Mostrando postagens com marcador bancos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bancos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Mesmo nadando em lucros, bancos demitem e diminuem salários (Fonte: Esmael Morais)

"Uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou o desemprego gerado pelos bancos brasileiros que, de janeiro e julho de 2015, fecharam 5.864 postos de trabalho. E pior, na dança da reposição, os novos contratados chegam a ganhar 55% menos dos que os demitidos nos mesmos cargos. As mulheres continuam sofrendo discriminação, recebendo menos salários, mesmo com maior grau de escolaridade.

O estudo do Dieese é baseado nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os bancos múltiplos, com carteira comercial, categoria que engloba grandes instituições, como Itaú, Bradesco, Santander, HSBC e Banco do Brasil, foram os principais responsáveis pelo saldo negativo. Eles eliminaram 3.715 empregos. A Caixa, apresentou corte de 2.180 postos de trabalho no período.

De acordo com o levantamento, além do corte de vagas, a rotatividade continuou alta. Os bancos contrataram 20.426 funcionários e desligaram 26.290 nos sete primeiros meses de 2015..."

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Movimento ‘Vítimas do HSBC’ expõe a violência e o assédio moral contra trabalhadores de bancos (Fonte: ESMAELMORAIS)

"O Banco HSBC está se retirando do país após figurar em denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro. Há uma semana foi anunciada a venda de toda a estrutura do HSBC no Brasil ao Banco Bradesco. Mas a história da presença do banco inglês no Brasil, que já começou nebulosa nos anos 90, quando o Bamerindus foi vendido por R$ 1 (um real) no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ainda está longe de terminar.

Foi lançado neste domingo (9) o movimento “Vítima do HSBC” que tem por objetivo expor a humilhação, assédio moral, terrorismo psicológico e ameaças de demissão praticadas contra os funcionários do banco como prática de gestão para alcance e superação de metas.

Segundo o movimento, essas práticas estão levando milhares de pessoas à depressão, doenças, fadiga, stress, frustração e até suicídio.

Os dados que embasam o movimento foram coletados através de pesquisa entre os bancários demitidos, e os que desenvolveram doenças físicas ou psíquicas em função do trabalho. Os arquivos de 4 mil trabalhadores e mais de mil e quinhentas ações trabalhistas foram analisadas, além de informações da Previdência e do Ministério de Saúde..."

terça-feira, 30 de julho de 2013

Bancos e telecomunicações lideram queixas no 1º semestre (Fonte: FETRAFI)

"O setor financeiro e o de telecomunicações foram os campeões de reclamações em seus canais de atendimento no primeiro semestre de 2013, segundo levantamento do Procon-SP (órgão de defesa do consumidor).
As teles foram responsáveis por 31% das queixas, com um total de 39,5 mil reclamações, um aumento de 29% em relação ao total do primeiro semestre de 2012.
Já os bancos responderam por 28% do total. O número total de reclamações permaneceu praticamente inalterado, em cerca de 35 mil. Em terceiro lugar, aparecem as empresas de aparelho celular, com 8% do total, e 10,3 mil reclamações. Produtos de informática, móveis, planos de saúde, produtos da linha branca, cursos livres, aparelhos de televisão e instituições de ensino também aparecem no ranking por setor.
O ranking aponta também as empresas que lideraram as reclamações no último semestre e responderam por mais da metade das reclamações no período. Nesse ranking, as empresas de comércio eletrônico também se destacaram como líderes em queixas dos consumidores.
A Vivo foi a campeã, com 5.756 reclamações, seguida pelo Itaú, com 3.981. Em terceiro lugar, ficou a Claro, com 3.703 registros. Segundo o Procon, as principais reclamações à Vivo se referem a ineficiência da instalação de linhas, devido a falta de reparo, e serviço inoperante (linha muda).
Segundo o órgão, esses problemas incidem diretamente na qualidade do serviço e indica problemas estruturais da empresa.
Das instituições financeiras, os problemas mais recorrentes se referem a cobrança indevida de faturas, em cartão de crédito e conta corrente, além da cobrança de tarifas, sobretudo em financiamento de veículos.
O Procon destacou também o setor de comércio eletrônico, que tem observado aumento nas reclamações, segundo o órgão. O grupo B2W, que agrega Americanas.com, Submarino, Shoptime, Soubarato e Lojas Americanas é o primeiro a aparecer no ranking, em 13º.
Apesar do alto número de reclamações, a maior parte das empresas tem índices altos de resolução no primeiro atendimento, de 80%. Sabesp, Vivo e B2W têm 90% de resolução.
O Banco Votorantim apresentou índice de solução superior ao do ano passado, no entanto, ainda é a empresa do segmento com o menor percentual de atendimento em fase preliminar (61,75%).
O Procon considera no ranking o número absoluto de atendimentos. Assim, empresas com mais clientes tem maior propensão a aparecer no levantamento."

Fonte: FETRAFI

terça-feira, 10 de julho de 2012

Itaú, Bradesco e Santander lideram em reclamações (Fonte: Bancários de Alagoas)

"Cobranças ou descontos irregulares de correntistas são principal problema enfrentado, segundo Procon
No 1º semestre de 2012, o Procon-SP registrou 5.985 atendimentos referentes a cobranças indevidas realizadas por bancos. O Itaú é responsável por mais da metade, com um total de 3.045. Somente nos últimos dois meses, foram registrados 1.269 casos de cobrança indevida pelo banco. Na sequência, está o Bradesco, com 1.421 reclamações, seguido pelo Santander, com 822.
A cobrança indevida é a primeira no ranking de problemas relatados, segundo relatório do Procon. Em muitos casos, o consumidor não tinha ideia de que o valor estava sendo descontado indevidamente da sua conta, uma vez que não havia solicitado o serviço junto ao banco. Geralmente, os erros são detectados quando o cliente confere o extrato bancário..."

Íntegra disponível em http://www.bancariosal.com.br/noticias/?vCod=2807

Para Dieese, alta lucratividade dos bancos aponta cenário favorável para a campanha dos bancários (Sindicato dos Bancários de Brasília)

"A alta lucratividade dos bancos aponta cenário favorável para a Campanha Nacional dos Bancários 2012. A afirmação foi feita pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Alexandre Ferraz durante análise de conjuntura econômica dentro do Congresso do Sindicato dos Bancários de Brasília, no sábado (7).
Mesmo com a grave crise econômica internacional, a margem de lucratividade dos bancos brasileiros tem sido superior à dos demais setores da economia. “Com o crescimento do emprego e da massa salarial no país, os bancos estão lucrando muito. Por isso, o cenário é bem favorável aos bancários. Além disso, a inflação sob controle, o grande aumento de capital do sistema financeiro, a expansão da base de clientes e a retomada do crédito corroboram para que os trabalhadores reivindiquem parte desses ganhos astronômicos”, disse.
De acordo com Ferraz, os bancos vão sair mais fortalecidos após o fim da crise. “Durante uma apresentação recente na Ásia, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) se vangloriou da rentabilidade dos bancos no país. Se eles estão confiantes, por que vocês também não estarão?”, indagou..."

Íntegra disponível em http://www.bancariosdf.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=9711&catid=146&Itemid=165#.T_s2Z_d5A9c.twitter

Itaú é líder em reclamações contra bancos (Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia)

"O Itaú, realmente, é campeão em tudo. O dono do maior lucro da história do sistema financeiro nacional, também é o que mais demite e o que mais gera insatisfação entre os clientes. Dos 5.985 atendimentos sobre cobranças indevidas, no primeiro semestre deste ano, 3.045 pertencem ao Itaú. Somente nos últimos dois meses, foram 1.269 casos.
Quem ocupa o segundo lugar do ranking é o Bradesco com 1.421 queixas, seguido do Santander, com 822. Em geral, as organizações financeiras descontam na conta do cliente serviços que, sequer, tinham sido solicitados. Para a surpresa do consumidor, ao conferir o extrato bancário, os erros são constatados. Por isso, as cobranças irregulares aparecem na primeira posição.
É preciso que o correntista, portanto, tenha ciência de todos os pacotes de serviços contratados, inclusive, dos essenciais que os bancos têm de oferecer gratuitamente. O pacote contempla, entre outras coisas, dois extratos por mês, realização de até quatro saques e dez folhas de cheques.
A orientação é para que o cliente procure o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) do banco, caso perceba alguma irregularidade. De acordo com o Decreto 6.523/2008, o prazo para solução do caso é de até cinco dias úteis. Se, mesmo assim, o problema persistir, a demanda deve ser encaminhada para os órgãos de defesa do consumidor."

Extraído de http://www.bancariosbahia.org.br/index.php?menu=noticia&COD_NOTICIA=9540

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Terceirizada da Contax é reconhecida bancária (Fonte: Sind. Bancários SP)

"Trabalhadora executava tarefas da categoria para o Santander. Ação teve apoio do departamento jurídico do Sindicato

São Paulo – Uma funcionária da Contax que prestava serviços para o Santander foi reconhecida como bancária pela Justiça Trabalhista de São Paulo. A trabalhadora entrou com ação por meio do departamento jurídico do Sindicato. A decisão da 14ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região manteve a sentença julgada em primeira instância, pela juíza Luciana Carla Corrêa Bertocco, da 65ª Vara do Trabalho de São Paulo.

Na sentença, a juíza reconhece os direitos trabalhistas da reclamante previstos na CLT da categoria – PLR, auxílios refeição e alimentação, diferenças dos pisos e reajustes salariais com reflexos em 13º, férias e FGTS,  anotação na Carteira de Trabalho. Além disso, caracteriza a terceirização como fraude trabalhista e determina a responsabilidade solidária da Contax (empresa contratada) e do Santander (contratante) – como o Sindicato defende que seja. 

Trabalho bancário – A trabalhadora foi funcionária da Contax entre março de 2010 a abril de 2011. Nesse período, ocupou função denominada “agente de marketing”, mas de fato realizava atendimento telefônico aos clientes do Santander, prestando serviços como abertura de contas, transações bancárias, vendas de cartões de crédito, consulta de saldo e extratos e vendas de empréstimos. Para realizar essas atividades, como corroborou testemunha ouvida pela juíza, a trabalhadora tinha acesso ao sistema do banco e aos dados cadastrais e financeiros dos clientes.

A magistrada reconheceu essas tarefas como atividades-fim do banco e refutou o argumento do Santander de que a trabalhadora se ocupava apenas de serviços de SAC e mero atendimento telefônico. “As transações efetuadas são típicas do trabalhador bancário e são equivalentes às realizadas em agências bancárias.” E acrescenta: “Serviços de SAC não têm por finalidade executar transações e operações bancárias, mas sim de ouvir o cliente, orientar, registrar e transmitir suas considerações”.
Luciana Bertocco afirma também que, além de realizar funções bancárias, a trabalhadora era subordinada diretamente a supervisores do Santander, o que reforça ainda mais a fraude trabalhista. “Tratou-se de terceirização de atividade-fim, o que não pode ser admitido.”

Para a juíza, a terceirização em questão teve por objetivo a precarização do trabalho, com prejuízos não só ao trabalhador, mas também aos clientes do banco. “Numa análise detida emerge uma série de irregularidades e ilegalidades praticadas sob a capa de terceirização, no sentido de precarizar o trabalho humano, em verdadeira afronta aos princípios constitucionais da igualdade e da proteção ao trabalho, com ofensa ao meio ambiente do trabalho, ao direito do consumidor, e com práticas de atos tendentes a eliminar todo o capítulo da CLT destinado aos direitos dos bancários e todas as normas coletivas de tal categoria.”
Extraído de http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=1529

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Lucro mundial do HSBC é de U$6,8bi no primeiro trimestre (Fonte: Bancários Curitiba)

"O HSBC alcançou no primeiro trimestre deste ano o lucro global de US$ 6,8 bilhões. O valor superou a expectativa dos investidores que era 25% menor, US$ 5,8 bilhões.

O resultado, no entanto, podia ter sido maior se o banco não tivesse colocado em prática uma estratégia que inclui economia de custos e fechamento de 14 mil postos de trabalho desde o ano passado, como parte da investida pelo aumento da lucratividade promovida por seu principal executivo, Stuart Gulliver.

"Os números, embora positivos, foram alcançados com o chamado ganho de eficiência e redução de despesas, o que significa diminuição de pessoal. O que temos presenciado é uma grande quantidade de demissões e isso compromete a qualidade do serviço aos clientes e a qualidade de vida dos trabalhadores, cada vez mais pressionados para o cumprimento de metas abusivas", critica Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.

No Brasil, as condições de trabalho não são diferentes. "O peso da diminuição das despesas recai também sobre os trabalhadores, piorando cada vez mais as condições de trabalho no país. Recebemos denúncias de inúmeras situações como agências sem tesoureiro, redução do número de caixas e agências funcionando sem a presença de gerente administrativo, ocasionando um grande acúmulo de funções e tarefas", ressalta Miguel.

"Quanto à retração da carteira de crédito, podemos afirmar que não é em razão da inadimplência, mas sim em razão da necessidade de aumento de capital próprio para garantir a alavancagem do HSBC no Brasil, de acordo com as normas do acordo Basiléia 2", aponta o dirigente sindical.

Outro problema é que a média de provisionamento do HSBC é de até duas vezes maior do que dos demais bancos, o que acaba por diminuir o lucro líquido divulgado e por vezes comprometendo a PLR dos funcionários. "Esta é uma política mais do que conservadora da empresa", afirma Miguel.

Assim, o funcionário do HSBC acaba sendo pressionado de todos os lados. "Ao mesmo tempo em que o bancário é cobrado para cumprir metas abusivas, o banco possui uma política que é restritiva no financiamento. Assim, o trabalhador faz seu papel, mas na hora de concluir a operação de crédito o banco nega o financiamento ao cliente, o que acaba impactando também negativamente no programa de remuneração variável para a área gerencial, o PSV", ressalta o dirigente da Contraf-CUT.

América Latina – Na América Latina, o lucro antes de impostos do HSBC alcançou US$ 604 milhões no primeiro trimestre, o que significa 11% superior ao registrado em igual período do ano passado. Em relação aos custos, o banco disse que conseguiu uma redução de gastos de US$ 60 milhões na região. Também cortou 3 mil postos de trabalho, o que é lamentável.

Maior lucro fora da Europa e América do Norte – O HSBC, que obtém mais de 75% de seus lucros fora da Europa e da América do Norte, se recuperou mais solidamente da crise financeira de 2008 do que muitos de seus concorrentes, ajudado por sua presença em mercados emergentes de crescimento mais acelerado.

O banco pretende também elevar o retorno sobre o patrimônio para mais de 12% até o fim de 2013. O retorno sobre o patrimônio, indicador fundamental da lucratividade, ficou em 6,4% embora em termos ajustados tenha ficado mais próximo de 11%."
Extraído de http://www.bancariosdecuritiba.org.br/noticias_detalhe.asp?id=14397&id_cat=5

Julgamento sobre juros compostos volta à pauta (Fonte:Valor Econômico)

"A 2ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve retomar hoje o julgamento de um recurso repetitivo sobre a cobrança de juros compostos pelos bancos. A decisão vai ter impacto direto sobre milhares de processos. Dependendo do resultado, todos os contratos assinados com a previsão de capitalização de juros, desde 2001, podem ser revistos.

Foram proferidos apenas dois votos no julgamento, iniciado em 25 de abril. O ministro Luis Felipe Salomão, relator do processo, decidiu favoravelmente aos bancos e foi seguido pela ministra Nancy Andrighi. A análise do caso foi interrompida por um pedido de vista da ministra Maria Isabel Gallotti, que se comprometeu a levar o seu voto na sessão de hoje.

No julgamento, o procurador-geral do Banco Central (BC), Isaac Sidney Menezes Ferreira, defendeu a tese de que a capitalização de juros não prejudica os clientes, pois "padroniza a cobrança de juros, estimulando a competitividade entre os bancos, e permite o alongamento dos prazos dos empréstimos, aumentando a disponibilidade de crédito". "A capitalização não ocorre apenas nos empréstimos que os bancos concedem, mas também nos juros que o banco paga em suas captações, a exemplo da poupança", disse.

Já as entidades de defesa do consumidor alegam que a cobrança de juros sobre juros, além de ser extremamente onerosa para os clientes bancários, é ilegal. Ela seria proibida pelo Código Civil.
..."
Íntegra disponível em http://www.valor.com.br/brasil/2650554/julgamento-sobre-juros-compostos-volta-pauta

terça-feira, 8 de maio de 2012

Caixa abre postos na Europa para atender brasileiros que querem sacar FGTS (Fonte: Sindbancários)

"A Caixa Econômica Federal e os ministérios das Relações Exteriores e do Trabalho e Emprego lançam o serviço de solicitação de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para atender brasileiros que moram na Europa. As cerimônias de lançamento ocorrem hoje (8), em Londres (Inglaterra), e na quinta-feira (10), em Paris (França).
Os primeiros postos que receberão os pedidos de saque do FGTS são os consulados gerais do Brasil em Bruxelas (Bélgica), Paris, Londres e Roterdã (Holanda), além do Setor Consular da embaixada brasileira em Dublin, na Irlanda.


Esse serviço já está disponível no Japão desde 2010, e nos Estados Unidos desde 2011. Segundo a Caixa, nesses dois países foram feitos mais de 2 mil pagamentos, totalizando cerca de R$ 12 milhões.

De acordo com a Caixa, futuramente, brasileiros residentes em outros países também serão atendidos com essa iniciativa.

O trabalhador brasileiro residente na Europa e que esteja interessado em realizar o saque do FGTS poderá obter informações complementares no site da Caixa, no endereço http://www.caixa.gov.br/fgts/pf_saque_exterior.asp

O pagamento será creditado em conta da Caixa ou de outro banco no Brasil de que o trabalhador seja titular. No caso de não ter conta bancária no Brasil, o trabalhador pode indicar alguém de sua confiança, informando os dados bancários para crédito do valor, que será creditado até 15 dias úteis após a entrega da documentação."
Extraído de http://seebt.com.br/index.php/imprensa/noticias/2177-caixa-abre-postos-na-europa-para-atender-brasileiros-que-querem-sacar-fgts?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Alerta a bancários do HSBC em tratamento médico (Fonte: Sind. Bancários SP)

"Banco está demitindo após o fim da estabilidade dos trabalhadores afastados por motivos de saúde

São Paulo – Os funcionários que precisaram se afastar do trabalho para realizar tratamento médico devem se precaver para garantir seus direitos e evitar que o HSBC os demita sem contestação jurídica. O Sindicato tem recebido denúncias de que o banco demite no primeiro dia após o fim da estabilidade do empregado que se afastou por motivo de doença.

A orientação da entidade é para que o trabalhador faça constar nos exames periódicos seu historio médico e tratamento ao qual está sendo submetido. A funcionária do HSBC e diretora do Sindicato Liliane Fiúza reforça ainda que o bancário deve procurar orientação da representação dos trabalhadores em caso de qualquer dúvida. “Estamos à disposição para esclarecer e orientar os bancários, evitando que sejam vítimas das arbitrariedades cometidas pelo banco”, afirma."
Extraído de http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=1478

BC volta a favorecer bancos e flexibiliza regras para postos de atendimento (Fonte: Bancários de Pernambuco)

 "O Banco Central (BC) deu mais uma demonstração de seu papel de "sindicato dos bancos" no último dia 26 de abril, quando anunciou a flexibilização das exigências para abertura de postos de atendimento bancário. Após ampliar a atuação dos correspondentes bancários no ano passado, a nova medida permite aos bancos a diminuição de seus custos sem garantir a melhoria do atendimento à população e das condições de trabalho dos bancários.
A resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) acaba com os limites para a instalação de dependências bancárias. Assim, os bancos passarão a instalar postos de atendimento de acordo com sua conveniência, sem a necessidade de obedecer a restrições sobre o tipo de cliente atendido e os serviços oferecidos. Pelos critérios anteriores, os postos de atendimento estavam classificados em diversas modalidades - como posto de atendimento eletrônico, de microcrédito e bancário (destinado apenas a funcionários de determinada empresa).
Pela nova regra, os serviços nos postos poderão ser livremente oferecidos. Os bancos poderão até montar postos exclusivos para serviços de conveniência, sem a realização de serviços financeiros, ou instalar postos mistos, com diversos tipos de atendimento. O CMN também permitiu aos bancos a instalação de postos de atendimento móveis, opção até agora permitida apenas às agências.
A norma mantém as agências bancárias como principal tipo de dependência das instituições financeiras, mas flexibiliza os serviços que elas precisam oferecer. As agências continuam a ter de dispor guichês de caixa e de atendimento presencial, mas não precisam fornecer todos os serviços exigidos de um banco comercial. Os bancos, no entanto, serão obrigados a divulgar em local visível todos os serviços oferecidos na dependência e, quando for o caso, informar onde podem ser encontrados os serviços não disponíveis.
"O BC mostra mais uma vez que está mais preocupado em assegurar as margens de lucro dos bancos, reduzindo os seus custos, do que em oferecer serviços de qualidade para a população", critica Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.
Para ele, a medida poderá levar ao aumento da precarização das condições de trabalho e do atendimento à população. "O que garante que gradativamente as agências bancárias não serão substituídas por esse tipo de novo canal de atendimento?", indaga o dirigente. "Essa nova modalidade de posto poderá inclusive frear a abertura de novas agências, o que vários bancos vinham fazendo", aponta.
"O papel do BC é de fiscalizador do sistema financeiro nacional, a partir de definições legais e da constituição federal, e não cabe à autarquia legislar em substituição ao Congresso Nacional, baixando normas sem qualquer debate com a sociedade", conclui o diretor da Contraf-CUT. "
Extraído de http://www.bancariospe.org.br/noticias_aparece.asp?codigo=3794

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Trabalho escravo é encontrado em obras do governo de São Paulo (Fonte: Sindicato dos Bancários de Santos)

"No interior de São Paulo, 50 trabalhadores foram  resgatados em condições semelhantes às de escravos em ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) nesta semana. Eles construíam casas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) na cidade de Bofete. O governo paulista é o responsável pela obra, que é executada pela construtora Croma.

Os operários não recebiam salários e equipamentos de proteção, não tinham direito a descanso semanal e intervalos para as refeições, é o que afirma o procurador do MPT na cidade de Bauru, Luis Henrique Rafael.

“Eles [os trabalhadores] vieram do Piauí, do Maranhão e do Ceará no mês de fevereiro para trabalhar na obra da CDHU. Acontece que eles estavam até hoje sem receber um centavo pelo trabalho realizado e morando em condições de alojamento totalmente degradantes”.

Durante 15 dias a Croma foi procurada para um acordo, mas alegou que a responsabilidade era de empreiteiros contratados para o serviço. Porém, o contrato era irregular, como explica o procurador.

“Nós passamos a exigir que a Croma assumisse a responsabilidade pelos empregados e que pagasse os salários atrasados e as verbas rescisórias deles, que eles não queriam mais ficar trabalhando ali”.

Uma ação civil pública foi movida contra a construtora e a CDHU. Logo após, a Justiça determinou o bloqueio de bens e contas da empresa e seus sócios. Nesta segunda-feira (23), a Croma procurou o MPT para assumir a responsabilidade pelo pagamento dos trabalhadores, que também receberão três meses de seguro desemprego e transporte para seus estados de origem.

O MPT abriu uma investigação sobre as condições de salários e segurança no trabalho da construtora Croma nas obras do CDHU."

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Conflito entre os reguladores ameaça novas regras bancárias (Fonte:Valor Econômico)

"A oito meses do início da entrada em vigor das novas regras de capital mínimo dos bancos, as coisas estão malparadas. A preparação dospaíses não está no ritmo desejável e, pior, há sinais de que os reguladores das diversas partes do mundo estão entrando em conflito a ponto de pôr em risco o sucesso da empreitada.
O novo acordo de capital mínimo dos bancos, chamado de Acordo de Basileia 3, foi selado em setembro de 2010, com o objetivo de obrigar as instituições a deter capital em maior volume e de melhor qualidade para se chegar a um sistema financeiro mais seguro e mais bem fiscalizado para evitar a reedição da crise internacional. A crise começou em 2007 nos Estados Unidos, com o estouro de uma bolha de crédito que abalou o sistema financeiro do mundo todo e exigiu grandes injeções de dinheiro público. O socorro fragilizou as finanças públicas especialmente dos países da zona do euro, que já tinham pontos fracos.
..."

terça-feira, 10 de abril de 2012

Caixa corta juros, e Dilma não vê razão para taxas tão altas (Fonte: O Globo)

"SÃO PAULO e WASHINGTON. Seguindo estratégia do governo para forçar os bancos privados a baixar os juros, a Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou ontem um pacote de medidas que incluem cortes de até 87% nas taxas de suas principais linhas de crédito para pessoas físicas. O pacote contempla juros menores e prazos maiores nos empréstimos a micro e pequenas empresas. Ao anunciar o corte, menos de uma semana depois de o Banco do Brasil fazer o mesmo, Jorge Hereda, presidente da Caixa, fez questão de assegurar que todas as medidas têm respaldo técnico e não comprometem a rentabilidade nem o lucro da instituição. Mas admitiu que o banco segue orientação do governo.
..."
Íntegra disponível em http://oglobo.globo.com/economia/caixa-corta-juros-dilma-nao-ve-razao-para-taxas-tao-altas-4534357

sexta-feira, 23 de março de 2012

Projeto da Caixa leva instituição a desistir de 108 recursos em gabinete de ministro (Fonte: STJ)

"Representantes da Caixa Econômica Federal (CEF) estiveram, na tarde desta quinta-feira (22), no gabinete do ministro Luis Felipe Salomão para comunicar o resultado da primeira etapa do “Projeto Desistência STJ 2012”, que visa reduzir o número de recursos para que somente questões de maior relevância sejam julgadas no Superior Tribunal de Justiça.

Dos 173 processos existentes no gabinete do ministro Salomão, a instituição já desistiu de 108, permanecendo apenas 65. O ministro considera esta uma atitude louvável e benéfica para o jurisdicionado e para a Justiça.

“Com essa iniciativa, a estrutura do gabinete pode deixar de cuidar dos recursos de massa. Esta ação da Caixa vem ao encontro da maior eficiência no exame das questões. Passamos a dedicar atenção para o que, efetivamente, é a nossa função principal. É uma iniciativa bastante louvável”, afirmou o ministro, primeiro a colocar seu gabinete à disposição do projeto piloto.

Dos 108 recursos de que a Caixa desistiu, 58 são sobre o Sistema Financeiro de Habitação, 28 sobre crédito comercial, 14 sobre poupança, seis sobre perdas e danos e dois sobre Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o diretor jurídico da Caixa, Jaílton Zanon, a intenção principal é fazer com que o Tribunal possa dar mais atenção a questões de maior relevância para a empresa.

“Percebemos que, com esse grande número de recursos, nós mesmos impedimos os ministros de dar uma atenção especial àquilo que é mais importante, o que realmente merece apreciação de um tribunal da relevância do STJ”, afirmou Zanon.

Critério de desistência
O critério estabelecido pela Caixa para desistência inclui processos com teses já consolidadas no STJ e outros que, embora possam comportar discussão, envolvem valores tão insignificantes que não justificam a apreciação por um tribunal superior.

“Aí vamos partir para um acordo, para o cumprimento da decisão das outras instâncias. Vai ficar aqui somente o que for relevante: ou por ser matéria controvertida ou porque, do ponto de vista econômico, financeiro ou institucional, é uma questão relevante para a Caixa. Hoje há 2.741 recursos no STJ. Nosso objetivo, para daqui a dois meses, é diminuir esse número para 500”, ressaltou Zanon.

Para o diretor jurídico da Caixa, não adianta a instituição desistir de processos e, no futuro, apresentar novas demandas. “O advogado que atua nos tribunais regionais já tem autorização para não recorrer em determinadas matérias. Nós vamos ter maior rigor na fiscalização para ver se a determinação está sendo cumprida efetivamente”, disse."
Extraído de http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=105145

sexta-feira, 16 de março de 2012

JT condena Santander por gerente sugerir uso de favores sexuais para cumprir metas (Fonte: Sindicato dos Bancários

"A 1ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) manteve condenação do Banco Santander em danos morais a uma ex-empregada que ouviu, de seu gerente, a ordem de que deveria cumprir as metas do banco, ainda que fosse necessária a troca de favores sexuais.
O entendimento foi de que é legítimo ao empregador exigir de seus empregados o cumprimento das metas por ele fixadas, desde que isso não cause constrangimento, humilhação e degradação à imagem do trabalhador.

A bancária foi admitida em junho de 1978 como escriturária, e desligou-se da empresa em maio de 2005, por ocasião de sua aposentadoria. Na época, exercia a função de caixa na agência de Sorocaba (SP). Segundo relatou na inicial, os funcionários do banco sempre trabalharam sob constante pressão para o cumprimento de metas.

A empregada contou que, numa das reuniões, o gerente regional teria utilizado palavras de baixo calão para insinuar que as metas deveriam ser cumpridas de qualquer forma, ainda que com troca de favores sexuais. Segundo a bancária, a insinuação constrangeu a todos, e alguns colegas chegaram a chorar, envergonhados. Ela pediu indenização no valor de R$ 55 mil."
Íntegra disponível em http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=noticias_det&id=2071

quinta-feira, 15 de março de 2012

Goldman é 'tóxico', diz executivo ao se demitir em artigo no 'NYT' (Fonte: O Estado de S. Paulo)

"Greg Smith era um dos 12 mil diretores do banco que vem sendo envolvido em escândalos desde a crise financeira de 2008
Acusando o Goldman Sachs de "tóxico e destrutivo", mais interessado em seus ganhos do que nos dos clientes, um jovem executivo do gigantesco banco de investimentos de Nova York, considerado um dos símbolos de Wall Street, pediu demissão ontem em carta publicada em forma de artigo no New York Times.
O episódio, que ontem dominou as discussões no mercado financeiro internacional, chegando a ser o tópico mais discutido no Twitter americano, é apenas o mais recente de uma série de escândalos envolvendo o Goldman Sachs desde a crise de 2008.
"Hoje é o meu último dia no Goldman Sachs", começa o texto de Greg Smith, afirmando em seguida que, depois de mais de uma década trabalhando no banco entre os EUA e a Grã -Bretanha, conhece o "suficiente a cultura da empresa" para afirmar "ser este o ambiente mais tóxico e destrutivo" já visto na carreira.
..."

Diretor do Goldman Sachs sai atirando no sistema e critica a ganância dos grandes banqueiros (Fonte: Correio do Brasil)

"Um dos diretores doGoldman Sachs, gestor dos maiores fundos internacionais, pediu demissão do cargo não sem antes revelar o carrocel de egoísmo e ganância que gira naquela instituição bancária. Um artigo publicado no diário inglês The Independent, nesta quarta-feira, revela as razões que levaram Greg Smith a deixar o emprego: o ambiente no banco nunca esteve tão tóxico e destrutivo como agora. Após 12 anos na direção executiva do Goldman Sachs, Smith acredita que a empresa já não pratica mais os valores que, segundo ele, sempre foram vitais para o sucesso da empresa. No texto, o ex-diretor denuncia práticas moralmente questionáveis, que alavancam o lucro da empresa, mas podem prejudicar os clientes. A firma admitiu, em um comunicado liberado nesta quarta-feira, que seus diretores estão “longe de ser perfeitos”.
..."
Íntegra disponível http://correiodobrasil.com.br/diretor-do-goldman-sachs-sai-atirando-no-sistema-e-critica-a-ganancia-dos-grandes-banqueiros/405319/

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Bancários de SP protestam contra fim das portas giratórias no Itaú Unibanco (Fonte: Rede Brasil Atual)

´´O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região estuda ações para se contrapor à decisão do Itaú Unibanco, está retirando de suas agências as portas giratórias com detectores de metal (exceto nas cidades onde o equipamento é obrigatório por lei municipal). Para a entidade, a empresa vai na contramão das necessidades de segurança dos bancos, seja para os trabalhadores, seja para os clientes.
O diretor do Sindicato Daniel Reis cita números para justificar os protestos. “Houve uma elevação no número de assaltos bancários, de 2010 para 2011, em 19%. Os principais centros onde ocorreram esses assaltos foram nos locais onde não existem mais as portas giratórias.”
O Itaú Unibanco anunciou a retirada das portas em resposta ao alto índice de processos judiciais de clientes que se sentiram constrangidos na hora de entrar nas agências.´´

Extraido de http://correiodobrasil.com.br/bancarios-de-sp-protestam-contra-fim-das-portas-giratorias-no-itau-unibanco/376379/