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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Em clima de carnaval, Sindicato protesta contra desrespeito do Santander (Fonte: @bancariospe)

´´O Sindicato antecipou o Carnaval nesta sexta-feira, dia 3, e colocou o bloco na rua para protestar contra a falta de condições de trabalho no Santander. Embora o tema da manifestação fosse sério, com foco na extrapolação da jornada, no não pagamento das horas extras e nas metas abusivas, o protesto foi bem-humorado e contou com o apoio massivo dos clientes e bancários.

“O problema começa com a falta de funcionários”, diz a presidenta do Sindicato, Jaqueline Mello. “Os bancários do Santander estão convivendo diariamente com a sobrecarga de trabalho e com a extrapolação da jornada, além das metas abusivas que estão acabando com a saúde do trabalhador”, explica Jaqueline.

O protesto desta sexta-feira envolveu clientes e bancários num Carnaval antecipado com direito a confetes, serpentinas e muita animação. Acompanhado de uma Banda de Frevo, o bloco percorreu as seis principais agências do Santander no centro do Recife. A alegria dava o tom às denúncias, cantadas pelo grupo em forma de paródia do hino do Batutas de São José, que convidava: “Deixa as metas pra lá/Minhas horas cansei/já de extrapolar/mas agora que sei/que assim não vai dar/vamos juntos pra luta, unidos mudar”.

O secretário de Administração do Sindicato, Epaminondas Neto, contou que entre as principais queixas dos bancários estão a carência de funcionários e a extrapolação de jornada. “Os bancários fazem hora extra, o banco não paga e obriga o trabalhador a compensar de acordo com sua conveniência. Em geral, o gestor manda o empregado para casa no meio do expediente quando o movimento está fraco. Isso é um absurdo, pois o bancário não pode se planejar para tirar a sua folga quando ele quiser. As metas abusivas são outro problema: aumentam cada vez mais o número de bancários doentes e contrastam com o balanço divulgado recentemente pelo banco, que aponta lucro de quase R$ 8 bilhões no ano passado”, afirma Epaminondas.



Apoio dos clientes - O ato chamou a atenção dos clientes. Na agência Conde da Boa Vista, a aposentada Divanize Peixe, de 74 anos, caiu no frevo: “Maravilha! Se eu morresse agora estava bom demais, que a melhor coisa do mundo é o carnaval!!!”, afirmou.

A alegria do protesto contrastava com o clima de tensão causado pelas metas, exploração, filas e carência de funcionários para dar conta da demanda. Enquanto trabalhava, uma bancária comentava com sua colega de atendimento: “Dá vontade de sair atrás...”

Os clientes, por sua vez, mesmo animados, aproveitavam para criticar o desrespeito dos bancos: “O atendimento prestado pelos funcionários é excelente. Mas deveria ter muito mais gente, porque a quantidade de bancários não é suficiente”, denunciou Eliézer Barros, cliente do Santander da Dantas Barreto, onde dois caixas se desdobravam para dar conta de todo atendimentos no subsolo da unidade.

O bloco não chamou atenção apenas dentro das agências, mas pelas ruas por onde passou. Foram visitadas as agências Veneza e Conde da Boa Vista; Imperatriz, Guararapes, Dantas Barreto e Cais do Apolo.

Para a diretora do Sindicato, Tereza Souza, a atividade foi um sucesso. “A recepção que tivemos nas agências, dos clientes e dos funcionários, foi muito boa. E o bancário pôde constatar que ele não está sozinho, o Sindicato está aí para lutar pelos seus direitos. O banco espanhol não pode vir aqui no Brasil só para explorar os brasileiros. Precisa assumir sua responsabilidade social, que começa com o respeito aos clientes e funcionários”, finalizou Tereza.´´


Extraido de http://www.bancariospe.org.br/noticias_aparece.asp?codigo=3060 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

“Empréstimos de usinas do Madeira são questionados” (Fonte: Valor Econômico)


“Autor(es): Josette Goulart | De São Paulo

Os projetos das usinas hidrelétricas do Madeira entraram mais uma vez ontem na berlinda depois que a organização "Survival International" divulgou a notícia de que o banco Santander havia suspenso o financiamento para a usina de Santo Antônio, que está sendo construída em Rondônia. Uma carta enviada pela alta administração internacional da instituição financeira à organização não-governamental diz que o banco aderiu aos Princípios do Equador - que prevê uma série de análises ambientais e sócios para financiamentos de projetos - e que por isso suspendeu o financiamento, como se pode ler acima no fac-símile da carta a que o Valor teve acesso.
O banco informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que continua apoiando e fazendo parte do consórcio que financia as obras de Santo Antônio. "Dentro dos Princípios do Equador, os bancos têm feito monitoramento permanente do projeto", disse a nota do Santander. O banco, entretanto, perguntado diretamente, não negou a autoria da carta.
O financiamento foi fechado em 2008 por meio de um "project finance" com recursos do BNDES e repassados, em parte, por um consórcio de bancos liderados pelo Santander. Bradesco, Banco do Brasil e Itaú BBA são os outros repassadores. Todos eles, signatários dos "Princípios do Equador", que estabelece uma série de critérios sociais e ambientais para a concessão de empréstimos. Juntos com o BNDES, esses bancos emprestaram mais de R$ 6 bilhões à concessionária que tem como sócios a Odebrecht, Furnas, Andrade Gutierrez, Cemig, Banif e FI FGTS.
A carta enviada à "Survival International" é datada no dia 25 de março de 2011 e assinada pelo diretor global de responsabilidade social do grupo Santander, Joaquin de Ena Squella. O documento foi enviado com cópia à presidente mundial do banco, Ana Botín, que foi quem recebeu primeiramente os questionamentos da Survival International, que questiona, entre outras coisas, a mortandade de peixes (nove toneladas morreram no início da obra) e o fato de que tribos indígenas estariam sendo afetadas com a construção de hidrelétricas na região Amazônica.
Diz trecho da carta enviada pelo Santander: "... o Banco Santander Brasil foi um dos participantes originais no financiamento... No entanto, desde então, o Santander aderiu aos Princípios do Equador.... Como resultado, o financiamento para o projeto está em suspenso, com o Santander e outros bancos tendo solicitado mais estudos de impactos sociais e ambientais".
Os outros bancos foram procurados mas não quiseram fazer comentários. O Banco do Brasil, Itaú e Bradesco também são repassadores do empréstimo de mais de R$ 7 bilhões para a usina de Jirau. Recentemente, as obras da usina foram paralisadas em função de ataques feitos pelos próprios obreiros que deve resultar em uma grande redução da mão de obra na usina. Esse tipo de situação, segundo os Princípios do Equador, pode caracterizar "default" em empréstimos.
Questionados, apenas o Banco do Brasil deu informações e disse que não há problemas no financiamento a Jirau pois entende que, se os problemas são resolvidos, os Princípios do Equador não são feridos.”


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sexta-feira, 11 de março de 2011

“Supremo reconhece repercussão geral para Cofins dos bancos” (Fonte: Valor Econômico)


Autor(es): Laura Ignacio | De São Paulo


O Supremo Tribunal Federal (STF) definirá se os bancos devem pagar PIS e Cofins sobre os ganhos obtidos com a intermediação ou aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros. A novidade é que a Corte reconheceu a repercussão geral do tema. A partir de agora, todos os processos sobre a questão ficarão parados nos tribunais federais aguardando uma definição do Supremo - cujo entendimento deverá ser seguido pelas demais instâncias da Justiça. O processo a ser julgado é do Banco Santander.
Na prática, o STF decidirá quais receitas compõem o faturamento das instituições financeiras. Isso porque o PIS e a Cofins incidem sobre o faturamento. Enquanto os bancos defendem que o spread - diferença entre o custo de captação do banco e o custo de empréstimo - não deve entrar nessa conta, as seguradoras querem excluir os prêmios da base de cálculo das contribuições, valores que representam cerca de 90% das receitas dessas instituições financeiras.
Na decisão pela repercussão geral, o ministro relator Ricardo Lewandowski considerou o grande volume de processos sobre o tema em tramitação no Judiciário e sua repercussão econômica. "A solução da questão em exame poderá ensejar relevante impacto financeiro no orçamento das referidas instituições, bem como no da seguridade social e no do PIS", diz. Segundo a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), a disputa envolveria mais de R$ 40 bilhões.
A discussão começou após o Supremo ter definido, em 2005, que faturamento é a receita proveniente da venda de mercadorias e da prestação de serviços. Na época, julgaram um recurso que contestava o alargamento da base de cálculo da Cofins pela Lei nº 9.718, de 1998. Em 2009, entrou na pauta o "leading case" sobre o tema especificamente em relação às instituições financeiras, envolvendo a seguradora Axa. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Marco Aurélio. Até o momento, conta apenas com o voto do ministro Cezar Peluso, favorável à União.
A repercussão geral impossibilita a PGFN de seguir em frente com as ações de cobrança que vinha ajuizando contra as instituições financeiras. A Receita Federal em São Paulo e a PGFN realizaram um trabalho conjunto na tentativa de convencer os juízes federais do Estado - onde está a maior parte das empresas do setor financeiro - a julgar o mérito da questão, pois muitos esperavam uma definição do STF no caso da Axa.
Ainda assim, o procurador-adjunto da PGFN Fabrício da Soller mantém-se otimista. "Mesmo que esse processo seja julgado antes do leading case em razão da repercussão geral, creio que o Peluso não mudará seu voto e será seguido pelos demais", afirma. A procuradoria defende que as taxas de intermediação financeira devem ser incluídas na base de cálculo das contribuições. "Principalmente, porque tratam-se de contribuições para a seguridade social", diz Soller.
Para os bancos, a paralisação dos processos de cobrança da Fazenda é relevante. Segundo Carlos Pelá, diretor setorial de tributação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os tribunais que suspendiam o julgamento de processos sobre o tema, faziam-no informalmente. "A partir de agora há uma imposição da Corte para todos os tribunais federais", afirma.
Dois dos principais objetivos da repercussão geral são conferir uniformidade ao entendimento do Judiciário e economia processual. Para o advogado Luiz Roberto Peroba Barbosa, do escritório Pinheiro Neto Advogados, que representa cerca de dez bancos em processos similares ao do Santander, a repercussão geral traz grande impacto para as instituições financeiras por garantir que o exame do tema será mais profundo. Os bancos com decisões favoráveis, porém genéricas, não conseguiam compensar as contribuições. Segundo Peroba, quando levavam a decisão à Receita, o Fisco interpretava de outra maneira, gerando novos processos. "Por isso, a repercussão geral acaba levando a uma economia de dez anos de debates judiciais", diz Peroba.
Para o advogado Vinícius Branco, do Levy & Salomão Advogados, a repercussão geral pode acelerar o julgamento da questão. "Com isso, o STF atribuiu a devida importância ao tema".”


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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

"Santander: precarização no "Projeto Verão"" (Fonte: Contraf-CUT)

"Durante visitas a agências do Santander que fazem parte do Projeto Verão, dirigentes dos sindicatos de Rio de Janeiro e Petrópolis constataram a presença e as condições de trabalho dos terceirizados contratados para exercerem temporariamente as funções de caixa e atendente - prática repudiada pelo movimento sindical.
Terceirização de caixas e atendentes precariza direitos dos trabalhadores
Durante visitas a agências do Santander que fazem parte do Projeto Verão, dirigentes dos sindicatos de Rio de Janeiro e Petrópolis constataram a presença e as condições de trabalho dos terceirizados contratados para exercerem temporariamente as funções de caixa e atendente - prática repudiada pelo movimento sindical.
O projeto inicialmente consistia apenas na ampliação do horário de funcionamento dos terminais de auto-atendimento. No entanto, neste ano, o Santander incorporou a contratação de 140 caixas temporários e promotores de auto-atendimento, segundo informado ao movimento sindical.
A situação encontrada é precária. Segundo as denúncias, os funcionários trabalham sem carteira assinada, o que não garante recolhimento de contribuições sociais. Também não é observado na íntegra a Convenção Coletiva Nacional de Trabalho dos bancários (CCT). É formalizado um contrato entre o trabalhador e a empresa Base Recursos Humanos, com sede em São Paulo, que faz a intermediação de mão de obra.
"É mais um caso em que a terceirização de mão de obra é utilizada para precarizar direitos e condições de trabalho. Não temos dúvida da ilegalidade dos contratos. Trata-se de atividade tipicamente bancária, integrando o conceito de atividade fim e sendo portanto ilegal sua terceirização. Nenhum outro banco brasileiro adotou tal prática. O banco espanhol precisa respeitar os brasileiros e as leis do país", afirma Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro e membro do GT de Terceirização da CUT nacional. "No caso em questão, não estão sendo observados nem mesmo os requisitos da Lei 6019, que autoriza a prestação de serviços temporários, desde que haja comprovação de real necessidade de serviços especializados e o cumprimento integral de todos os direitos dos bancários", completa.
A Contraf-CUT orienta os sindicatos a intensificarem a fiscalização em todas as agências. Caso sejam comprovadas irregularidades, os dirigentes devem solicitar fiscalização imediata do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). "Os documentos gerados pela fiscalização servirão de base para futuras ações judiciais que impeçam o banco de adotar estas práticas", explica Miguel. Os sindicatos de Petrópolis e Rio de Janeiro já fizeram a denúncia e estão aguardando notificação da Superintendência Regional do MTE.
Veja abaixo a lista das cidades incluídas no Projeto Verão:
Região Nordeste:
Maceio - AL
Ilhéus - BA
Lauro de Freitas - BA
Salvador - BA
Fortaleza - CE
São Luiz - MA
João Pessoa - PB
Fernando de Noronha - PE
Recife - PE
Natal - RN
Aracajú - SE
Região Sudeste:
Angra dos Reis - RJ
Araruama - RJ
Armação dos Búzios - RJ
Cabo Frio - RJ
Macaé - RJ
Maricá - RJ
Nova Friburgo - RJ
Petrópolis - RJ
Rio das Ostras - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Teresópolis - RJ
Cariacica - ES
Guarapari - ES
Linhares - ES
Serra - ES
Vila Velha - ES
Vitória - ES
Águas de Lindóia - SP
Bertioga - SP
Campos do Jordão - SP
Cananeia - SP
Caraguatatuba - SP
Cubatão - SP
Cunha - SP
Guarujá - SP
Iguape - SP
Ilhabela - SP
Itanhaem - SP
Mongaguá - SP
Monte Alegre do Sul - SP
Paraibuna - SP
Pedro de Toledo - SP
Peruíbe - SP
Praia Grande - SP
Registro - SP
Santos - SP
São José dos Campos - SP
São Luiz do Paraitinga - SP
São Sebastião - SP
São Vicente - SP
Serra Negra - SP
Ubatuba - SP
Poços de Caldas - MG
Região Sul:
Paranaguá - PR
Canela - RS
Capão da Canoa - RS
Gramado - RS
Rio Grande - RS
São Lourenço do Sul - RS
Torres - RS
Tramandaí - RS
Balneário Camboriú - SC
Brusque - SC
Florianópolis - SC
Itajaí - SC
Joinville - SC
Palhoça - SC
São José - SC
Tubarão - SC"
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

“Agências param em ato contra processo eleitoral no SantanderPrevi” (Fonte: Sind. Bancários SP)



"Sindicato quer diálogo e espera que banco espanhol mostre coerência e respeite os trabalhadores brasileiros

São Paulo - O Sindicato promoveu manifestações na manhã desta terça dia 1º, em 25 agências do Santander, em todas as regiões de São Paulo e em Osasco (confira a abaixo a relação completa), para pressionar o banco a atender à reivindicação de suspensão das eleições para o SantanderPrevi e de abertura de negociações para discutir a realização de um novo pleito. O processo eleitoral para eleição dos representantes dos participantes do fundo de pensão foi posto em marcha de forma unilateral, sem discussão com os bancários.

> Veja imagens das manifestações

“A forma como tudo vem sendo conduzido pelo banco representa um ataque ao direito do trabalhador de eleger legitimamente seus representantes num fundo de pensão do qual participa, o que é garantido em lei. Além disso, o processo está confuso, com datas divergentes”, afirma o diretor do Sindicato e Coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE), Marcelo Sá.

Regimento eleitoral de fundo do Santander é ataque à democracia

No dia 21 de janeiro, o Sindicato enviou carta ao banco exigindo o cancelamento da eleição e o agendamento de uma negociação, mas até a manhã desta terça-feira não havia resposta.

“O Santander precisa respeitar o Brasil e os brasileiros. Queremos negociar um processo de fato democrático, com comissão eleitoral, divulgação prévia do calendário eleitoral e com a chance para que os participantes se candidatem. O presidente mundial do banco, Emílio Botín, gosta muito de falar em melhores práticas de gestão, e confiamos que isso não é apenas um discurso vazio. Acreditamos na negociação e que o banco vai colocar em prática seu discurso e assim valorizar o diálogo com os trabalhadores e assegurar a transparência nas informações”, afirma Marcelo.

Ele lembra que na sexta 4 o espanhol Marciel Portela assume a presidência do banco no Brasil. “Queremos lembrar ao novo presidente que o Santander no Brasil responde por quase um terço do lucro do banco no mundo. Só isso já é o suficiente para que a insituição financeira respeite e valorize de fato os seus trabalhadores”, diz.

Para um bancário de Osasco, que terá seu nome preservado, o importante é lutar. “O Santander diz na nossa frente que tem uma conduta. Depois, nas nossas costas, ele faz outra. Estamos fora desse processo, mas temos mesmo de lutar para tentar reverter a situação e defender nossos direitos”, disse.

Agências paradas – Confira a seguir a relação das agências que nesta terça-feira atrasaram a abertura até o meio dia em protesto contra as irregularidades nas eleições no SantanderPrevi:

Regional Norte
Campo de Marte (R. Voluntários da Pátria, 1689)
Santana/Atendimento (R. Voluntários da Pátria, 1638)
Voluntários da Pátria (R. Alfredo Guedes, 43)
Santana (R. Voluntários da Pátria, 2225)

Regional Osasco
Centro (R. Marechal Rondon, 101)
Osasco/Antônio Agú (R. Antônio Agú, 502)
Av. dos Autonomistas (R. Antônio Agú, 1105)

Regional Sul
Santo Amaro (Av. Adolfo Pinheiro, 1332)
Adolfo Pinheiro (Av. Adolfo Pinheiro, 1166)
Lgo. 13 de Maio (Av. Adolfo Pinheiro, 159)
Chácara Santo Amaro (R. Américo Brasiliense, 1816)
Borba Gato (Av. Adolfo Pinheiro, 2115)

Regional Centro
Boa Vista – Ex-Real (R. Boa Vista, 200)
Quitanda (R. da Quitanda, 114)
Central (R. Boa Vista, 234)
Agência Quitanda – Ex-Real

Regional Oeste
Barão de Jundiaí (R. Barão de Jundiaí, 379)
Faria Lima (Av. Faria Lima, 3935)
Pedroso de Moraes (R. Pedroso de Moraes, 581)

Regional Leste
Itaquera (R. Américo Salvador Novelli, 453)
Dr. João Ribeiro (R. Dr. João Ribeiro, 489 - Penha)
Orfanato (R. do Orfanato, 42 - Vila Prudente)

Regional Paulista
Bela Paulista (Av. Paulista, 854)
Alameda Ribeirão Preto (Av. Paulista, 447)
Brigadeiro Luiz Antônio (Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 1869)

> Leia mais no Sindical Santander


Danilo Pretti Di Giorgi e Elenice Santos - 01/02/2011"



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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

#STJ: Desconto de empréstimo em folha não deve ultrapassar 30% dos vencimentos (Fonte: STJ)


"A soma mensal das prestações referentes às consignações facultativas ou voluntárias, como empréstimos e financiamentos, não pode ultrapassar o limite de 30% dos vencimentos do trabalhador. Essa foi a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao atender o recurso de uma servidora pública gaúcha contra o Banco Santander Banespa S/A, que aplicava um percentual próximo dos 50%.

A servidora ajuizou ação contra a instituição financeira para limitar os descontos em folha de pagamento, decorrentes de empréstimos consignados, a 30% da remuneração. Em primeira instância, o pedido foi negado. A Décima Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) rejeitou a apelação por unanimidade, pois entendeu que o desconto era regular e que só deve haver limitação quando a margem consignável for excedida.

No recurso especial, a mulher sustentou que havia omissão e contradição no acórdão do TJRS. Alegou ainda que o entendimento do TJRS diverge da jurisprudência de outros tribunais, que determinam a limitação dos descontos em folha em 30%, devido ao caráter alimentar e ao princípio da razoabilidade.

O relator, ministro Massami Uyeda, afastou a alegação de que o acórdão do TJRS foi omisso ou contraditório por considerá-la genérica. O ministro observou que não houve indicação clara dos pontos contestados, incidindo por analogia a Súmula 284/STF.

Quanto à porcentagem do desconto, o ministro apontou que a divergência jurisprudencial ocorre entre o TJRS, que admitiu o desconto próximo de 50% da renda da mulher, e o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que determinou que o percentual máximo de abatimento era de 30%.

O ministro argumentou que “deve-se levar em consideração a natureza alimentar do salário e o princípio da razoabilidade” para atingir o equilíbrio entre os objetivos do contrato firmado e a dignidade da pessoa. Com isso, “impõe-se a preservação de parte suficiente dos vencimentos do trabalhador, capaz de suprir as suas necessidades e de sua família, referentes à alimentação, habitação, vestuário, higiene, transporte, etc.”, complementou.

O relator esclareceu ainda que a Lei n. 10.820/2003, que dispõe sobre a autorização para desconto de prestações em folha de pagamento, e o Decreto n. 6.386/2008, regulamento do artigo 45 da Lei n. 8.112/1990, que trata da consignação em folha de pagamento dos servidores públicos, determinam que a soma mensal das prestações destinadas a abater os empréstimos realizados não deve ultrapassar 30% dos vencimentos do trabalhador.

Coordenadoria de Editoria e Imprensa"
REsp 1186965

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

#Bancários: #Santander não recua e mantém #terceirização de caixas temporários e atendentes (Fonte: Contraf-CUT)

“Apesar da pressão da Contraf-CUT e entidades sindicais, o Santander não recuou e manteve o Projeto Verão 2010/2011 que prevê a contratação de um total de 140 caixas temporários e promotores de autoatendimento, através de uma empresa terceirizada, conforme instrução transitória baixado na última quinta-feira (16). Em negociação ocorrida na sexta-feira (17), em São Paulo, os dirigentes sindicais rejeitaram a terceirização e cobraram a admissão desses trabalhadores diretamente pelo banco, com o pagamento de todos os direitos garantidos aos funcionários.

"O banco não voltou atrás e disse que vai contratar por meio de uma terceirizada 40 caixas temporários e 100 atendentes para orientar os clientes nos caixas eletrônicos de 121 unidades", afirma o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander e diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Marcelo Sá.

"A terceirização precariza os direitos dos trabalhadores, pois esses temporários não terão, por exemplo, o plano de saúde dos funcionários do banco", denuncia Marcelo.

"Trata-se de uma medida totalmente injustificável, pois o banco terceiriza uma atividade-fim, que é o atendimento aos clientes", ressalta o funcionário do Santander e secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr.

"Essa medida está na contramão das discussões na Mesa Temática da Fenaban, onde trabalhadores e bancos debatem a reversão de áreas terceirizadas", salienta Ademir.

"O banco que é dirigido pelo atual presidente da Fenaban deveria dar exemplos para superar a terceirização, ao invés de abrir graves precedentes", aponta o diretor da Contraf-CUT. "Queremos a geração de empregos de qualidade, sem terceirização e sem precarização", reitera.

O projeto atinge unidades instaladas especialmente no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. Os sindicatos já estão avaliando as medidas cabíveis para defender os direitos dos trabalhadores e combater a terceirização.

Na negociação, os dirigentes sindicais lembraram que vários bancos incentivam o deslocamento de funcionários de outras agências para o litoral nesta época do ano para auxiliar no atendimento da clientela nas praias. "Essa medida existia no Meridional e no Banespa e sempre funcionou com bons resultados para o banco e os trabalhadores", frisou o diretor da Federação dos Bancários do Rio de Janeiro, Paulo Garcez.”

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

#Itaú Unibanco amplia liderança de queixas; #BB em 2o., #Bradesco em 3o. (Fonte: #Sindicato #Bancários SP)

"São Paulo – O Itaú Unibanco manteve em novembro pelo segundo mês seguido o primeiro lugar do ranking do Banco Central de reclamações de clientes. Em segundo permaneceu o Banco do Brasil. As duas empresas se destacaram ainda mais na liderança da lista.Para calcular o ranking, que leva em conta os bancos com pelo menos 1 milhão de clientes, o BC estipula um índice relacionando o número de reclamações procedentes pelo total de clientes. O Itaú Unibanco ficou com índice 0,72 e o Banco do Brasil com 0,63. Em terceiro lugar ficou o Bradesco, com 0,38; em quarto está o Santander, com 0,37 e, em quinto, o HSBC, com 0,23.O Itaú Unibanco ampliou sua liderança, já que registrou 0,69 em outubro. O Banco do Brasil ficou praticamente estável, pois teve 0,64 no mês anterior. Os dois aumentaram a distância para o terceiro colocado, que em outubro foi o Santander com 0,56."