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terça-feira, 2 de julho de 2013

PDI da Eletrobras: Presença do Sindefurnas na audiência pública na Câmara nesta quarta (Fonte: Sindefurnas)

“Enquanto aguardamos a próxima rodada de negociações – que ocorrerá nesta quinta-feira (04/07/2013) –, não deixamos de participar de outros eventos ligados à nossa categoria. Dois diretores nossos – Rogério Araújo e Renato Fernandes – e o nosso assessor jurídico, Dr. Maximiliano Nagl Garcez, participarão de Audiência Pública da Comissão de Minas e Energia (CME), nesta quarta-feira (03/07).
O objetivo do encontro é discutir o Plano de Demissão Incentivada (PDI) da Eletrobrás e de sua repercussão financeira e administrativa nas empresas do Sistema Eletrobrás. Tal discussão atende a um requerimento do deputado federal Fernando Ferro.
Por parte da Eletrobrás, estarão na mesa o diretor de Administração da holding, Miguel Colassuonno, e o chefe do Departamento de Gestão de Pessoas, Eliomar da Silva Ferreira.
Mais uma vez, solicitamos aos companheiros que continuem acessando a nossa página, para que possam acompanhar o andamento das negociações do nosso ACT 2013-2014.
Firmes na luta, companheiros!”

Fonte: www.sindefurnas.org.br 

Prof. Heitor Scalambrini Costa: "Quem ganha com o desmonte da Eletrobrás?"

Agradecemos ao Professor Heitor Scalambrini Costa sua gentileza em enviar o artigo abaixo, com o título “Quem ganha com o desmonte da Eletrobrás?”, para publicação em nosso blog.
Atenciosamente,

Maximiliano Nagl Garcez

Quem ganha com o desmonte da Eletrobrás?
 Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco
Ao divulgar o plano diretor da companhia 2013-2017, o presidente da Eletrobrás anunciou que no período, a previsão de redução no orçamento de custeio será da ordem de 30%. Um dos itens da contenção de despesas é o programa de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV), cuja projeção inicial é que alcance entre 20 e 25% do total dos 27 mil empregados da holding.
Quando se fala de desligamento de pessoal, o discurso oficial é sempre o mesmo. De que todo cuidado será tomado para que não haja descontinuidade técnica e nem perda da qualidade dos serviços oferecidos à população. No caso do fornecimento elétrico, este já vem há tempos, sofrendo com as interrupções (também chamado de apagão) frequentes.
O agravante para o país com a dispensa de pessoal em uma empresa com alto conteúdo técnico, caso da maior empresa estatal (como bem diz o nome – pertence ao Estado, e não ao governo, partidos, bancadas ou políticos individuais) na geração de energia elétrica, é o tratamento dispensado ao seu potencial humano. Formado ao longo de vários anos de estudos, e com prática na própria empresa, essa competência técnica em menos de 2 anos será dissolvida.
O programa de demissão voluntária é a forma adotada para o “enxugamento” do quadro de funcionários da Eletrobrás, motivado pela reestruturação depois da catastrófica perda financeira imposta pela lei 12.783/2013.
Além das verbas rescisórias já previstas na legislação trabalhista oriunda da demissão sem justa causa, os funcionários receberam vantagens como pagamento de salários, assistência médica ao empregado e dependentes por um determinado período após o desligamento, complementação do plano de previdência privada e auxílio de consultorias para transição de carreira ou para abertura de um empreendimento. Tudo isto está no “script”.
Obviamente a empresa não pode obrigar o funcionário a aderir ao plano de desligamento em nenhuma hipótese. E é bom lembrar que geralmente esses tais planos de demissão voluntária são precedidos de uma onda de boatos, fofocas, assédio moral, muita pressão, terrorismo e intimidação, o que faz com muito(a)s não tenham "cabeça" para avaliar adequadamente o que é melhor individualmente para ele(a).
Infelizmente, neste que é um dos momentos mais importantes da vida da pessoa, em que ele precisa ter condições de avaliar, o mais friamente possível, as consequências que podem advir da sua decisão, é precedido de toda sorte de sentimentos que lhe deixa inseguro, quando ele deveria estar o mais tranqüilo possível.
Neste processo todo, em que o objetivo é o desligamento de milhares de pessoas, merece uma reflexão o papel dos dirigentes do grupo Eletrobrás e de suas empresas. Estes indicados, e muito deles “sem passado” na empresa que dirige, mas que na partilha dos cargos pelos partidos políticos, que compõem a base do governo de plantão, foram alçados aos cargos de chefia, terão grande responsabilidade no “enxugamento” das empresas.
 Para estimular os dirigentes/diretores bem cumprirem as ordens, e conseguirem maior o número de demissões de funcionários eles terão garantidos honorários extras. Ou seja, segundo informação amplamente difundida pela imprensa, em um oficio dirigido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, através do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais ao Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia ficou definido que “a participação nos lucros e resultados (PLR) dos dirigentes está condicionada ao alcance de metas do plano de redução de pessoal, material, serviços e outras despesas (PMSO)”.
Ainda de acordo com este documento encaminhado ao MME o dirigente que conseguir uma redução de 30% ou mais na quantidade de funcionários terá dois honorários de PLR. Quem reduzir de 20% a 30% terá 1,5 PLR. E aqueles menos “eficientes” que diminuírem o quadro de pessoal de sua empresa em até 20% receberão um honorário apenas. A titulo de quantificar o PLR a ser pago aos diretores das 19 empresas do grupo Eletrobrás, em 2012 o valor médio foi de R$ 72.500,00.
Assim fica mais claro e cristalino, saber quem vai ganhar, e muito lucrar, com o desmonte da Eletrobrás e suas empresas, inclusive a Chesf.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

#GreveEletrobras: "A Mobilização Sindical é a chave para Vitória". Íntegra da minuta da proposta (Fonte: Fenatema)

A Mobilização Sindical é a chave para Vitória
Pressão e organização dos trabalhadores garantem Ganho Real
Companheiros (as), graças à mobilização e à unidade dos trabalhadores, a Presidente da República interveio no processo de negociação do nosso ACT e fez interlocução com o Ministério do Planejamento e com a Eletrobras, para solucionar o impasse, reabrir as negociações e finalizar a greve.
Ontem, dia 25 de Julho, a empresa reabriu as negociações. Após 10 horas de reunião (10h às 20h), chegou-se à uma proposta de consenso que apresentamos abaixo;

6,6% - Reajuste retroativo a 1° de Maio;

4 Blocos de ticket;

3% de mérito retroativo a 1° de Janeiro;

1,5% de maturidade retroativo a 1° de Maio (para quem não recebeu mérito).
Abaixo a minuta do ACT na íntegra.

Agora precisamos deliberar , todos às assembleias!

Íntegra da minuta da proposta está disponível em http://fenatema.org.br/file_upload/download/boletim_fenatema_eletrobras_26_07_2012.pdf

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Sindefurnas: Assembleias para apreciar proposta da Eletrobras (Fonte: @Sindefurnas) #GreveEletrobras

"ACORDO COLETIVO DO TRABALHO 2012/2013 - PAUTA NACIONAL -

Assembleias para apreciar proposta da Eletrobras

O SINDEFURNAS está convocando todos os associados para apreciar e deliberar a proposta apresentada hoje (25/07/12), pela Eletrobras, às entidades sindicais.
Por isso, estamos convocando todos os associados para as assembleias que ocorrerão nos seguintes locais, datas e horários:
  • Usina de Mascarenhas de Moraes – 27/07 – 07h30 – Na Barreira;
  • S/E de Barro Alto – 27/07 – 14h00 – Na Porta da Empresa;
  • Goiânia - S/E Bandeirante – 26/07 – 08h30 – No Portão;
  • S/E de Rio Verde – 26/07 – 14h00 – Na Subestação;
  • Usina de Itumbiara – 26/07 – 13h15 – Na Barreira Principal;
  • Usina de Corumbá – 27/07 – 13h00 – No Auditório;
  • Usina de Marimbondo – 27/07 – 07h15 – Na Barreira Principal;
  • Usina de Porto Colômbia – 27/07 – 12h45 – Na Barreira;
  • S/E de Poços de Caldas – 27/07 – 08h00 – Na Barreira;
  • Usina de Furnas – 27/07 – 08h00 – No Cinema;
  • S/E de Itutinga – 27/07 – 07h30 – Na Barreira;
  • Usina de Manso – 27/07 – 08h30 – Na Sala de Reuniões.
 DIRETORIA DO SINDEFURNAS"


Extraido de http://www.sindefurnas.org.br/

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Eletrobras: GREVE CONTINUA (Fonte: Fenatema)

"A Fenatema e a CNTI se reuniram hoje com a Secretaria da  Presidência da República. A Federação representada pelos Sindicatos: STIEENNF; STIEESP; Sindenel; STIEPAR; Sindefurnas; União Intersindical e a Assessoria Especial do Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, representada pelo Sr. José Lopez Feijó, ocasião em que foi feita uma explanação a respeito das negociações do Grupo Eletrobras. Durante o encontro, foi colocado o aspecto da intransigência do DEST e das empresas em chegar a uma proposta digna para os trabalhadores, e do tratamento discriminatório dado pelo DEST aos Eletricitários Federais, diferente do que é dado aos petroleiros, bancários e outras categorias do setor federal. Ouvimos, também, do Sr. Feijó: “ Mas isso não é uma orientação do governo, ou seja, tratamento discriminatório, como também, reafirma que as empresas têm liberdade para negociar seus acordos coletivos”. As entidades sindicais presentes, deixaram claro que o movimento é um sucesso, com ampla participação dos trabalhadores, mas que os companheiros podem até vir a suspender a greve, porém, torna-se imperioso que haja efetivamente reabertura das negociações com seriedade, prorrogação da data-base e fim do teatro praticado pela Eletrobras. O assessor Feijó pediu um prazo para buscar os órgãos do governo e tentar a reabertura das discussões sobre o ACT 2012/2013. Até lá, a greve continua! Ele disse ainda, que vai procurar a quem de direito no sentido de reabertura das negociações.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Greve da Eletrobras pode afetar hidrelétricas e usinas de Angra (Fonte: Valor Econômico)


"Os trabalhadores da Eletrobras, que controla geradoras e transmissoras de energia, incluindo as usinas nucleares Angra 1 e 2, decidiram entrar em greve nacional por tempo indeterminado a partir do dia 16 de julho, segunda-feira.A estatal, que responde por 37% do total da capacidade de geração e 57% da transmissão de energia elétrica do país, emprega 28 mil funcionários. A decisão pela paralisação foi tomada em assembleias realizadas na quinta-feira e abrange todas as operações no país, segundo os sindicalistas.
Os eletricitários reivindicam aumento salarial de 11% e recusaram a proposta da estatal, de reajuste de 5,1%, o que repõe a inflação medida pelo IPCA.
“Até agora, não recebemos nenhum sinal da Eletrobras, nenhuma convocação de reunião. A nossa data-base expira no 15 de julho e a empresa não se manifestou até o momento”, afirmou Jorge Luiz Vieira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia Elétrica do Rio de Janeiro e Regiões, ligado à CUT.
Os trabalhadores do setor elétrico querem o mesmo tratamento dado pelo governo aos empregados da Petrobras, já que a Eletrobras pertence ao mesmo ministério.
Segundo Vieira, os funcionários da Petrobras receberam ganho real (acima da inflação) de 5% no ano passado. “Fomos surpreendidos no segundo semestre do ano passado com os benefícios muito maiores concedidos aos trabalhadores da Petrobras”, afirmou o presidente do sindicato, que faz parte da Federação Nacional dos Urbanitários, que responde pelos empregados nos setores de energia elétrica e saneamento...”

Íntegra disponível em http://www.valor.com.br/empresas/2751270/greve-da-eletrobras-pode-afetar-hidreletricas-e-usinas-de-angra#ixzz20XG5wC3m

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Eletrobras avalia aliança com chinesa State Grid (Fonte: Valor)

"A Eletrobras pode fechar uma parceria com a chinesa State Grid para disputar os leilões das linhas de transmissão que conectarão a usina de Belo Monte, de 11.233 megawatts (MW), no Pará, às regiões Sudeste e Nordeste. O leilão do primeiro grupo de linhas está previsto para o segundo semestre. De acordo com estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o sistema todo somará mais de 6 mil km.
..."

Extraido de:
http://www.valor.com.br/empresas/2697694/eletrobras-avalia-alianca-com-chinesa-state-grid#ixzz1xVcoQBXW

sexta-feira, 25 de maio de 2012

BNDES mantém limite extra de financiamentos à Eletrobras (Fonte: Jornal da Energia)

"O Conselho Monetário Nacional (CMN) suspendeu, até junho de 2015, o limite máximo estabelecido para empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à Eletrobras. Esse teto era fixado em 25% do patrimônio de referência da estatal. A mesma medida foi tomada para Petrobras e Eletrobras.

As emppresas já estavam isentas dessa restrição desde 2009, mas a excepcionalidade acabaria em julho deste ano. De acordo com o chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Sérgio Odilon dos Anjos, a suspensão dos limites foi necessária para que o BNDES cumpra a função de estimular o desenvolvimento. “Áreas estratégicas precisam ter alocação de recursos".

Pela regra geral, cada instituição financeira pode comprometer, no máximo, 25% do patrimônio de referência e 50% dos ativos permanentes (como compra de ações e prédios) com cada cliente."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=10016&id_tipo=2&id_secao=17&id_pai=0&titulo_info=BNDES%20mant%26eacute%3Bm%20limite%20extra%20de%20financiamentos%20%26agrave%3B%20Eletrobras

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eletrobrás descarta emissão de bônus neste ano (Fonte: O Estado de S. Paulo)

"BRASÍLIA - O presidente da Eletrobrás, José da Costa Carvalho Neto, descartou nesta terça-feira a possibilidade de que a companhia emita bônus no Brasil ou no exterior neste ano.

"Vamos trabalhar com recursos próprios ou do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Estamos fechados aqui mesmo e não vamos este ano ao exterior, não", afirmou, após participar de solenidade de assinatura de termo de compromisso entre o Ministério de Minas e Energia e a Eletrobrás para implantação de medidas de eficiência energética."
Extraído de http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+geral,eletrobras-descarta-emissao-de-bonus-neste-ano,113410,0.htm

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Expansão da Eletrobras é questionada no mercado (Fonte: Valor Econômico)

"José da Costa Carvalho Neto, presidente da Eletrobras: holding deve assumir a gestão da CEA até o fim do ano, em uma operação semelhante à da Celg

Os avanços da Eletrobras no setor elétrico levantam dúvidas no mercado com relação aos desempenhos operacional e financeiro da estatal. Segundo analistas ouvidos pelo Valor, a aquisição de 51% da Celg, que possui dívidas de R$ 6 bilhões, e a negociação para assumir a Companhia Elétrica do Amapá (CEA), endividada em R$ 1 bilhão, além de taxas de retorno questionáveis em projetos de geração e transmissão, faz parte da estratégia do governo federal de garantir o abastecimento de energia a preços mais baixos.
..."

Íntegra disponível em http://www2.valoronline.com.br/empresas/2662946/expansao-da-eletrobras-e-questionada-no-mercado

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Atrasos da Chesf em linhas de transmissão preocupam diretoria da Aneel (Fonte: Jornal da Energia)

"Os constantes atrasos da Eletrobras Chesf em obras de linhas de transmissão têm chamado a atenção da diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A questão foi discutida nesta terça-feira (15/5), quando o órgão decidiu pela homologação e adjudicação do resultado do último leilão de transmissão, realizado no final de abril, no qual a Chesf venceu três dos quatro lotes ofertados.

“É um resultado que preocupa, porque a Chesf está em situação de absoluta inadimplência com os prazos das instalações em que ela foi vencedora. É uma questão que nos próximos editais temos que contemplar – o histórico das empresas que não têm cumprido os prazos”, apontou o diretor Romeu Rufino, para quem os problemas de cronograma têm causado “um prejuízo importante para o sistema”.

O diretor Julião Coelho lembrou que áreas técnicas da agência já fazem um estudo para a criação de regras que impeçam empresas com atrasos sistemáticos de participar. Relator do processo, ele incluiu no voto um dispositivo que pede que esses estudos sejam concluídos a tempo dos próximos certames.

O diretor André Pepitone disse que é preciso, em caso de atraso, executar as garantias de fiel cumprimento depositadas pelos participantes dos leilões, uma vez que essa é justamente a função de tais dispositivos.

A ideia foi aprovada por Romeu Rufino, com a ressalva de que “a Chesf tem sido sistematicamente multada e isso não tem alterado a situação”. Para ele, além de aprimorar as garantias, é preciso ter uma “barreira de entrada” para reduzir os problemas de cronograma no setor de transmissão.

Apesar da unanimidade dos diretores ao criticar o não cumprimento de prazos pela Chesf, André Pepitone lembrou que existe uma preocupação em afetar a competitividade dos leilões “Sabemos que a Chesf é uma empresa que tem participado e atuado fortemente para contribuir nos deságios”, pontuou.

Na semana passada, o Jornal da Energia já havia adiantado que a Aneel estuda criar restrições nos leilões de transmissão. Já naquela ocasião, o diretor Edvaldo Santana mostrava a preocupação com o fato de que empresas com atrasos concentram muitas vitórias nos últimos certames, o que deixa a agência com medo de esvaziar as disputas."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=9894&id_secao=11

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Copel e Eletrosul assinam contrato de concessão de projetos de transmissão (Fonte: Jornal da Energia)

"A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) assinou nesta quinta-feira (10/5) os contratos de concessão de empreendimentos de transmissão arrematados em leilão por um consórcio formado por Eletrobras Eletrosul e Copel. Os projetos, licitados no ano passado, compreendem 826 quilômetros em linhas e duas novas subestações. Pelo cálculo das empresas, os investimentos devem superar os R$550 milhões, com a geração de mais de 3 mil empregos.

O presidente da Eletrosul, Eurides Mescolotti, afirma que as obras são para reforço do sistema do Sul do País "para fazer frente ao desenvolvimento econômico da região e atender as projeções de aumento da demanda de energia em eventos como a Copa do Mundo".

O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo Custódio, adiantou que a empresa já vem tomando as providências para obtenção das licenças de instalação junto aos órgãos ambientais competentes para poder iniciar as obras, o que está previsto para o primeiro trimestre de 2013. O prazo estipulado pela Aneel para início da operação comercial é até maio de 2014.

Um dos contratos tem como majoritária a Eletrosul, com 80%, e a Copel com os 20% restantes. No outro acordo de concessão, é o contrário, e a Copel tem 80%, contra 20% da Eletrosul."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=9860&id_tipo=2&id_secao=11&id_pai=0&titulo_info=Copel%20e%20Eletrosul%20assinam%20contrato%20de%20concess%26atilde%3Bo%20de%20projetos%20de%20transmiss%26atilde%3Bo

Brasil articula integrações energéticas com países vizinhos (Fonte: Jornal da Energia)

"A Eletrobras colocou em estudo mais um projeto integração energética. Chamado de "arco virtual norte", ele prevê a construção de hidrelétricas e linhas de transmissão conectando Guiana, Suriname e Guiana Francesa. O resultado da ligação traria a possibilidade de escoar a produção de energia desses países para o Brasil, Caribe e/ou Venezuela.

O potencial das usinas, a extensão das linhas e o aporte necessário para a viabilização do empreendimento ainda não foram definidos. No entanto, segundo o superintendente de operações da estatal, Sinval Gama, um acordo já foi assinado entre Eletrobras, Guiana e Suriname. O acerto com a Guiana Francesa está sendo analisado pelo governo francês.

Uma outra integração, chamada de "arco virtual sul", também está sendo pensada, segundo Zaidan, mas é pelo “setor elétrico”, e ainda não pela área política. O projeto seria responsável pela conexão Peru-Chile, Chile-Argentina, e Argentina-Brasil, com o objetivo de substituir a fonte térmica nos países, exportar energia e assegurar a confiabilidade energética.

Na integração Peru-Chile, uma hidrelétrica seria construída no sul do Peru, exportando energia para o norte do Chile através de uma linha de transmissão. Na conexão do Chile com a Argentina, uma usina seria implantada no sul do Chile para enviar o insumo por uma linha de 200 quilômetros. Além de suprir a Argentina, a estrutura seria uma solução dentro do próprio país, que enfrenta dificuldade em construir um sistema que passe pela Cordilheira dos Andes.

No caso do Brasil, as usinas para fornecimento seriam as binaconais Garabi-Panambi (2.200MW), na fronteira com a Argentina. As três conexões, segundo o superintendente da Eletrobras, promoveriam um hedge natural para o sistema. O executivo ressalta que ainda não há nada concreto, mas aponta “que se está construindo a ideia para saber o que o setor quer - e se os países envolvidos também querem”."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=9864&id_tipo=2&id_secao=11&id_pai=0&titulo_info=Brasil%20de%20olho%20em%20integra%26ccedil%3B%26otilde%3Bes%20energ%26eacute%3Bticas%20com%20pa%26iacute%3Bses%20vizinhos

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Furnas busca novos negócios e aquisições (Fonte: Jornal da Energia)

"A estatal Eletrobras Furnas reabriu nesta semana uma chamada pública em busca de "novas oportunidades de negócios". O objetivo da companhia é selecionar potenciais parceiros privados e avaliar possíveis aquisições de ativos nas áreas de geração e transmissão de energia.

A convocação da empresa tem como alvo empresas detentoras de projetos ou oportunidades de negócio, empresas investidoras, instituições financeiras e fundos de investimento em participações (FIPs), que poderão se apresentar individualmente ou reunidos em consórcios.

No caso de as empresas apresentarem projetos em que desejam continuar como parceiras, Furnas exigirá que apresentam patrimônio líquido não inferior a 10% do investimento total previsto para o empreendimento, proporcionalmente à participação. No caso de usinas térmicas, a empresa pede que o empreendedor já tenha ao menos a licença ambiental prévia e contrato de fornecimento de combustível firmado."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=9782&id_tipo=2&id_secao=17&id_pai=0&titulo_info=Furnas%20busca%20novos%20negócios%20e%20aquisições

Eletrobrás investirá R$ 300 mi em projetos no exterior (Fonte: O Estado de S. Paulo)

"A Eletrobrás investirá R$ 300 milhões na área internacional em 2012, afirmou o presidente da empresa, José da Costa Carvalho Neto. O montante envolve projetos como a Usina de Tumarín, na Nicarágua, além de uma hidrelétrica e um conjunto de parques eólicos no Uruguai.

No ano passado, o investimento da companhia fora do País foi pouco significativo, afirmou o executivo. O aumento do orçamento internacional neste ano está em linha com a meta de destinar 10% do investimento anual da estatal a projetos no exterior, em especial na América do Sul.
..."
Íntegra disponível em http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,eletrobras-investira-r-300-mi-em-projetos-no-exterior--,868533,0.htm

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Eletrobras vai construir usina em Moçambique (Fonte: O Globo)

"A Eletrobras pretende construir um complexo hidrelétrico em Moçambique. A informação foi dada ontem pelo presidente da companhia, José da Costa Carvalho Neto, ao explicar que já foi fechado um acordo prévio com o governo daquele país para estudar a viabilidade de construção de uma usina de 1.500 megawatts (MW) de capacidade e duas linhas de transmissão, uma de 1.500 quilômetros até a África do Sul.

O projeto, que vai dobrar a atual capacidade de geração elétrica de Moçambique, exigirá investimentos da ordem de US$ 6 bilhões.

Ontem, o presidente da Eletrobras recebeu uma comitiva do governo moçambicano liderada pelo primeiro-ministro, Aires Bonifácio Baptista. No encontro foi acertado o início dos estudos de viabilidade técnica e econômica do projeto. O governo de Moçambique terá o controle, com 51%, e a Eletrobras ficará, no máximo, com 49%.

Outro projeto político de internacionalização da estatal é a construção de uma linha de transmissão de 390 quilômetros para interligar o Brasil e o Uruguai. Em 2011, o lucro líquido da Eletrobras foi de R$ 3,7 bilhões, 66% superior ao registrado em 2010."
Extraído de http://oglobo.globo.com/economia/eletrobras-planeja-construir-usina-hidreletrica-em-mocambique-4682045

Auditor eleva tom ao falar de risco de distribuidoras (Fonte: Valor Econômico)

"A PwC, responsável pela auditoria do balanço da Eletrobras, elevou o tom no comentário que faz sobre a capacidade de sobrevivência de distribuidoras estaduais de energia controladas pela Eletrobras e também de suas coligadas. Até o terceiro trimestre de 2011, a PwC dizia que a situação financeira e de liquidez dessas empresas suscitava "dúvidas sobre a continuidade operacional" delas.

No balanço do ano fechado, o auditor passou a dizer que os casos suscitam dúvida "substancial" sobre a continuidade operacional das companhias.

No parecer do balanço da Eletrobras, que foi entregue com 15 dias de atraso, a PwC destaca que as distribuidoras controladas vêm apresentando prejuízos sucessivos e que tinham, ao fim de 2011, compromissos de curto prazo (um ano) de R$ 1,24 bilhão acima dos ativos que já são caixa ou que deverão virar caixa em igual período.

Esse "buraco" mais do que dobrou em relação ao fim de 2010, quando era de R$ 554 milhões.

A PwC chama atenção ainda para o caso da Celpa, distribuidora do Pará, que entrou com pedido de recuperação judicial em fevereiro e é controlada pelo grupo privado Rede Energia. A Eletrobras possui uma participação minoritária relevante na Celpa, de 34%, o que a torna uma coligada da estatal federal de energia.

A firma de auditoria destaca que a Celpa, sozinha, tem compromissos de curto prazo que excedem os ativos de curto prazo em R$ 1,19 bilhão.

No balanço de 2011, a Eletrobras decidiu fazer uma provisão para perda da totalidade do seu investimento na Celpa, no valor de R$ 170 milhões. Houve uma provisão também em relação aos dividendos declarados, mas não pagos pela distribuidora paraense, no total de R$ 27 milhões. A companhia deu baixa ainda em R$ 120 milhões que tinha para receber de empréstimos da Celpa.

Houve baixa também de R$ 95 milhões em créditos devidos pela Cemat e de R$ 25 milhões para a Celtins. As duas empresas são distribuidoras controladas pelo grupo Rede Energia."
Extraído de http://www.valor.com.br/empresas/2622672/auditor-eleva-tom-ao-falar-de-risco-de-distribuidoras

Eletrobras planeja captar R$ 4,5 bilhões no mercado (Fonte: Valor Econômico)

"A Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras) vai recorrer ao mercado de capitais para compor o plano de investimento que vai até 2015. O presidente da companhia, José da Costa Carvalho Neto, disse que a empresa pode captar R$ 4,5 bilhões já este ano e sustentar o programa que deve atingir R$ 13,3 bilhões só em 2012. No ano passado, a companhia captou R$ 4,4 bilhões.

"Temos uma alavancagem baixa. Nossa dívida líquida sobre Ebitda [lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações] está em torno de 1,8. Temos condições de captar recursos de financiamento", afirmou Carvalho Neto durante entrevista a jornalistas no Rio de Janeiro.

Segundo cálculos feitos por analistas durante a conferência de resultados ontem, a relação de alavancagem da Eletrobras pode crescer e chegar ao múltiplo de quatro vezes o Ebitda apenas se contabilizados os projetos que a estatal já assumiu o compromisso de participar.

A dívida de longo prazo da empresa correspondente a 97% do total do endividamento, com grau de alavancagem de 25%, segundo o relatório da companhia. São indicadores "compatíveis com a expectativa de geração de caixa", aponta o documento.

O presidente da Eletrobras reafirmou que a empresa vai aguardar uma definição para o vencimento das concessões antes de decidir a operação de captação de recursos. "Queremos saber o que vai acontecer em 2015 e 2016. Para cada cenário, existe uma estrutura financeira mais adequada possível", disse Carvalho Neto, que espera realizar mais de 80% do orçamento previsto para este ano.

Dos R$ 13,3 bilhões que planeja investir em 2012, a Eletrobras projeta R$ 10,1 bilhões para serem aportados diretamente nas empresas do grupo e outros R$ R$ 3,2 bilhões para parcerias em projetos de geração e transmissão que a companhia tem no setor. Os principais projetos são os da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro, e os das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, em Rondônia.

No ano passado, a Eletrobras investiu R$ 9,8 bilhões, montante 42% superior ao de 2010.

Os planos de investimentos da empresa incluem ainda negócios fora do Brasil. A Eletrobras estuda um projeto de construção de uma usina hidrelétrica de 1.500 MW de capacidade no norte de Moçambique e de duas linhas de transmissão para escoar energia do empreendimento. O negócio atinge US$ 6 bilhões, sendo US$ 2,3 bilhões para a usina e mais US$ 3,7 bilhões para as linhas de transmissão.

A estatal também vai assinar hoje um protocolo de intenções com a companhia uruguaia UTE para implantar um projeto eólico de até 150 MW naquele país.

O presidente da Eletrobras disse que aguarda ainda a licença ambiental para a construção da parte brasileira da linha de transmissão que integrará os sistemas brasileiro e uruguaio. A linha liga Candiota até a região metropolitana de Montevidéu.

O trecho brasileiro possui 60 quilômetros de extensão.

Sobre a participação acionária da Eletrobras em distribuidoras que enfrentam dificuldades financeiras e operacionais - um fator que tem preocupado investidores e analistas - o presidente da estatal descartou a possibilidade de federalizar ou a de assumir o controle de qualquer empresa do grupo Rede Energia. O executivo, porém, admitiu que a estatal pode ser "parte da solução" para os problemas financeiros da distribuidora do Pará, a mais crítica, em recuperação judicial.

Carvalho Neto explicou que, como a Eletrobras possui uma participação da ordem de 34% na Celpa, pode entrar de alguma forma na recuperação da empresa para melhorar o próprio resultado. A estatal provisionou R$ 524 milhões nas demonstrações financeiras de 2011, por conta de incertezas nos resultados da Celpa e na Cemat, distribuidora do Mato Grosso, que também pertence ao Rede, o que representa 75% de todo provisionamento da estatal em 2011.

"Foi dado um prazo de 60 dias de recuperação judicial para a empresa. O prazo vence no dia 5 do próximo mês. Até essa data, a empresa deverá apresentar um plano de recuperação. Estamos naturalmente aguardando", disse o executivo. "De forma nenhuma está prevista qualquer federalização dessas empresas".

O executivo adiantou que a Eletrobras deverá assumir o controle da CEA, do Amapá, até o fim deste ano. O modelo de negócio será parecido com o implementado no caso da Celg.

O assunto está sendo negociado por integrantes do governo federal com membros do governo estadual do Amapá.

Na madrugada de quarta-feira, a Eletrobras informou ao mercado que o lucro líquido subiu 5,5% no quarto trimestre de 2011, para R$ 557 milhões, na comparação anual. A receita operacional líquida foi de R$ 8,8 bilhões no período de outubro a dezembro, mais 14% quando comparado com a receita de um ano antes, quando atingiu R$ 7,756 milhões. No ano, o lucro subiu 66% para R$ 3,7 bilhões, e a receita, 10% para R$ 29,5 bilhões."
Extraído de http://www.valor.com.br/empresas/2622652/eletrobras-planeja-captar-r-45-bilhoes-no-mercado

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Depósito de lixo nuclear será testado em três anos (Fonte: Jornal da Energia)

"A Eletrobras Eletronuclear, que administra as usinas de geração de energia nucleares brasileiras, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, vai concluir a construção da primeira célula-demonstração para contenção do lixo atômico gerado pelas plantas dentro de três anos. A informação é do presidente da estatal, Othon Luiz Pinheiro, que garante que o sistema de armazenamento dos rejeitos nucleares é seguro.
A técnica adotada faz o encapsulamento de cada célula do combustível e, depois, o encapsulamento do conjunto de elementos combustíveis atômicos. “É uma proteção a mais”, observa o executivo.
Segundo ele, o armazenamento não será imposto a nenhum município, mas aquele que se dispuser a estocar esse lixo será remunerado. “Ganhará royalties por isso. Se nós tivermos a competência para demonstrar que é seguro, vai ter muito município com densidade populacional baixa, sem utilização para terrenos públicos, que vai ganhar com isso, sem nenhuma consequência para a população”.
Apesar de o programa nuclear brasileiro estar sendo revisto, em função do acidente que abalou a usina de Fukushima Daiichi, no Japão, há um ano, Othon Pinheiro acredita que não há razão para interromper a construção de centrais nucleares no País."

quinta-feira, 29 de março de 2012

Elétricas com dívidas elevadas preocupam Aneel (Fonte:O Estado de S. Paulo)

"Além da Celpa, do Pará, que já passa por um processo de recuperação judicial, outras companhias de distribuição do grupo Rede Energia estão com alto endividamento, revelou ontem o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hübner.
Segundo ele, o órgão regulador já solicitou ao grupo privado um plano de recuperação para a Cemat, do Mato Grosso, e a Bragantina, que presta o serviço no interior do Estado de São Paulo.
Hubner afirmou ser contra a proposta da Celpa para que a estatal Eletrobrás assuma a operação da companhia que, além de dívidas superiores a R$ 2 bilhões, acumula um histórico de não cumprimento das metas de qualidade de serviço impostas pela Aneel.
"A gente cansa de ver críticas quando o governo socorre uma empresa privada", afirmou Hubner. "Problemas de gestão levaram a companhia a essa situação e o dinheiro público não deve ser usado", completou.
O diretor-geral ponderou, no entanto, que tanto a Eletrobrás como o BNDES têm participação no capital da Celpa e, por isso, também sairão perdendo caso a recuperação judicial da companhia falhe e provoque o cancelamento do contrato de concessão no Pará.
"Todo mundo perde com a caducidade do contrato, e por isso todos os acionistas devem conversar e buscar um investidor no setor privado".
Controle. Para tentar sair da crise que ameaça a falência da empresa, a distribuidora de energia elétrica do Pará (Celpa) insistirá no pedido encaminhado à Eletrobrás para um novo aporte de capital e oferecerá à estatal federal até mesmo o controle da companhia paraense.
O presidente do Conselho de Administração da Celpa, José Queiroz, afirma que, apesar da recusa de socorro por parte da Eletrobrás , o plano de recuperação judicial da companhia solicitará recursos à estatal, que já detém 34% do capital da distribuidora comandada pelo grupo Rede Energia.
"Vamos pedir um pequeno aporte de capital da Eletrobrás, e inclusive vamos oferecer o controle", afirmou o executivo.
Segundo ele, o plano de recuperação deve ser apresentado até o dia 5 de maio e irá propor aos bancos credores uma redução na dívida de cerca de R$ 2 bilhões, além de um alongamento dos prazos para pagamento.
"A Eletrobrás não quis assumir a Celpa, então precisamos entrar em recuperação judicial, e aí quem vai sofrer são os bancos", acrescentou Queiroz.
Para ele, se o plano de recuperação não for aceito pelos credores, não restará à Celpa outra saída a não ser a liquidação da empresa, com a caducidade do contrato de concessão para o serviço de distribuição no Pará.
"Isso seria uma catástrofe", afirmou. "Eu aceito qualquer proposta, mas enquanto não tenho eu luto para sobreviver", concluiu."