terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Brasil é país que mais concentra terras no mundo (Fonte: Caros Amigos)

"O declínio dos dados referentes à Reforma Agrária em 2012 são assustadores. No ano que se encerrou, o Brasil assistiu a Reforma Agrária atingir um de seus piores indicadores em décadas. Em um país onde existem cerca de 200 mil trabalhadores e trabalhadoras em luta pela terra, o Governo Brasileiro desapropriou apenas 31 novas áreas, totalizando somente 72 mil hectares, segundo informações do próprio Incra. Neste mesmo ano, somente 23 mil famílias foram assentadas em 117 assentamentos criados a partir de processos muitos antigos. Índices tão baixos só foram atingidos na década de 90, com o Governo de Fernando Collor. O Brasil permanece com o posto de país que mais concentra terras no mundo.
Vale ressaltar que 120 milhões de hectares de terras em grandes propriedades improdutivas foram detectados quando da elaboração do segundo Plano Nacional de Reforma Agrária, em 2003. De lá até aqui, nenhuma medida concreta alterou a concentração de terras no país.
Já que o Governo não desapropria as terras dos latifúndios que não cumprem a função social, como manda a Constituição, deveria, ao menos, destinar as terras Públicas devolutas para fins de Reforma Agrária. O problema é que grande parte destas terras está sob domínio do agronegócio. São mais de 309 milhões de hectares de terras que o Censo agropecuário de 2006 classificou como "outras ocupações..."


Íntegra disponível em: http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/politica/2961-e-preciso-mudar-as-relacoes-estruturais-de-poder-para-fazer-a-reforma-agraria-no-brasil

ANEEL aprova regras para facilitar a geração de energia nas unidades consumidoras (Fonte: ANEEL)

"A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou hoje (17/04) regras destinadas a reduzir barreiras para instalação de geração distribuída de pequeno porte, que incluem a microgeração, com até 100 KW de potência, e a minigeração, de 100 KW a 1 MW. A norma cria o Sistema de Compensação de Energia, que permite ao consumidor instalar pequenos geradores em sua unidade consumidora e trocar energia com a distribuidora local. A regra é válida para geradores que utilizem fontes incentivadas de energia (hídrica, solar, biomassa, eólicae cogeração qualificada). 
   Pelo sistema, a unidade geradora instalada em uma residência, por exemplo, produzirá energia e o que não for consumido será injetado no sistema da distribuidora, que utilizará o crédito para abater o consumo dos meses subsequentes. Os créditos poderão ser utilizados em um prazo de 36 meses e as informações estarão na fatura do consumidor, a fim de que ele saiba o saldo de energia e tenha o controle sobre a sua fatura. 
   Os órgãos públicos e as empresas com filiais que optarem por participar do sistema de compensação também poderão utilizar o excedente produzido em uma de suas instalações para reduzir a fatura de outra unidade. 
Medição  
   O consumidor que instalar micro ou minigeração distribuída será responsável inicialmente pelos custos de adequação do sistema de medição necessário para implantar o sistema de compensação. Após a adaptação, a própria distribuidora será responsável pela manutenção, incluindo os custos de eventual substituição. 
   Além disso, as distribuidoras terão até 240 dias após a publicação da resolução para elaborar ou revisar normas técnicas para tratar do acesso desses pequenos geradores, tendo como referência a regulamentação vigente, as normas brasileiras e, de forma complementar, as normas internacionais. 
Vantagens  
   A geração de energia elétrica próxima ao local de consumo ou na própria instalação consumidora, chamada de “geração distribuída”, pode trazer uma série de vantagens sobre a geração centralizada tradicional, como, por exemplo, economia dos investimentos em transmissão, redução das perdas nas redes e melhoria da qualidade do serviço de energia elétrica. 
   Como a regra édirecionada ageradores que utilizem fontes renováveis de energia, a agência espera oferecer melhores condições para o desenvolvimento sustentável do setor elétrico brasileiro, com aproveitamento adequado dos recursos naturais e utilização eficiente das redes elétricas. 
   O assunto foi amplamente discutido com a sociedade em uma consulta e uma audiência pública. A audiência ficou aberta no período de 08/08/2011 a 14/10/2011 e, ao todo, foram recebidas 403 contribuições de agentes do setor, universidades, fabricantes, associações, consultores, estudantes e políticos. 
Descontos da TUSD e TUST  
   Paralelamente ao sistema de compensação de energia, a ANEEL aprovou novas regras para descontos na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição – TUSD e na Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão – TUST para usinas maiores (de até 30 MW) que utilizarem fonte solar:  
 •Para os empreendimentos que entrarem em operação comercial até 31 de dezembro de 2017, o desconto de 80% será aplicável nos 10 primeiros anos de operação da usina
•O desconto será reduzido para 50% após o décimo ano de operação da usina
•Para os empreendimentos que entrarem em operação comercial após 31 de dezembro de 2017, mantém-se o desconto de 50% nas tarifas(PG/DV/HL/DB)"


Extraído de: http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/noticias/Output_Noticias.cfm?Identidade=5457&id_area=90

Mesmo fora da MP579, Celesc aposta na diversificação do portfólio de geração (Fonte: ‏Jornal da Energia)

Uma das cinco empresas que não aderiram às condições da renovação das concessões, estipuladas pela Medida Provisória 579, a Celesc não deverá sofrer negativamente com os impactos de sua decisão. Com apenas 3% do seu faturamento proveniente da área de geração, a companhia não entende que o segmento é um norte importante para o desenvolvimento dos negócios.
Em entrevista à reportagem do Jornal da Energia, o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, relatou a abrupta redução da receita e ainda propôs: “Eu desafio qualquer empresa, por melhor gerida que seja, a ficar de pé tirando 80% de sua receita”. A empresa não renovou sete dos 12 ativos de geração que possui, que somam cerca de 70MW..."


Íntegra disponível em: http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=12350&id_tipo=2&id_secao=2&id_pai=0&titulo_info=Mesmo%20fora%20da%20MP579%2C%20Celesc%20aposta%20na%20diversifica%26ccedil%3B%26atilde%3Bo%20do%20portf%26oacute%3Blio%20de%20gera%26ccedil%3B%26atilde%3Bo

Dilma irá à TV para anunciar redução da conta de luz (Fonte: Gazeta do Povo)

"Pronunciamento será uma resposta da presidente às insinuações vindas de várias áreas de que a promessa de reduzir a conta de luz não será cumprida pelo governo.
A presidente Dilma Rousseff gravou um pronunciamento que será veiculado na quarta-feira (23) em cadeia nacional de rádio e televisão reiterando a determinação do governo em reduzir o preço da energia elétrica..."


Íntegra disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?utm_source=twitter_capa&utm_medium=referral&id=1338167&tit=Dilma-ira-a-TV-para-anunciar-reducao-da-conta-de-luz

Petroleiros terceirizados da Refap entraram em greve nesta segunda, 21 (Fonte: FUP)

"Os trabalhadores da Estrutural Serviços Industriais, de Alvorada, deslocados para trabalhar na Refap, entraram em greve por tempo indeterminado nessa segunda-feira (21). Após uma assembleia realizada na última quinta-feira (17), os trabalhadores encaminharam uma lista de reivindicações para a direção da empresa Estrutural, além disso, entregaram um comunicado de greve, conforme estabelecido na Lei 7783, alertando que se não houvesse negociação e/ou atendimento das reivindicações os trabalhadores entrariam em greve nessa segunda-feira."


Extraído de: http://www.fup.org.br/2012/noticias/sindicatos/sindipetro-rs/2220436-petroleiros-terceirizados-da-refap-deflagaram-greve-nesta-segunda-21?utm_source=fup&utm_medium=twitter

Santander brinca com os trabalhadores (Fonte: Bancários Bahia)

"O Santander continua com o desrespeito com os trabalhadores. O banco espanhol não compareceu à reunião de mediação marcada para esta terça-feira (22/01), às 10h, na Superintendência do Ministério Trabalho e Emprego, para tratar das demissões em massa.
Graças à atuação do Sindicato, os 31 empregados demitidos na Bahia foram reintegrados neste mês, através de liminar concedida pela Justiça. Desde dezembro, 1.280 funcionários foram dispensados em todo o Brasil.
O Santander alega que é apenas uma reestruturação. Mas, o movimento sindical não aceita a desculpa, uma vez que a organização financeira não passa por crise e tem lucrado muito no Brasil. O ganho líquido chegou a R$ 5 bilhões entre janeiro e setembro.
Audiência ampliada
Nesta quarta-feira (23/01), o MPT (Ministério Público do Trabalho) promove mais uma audiência ampliada entre sindicatos de todo o Brasil e representantes da empresa, às 17h, em Brasília.
O objetivo é tratar as dispensas promovidas pelo banco espanhol em todo o país. Quem representa os trabalhadores da Bahia e Sergipe é o diretor da Federação Erivaldo Sales."


Extraído de: http://www.bancariosbahia.org.br/index.php?menu=noticia&COD_NOTICIA=10825

Aneel autoriza início de operações de três usinas termelétricas (Fonte: Valor Econômico)

"BRASÍLIA - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a operação de três usinas termelétricas. A decisão foi tomada pela Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração da Aneel, em despacho publicado na edição desta segunda-feira do “Diário Oficial da União”.
A primeira autorização da Aneel prevê a retomada da operação comercial, até 14 de março, da Termelétrica William Arjona, localizada no município de Campo Grande (MS). A usina, com potência instalada de 206,3 megawatts (MW), pertence à Tractebel Energia..."


Íntegra disponível em: http://www.valor.com.br/brasil/2978310/aneel-autoriza-inicio-de-operacoes-de-tres-usinas-termeletricas#ixzz2IhiWvAz4

Brasil vira alvo e chineses terão mais uma instituição financeira no País (Fonte: SBTRAFT)

"O interesse dos bancos chineses pelo Brasil se intensificou ao final de 2012 com a autorização concedida pelo Banco Central brasileiro e chinês ao Industrial Commercial Bank of China (ICBC). Segundo especialistas entrevistados pelo DCI, o ICBC, junto com o Banco da China, já operante desde 2009, foca no relacionamento comercial entre os países, principalmente no financiamento das empresas chinesas com operações no Brasil. Os setores em destaque tendem a ser de infraestrutura e automobilístico.
 Dados do Banco Central, atualizados até novembro, demonstram que as operações de crédito no Brasil correspondem a 52,6% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo que as instituições financeiras estrangeiras representam 8,7% dessa fatia, com saldo de R$ 380,880 bilhões, alta de 11% na comparação com o mesmo período de 2011.
O maior percentual dos empréstimos, contudo, permanece com as instituições nacionais. Os bancos públicos ficam com 24,7% e os privados 19,2%.
O professor Adriano Gomes, da ESPM, diz que o sistema bancário brasileiro é ainda concentrado em cinco grandes instituições - Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Dessa forma, há espaço para a entrada de marcas mundiais. "Um mercado considerado como a sétima economia mundial tem espaço para a entrada de novas bandeiras."
A autorização foi concedida em 19 de dezembro de 2012 e segundo comunicado disponibilizado pelo próprio banco, a subsidiária brasileira chamará ICBC Brasil, com capital inicial de R$ 202,100 milhões, o equivalente a US$ 100 milhões. O escopo de negócios inclui banco comercial, de investimento e prestação de serviços de câmbio. Há rumores ainda sobre a compra de um prédio na Avenida Faria Lima, em São Paulo, para o escritório.
O ICBC é a maior instituição financeira chinesa e, até setembro de 2012, acumulava US$ 2,7 trilhões em ativos. No critério valor de mercado, o banco é o líder global, com US$ 240 bilhões.
Desde maio de 2009, já está em operação o Banco da China Brasil. A instituição possui uma agência e um escritório em São Paulo, com 41 funcionários e quatro diretores.
Daniel Lau, diretor da unidade chinesa da KPMG no Brasil, explica que a relação de comércio exterior e de investimentos diretos e indiretos do país asiático na China tem aumentado. "Não tem como os bancos ficarem alheios a esse movimento".
Lau detalha que os cinco grandes bancos chineses tem controle estatal, mas que no país existe uma concorrência de mercado igual a outros países. "Não tem um mercado fechado e há, inclusive, bancos de outros países, como o HSBC e Citibank. Mas no Brasil não chegam com um longo poder de fogo".
Do ponto de vista do especialista, a vinda da maior instituição da China, o ICBC, é positiva e coloca no radar a vinda de outros bancos também. "Há uma concorrência interna e faz com que vá também para fora da China. E haverá também uma competição mais forte entre os dois que estarão por aqui".
Segundo Lau, o ICBC possui mais de 30 operações fora do país de origem e na América do Sul está presente na Argentina e Peru.
Marcello Gonella, professor da Universidade Anhembi Morumbi, concorda que o interesse aumenta com o volume de acordos e comércio bilateral e menciona a importância da exportação de commodities e de minério de ferro da Vale. "Acredito que vão participar do financiamento da infraestrutura, porque possuem um conhecimento muito grande, e da indústria automobilística."
Em 2012, a Jac Motors iniciou as obras para a fábrica de automóveis, na Bahia, e a Chery começou em 2011 a unidade fabril em Jacareí, interior de São Paulo.
O grande concorrente dos bancos chineses no mercado brasileiro, segundo Gonella, será o HSBC, que tem sede em Londres, mas possui origem e subsidiária em Hong Kong. "Dará mais segurança para os brasileiros e chineses em operações de financiamento ou gestão de ativos. Além disso, abre um pouco mais a concorrência de operações com a Ásia, que antes eram dominadas pelo HSBC."


Extraído de: http://seebt.com.br/index.php/imprensa/noticias/2673-brasil-vira-alvo-e-chineses-terao-mais-uma-instituicao-financeira-no-pais?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

CCEE contabiliza 19,5 mil contratos de compra e venda de energia em novembro (Fonte: Jornal da Energia)

"A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) registrou 19.547 contratos de compra e venda de energia na contabilização das operações realizadas no mercado em novembro. O número representa 83.408 MW médios em eletricidade. Os números constam da última edição do boletim InfoMercado.
Desse montante transacionado, 38.474 MW médios foram negociados entre agentes do ambiente de contratação livre (ACL). O total de transações é 44,1% maior do que no mesmo mês de 2011, quando havia 13.563 contratos contabilizados na CCEE.
A maior parte dos acordos é de longo prazo – 70,8% do volume comercializado é para fornecimento por período superior a seis meses. A compra de energia em contratos de menos de seis meses representa apenas 29,3% do montante negociado em novembro..."


Íntegra disponível em: http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=12346&id_tipo=2&id_secao=13&id_pai=0&titulo_info=CCEE%20contabiliza%2019%2C5%20mil%20contratos%20de%20compra%20e%20venda%20de%20energia%20em%20novembro

Energia elétrica já é vendida a R$ 250 por MWh nos contratos de um ano (Fonte: @PortalPCH )

"O sobe e desce dos custos marginais de operação (CMO) do sistema elétrico e dos preços semanais da energia no mercado disponível tende a persistir durante todo o ano de 2013, afirma João Carlos de Oliveira Mello, da consultoria Andrade&Canellas. Segundo ele, os preços vão, em média, se manter em patamares mais elevados ao longo dos próximos meses. Hoje as empresas já pagam no mercado livre até R$ 250 por MWh pelos contratos para entrega de energia por 12 meses. No ano passado, esses contratos custavam entre R$ 100 e R$ 150 por MWh.
O analista Paulo Mayon, da comercializadora de energia Compass, já previa que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) elevaria o custo de geração para a semana entre os dias 19 e 25 de janeiro. O custo marginal de operação (CMO) foi reajustado hoje em 42%, de R$ 336,29 por MWh (vigente nesta semana) para R$ 477,81 por MWh. Segundo o analista, as previsões meteorológicas já indicavam que as chuvas voltariam a ser menos intensas..."


Íntegra disponível em: http://www.portalpch.com.br/index.php/noticias-e-opniao/noticias-pch-s/335-21-01-2013-energia-eletrica-ja-e-vendida-a-r-250-por-mwh-nos-contratos-de-um-ano

Banco do Brasil planeja deter até 75% do banco Votorantim (Fonte: Bancários MA)

"O Banco do Brasil (BB) está em negociações com o grupo Votorantim para elevar sua participação para até 75% do capital total do banco, frente aos 49,9% que detém. Se o plano for adiante, o BB ficará com todas as ações preferenciais, o dobro do que tem hoje.
Na sexta-feira, o BB anunciou que está em tratativas com a Votorantim Finanças para elevar a fatia que detém no banco com a aquisição de ações preferenciais que estão com a família Ermírio de Moraes, controladora da instituição.
Não interessa ao BB, porém, ter o controle do Votorantim. Segundo o Valor apurou, o BB quer ter mais agilidade para tocar alguns negócios e isso não seria tão fácil se adquirisse uma participação majoritária, já que o Votorantim se tornaria um banco público.
É de grande interesse do BB desenvolver um banco de investimentos mais forte. Porém, por ser um banco público, a instituição tem como um entrave a política de remuneração da equipe. Nos bancos de investimentos, a maior parte do pagamento é variável, atrelada ao desempenho. Constituído por funcionários concursados, o BB não consegue atrair executivos.
Porém, só interessa ao BB tocar novos projetos por meio do Votorantim se puder ter uma fatia mais relevante do negócio. Em outras parcerias existentes, o BB tem participação maior. Com a Mapfre, o banco detém 74,9% do capital total da seguradora de pessoas criada.
Em nota, a Votorantim Finanças, apenas confirmou que mantém conversas para vender parte das ações preferenciais da instituição ao BB. O grupo não forneceu mais detalhes.
Um dos argumentos levados pelo BB à família Ermírio de Moraes é que, ao desenvolver mais projetos no banco, ambos poderiam ter um retorno maior. Outra ideia apresentada é que o custo de captação do Votorantim cairia, tornando-se mais próximo do que o BB paga.
O BB é acionista do banco Votorantim desde 2009. De janeiro a setembro de 2012, o Votorantim acumulou prejuízo de R$ 1,63 bilhão, e a expectativa é que continue no vermelho por mais alguns trimestres. A notícia das negociações não animou os investidores. As ações do BB fecharam a sexta-feira com queda de 2,28%, a R$ 26,20."


Extraído de: http://www.bancariosma.org.br/paginas/noticias.asp?p=6112&utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed

Projeto cria incentivos para a produção de energia solar (Fonte: Editora Magister)

"A Câmara analisa o Projeto de Lei 4529/12, do deputado Júlio Campos (DEM-MT), que dá incentivos ao uso de energia solar. Entre as medidas previstas está a criação de fundos para investimento no setor, a concessão de incentivos tributários para quem utilizar essa energia e a remuneração da energia solar excedente de quem gera energia em casa.
O texto autoriza os produtores de energia solar a abater a energia gerada pelos painéis solares da sua conta de energia elétrica. Se o consumidor gerar mais energia do que consumir, terá direito a créditos, que serão compensados nos seis meses seguintes. Após esse prazo, o consumidor-produtor terá direito a receber o crédito em dinheiro.
Para isso, o texto distingue microgeradores (potência até 100 quilowatts) e minigeradores (potência entre 100 e 1.000 quilowatts). Os dois terão direito a remuneração pela energia solar produzida..."


Íntegra disponível em: http://www.editoramagister.com/noticia_24102084_PROJETO_CRIA_INCENTIVOS_PARA_A_PRODUCAO_DE_ENERGIA_SOLAR.aspx

Empresas devem restituir valor de acidentes de trabalho ao INSS (Fonte: Proteção)

"Empresas acusadas de descumprir normas de segurança do trabalho terão que ressarcir os cofres públicos em R$ 411 milhões. Levantamento feito pela Advocacia Geral da União (AGU) aponta que nos últimos três anos o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) desembolsou cifra milionária para pagar funcionários licenciados em decorrência de acidentes de trabalho. Entretanto, nos acidentes ocorridos em virtude de falhas na estrutura de segurança, as companhias são cobradas judicialmente a devolver o valor ao governo federal. Em Minas, as ações em andamento preveem ressarcimento superior a R$ 24 milhões.
O mecanismo para apuração dos acidentes é simples. Quando as procuradorias têm notícia de um acidente de trabalho, é aberto um procedimento para identificar se ele ou algum familiar está recebendo o seguro. Se confirmado, abre-se uma investigação para saber se há culpabilidade da empresa. O cumprimento das normas de segurança de saúde e do trabalho é verificado. Na sequência, o processo é arquivado ou a AGU impetra uma ação para tentar reaver o valor pago em forma de benefício. Em caso de suspeita de culpa, é feito o cálculo de quanto o INSS já desembolsou e são acrescidos mais de 12 meses, estipulando-se assim o valor da causa.
Ao todo, foram propostas 2.319 ações regressivas acidentárias de 2010 para cá. Minas é o quarto no ranking, com 189 ações movidas contra empresas, atrás de São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O índice de condenação das empresas é superior a 70%. "O objetivo é que haja redução do número de acidentes. É um problema social muito grande. O Brasil é um dos países com mais acidentes de trabalho no mundo", afirma o coordenador geral do setor de Cobrança e Recuperação de Créditos da AGU, procurador federal Fábio Munhoz..."


Íntegra disponível em: http://www.protecao.com.br/noticias/acidentes_do_trabalho/empresas_devem_restituir_valor_de_acidentes_de_trabalho_ao_inss/A5jaJ9ji

Trabalhadores da Gerdau protestam contra perseguição a sindicalista (Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba e Região)

"Direção da empresa acusa Marcos Alves Corrêa de ter praticado agressão física no episódio em que houve apenas uma discussão entre as partes. Técnico de segurança não deixou que o sindicalista acompanhasse uma perícia no seu setor, a Laminação.
Os trabalhadores da Gerdau atrasaram a entrada do turno no último sábado, dia 19, para protestar contra a perseguição feita pela direção da empresa a um sindicalista.
Marcos Alves Corrêa, o “Marquinhos da Laminação”, dirigente sindical e também coordenador do Comitê Sindical da Gerdau, que integra 21 sindicalistas, está com seu contrato de trabalho suspenso e responde a um inquérito judicial para apuração de falta grave.
A direção da Gerdau, por meio de um técnico de segurança do trabalho, está acusando o sindicalista de ter praticado agressão física no episódio em que houve apenas uma discussão entre as partes. O técnico de segurança não deixou que o sindicalista acompanhasse uma perícia no seu setor, a Laminação.
Marquinhos nega a acusação e comenta a postura do técnico de segurança no cotidiano da fábrica. “O sindicato já recebeu denúncias de trabalhadores de que ele comete racismo, discrimina os funcionários terceirizados e sempre testemunha a favor da empresa para negar os direitos dos trabalhadores. Dessa vez, queria me proibir até mesmo de falar com o funcionário que iria passar na perícia. Um absurdo. E como se já não bastasse, ainda criou todo esse tumulto com a suspensão.”
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba-CUT, Renato Marcondes de Oliveira, o “Mamão”, ressalta que a direção repudia qualquer tipo de agressão e afirma que a empresa agiu de forma precipitada e inconsequente. “Infelizmente, a empresa se utiliza de todos os meios para prejudicar a atuação dos representantes legais da classe trabalhadora. E se tudo ainda está sendo apurado, por que a empresa já suspendeu o sindicalista?”, questionou.
A Gerdau emprega cerca de 2.300 trabalhadores na produção de laminados a aço."


Extraído de: http://www.mundosindical.com.br/sindicalismo/noticias/noticia.asp?id=11303

Curitiba tem atraso em 78,9% das obras de energia para a Copa (Fonte: Gazeta do Povo)

"Quinze das 19 obras do setor de energia elétrica que estão sendo realizadas para a Copa do Mundo de 2014 em Curitiba estão atrasadas, mostra o último relatório de acompanhamento dessas obras feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O documento indica que, se houver mais atrasos, o abastecimento de energia em Curitiba pode ser comprometido para o Mundial.
Os 15 casos de atraso significam que 78,9% do total de obras prioritárias do setor, na capital, não acompanham o cronograma previsto.
A maior parte das 12 cidades sede da Copa de todo o país está com obras atrasadas, mostra o relatório. Curitiba, cujas obras são gerenciadas pela Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), não está entre as cinco cidades que merecem atenção especial por causa do retardamento, mas, mesmo assim, encontra-se em uma situação delicada por causa de divergências entre datas de entrega (registradas em 10 das 19 obras) e de atrasos significativos..."


Íntegra disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1338134&tit=Curitiba-tem-atraso-em-789-das-obras-de-energia-para-a-Copa