Páginas
- Início
- Quem somos
- Atuação da Advocacia Garcez
- Eventos
- Direitos Humanos
- Água e Saneamento Básico
- Telecomunicações
- Movimento Sindical
- Comerciários
- Eletricitários
- Bancários
- Terceirização
- Trabalho Infantil
- Trabalho Escravo
- Saúde do Trabalhador
- Segurança do Trabalho
- Jurisprudência
- Mercado de Trabalho
- Corporações
- Processo Legislativo
- Contato
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Fukushima atrasou planos nucleares do Brasil, admite Eletronuclear (Fonte: Jornal da Eenrgia)
Em clima de carnaval, Sindicato protesta contra desrespeito do Santander (Fonte: @bancariospe)
“O problema começa com a falta de funcionários”, diz a presidenta do Sindicato, Jaqueline Mello. “Os bancários do Santander estão convivendo diariamente com a sobrecarga de trabalho e com a extrapolação da jornada, além das metas abusivas que estão acabando com a saúde do trabalhador”, explica Jaqueline.
O protesto desta sexta-feira envolveu clientes e bancários num Carnaval antecipado com direito a confetes, serpentinas e muita animação. Acompanhado de uma Banda de Frevo, o bloco percorreu as seis principais agências do Santander no centro do Recife. A alegria dava o tom às denúncias, cantadas pelo grupo em forma de paródia do hino do Batutas de São José, que convidava: “Deixa as metas pra lá/Minhas horas cansei/já de extrapolar/mas agora que sei/que assim não vai dar/vamos juntos pra luta, unidos mudar”.
O secretário de Administração do Sindicato, Epaminondas Neto, contou que entre as principais queixas dos bancários estão a carência de funcionários e a extrapolação de jornada. “Os bancários fazem hora extra, o banco não paga e obriga o trabalhador a compensar de acordo com sua conveniência. Em geral, o gestor manda o empregado para casa no meio do expediente quando o movimento está fraco. Isso é um absurdo, pois o bancário não pode se planejar para tirar a sua folga quando ele quiser. As metas abusivas são outro problema: aumentam cada vez mais o número de bancários doentes e contrastam com o balanço divulgado recentemente pelo banco, que aponta lucro de quase R$ 8 bilhões no ano passado”, afirma Epaminondas.
Apoio dos clientes - O ato chamou a atenção dos clientes. Na agência Conde da Boa Vista, a aposentada Divanize Peixe, de 74 anos, caiu no frevo: “Maravilha! Se eu morresse agora estava bom demais, que a melhor coisa do mundo é o carnaval!!!”, afirmou.
A alegria do protesto contrastava com o clima de tensão causado pelas metas, exploração, filas e carência de funcionários para dar conta da demanda. Enquanto trabalhava, uma bancária comentava com sua colega de atendimento: “Dá vontade de sair atrás...”
Os clientes, por sua vez, mesmo animados, aproveitavam para criticar o desrespeito dos bancos: “O atendimento prestado pelos funcionários é excelente. Mas deveria ter muito mais gente, porque a quantidade de bancários não é suficiente”, denunciou Eliézer Barros, cliente do Santander da Dantas Barreto, onde dois caixas se desdobravam para dar conta de todo atendimentos no subsolo da unidade.
O bloco não chamou atenção apenas dentro das agências, mas pelas ruas por onde passou. Foram visitadas as agências Veneza e Conde da Boa Vista; Imperatriz, Guararapes, Dantas Barreto e Cais do Apolo.
Para a diretora do Sindicato, Tereza Souza, a atividade foi um sucesso. “A recepção que tivemos nas agências, dos clientes e dos funcionários, foi muito boa. E o bancário pôde constatar que ele não está sozinho, o Sindicato está aí para lutar pelos seus direitos. O banco espanhol não pode vir aqui no Brasil só para explorar os brasileiros. Precisa assumir sua responsabilidade social, que começa com o respeito aos clientes e funcionários”, finalizou Tereza.´´
Extraido de http://www.bancariospe.org.br/noticias_aparece.asp?codigo=3060
Mesmo com lucro recorde de R$ 14,6 bi, Itaú fecha 4.058 empregos em 2011 (Fonte: @ContrafCut)
"A sociedade brasileira não pode aceitar esse absurdo. Como pode uma empresa ter o maior lucro do país, mesmo comprando bancos no exterior, demitir milhares de trabalhadores brasileiros e ainda cortar mais de 4 mil vagas, jogando contra o grande esforço nacional de gerar emprego e renda para fazer frente aos riscos da crise internacional?", questiona Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e funcionário do Itaú.
"Essa é a mais sórdida maneira de concentração de riqueza num país que está entre as dez economias mais desiguais do planeta", critica o dirigente sindical. "Além de reduzir o mercado de trabalho com demissões, o lucro do Itaú é uma afronta a toda a sociedade, uma vez que parte considerável é fruto da cobrança dos juros, dos spreads e das tarifas, que são os mais altos do mundo e que não caem nos bancos, apesar das sucessivas quedas da taxa Selic."
O lucro de R$ 14,6 bilhões do Itaú no ano passado foi 9,74% maior que o resultado de R$ 13,3 bilhões de 2010. A receita com prestação de serviços cresceu 11,39% e as despesas de pessoal aumentaram apenas 7,27% (menos que o índice de reajuste de 9% da campanha nacional do ano passado).
A relação entre as receitas de prestação de serviços e as despesas de pessoal cresceu de 137,34% em 2010 para 142,61% no ano passado. "Ou seja, o Itaú cobre quase uma vez e meia toda a folha de pagamento somente com a cobrança de tarifas dos clientes", critica Carlos Cordeiro.
Clique aqui para ver os principais dados do balanço do Itaú preparados pela subseção do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) na Contraf-CUT.
Com esses números estrondosos, os bancários irão reforçar a mobilização dos trabalhadores para avançar as negociações, que serão retomadas nesta sexta-feira (10), às 15h, em São Paulo. Trata-se da primeira rodada em 2012, que será marcada pela entrega da minuta específica de reivindicações dos funcionários do banco, definida no Encontro Nacional realizado nos dias 14 e 15 de dezembro de 2011.
"A luta pelo emprego é o debate central junto ao Itaú, que tem causado milhares de demissão pelo país afora", avalia Wanderley Crivellari, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, que assessora a Contraf-CUT nas negociações. "A pressão do movimento sindical é por mais contratações e pelo fim da rotatividade", acrescenta.´´
Punição a juiz só será imposta por maioria (Fonte: O Globo)
SDI-2 mantém decisão contra penhora de aposentadoria (Fonte: TST)
Atuação de profissionais da saúde é ampliada em votação no Senado (Fonte: O Estado de S. Paulo)
#Santander reduz auxílio-academia e rasga cartilha de benefícios (Fonte: @ContrafCut)
A medida surpreendeu os trabalhadores. O auxílio para academia de ginástica está previsto na cartilha de benefícios do banco, que tem o título de "Você e a Organização - Confiar para Construir", distribuída em maio de 2009, durante o processo de fusão com o Real. Os valores estavam inclusive congelados, pois desde então nunca foram atualizados, apesar do aumento dos preços das academias.
"O banco rasgou a cartilha, uma vez que tal auxílio está previsto nas páginas 54 e 55 dentro dos chamados benefícios que tratam do 'seu bem-estar'. É um retrocesso injustificável que ocorre ao mesmo tempo em que o Santander divulgou o balanço com lucro que cresceu 5,1% e atingiu R$ 7,75 bilhões, que representa 28% do resultado mundial do banco", avalia o secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr.
Clique aqui para ver as página da cartilha sobre o auxílio-academia.
"Infelizmente ainda não conseguimos incluir esse benefício e outros que estão na cartilha no acordo aditivo do Santander à convenção coletiva, apesar das tentativas que fizemos nas últimas campanhas", destaca o dirigente sindical. "O aditivo protege as conquistas e valoriza os trabalhadores".
"Reivindicamos que o Santander volte atrás e garanta o auxílio-academia para todos os trabalhadores, independentemente de faixa salarial", conclui Ademir. ´´
Extraido de http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=29580
Ex-vendedor da #Ambev receberá R$ 100 mil por humilhações (Fonte: TST)
Fundo de servidor na geladeira (Fonte: Correio Braziliense)
A negociação em torno do adiamento da votação ocorreu na terça-feira, em reunião do colégio de líderes da Câmara, e foi avalizada pelo próprio Marco Maia. Também foi o presidente da Casa que havia bancado, no fim de 2011, a postergação da votação para este ano, a fim de evitar a contaminação pela polêmica em torno da PEC que prorrogava a Desvinculação de Receitas da União (DRU).
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou ontem o projeto que estabelece procedimentos que só podem ser feitos por médicos. Entre eles, estão exames invasivos, como endoscopias e biópsias, formulação de diagnósticos, prescrições terapêuticas e emissão de laudos. Antes de ser votado em plenário, o projeto do Ato Médico terá que ser apreciado pelas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS).´´
Minoritários questionam bônus aos executivos em assembleia do #Santander (Fonte: @ContrafCut)
Os minoritários Ademir Wiederkehr, secretário de imprensa da Contraf-CUT, o Sindicato dos Bancários de São Paulo e a Afubesp registraram votos contrários às propostas do banco. Também votaram contra os minoritários Rita Berlofa, José Reinaldo, Vera Marchioni, Alberto Maranho e Maria Rosani.
Clique aqui para ler a íntegra do voto do diretor da Contraf-CUT.
Clique aqui para acessar o voto do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Ademir questionou novamente a falta de transparência na divulgação das propostas no site do banco, o que dificulta o acompanhamento das informações e dos resultados pelos minoritários. "Entretanto, é possível registrar a inconformidade com a atual política de remuneração e o pagamento de bônus aos altos executivos do banco", destacou.
"O banco possui uma política diferenciada para os membros do alto escalão e o conjunto dos trabalhadores, onde aqueles são supervalorizados enquanto estes recebem os menores valores do mercado e sequer possuem um Plano de Cargos e Salários (PCS) com regras transparentes de valorização e ascensão profissional", comparou Ademir, que também é diretor da Afubesp.
Abismo da desigualdade na remuneração
O dirigente sindical lembrou que, na assembleia geral ordinária, em abril do ano passado, um grupo de acionistas minoritários votou contra a remuneração global anual dos diretores e integrantes do Conselho de Administração do Santander, fixada em R$ 283,5 milhões para o exercício de 2011. "Considerando que, na época o número de tais executivos era 62, cada um deles receberia, em média, R$ 4,5 milhões ao ano, o que significa um ganho mensal de R$ 381,1 mil. Enquanto isso, o piso salarial do bancário foi reajustado para R$ 1.400, um valor 272 vezes inferior, mostrando o abismo da desigualdade na remuneração do banco no Brasil", frisou Ademir.
O diretor da Contraf-CUT registrou "indignação" diante dos bônus pagos ao ex-diretor do Santander para a América Latina, Francisco Luzón. Segundo informações da Europa Press, o executivo receberia uma pensão acumulada de 55,9 milhões de euros. A esse montante seriam acrescentados mais 10 milhões de euros a título de "outros seguros". Trata-se de uma indenização "repugnante", como apontou o secretário-geral da Federação Bancária das Comisiones Obreras (Comfia), José María Martínez, no momento em que os bancos da Espanha propõem congelar os salários dos trabalhadores.
Para Ademir, "o pagamento de bônus aos executivos deve estar conectado com a remuneração de todos os trabalhadores do banco, devendo incluir o fim da política de rotatividade, a criação de planos de carreiras, o atendimento de passivos dos funcionários da ativa e aposentados, como o pagamento do serviço passado do Plano II do Banesprev, a correção das aposentadorias e pensões dos pré-75 do Banespa, o restabelecimento das regras antigas do ex-HolandaPrevi, hoje SantanderPrevi, e uma solução para o passivo trabalhista dos aposentados, como o pagamento das gratificações semestrais estatutárias para os aposentados do Banespa".
No voto, o Sindicato cobra soluções para as pendências apontadas pelos funcionários aposentados do Banespa (incorporado pelo Santander), reivindica soluções para o fundo de pensão (Banesprev) e evidencia os problemas enfrentados pelos trabalhadores do grupo como a imposição de metas inatingíveis na venda de produtos, a falta de funcionários para atender adequadamente a população entre outras questões.
"Abordamos as sucessivas demissões no Brasil, a questão dos aposentados referentes à desblindagem dos títulos públicos e a correção do INPC e a falta de aporte do serviço passado, no Plano II do Banesprev, que é de responsabilidade do banco" afirmou o diretor da Afubesp, José Reinaldo.
Por um representante eleito no Comitê de Remuneração
Em relação ao Comitê de Remuneração, o dirigente da Contraf-CUT propôs que "um dos integrantes seja escolhido diretamente entre os empregados do banco, através de processo eleitoral democrático, mediante regras definidas com as entidades sindicais dos trabalhadores".
"Considero que uma política de remuneração de administradores, além de ser compatível com a gestão de riscos do banco, dentre outros critérios, também deve levar em conta a remuneração dos trabalhadores do banco, buscando reduzir as desigualdades e melhorar a distribuição da renda. Para tanto, é fundamental a participação de um representante eleito democraticamente pelos empregados", justificou.
"Apresento esses votos contrários, como forma de manifestar a minha insatisfação com a desigualdade na política de remuneração do banco e chamar a atenção dos dirigentes da instituição e dos acionistas majoritários para a necessidade de adotar procedimentos que valorizem o conjunto dos funcionários e aposentados, e respeitem o Brasil e os brasileiros", concluiu Ademir.
Os representantes do Santander ouviram os votos contrários e as manifestações dos minoritários, mas não responderam os questionamentos.´´
Extraido de http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=29585
JT é competente para julgar ação de agente comunitária de saúde eregime celetista (Fonte: TST)
Atuação de profissionais da saúde é ampliada em votação no Senado (Fonte: O Estado de S. Paulo)
Empregado horista em turno de revezamento ganha horas extras a partir da sexta hora trabalhada (Fonte: TST)
Supremo dá poder ao CNJ para barrar manobra de tribunais (Fonte: O Estado de S. Paulo)
Após três dias de sessão, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu ontem o julgamento da ação que podia limitar os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os ministros julgaram constitucionais dois artigos da resolução do CNJ que buscam impedir manobras corporativas nos tribunais para evitar a punição a magistrados.
"Punição a torturadores perto de se tornar real" (Fonte: Correio Braziliense)
Correio Braziliense - 09/02/2012
Apurações da Comissão da Verdade poderão levar a processos contra agentes do Estado que cometeram abusos na ditadura
O governo modificou o tom cauteloso do discurso adotado em meados de 2011, quando ainda tentava aprovar a lei que cria a Comissão da Verdade. Naquele momento, prevalecia a tese de que o colegiado teria efeitos tão etéreos quanto a "efetivação do direito à memória", o que gerou resistências de setores ligados aos direitos humanos e de familiares de vítimas. Agora, passados três meses desde a sanção presidencial que criou o colegiado, começa a ser desenhada a perspectiva de punição real para aqueles que tenham cometido crimes durante o período da ditadura militar.
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse ao Correio que as informações reunidas pela comissão poderão dar origem a processos de condenações semelhantes aos que ocorreram em países vizinhos. Ela observa que, na América Latina, a iniciativa de revisão dos atos governamentais praticados durante períodos autoritários não tiveram início com um caráter punitivo. No entanto, o clamor social fez com que resultassem em amplos processos de condenação, como o que ainda ocorre na Argentina, onde mais de 200 agentes repressores já foram punidos. "Reconhecemos legítimo quando a sociedade propõe e luta no sentido da responsabilização criminal", diz a ministra.
Maria do Rosário afirma que o acesso aos documentos e testemunhos fundamentais para a construção da narrativa do período serão assegurados, se preciso, por vias policiais. "Qualquer arquivo será aberto para a comissão, seja privado ou público", pontua.
Para Gilda Carvalho, procuradora federal dos Diretos do Cidadão, o Ministério Público deve encaminhar denúncias a partir de informações levantadas pela comissão que contenham fatos criminosos. Ela sustenta, inclusive, que a Lei de Anistia não será empecilho para futuras condenações aos repressores. "Nós somos signatários de uma convenção internacional sobre direitos humanos que, hierarquicamente, está acima dessa legislação ordinária. Os tribunais brasileiros não podem dar a última interpretação sobre tratados firmados pelo país em âmbito internacional."
As discussões sobre os sete nomes que irão compor a comissão são realizadas a portas fechadas. Interlocutores do Planalto afirmam que a composição deverá refletir a Esplanada que Dilma Rousseff vem tentando montar, dividida entre perfis técnicos e políticos. Militares, no entanto, não deverão compor o colegiado, por decisão da presidente. Há ainda uma discussão com juristas sobre impedimentos à participação de membros do Ministério Público no grupo, já que o órgão será o responsável pelos encaminhamentos de denúncias criminais.
Três perguntas para - Maria do Rosário
Ministra da Secretaria de Direitos Humanos
Quais serão os resultados práticos da Comissão da Verdade?
A comissão em si não terá papel jurisdicional ou punitivo. Mas as informações que ela vai buscar e organizar, inclusive sobre as circunstâncias de mortes, de tortura e de responsáveis, efetivamente poderão ser utilizadas para movimentar procedimentos de natureza jurídica pelo Ministério Público. A comissão vai apresentar informações e a sociedade vai fazer com elas o que acreditar ser melhor.
A confirmação da Lei de Anistia pelo STF pode ser um empecilho para isso?
Não. Esse é um debate que vai ter que ser travado entre o MP, a sociedade e o Poder Judiciário. Para fazermos avançar a Comissão da Verdade, tivemos que fazer uma opção política. O Poder Executivo não está debatendo a Lei de Anistia. Se tivéssemos centrado a construção da comissão na responsabilização criminal, não teríamos avançado. Mas essa opção não deixa de reconhecer que a sociedade tem sua própria agenda de responsabilização criminal, que é legítima.
Então o Brasil pode chegar a um processo de condenações, como em países vizinhos?
Perfeitamente. Nenhum país entre os quase 40 que tiveram uma comissão da verdade teve em sua primeira agenda a responsabilidade criminal. Mesmo as experiências mais fortes de responsabilização criminal, como a da Argentina, não começaram pela parte penal. Começaram pela busca de informações. E, depois, a sociedade argentina, indignada com os fatos, reagiu àquilo, exigindo mais."

