para investigar e punir os políticos e autoridades. Ele entende que o processo do Mensalão, ao contrário de outros, "é um exemplo de celeridade", porque se trata de um caso com elevada complexidade "A lentidão decorre da complexidade".”

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“Candidatos a procurador-geral defendem o fim do foro privilegiado” (Fonte: Valor Econômico)

“Autor(es): Juliano Basile | De Brasília

Os quatro candidatos ao cargo de procurador-geral da República foram unânimes ao defender, ontem, o fim do foro privilegiado.
"Eu sou contrária", disse a subprocuradora Ela Wiecko. "Acho que favorece a impunidade das elites dominantes", completou.
"Nós temos o pior dos mundos: os privilégios e os maiores índices de corrupção", afirmou o subprocurador Antonio Fonseca. "Eu também sou contrário à prerrogativa (de foro)."
O subprocurador Rodrigo Janot também defendeu o fim do foro pelo qual senadores e deputados federais só podem ser processados junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e os governadores respondem junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). "Eu acho que não deveria haver foro privilegiado", disse Janot.
Por fim, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, também atacou o modelo de privilégio de foro aos políticos, mas ressaltou que, enquanto ele existir, o importante é o Ministério Público trabalhar para encontrar soluções que não levem à impunidade. Como exemplo, Gurgel citou a convocação de juízes auxiliares pelo STF. "O Supremo, com os magistrados instrutores, tem imposto condenações [a políticos] e as primeiras, por coincidência, surgiram na minha gestão", disse.
Gurgel citou, como exemplo, o processo do mensalão, em que o ministro Joaquim Barbosa, relator do caso no STF, conta com o auxílio de outros magistrados, que tomam depoimentos dos réus. "A despeito do tempo decorrido, o caso do mensalão é um exemplo de processo que tem tramitado com a máxima celeridade possível", afirmou o procurador-geral. "O ministro Joaquim tem adotado todas as providências para dar celeridade. Os depoimentos já foram encerrados para que o caso possa seguir para julgamento."
A denúncia contra os 40 indiciados do mensalão petista foi aceita pelo STF, em agosto de 2007. Mas, o tribunal ainda não conseguiu levar o caso para julgamento devido a pedidos protelatórios feitos pelos advogados e ao grande número de réus - hoje são 38, pois um deles morreu (o ex-deputado José Janene) e outro prestou serviços comunitários para se livrar da ação (o ex-secretário-geral do PT Sílvio Pereira).
Caberá ao próximo procurador-geral atuar diretamente no julgamento, dando o parecer final do MPF sobre o mensalão. A expectativa é a de que o caso seja julgado, em 2012. O próximo procurador deverá ser indicado até julho pela presidente Dilma Rousseff para um mandato de dois anos.
Ontem, houve um debate entre os quatro procuradores que apresentaram candidatura para comandar o Ministério Público. Eles vão passar por votação interna, amanhã, na Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). A lista com os três mais votados será entregue para Dilma. A presidente não está obrigada a escolher um nome da lista da ANPR para o cargo. Mas, nas quatro últimas escolhas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por indicar o nome mais votado pela ANPR para o cargo.
Gurgel está no comando do Ministério Público, desde 22 de julho de 2009, e quer ficar no cargo por mais dois anos. Wiecko já se candidatou outras vezes, mas não conseguiu figurar em primeiro lugar na lista. Fonseca foi conselheiro do Cade e Janot foi secretário de Direito Econômico do Ministério da Justiça, nos anos 90. Ambos se candidataram pela primeira vez agora.”

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Íntegra da petição inicial da PGR e do despacho do Min. Peluso na ADIN 4530 (exercício das atividades de motoboy e mototaxista)

A íntegra da petição inicial da PGR na ADIN 4530, sobre o exercício das atividades de motoboy e mototaxista, está disponível em  http://www.stf.jus.br/portal/geral/verPdfPaginado.asp?id=918337&tipo=TP&descricao=ADI%2F4530.



Informo que o o pedido de liminar em férias ou recesso (art. 13, VIII RISTF) foi negado pelo Presidente do STF, Ministro Cesar Peluso, em 28/12/2010: "(...) Considerando o lapso temporal entre a publicação da Lei nº 12.009, - em 30.07.2009 -, e o ajuizamento da presente ação, - em 27.12.2010 -, não encontro, situação de urgência que justifique, nos termos do art. 13, VIII, do Regimento Interno, atuação desta Presidência. Submetam-se, pois, os autos a oportuna e livre distribuição, que permitirá ao Relator sorteado apreciação do requerimento de medida cautelar. Publique-se. Int." 

A tramitação da ADIN está disponível em http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=4530&classe=ADI&origem=AP&recurso=0&tipoJulgamento=M

Maximiliano Nagl Garcez
Advocacia Garcez