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quinta-feira, 21 de junho de 2012
MPT aperta o cerco contra terceirização na Coelba (Fonte: @sinergiabahia)
“A ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia para que a Coelba acabe com a terceirização teve no final de maio mais um capítulo com sentença da juíza do trabalho Andréa Presas Rocha, que impede a companhia de contratar serviços relacionados às suas atividades-meio, sob pena de multa diária de R$ 50.000,00. A juíza determinou, também, que a empresa deve rescindir os atuais contratos firmados com empresas terceirizadas, que prevejam a prestação de serviços afetos às suas atividades-fim.
Para o procurador-chefe do MPT na Bahia Pacífico Rocha, “a busca de uma solução conciliatória deve ser buscada para que esse tipo de relação de trabalho, que é precária, deixe de existir. A preocupação do MPT é de afastar a precarização dos empregados de empresas terceirizadas do setor elétrico.
O Sinergia tem contribuído nesta luta municiando o MPT de informações sobre a terceirização nefasta na Coelba. “Esta é uma batalha que iremos colocar nossas forças. Acabar com a terceirização significa humanizar as relações trabalhistas”, destacou o coordenador do Sinergia, Regino Marques.
Confira a íntegra da sentença:
Ação Civil Pública contra a terceirização na Coelba”
Extraído de http://sinergiabahia.com.br/?p=2553
terça-feira, 22 de maio de 2012
Cemig admite interesse na Neoenergia (Fonte: O Estado de S. Paulo)
No evento, Rolla deixou claro que a companhia tem interesse em crescer via aquisições. Nessa estratégia, a Neoenergia desponta como uma boa alternativa, por estar em uma área de concessão com grande potencial de crescimento. Controlada pela Previ (49%), Iberdrola (39%) e o Banco do Brasil (12%), a Neoenergia é uma holding que reúne três distribuidoras elétricas no Nordeste: Coelba, na Bahia, Celpe, em Pernambuco, e Cosern, no Rio Grande do Norte. O executivo enxerga sinergias ente as operações das duas empresas. / M.C."
Extraído de http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cemig-admite--interesse-na--neoenergia-,876103,0.htm
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
"#BB lucra R$ 12,1 bilhões" (Fonte: Correio Braziliense)
Correio Braziliense - 15/02/2012
O Banco do Brasil bateu mais um recorde em 2011, apresentando um lucro líquido de R$ 12,1 bilhões. O resultado só ficou abaixo do Itaú Unibanco, que fechou o ano passado com um lucro líquido de R$ 14,6 bilhões. O ganho do maior banco público do país foi de R$ 2,9 bilhões no último trimestre. A redução chega a 25,7%, na comparação com o mesmo período de 2010, quando o BB incorporou parte do superavit do fundo de pensão dos seus funcionários, o Previ. Apesar da queda, os investidores reagiram bem aos ganhos da instituição. As ações do BB tiveram valorizaçlão de 4,1% no fechamento do pregão da bolsa paulista ontem.
Os resultados que o BB vem apresentando nos últimos anos são um reflexo da estratégia adotada pelo banco. "A inadimplência está baixa e as despesas, sob controle", pontuou Monteiro. De acordo com ele, o Banco do Brasil vem emprestando mais nas linhas que rendem menos, ou seja, está apostando no crédito mais barato para o cliente, como o consignado e o financiamento habitacional. Em contrapartida, essa opção implica menor risco para a instituição. "Ao mesmo tempo que o banco cumpre a sua função social, ele também dá resultado", assegurou Monteiro.
Otimismo
A carteira de crédito ampliada, que engloba as garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, atingiu R$ 465,09 bilhões, com crescimento de 5,3% no último trimestre e de 19,8% em 12 meses. Com isso, a participação do BB no mercado de crédito chegou a 19,2% em dezembro. O crédito habitacional cresceu 122,9% no ano passando, atingindo, em dezembro, R$ 7,6 bilhões. Já o crédito total às
pessoas físicas alcançou R$ 130,5 bilhões no mesmo mês, com incremento de 15,5% no ano. O crédito consignado chegou a R$ 51,2 bilhões. Nesse caso, a expansão foi de 13,9% — a instituição passou a deter 32,3% do mercado.
Mesmo num ano difícil — no início de 2011, o governo colocou em prática as chamadas medidas macroprudenciais para evitar uma expansão desenfreada do crédito —, o BB conseguiu reduzir a inadimplência em 0,2 ponto percentual. O índice das operações com atrasos superiores a 90 dias fechou dezembro com 2,1%. Esse número estava 2,3% em dezembro de 2010. O vice-presidente de Finanças, Ivan Monteiro, está otimista com 2012. "O governo reduziu muito as medidas macroprudenciais que afetaram a dinâmica do crédito consignado no ano passado. Sem restrições, as operações devem recuperar espaço", avaliou.
Banco negocia a Neoenergia
O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, confirmou ontem que foi procurado pelo espanhol Iberdrola, grupo interessado em comprar a participação de 12% do BB no Neoenergia, conglomerado que controla distribuidoras elétricas nos estados da Bahia (Coelba), de Pernambuco (Celpe) e do Rio Grande do Norte (Cosern). Mas, de acordo com Bendine, as negociações ainda estão em estágio preliminar. "Precisamos conversar com nosso fundo de pensão (Previ, que também é sócio da Neoenergia). Não há perspectiva de desfecho a curto prazo", disse ele."
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
"Sobra de #energia pode encarecer contas de luz" (Fonte: Estadao)
O Estado de S. Paulo - 28/01/2012
Demanda menor do que as projeções das distribuidoras provoca excedente de 104,13 MW médios; número deve dobrar neste ano As projeções feitas pelas distribuidoras de energia elétrica ficaram bem acima da demanda registrada no ano passado (e deve se repetir em 2012). Obrigadas a ter 100% do mercado coberto por contratos de longo prazo, elas estão com sobra de eletricidade em suas carteiras - fato que pode representar prejuízo para acionistas e consumidores. Pelos dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em 2011, 20 concessionárias tiveram sobra de, no mínimo, 104,13 megawatts (MW) médios. Neste ano, são 27 empresas e 230,85 MW médios. O diretor da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), José Gabino, explica que vários fatores impactaram as projeções das concessionárias. Uma delas foi a piora da crise mundial, que afetou o consumo das indústrias - em 2011, o crescimento foi de 2,3% nessa classe de consumo. Mas há quem afirme que, em alguns casos, as distribuidoras erraram nas projeções, pois o consumo residencial e comercial continuou forte, com crescimentos de 4,6% e 6,3%, respectivamente. Outra justificativa é a migração de consumidores "especiais" (abaixo de 3 MW) para o mercado livre (ambiente onde o cliente contrata sua energia no mercado, sem a interferência da distribuidora). De acordo com novas regras, esses clientes podem deixar as distribuidoras a qualquer momento para firmar contratos com outros fornecedores, desde que compre energia alternativa (eólica, biomassa, etc.). "Este mercado tem crescido muito e traz preocupações com o futuro", diz Gabino. Bertin. Para resolver o problema pontual, a Abradee apresentou à Aneel uma proposta para suspensão temporária de contratos firmados com o Grupo Bertin, que esta enrolado com vários projetos. O acordo envolve sete usinas da empresa que estão com o cronograma atrasado, afirma o diretor da Aneel Julião Silveira Coelho. Como a energia dessas unidades está contratada, a empresa teria de ir a mercado para comprar energia e honrar os compromissos. Do outro lado, no entanto, as distribuidoras estão sobrecontratadas e não precisam da eletricidade neste momento. A suspensão dos contratos, que está sendo discutida na Aneel, resolveria os problemas dos dois lados. Coelho explica que até o nível de 103% de sobrecontratação os custos da sobra podem ser repassados para a conta de luz do consumidor. Acima desse nível, o prejuízo vai para o acionista. Uma análise feita pelo assessor da Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia e de Consumidores Livre (Abradee), Fernando Umbria, com base em notas técnicas da Aneel, revela que há casos de sobrecontratação de até 40%. Ele explica, entretanto, que as regras do setor permitem um ajuste de contas entre as distribuidoras. Quem está subcontratado negocia com quem tem sobra de energia, e os níveis diminuem. Ainda assim, as sobras continuaram. Nas empresas da Eletrobrás, por exemplo, a sobra de energia foi de 5,4% na Distribuição Piauí e 4% na Distribuição Alagoas. Entre as distribuidoras da Neoenergia, a Coelba teve sobra de 3%; a Celpe, 1,8%; e a Cosern, 3,6%."
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
#Aneel nega pedidos para suspender regra do terceiro ciclo tarifário (Fonte: Jornal da Energia) #Coelba #Light
Por Luciano Costa

O efeito suspensivo era pedido para as mudanças na metodologia referentes à definição dos custos operacionais que serão aplicados nas revisões ao longo do terceiro ciclo. A Aneel decidiu, em novembro, adotar parâmetros para esse indicador associados a um nível estimado de eficiência média com o objetivo de incentivar as empresas a aprimorar a gestão e aumentar a eficiência.
De acordo com despacho publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (4/1), o diretor-geral da Aneel não viu, nas novas regras, "requisitos da fumaça do bom direito e do justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação", que poderiam justificar uma suspensão das mudanças aprovadas."
Extraido de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=8676&id_tipo=2&id_secao=14&id_pai=0&titulo_info=Aneel%20nega%20pedidos%20para%20suspender%20regra%20do%20terceiro%20ciclo%20tarif%26aacute%3Brio
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Negócio com Iberdrola tem aval do governo federal (Fonte: Valor Econômico)
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Espanhóis compram o controle da Neoenergia (Fonte: Valor Econômico)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
MPT realiza pente-fino nas distribuidoras de energia contra terceirização (Fonte: Jornal da Energia)
Ações Civis contra concessionárias
Na Bahia, após negociações frustradas com a Coelba para adequação do quadro de pessoal, o procurador Alberto Balazeiro ajuizou ação civil pública e já obteve decisão liminar da 16ª Vara do Trabalho de Salvador. A juíza Andréa Rocha determinou que todos os contratos para prestação de serviços na atividade fim da empresa sejam encerrados em 180 dias.
Em entrevista ao Jornal da Energia, o assessor jurídico da Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), Braz Pesce Russo, disse que a questão da terceirização já se tornou uma "ideologia no setor". Para o advogado, a prática está assegurada em lei e tem como última finalidade contribuir para a modicidade tarifária.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Rede sindical urbanitária da América latina se reúne em Salvador (Fonte: Sinergia - BA)
"Lideranças debateram suas realidades em reuniões organizadas de acordo com as multinacionais que representam.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
CEB terá recurso do BNDES para evitar apagão na Copa (Fonte: Valor Econômico)
sexta-feira, 17 de junho de 2011
"Eletropaulo é a 4ª em compensações" (Fonte: O Estado de S. Paulo)
- O Estado de S.Paulo
A Eletropaulo foi a quarta distribuidora de energia que mais pagou compensações a seus clientes no ano passado. A empresa, que atende a Região Metropolitana de São Paulo, teve que desembolsar R$ 25,7 milhões para compensar consumidores que ficaram sem luz. No geral, as interrupções no fornecimento de energia e demora no restabelecimento dos serviços custaram R$ 360,2 milhões para 61 concessionárias que operam no Brasil.
O ressarcimento aos consumidores pelos descumprimentos dos indicadores de qualidade passou a vigorar no ano passado. Até então, as empresas que registravam números excessivos de apagões ou demora na retomada do sistema pagavam uma multa para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), órgão responsável pela fiscalização do setor.
Por concentrar o maior número de consumidores, o Sudeste foi o campeão em compensações pagas. No ano passado, foram quase 36 milhões de pagamentos, distribuídos entre as 22 distribuidoras que atuam na região. Somente a Eletropaulo, que atende cerca de 6,1 milhões de unidades espalhadas na capital paulista e em outras 24 cidades do entorno, pagou 7,8 milhões de compensações. A mineira Cemig, a maior distribuidora do País em número de unidades atendidas, desembolsou R$ 20,7 milhões para quitar 11,1 milhões de compensações registradas ao longo do ano passado. A empresa atende 7 milhões de casas, empresas e indústrias. A empresa aparece na quinta posição entre as que mais pagaram compensações em 2010.
Líder. Apesar da menor concentração de consumidores, a região Norte desbancou o Sudeste no ano passado em termos de valores pagos em compensações por falhas no sistema elétrica. As seis empresas que operam na região responderam por 27,5% de tudo o que foi pago no Brasil. A Celpa, empresa do grupo Rede Energia que atende o Pará, gastou R$ 82 milhões para seus consumidores. A empresa, que lidera o ranking de pagadoras de compensações, atende 1,7 milhão de unidades consumidoras de eletricidade, em 143 municípios paraenses.
No Nordeste, a Coelba, empresa do grupo Neoenergia que opera na Bahia, arcou com R$ 25,9 milhões em compensações, garantindo assim a terceira posição na lista nacional. Juntas, as 11 distribuidoras que operam na região tiveram que sacar dos cofres R$ 114,5 milhões, praticamente um terço das indenizações do País.
Piora. O diretor-geral da Aneel, Nelson Hübner, admitiu na quarta-feira que houve piora no índice que mede a duração da falta de energia para os consumidores da Eletropaulo. Os dados do órgão regulador mostram que em 2010, os clientes da concessionária ficaram, em média, 10 horas e 36 minutos sem luz. Quatro anos antes, a média de tempo sem energia elétrica na Região Metropolitana de São Paulo foi de 7 horas e 52 minutos.
Mesmo reconhecendo os problemas, Hübner deixou claro que a Aneel não vai intervir na empresa como solicitado pelo Procon paulista. Na avaliação do dirigente da agência, se a Aneel tivesse que tomar essa providência em função dos indicadores de qualidade, metade das distribuidoras do País, que estão em situação pior que a Eletropaulo, teriam que sofrer intervenção.
Apenas este ano, os consumidores atendidos pela Eletropaulo enfrentaram dois apagões. Um deles em fevereiro por conta de falha em uma subestação; o outro foi registrado no último dia 7, por causa de um vendaval."
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
"Indústria quer cobrar prejuízos com apagão" (Fonte: Valor Econômico)
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Venda da Elektro pode ser o começo de grande movimentação no mercado de energia brasileiro (Fonte: Gazeta do Povo)
O fato de a Previ fazer parte do bloco de controle da Neoenergia, com participação direta de 22,2 por cento e indireta de 26,8 por cento, seria um impeditivo para as intenções da Iberdrola, que detém 39 por cento do capital da Neoenergia.
GIGANTE DO SETOR
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