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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Copel “perde” R$ 312 mi em indenização (Fonte: Gazeta do Povo)

"Publicado em 15/11/2012 | Fernando Jasper
Se concordar em renovar antecipadamente a concessão de quatro hidrelétricas e de 93% de sua área de transmissão, a Copel vai receber cerca de R$ 300 milhões a menos do que esperava por esses ativos. Os contratos vencem até 2015, mas, sob condições impostas pelo governo federal, podem ser prorrogados por 30 anos já no mês que vem.
Em seu último balanço, a estatal paranaense informou que o valor contábil de usinas, linhas de transmissão e subestações envolvidas é de R$ 1,206 bilhão. Mas a indenização que o governo se propõe a pagar pelos investimentos ainda não recuperados nesses ativos é de R$ 894 milhões – uma diferença de R$ 312 milhões, ou 26%.
O motivo para a discrepância está na metodologia. A Copel e as demais empresas do setor esperavam ser indenizadas com base no valor contábil de seus ativos, mas o governo decidiu usar outro conceito, o valor normativo de reposição (VNR).
..."
 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Greve da Eletrobras pode afetar hidrelétricas e usinas de Angra (Fonte: Valor Econômico)


"Os trabalhadores da Eletrobras, que controla geradoras e transmissoras de energia, incluindo as usinas nucleares Angra 1 e 2, decidiram entrar em greve nacional por tempo indeterminado a partir do dia 16 de julho, segunda-feira.A estatal, que responde por 37% do total da capacidade de geração e 57% da transmissão de energia elétrica do país, emprega 28 mil funcionários. A decisão pela paralisação foi tomada em assembleias realizadas na quinta-feira e abrange todas as operações no país, segundo os sindicalistas.
Os eletricitários reivindicam aumento salarial de 11% e recusaram a proposta da estatal, de reajuste de 5,1%, o que repõe a inflação medida pelo IPCA.
“Até agora, não recebemos nenhum sinal da Eletrobras, nenhuma convocação de reunião. A nossa data-base expira no 15 de julho e a empresa não se manifestou até o momento”, afirmou Jorge Luiz Vieira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia Elétrica do Rio de Janeiro e Regiões, ligado à CUT.
Os trabalhadores do setor elétrico querem o mesmo tratamento dado pelo governo aos empregados da Petrobras, já que a Eletrobras pertence ao mesmo ministério.
Segundo Vieira, os funcionários da Petrobras receberam ganho real (acima da inflação) de 5% no ano passado. “Fomos surpreendidos no segundo semestre do ano passado com os benefícios muito maiores concedidos aos trabalhadores da Petrobras”, afirmou o presidente do sindicato, que faz parte da Federação Nacional dos Urbanitários, que responde pelos empregados nos setores de energia elétrica e saneamento...”

Íntegra disponível em http://www.valor.com.br/empresas/2751270/greve-da-eletrobras-pode-afetar-hidreletricas-e-usinas-de-angra#ixzz20XG5wC3m

terça-feira, 22 de maio de 2012

Com PDV, Copel espera economizar 8% na folha de pagamento em 2013 (Fonte: Gazeta do Povo)

"A Companhia Paranaense de Energia (Copel) informou ontem que seu programa de demissão voluntária (PDV) significará uma redução de 8% na folha de pagamento da empresa em 2013, e que um total de 555 empregados deve se desligar da empresa até o final de 2012.

“Esse 555 empregados podem nos proporcionar uma redução na folha de pagamento de 8% em 2013”, disse o diretor financeiro da Copel, Ricardo Portugal Alves, em teleconferência com analistas. Segundo ele, 359 funcionários já se desligaram.

A meta inicial da Copel era de que até 1,3 mil funcionários aderissem ao programa até 2014. O valor foi revisado para cerca de 1,5 mil funcionários e, segundo Alves, a expectativa é de que entre 1,3 mil e 1,4 empregados façam a adesão até o fim de 2014.

O executivo acrescentou que o grupo de trabalho que realiza os estudos sobre redução de custos na companhia deve apresentar um plano até o fim de maio. “A partir do terceiro trimestre, vamos comunicar quais as medidas que estaremos tomando e o efeito numérico disso”, disse o executivo.

A empresa paranaense de energia registrou custos e despesas operacionais totais de R$ 1,58 bilhão no primeiro trimestre deste ano, valor 15,1% maior que o registrado há um ano. No período, a empresa investiu R$ 378,7 milhões, o que representa apenas 16,7% do total de 2,2 bilhões planejado para o ano. Alves estima que entre 85% a 90% do investimento programado para o ano será efetivamente realizado. Do valor total estimado para investimento em 2012, a maior parte é para o segmento de distribuição de energia, somando R$ 1,1 bilhão.

A Copel ainda vai investir na finalização da construção da hidrelétrica Mauá, prevista para entrar em operação em meados do ano após 400 dias de atraso, na construção PCH Cavernoso II e da Usina Hidrelétrica Colider, entre outros investimentos."
Extraído de http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1256370&tit=Com-PDV-Copel-espera-economizar-8-na-folha-de-pagamento-em-2013

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Samek fica em Itaipu e libera acordo com o PSB (Fonte: Valor Econômico)

"O Partido dos Trabalhadores contou ontem com uma ajuda do governo federal para destravar as negociações com o PSB. O diretor-geral da Itaipu Binacional, Jorge Samek, foi reconduzido ao cargo pela presidente Dilma Rousseff e, com isso, abandona as pretensões de concorrer à Prefeitura de Foz do Iguaçu. A decisão, publicada no "Diário Oficial da União", mantém Samek à frente da usina por mais cinco anos, até maio de 2017.
Sem Samek, o PT abre caminho para uma coligação com o PSB, cujo pré-candidato é o deputado estadual Reni Pereira.
No Paraná, a meta do PT é crescer de 35 para 50 prefeituras, como forma de preparar o terreno para o lançamento de uma candidatura ao governo do Estado, em 2014, seja com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, ou com seu marido, o também ministro Paulo Bernardo, das Comunicações. A primeira opção é Gleisi.
"A dúvida é se a [presidente] Dilma vai liberá-la", afirma a ex-ministra do Desenvolvimento Social, Márcia Lopes, presente no encontro.
..."

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Cemig dá mandato a BB, BTG Pactual e HSBC para R$1 bi em notas-IFR (Fonte: Reuters)

"RIO DE JANEIRO, 17 Mai (Reuters) - A Cemig CMIG4.SA , empresa de energia elétrica controlada pelo governo de Minas Gerais, conferiu mandato ao BB Investimentos, do Banco do Brasil
BBAS3.SA , BTG Pactual BBTG11.SA e ao HSBC para a emissão de notas promissórias no valor de 1 bilhão de reais, informou nesta quinta-feira o IFR, um serviço da Thomson Reuters."

Extraído de www.reuters.net 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Copel assina contratos de concessão de obras arrematadas em leilão (Fonte: Copel)

"Empresa construirá em parceria 3 mil km de novas linhas e 8 subestações
Foram assinados nesta quinta-feira, 10 de maio, em Brasília, os contratos de concessão dos seis novos empreendimentos de transmissão – construção de linhas e subestações – arrematados pela Copel, em parceria com outras empresas, nos leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizados em dezembro de 2011 e março de 2012.

Tais obras significam aumentar em uma vez e meia as dimensões do atual sistema de transmissão próprio da empresa, formado por quase 2 mil km de linhas de trasmissão. Com investimentos estimados pela Aneel em R$ 3,9 bilhões, os seis projetos compreendem a construção de 2.932 km de linhas e oito subestações transformadoras nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais.

A solenidade de assinatura dos contratos, válidos por 30 anos, foi presidida pelo diretor-geral da Aneel, Nélson Hubner. A Copel foi representada pelos diretores de Engenharia, Jorge Andriguetto Jr e de Geração e Transmsissão de Energia, Jaime de Oliveira Kuhn.

“Essas obras são essenciais para garantir nível adequado de confiabilidade no suprimento futuro de eletricidade ao país e irão conferir uma posição de extrema relevância à Copel no setor, já que ela será responsável por operar o sistema que transportará a energia produzida nas hidrelétricas projetadas no rio Teles Pires, entre os estados do Mato Grosso e Pará, até os grandes centros de consumo”, anota o diretor de Engenharia, Jorge Andriguetto Jr. “A Copel está seguindo exatamente no ritmo de crescimento projetado para os próximos anos no seu Planejamento Estratégico, tanto na área de geração quanto na de transmissão de energia”, complementa.

Para Jaime de Oliveira Kuhn, diretor de Geração e Transmissão de Energia e de Telecomunicações, a Copel está seguindo uma trajetória de expansão que a valoriza e fortalece como empresa e, adicionalmente, motiva todos os seus profissionais. “A dinâmica do processo, com novos investimentos e, agora, em escala nacional, resultará no aumento da participação relativa da Copel no mercado brasileiro de energia elétrica, o que é bastante relevante para o Estado do Paraná”.

Maior empreendimento
Arrematados em consórcio com a chinesa State Grid, a maior empresa de transmissão de energia elétrica do mundo, dois dos projetos cujos contratos de concessão foram assinados representarão, juntos, o maior empreendimento de transmissão já realizado pela Copel: a construção dos 1.605 km de linhas e das quatro subestações por onde passará a eletricidade produzida nas cinco usinas a serem instaladas no rio Teles Pires até chegar à Região Sudeste.

O sistema de transmissão irá operar na tensão de 500 mil volts e passará por áreas dos estados do Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Para executar o projeto, foram criadas duas SPEs (sociedades de propósito específico): a Matrinchã Transmissora de Energia e a Guaraciaba Transmissora de Energia, cada qual responsável por um lote específico de obras, mas ambas com participação de 49% da Copel e 51% da State Grid. Os investimentos foram estimados pela Aneel no edital de leilão em R$ 2,7 bilhões, com previsão de gerar cerca de 10 mil empregos diretos. O prazo para entrada em operação das novas instalações é de 32 meses a contar de agora.

A Copel já é responsável pela construção da Hidrelétrica Colíder, com 300 megawatts de potência instalada, que está sendo construída no rio Teles Pires e cujas obras se desenvolvem com pontualidade.

Mais obras
Os demais empreendimentos que tiveram contratos de concessão assinados totalizam 1.327 km de novas linhas e quatro subestações no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Maranhão. O direito de construir e operar essas instalações foi colocado em leilão pela Aneel em dezembro de 2011, que estimou os investimentos necessários em cerca de R$ 1,18 bilhão.

Um dos empreendimentos é composto por quatro linhas de transmissão com 798 km de extensão total, que percorrerão áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, mais uma subestação na cidade gaúcha de Camaquã. A empresa que irá implantá-lo é a Transmissora Sul-Brasileira de Energia, formada pela Eletrosul (80% de participação) e Copel (20%). As obras devem gerar em torno de 2,6 mil empregos, conforme estimativa da Aneel, e aumentarão a confiabilidade no atendimento ao mercado consumidor da região metropolitana de Porto Alegre.

Outro empreendimento prevê a construção de duas linhas na tensão de 230 mil volts com 136 km de extensão total, uma entre Umuarama e Guaíra e outra entre as subestações Cascavel Oeste e Cascavel Norte. Também está incluída a construção de duas novas subestações: Cascavel Norte, com 300 MVA (megavolts-ampères) de potência de transformação, e Santa Quitéria, em Curitiba, com 400 MVA. Responderá pela execução a empresa Caiuá Transmissora de Energia, que tem como integrantes a Elecnor (com 51%) e a Copel (49%). Tais obras virão reforçar o atendimento à região central de Curitiba e sua Cidade Industrial, além de incrementar a capacidade de suprimento ao Oeste paranaense. Conforme a Aneel, essas obras deverão proporcionar a geração de 1,2 mil empregos diretos.

Capital
O terceiro conjunto de novas instalações destina-se ao reforço no sistema de transmissão de Curitiba e será executado pela empresa Marumbi Transmissora de Energia, que reúne em parceria a Copel (com participação de 80%) e a Eletrosul (20%). Será construída uma nova subestação com 896 MVA de potência de transformação (que irá se chamar Curitiba Leste), e uma linha de transmissão na tensão de 525 mil volts, com 28 km de extensão, conectando-a à subestação Curitiba, de propriedade da Eletrosul. Na previsão da Aneel, 528 novos empregos deverão ser criados.

Por fim, a Copel passará a marcar presença agora também no Maranhão, onde irá construir uma linha de transmissão em 500 mil volts e 365 km de extensão, ligando as subestações de Açailândia e Miranda. Para executar o empreendimento foi constituída a Integração Maranhense Transmissora de Energia, empresa formada pela Copel (com 49%) e Elecnor (51%).

A linha deverá aumentar a capacidade de transmissão de energia elétrica entre as regiões Norte e Nordeste do país, além de aumentar a confiabilidade no suprimento à capital maranhense, São Luís. Conforme cálculos da Aneel, 1,8 mil empregos diretos deverão ser criados para a instalação do empreendimento."
Extraído de http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2Fdocs%2FAD31F25E48C35B7E032579FA0077A7B8

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Copel e Eletrosul assinam contrato de concessão de projetos de transmissão (Fonte: Jornal da Energia)

"A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) assinou nesta quinta-feira (10/5) os contratos de concessão de empreendimentos de transmissão arrematados em leilão por um consórcio formado por Eletrobras Eletrosul e Copel. Os projetos, licitados no ano passado, compreendem 826 quilômetros em linhas e duas novas subestações. Pelo cálculo das empresas, os investimentos devem superar os R$550 milhões, com a geração de mais de 3 mil empregos.

O presidente da Eletrosul, Eurides Mescolotti, afirma que as obras são para reforço do sistema do Sul do País "para fazer frente ao desenvolvimento econômico da região e atender as projeções de aumento da demanda de energia em eventos como a Copa do Mundo".

O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo Custódio, adiantou que a empresa já vem tomando as providências para obtenção das licenças de instalação junto aos órgãos ambientais competentes para poder iniciar as obras, o que está previsto para o primeiro trimestre de 2013. O prazo estipulado pela Aneel para início da operação comercial é até maio de 2014.

Um dos contratos tem como majoritária a Eletrosul, com 80%, e a Copel com os 20% restantes. No outro acordo de concessão, é o contrário, e a Copel tem 80%, contra 20% da Eletrosul."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=9860&id_tipo=2&id_secao=11&id_pai=0&titulo_info=Copel%20e%20Eletrosul%20assinam%20contrato%20de%20concess%26atilde%3Bo%20de%20projetos%20de%20transmiss%26atilde%3Bo

terça-feira, 8 de maio de 2012

Eletrosul instala novo transformador na Subestação Curitiba (Fonte: JornaldaEnergia)

"Aporte para implantação do equipamento soma R$10 milhões

A Eletrobras Eletrosul colocou em operação um novo transformador na subestação Curitiba 525kV. Os investimentos para implantação do novo equipamento, de 224MVA de potência, somam cerca de R$10 milhões. A unidade na capital do Paraná conta com dois bancos de transformadores, cada um com três equipamentos, além do transformador reserva. A subestação tem potência total de 1.344 MVA.

As obras civis para implantação do novo transformador envolveram a montagem das estruturas para sustentação dos barramentos de ligação, lançamento de cabos para os painéis do transformador, adequação da caixa de contenção de óleo do transformador, entre outras atividades."

Sanepar e Lactec assinam contrato para pesquisas de novas tecnologias (Fonte: Bem Paraná)

"O Lactec vai prestar, para a Sanepar, serviços de pesquisa nas áreas de gestão de água; diagnósticos, projetos e treinamento em eficiência energética; pós-tratamento de efluentes e tecnologia da informação. O contrato, que formaliza a parceria, foi assinado nesta semana pelo presidente da Sanepar, Fernando Ghignone, e pelo superintendente do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec), Omar Sabbag Filho.

O contrato, com vigência de dois anos, é de R$ 2,3 milhões. Uma das unidades beneficiada com o contrato será a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Belém, em Curitiba. Os pesquisadores do Lactec vão pesquisar o desenvolvimento de diagnósticos energéticos e projetos de conservação e uso racional de energia na ETE.

“Estamos estimulando na Sanepar a pesquisa em todos os escopos. No caso da energia, por exemplo, a pesquisa é fundamental. Somente em consumo de energia elétrica gastamos R$ 15 milhões por mês”, diz Ghignone.

ESGOTO - Outro estudo que deverá contemplar as estações de tratamento de esgoto em todo o Estado será o de escoamento no interior dos flotadores (processo de pós-tratamento onde as partículas sólidas ficam retidas na manta superior da parte líquida do esgoto tratado), o que deve proporcionar melhor aproveitamento das estruturas existentes.

Na gestão de água, o Lactec pesquisará a reestruturação do sistema de gerenciamento da operação hidráulica dos reservatórios de Piraquara I e II e do Iraí, na Região Metropolitana de Curitiba. Para as captações de água do Iraí e Iguaçu, a expectativa da Sanepar é que os pesquisadores desenvolvam mais opções de processamento e atualização da estrutura dos sistemas informatizados.

Para Sabbag, com esse contrato “a Sanepar demonstra a confiança em nosso quadro de pesquisadores. Também poderemos no futuro, compartilhar a experiência dessa parceria com outras empresas de saneamento do Brasil”, comentou o superintendente.

Acompanharam o superintendente do Lactec os diretores Luiz Fernando Vianna (Administrativo Financeiro), Ney Augusto Nascimento (Desenvolvimento Tecnológico) e a assessora jurídica Elisa Muniz. Pela Sanepar, além do presidente, participaram os diretores Péricles Weber (Meio Ambiente), Dirceu Wichnieski (Financeiro), Paulo Alberto Dedavid (Operações), João Martinho Cleto Reis Junior (Investimentos), Antonio Carlos Salles Belinati (Comercial), Flavio Luis Coutinho Slivinski (Jurídico) e Ezequias Moreira Rodrigues (Relações com Investidores)."
Extraído de http://www.bemparana.com.br/noticia/215059/sanepar-e-lactec-assinam-contrato-para-pesquisas-de-novas-tecnologias

Brasil defende elevar geração em Itaipu (Fonte: Valor Econômico)

"O governo brasileiro pretende retomar as negociações com o Paraguai e a Argentina para ampliar a produção de energia da hidrelétrica de Itaipu. O objetivo é permitir que a usina acione simultaneamente suas 20 turbinas, aumentando a produção elétrica. Pelo acordo atual, apenas 18 unidades podem operar ao mesmo tempo.
..."
Extraído de http://www.valor.com.br/empresas/2648532/brasil-defende-elevar-geracao-em-itaipu

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Celpa prevê aporte de R$650 milhões e descontos em dívidas com bancos (Fonte: Jornal da Energia)

"A concessionária de distribuição de energia elétrica Celpa, que atende o Estado do Pará, apresentou à Justiça o seu Plano de Recuperação Judicial em 4 de maio, um dia antes da data limite estabelecida. O documento, apresentado nesta segunda-feira (7/5) à Comissão de Valores Mobiliários, parte da premissa de que a companhia receberá um aporte financeiro de R$650 milhões a ser realizado “por um investidor e/ou grupo de investidores”. A companhia propõe o parcelamento de dívidas e, no caso de débitos com instituições financeiras, descontos de entre 35% e 40%. Também é estabelecido que a empresa precisará captar três linhas de crédito, no valor mínimo de R$200 milhões, até 2013.

O aporte de recursos se daria pela emissão de debêntures conversíveis em ações. A data limite colocada pela Celpa para recebimento desses valores é 31 de março de 2013. A empresa também pede que, com a entrada desses recursos, sejam liberadas as garantias prestadas pelos acionistas e administradores para assegurar o pagamento de créditos.

Para entrar em vigor, o plano terá que ser aprovado em Assembleia de credores e homologado pela Justiça. Algumas das condições previstas ainda precisarão ser aprovadas, além de pelos credores, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). No caso de descumprimento, a Celpa deverá convocar uma assembleia de credores para deliberar eventual modificação das propostas ou discutir um possível processo de falência.

A Celpa é controlada pelo Grupo Rede, que detém 65,1% da empresa e ainda tem como acionista a Eletrobras, com quase 35% dos papéis.

Pleitos
Na proposta de quitação de obrigações com credores, é estabelecido que cada um deles terá direito a receber uma parcela mensal mínima de R$10 mil, a não ser que a dívida seja menor que isso. Os primeiros débitos a serem pagos serão os trabalhistas, que começarão a ser depositados em até 30 dias após a homologação judicial do plano. Créditos acima de cinco salários mínimos e vencidos há mais de três meses serão pagos em seis parcelas mensais no valor de R$18,7 milhões cada.

Para credores com garantias reais, tanto em reais quanto em dólar, a Celpa propõe pagamentos parcelados. No primeiro caso, o início dos créditos seria em 2018 e, no segundo, a quitação começaria após o aporte de recursos previsto. Essa rubrica envolve o Banco da Amazônia e o Banco Interamericano de Desenvolvimento como credores.

Os encargos setoriais da empresa, que têm como credores a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Eletrobras e o Ministério de Minas e Energia, seriam pagos em 60 parcelas mensais de R$2,3 milhões a partir do mês seguinte à entrada do aporte de recursos.

Os credores operacionais da empresa, que vão de pessoas físicas, microempresas e churrascarias até transmissores e geradores de energia, receberiam o que têm direito em parcelas mensais de R$6,8 milhões. Os depósitos porém, começariam apenas a partir do aporte de recursos esperado pela Celpa.

Para os credores financeiros, a Celpa pede um deságio de 40% sobre o valor total, no caso de créditos sem vinculação de recebíveis, e de 35% para os vinculados a recebíveis. Seriam atingidos pelo plano quase vinte bancos, entre os quais instituições públicas, como o Banco do Brasil e bancos de fomento. Os valores ainda seriam divididos em 120 vezes entre janeiro de 2017 e dezembro de 2026.

Os credores entes públicos – BNDES, com R$234 milhões a receber, e Eletrobras, com R$423,4 milhões – seriam pagos também em parcelas, entre janeiro de 2018 e dezembro de 2027.

No caso das dívidas da Celpa com outras empresas do Grupo Rede, sua controladora, que possui outras oito distribuidoras, a holding assumirá parte dos compromissos, enquanto a Celpa se comprometerá com o restante. Os débitos serão quitados de forma parcelada, também a partir do aporte de recursos."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=9803

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Itaipu Binacional alcançou duas novas marcas históricas em 2012. A usina bateu o recorde no quadrimestre e teve o melhor mês de abril de todos os tempos em geração de energia elétrica (Fonte: Itaipu)

"A Itaipu Binacional alcançou duas novas marcas históricas em 2012. A usina bateu orecorde no quadrimestre e teve o melhor mês de abril de todos os tempos emgeração de energia elétrica.
De janeiro até o último mês, a hidrelétrica produziu um total de 32.913.663 milhões demegawatts-hora (MWh). No mês passado, a produção foi de 8.193.226 MWh, superandoo recorde de abril de 2009 (8.142.752 MWh).
Se a partir de agora for mantida a mesma média de produção de maio a dezembro de 2008, a Itaipu estabelecerá em 2012 um novo recorde histórico mundial. A produçãoatual  é 2% maior do que a registrada daquele ano, quando a usina gerou 94.684.781MWh.

Mês de abril
    

Comparado com os meses de abril de anos anteriores, o crescimento foi de 17% emrelação a 2011; 31% em comparação ao mesmo período de 2010; 0,6% a mais do que emabril de 2009 (recorde anterior do mês); e 2% acima da produção de abril de 2008.
  
32.913.663 milhões de MWh
Os 32.913.663 milhões de MWh produzidos somente nos quatro primeiros meses de 2012 seriam suficientes para suprir as necessidades de consumo de energia elétrica doestado do Paraná por um ano e três meses; do estado do São Paulo por três meses eseis dias; dos estados da Região Sul por cinco meses e meio; da cidade de São Paulopor um ano e dois meses; ou de todo o Paraguai por três anos.
  
Demanda e produção
Os principais aspectos que contribuíram para o recorde do quadrimestre e do mês deabril foram a crescente demanda dos sistemas brasileiro e paraguaio e a ampliação doslimites de geração de Itaipu em 60 hertz (Hz), que possibilitou à usina, a partir dasegunda semana de abril, mandar mais energia para suprir a demanda da Região Sul,que passa por um longo período de estiagem.
Para o superintendente de Operação, Celso Torino, o resultado  foi possível graças"aos esforços diários das equipes da Itaipu e de uma ação coordenada entre abinacional, a Ande, a Eletrobras, o Operador Nacional do Sistema (ONS), Furnas eCopel". "Esse novo recorde é resultado de um trabalho coletivo que envolve Itaipu esuas parceiras no setor elétrico brasileiro e paraguaio", avaliou Torino.
 
Itaipu teve ainda uma mãozinha de São Pedro. Na última semana de abril choveubastante na área do entorno do reservatório: cerca de 200 milímetros. Em apenasquatro dias de chuva, a vazão na bacia incremental passou de 1,8 mil metros cúbicosde água por segundo (m³/s) para 6,1 mil m³/s.
  
Recorde diário
    

No sábado e domingo normalmente a carga é menor do que em dias úteis, mas nesseúltimo fim de semana Itaipu manteve a geração em patamares elevados para aproveitara vazão afluente ao reservatório e evitar vertimentos
No sábado (28), a produção chegou a 12.229 MW médios, superando em muito a médiados demais sábados de abril, que teve como geração média 10.761 MW. Inclusive, foiestabelecido, nesse dia, um novo recorde de geração diária na ciclagem de 60 Hz daItaipu: 6.354 MW.
  
No domingo (29), a geração chegou a 11.690 MW médios. A média dos demais domingosde abril foi de 10.639 MW.
  
A maior do mundo
    

A usina de Itaipu é, atualmente, a maior usina hidrelétrica do mundo em geração deenergia limpa e renovável. Com 20 unidades geradoras e 14.000 MW de potênciainstalada, em 2011 forneceu 16,99% da energia consumida no Brasil e abasteceu 72,91% do consumo paraguaio."

Vendas de energia da Copel crescem 7,3% no primeiro trimestre (Fonte: Jornal da Energia)

"A estatal paranaense Copel registrou um crescimento de 7,3% no fornecimento de energia elétrica no primeiro trimestre de 2012. Somadas as vendas da Copel GT no mercado livre e o consumo na área de concessão da Copel Distribuição, foram 6.231GWh entregues. A expansão no ambiente regulado foi de 6%, com consumo de 5.912GWH, enquanto no ambiente livre a alta foi de 37,8%, com demanda de 319GWh.

No mercado da distribuidora, a classe industrial registrou elevação de 4% no consumo, atingindo 1.835GWh no trimestre. A Copel atribui o resultado ao crescimento da produção industrial paranaense e ao maior número de consumidores, devido a reclassificações efetuados no período. A classe englobava 31% do mercado cativo da Copel ao final de março, com 82,8 mil unidades atendidas.

A classe residencial teve expansão de 7,3% e chegou a 1.324GWh, representando 22,4% dos mercado cativo da Copel, com 321,4 mil consumidores. Já as residências demandaram 1.654GWh, com alta de 6,5% frente ao primeiro trimestre de 2011, e responderam por 28% do mercado, com 3,1 milhões de consumidores."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=9774&id_tipo=2&id_secao=12&id_pai=0&titulo_info=Vendas%20de%20energia%20da%20Copel%20crescem%207,3%%20no%20primeiro%20trimestre
 


Eletrosul avança em obras de parques eólicos no Rio Grande do Sul (Fonte: Jornal da Energia)

"A Eletrosul concluiu as escavações das bases dos aerogeradores de dois dos cinco parques quem compõem o Complexo Eólico Livramento (78MW), no Rio Grande do Sul. Nos próximos dias, serão iniciados os trabalhos de concretagem para sustentação das torres eólicas do projeto, que terão 87 metros de altura. As usinas foram viabilizadas em um leilão A-3 realizado em 2011 e devem receber investimentos da ordem de R$272 milhões.

O projeto é fruto de uma parceria entre a Eletrosul (49%), o Fundo Rio Bravo Investimentos (41%) e a Fundação Eletrosul de Previdência e Assistência Social - Elos (10%). O consórcio construtor tem entre os membros a fabricante argentina de aerogeradores Impsa, a portuguesa Efacec, de equipamentos eletromecânicos, e a empreiteira local Iccila.

Segundo a Eletrosul, a previsão é que o consórcio construtor inicie a montagem dos aerogeradores entre os meses de agosto e setembro, à medida que as bases sejam concluídas. As obras foram iniciadas pelos parques Cerro Chato IV (10 MW) e Cerro dos Trindade (8 MW), que comportarão nove aerogeradores. A companhia destaca que as bases têm 16 metros de diâmetro e levam cerca de 335 metros cúbicos de concreto e 23 toneladas de aço.

Outros dois parques do complexo, Cerro Chato V (12 MW) e Cerro Chato VI (24 MW), receberam recentemente a licença de instalação da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam) – órgão ambiental responsável pelos licenciamentos no município Sant’Ana do Livramento - e também deverão ter as obras avançadas.

A planta, que conta ainda com a usina Ibirapuitã (24MW), está sendo construída em áreas vizinhas a outros três parques que compõem o Complexo Cerro Chato - primeiro empreendimento eólico da Eletrosul, com capacidade de 90MW, já em operação."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=9754&id_secao=9

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Eletrosul obtém lucro líquido de R$ 104,6 milhões em 2011 (Fonte: Eletrosul)

"A Eletrosul registrou lucro líquido de R$ 104,6 milhões em 2011, resultado 54,7% acima do apurado no mesmo período de 2010, quando foi obtido lucro líquido de R$ 67,6 milhões. A receita operacional líquida consolidada aumentou 27,50%, passando de R$ 1,07 bilhão para R$ 1,36 bilhão, em igual período no ano anterior. Os investimentos da Eletrosul em 2011, na área de transmissão e geração de energia, totalizaram cerca de R$ 2,1 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão aplicado nas sociedades de propósito específico (SPEs) das quais a empresa participa como acionista. A capacidade de geração de recursos operacionais da Eletrosul, apurada pelo EBITDA (lucro antes dos juros, taxas, depreciação e amortizações), teve um crescimento de R$ 56,9 milhões em 2011, representando uma evolução de 19,2%, se comparada ao mesmo período do ano anterior. Com informações do DCO.  
O lucro líquido da Eletrobras em 2011 foi de R$ 3,733 bilhões, um aumento de 66,1% ao resultado apurado em 2010 (R$ 2,248 bilhões)."

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Fibra ótica é atalho para smart grids, avalia Copel (Fonte: Jornal da Energia)

"A Copel tem investido em criar uma rede de fibra ótica no Estado do Paraná e já oferece, por meio de seu braço de telecomunicações, serviços de banda larga para os consumidores da região. A empresa calcula ter 7,5 mil quilômetros em fibras óticas no anel principal, 14,3 mil km de cabos auto sustentáveis e 304 cidades atendidas, com 1,4 mil clientes corporativos.
Embora a área de telecom não seja hoje considerada parte do core business da empresa, o presidente Lindolfo Zimmer defendeu os aportes feitos. Por enquanto, a rede é usada para fazer comunicação entre subestações. "Se eu tenho a necessidade corporativa, para as subestações, por que não ganhar um dinheiro vendendo internet?", apontou.
O executivo ainda afirmou que a estrutura montada terá um papel importante quando a tecnologia de smart grids, as redes inteligentes, começar a se tornar realidade no País. A fibra ótica, então, servirá para fazer tráfego de dados de medição e poderá, ao mesmo tempo, levar serviços como televisão e internet aos lares. "A gente entende isso como uma possibilidade que pode ser instituída de uma forma bastante grande no futuro. É algo um pouco fora do nosso core business, mas que logo não vai ser mais".
Ao falar de negócios além do setor elétrico, porém, Zimmer voltou a rechaçar notícia veiculada pela imprensa nesta semana, que ligava a Copel a investimento em estradas. "Isso foi uma tolice, que não sei nem de onde tiram essas coisas", reclamou."

Para Copel, energia solar próxima de competir com PCHs (Fonte: Jornal da Energia)

"A estatal paranaense Copel acredita no potencial da geração solar no País e quer se preparar para o deslanchar da tecnologia por aqui, o que deve acontecer em breve. Nesta quarta-feira (11/4), ao ser questionado sobre o assunto por um acionista, o presidente da empresa, Lindolfo Zimmer, disse que a fonte está bem próxima de ser competitiva, principalmente em relação às pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).
"Com certeza vai ser a próxima fonte a competir com as demais que nós temos. Em 2015 ou antes ela vai ser competitiva. Com PCHs, talvez até antes", apostou Zimmer. Ele também teceu elogios ao potencial "maravilhoso" do País para esse tipo de geração, devido ao grande índice de insolação.
Segundo o executivo, os primeiros passos da empresa na área são dois projetos inscritos na chamada de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) aberta pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Um prevê a instalação de uma usina fotovoltaica no estádio Arena da Baixada, do Atlético Paranaense, um dos escolhidos para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. O outro empreendimento será na área já utilizada por um parque eólico da empresa no Rio Grande do Norte. "Aí aproveitamos tudo (a estrutura), desde a conexão até os serviços auxiliares"."

Copel fala em aquisições em breve e mira ativos do Grupo Rede (Fonte: Jornal da Energia)

"A estatal paranaense de energia Copel está muito atenta ao mercado e pode apostar em aquisições para crescer, principamente em um ano em que a perspectiva de assegurar novos empreendimentos via leilões é limitada - haja vista o adiamento dos certames A-3 e A-5 devido a sobras de energia contratada pelas distribuidoras.
Em reunião com investidores realizada nesta quarta-feira (11/4) em São Paulo, o presidente da empresa, Lindolfo Zimmer, destacou o baixo endividamento, que permite até mesmo pensar em negócios de grande porte. Mas assegurou que a aposta é em uma expansão mais gradual e equilibrada.
"Estamos olhando. A gente vai ser muito seletivo. Mas, se me permitem uma opinião pessoal, vamos ter aquisições e diria até que não vamos demorar muito", apontou. O executivo disse que a situação da companhia permitiria até mesmo captações vultuosas - alto entre R$6 e R$8 bilhões. Ainda assim, a preferência é por oportunidades com preços entre R$500 milhões e R$1 bilhão. "São meus favoritos. Até porque, se não derem muito certo, eu não prejudico tanto os acionistas, o resultado não fica tão comprometido. Diversificamos um pouco as operações para minimizar os riscos".
Alguns dos ativos que Zimmer admite que estão na mira são distribuidoras que hoje pertencem ao Grupo Rede. A holding controla nove empresas, mas enfrenta dificuldades finaceiras, sendo que uma subsidiária, a Celpa, entrou com pedido de recuperação judicial, enquanto Enersul e Cemat estão com débitos setoriais e tiveram as tarifas bloqueadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
"O que existia é que a Rede Energia queria vender seus ativos como um todo, e avaliamos que assim era muito para nós. Agora, há uma tendência a ser feito isso em partes. E, se for, devemos tentar comprar uma parte", explicou Zimmer. O presidente da Copel aponta interesse na CPFLO, que atende uma cidade do Paraná, com cerca de 60mil consumidores, e na qual a Copel poderia oferecer até mesmo um serviço mais barato que o prestado atualmente.
Outras empresas do grupo que atraem são a Enersul, que atende o Mato Grosso do Sul , na divisa com o Paraná, e a Cemat, no Mato Grosso - Estado em que a Copel constrói a hidrelétrica de Colíder e instalará o complexo de transmissão do Teles Pires, em parceria com a chinesa State Grid. Ele descartou, porém, qualquer interesse na Celpa, que atende o Pará. "Não tem nada a ver e nem estamos culturalmente preparados para operar naquela região".
Cooperativas de distribuição e empresas menores, incluindo concessinárias que pertencem a prefeituras, também são um meio de crescer e consolidar a atuação no setor.
Em geração, Zimmer disse que há "bastante interesse" em parques eólicos e revelou que a empresa vai ampliar tanto a prospecção na área para compras quanto para parcerias e desenvolvimento de novos projetos.
Um negócio que está muito próximo, porém, é no tradicional setor hidrelétrico. O presidente da Copel adiantou que as conversas estão "muito avançadas" para que a empresa assuma uma participação de 30% na UHE Baixo Iguaçu, atualmente com concessão nas mãos de Neoenergia e Desenvix. Nessa transação, entraria ainda a Eletrosul, que também arremataria uma fatia no projeto.
A usina foi leiloada pelo governo em 2008, mas entraves ambientais e judiciais deixaram o empreendimento paralisado até hoje. Recentemente, uma decisão da Justiça garantiu a validade da licença ambiental da planta, mas ainda cabe recurso. Zimmer afirma que, até o momento, a sentença é válida e que a ideia é começar as obras muito em breve. 
Ja em transmissão, a Copel apontou já ter cumprido os objetivos de seu plano estratégico até 2015 e, de acordo com Zimmer, serão analisadas apenas eventuais propostas de negócios envolvendo ativos muito próximos ou conectados à rede existente da empresa."