"A Companhia Energética de Brasília (CEB) e a paulista Cteep tiveram mudanças em suas diretorias anunciadas ao mercado. A concessionária do Distrito Federal elegeu, em reunião do conselho de administração, a diretoria para mandato até abril de 2013.
O diretor-presidente da empresa, Rubem Fonseca Filho, segue no cargo, enquanto assumem como novos dirigentes o engenheiro Setembrino de Menezes Filho, na diretoria de Geração e Negócios; a contadora Eli Soares Jucá, como dirigente administrativo-financeira; e o engenheiro Manoel Clementino Barros Neto, como diretor-tecnico.
Na Cteep, o diretor financeiro e de relações com investidores, Marcio Lopes Almeida, renunciou ao cargo e será substituído, em caráter interino, pelo presidente da companhia, Cesar Ramirez."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=10030&id_secao=17
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
BNDES aprova emprestimo de R$ 604 milhões GDF para quitar dívida da CEB (Fonte: Correio Braziliense)
"O Governo do Distrito Federal deve receber R$ 604 milhões do Comitê de Enquadramento e Crédito do Banco Nacional (BNDES). O empréstimo foi aprovado nessa última terça-feira (24/4). O razão da quantia é a o pagamento de parte da dívida da Companhia Energética de Brasília, que chega a R$ 877 milhões. Para concretizar o recebimento do dinheiro falta apenas a aprovação da diretoria do Banco Nacional.
Sete técnicos do BNDES estiveram na CEB no início da ano para analisar as capacidades técnicas, administrativas e financeiras para obter o empréstimo. A intenção do governo é que essa quantia resolva os problemas financeiros da empresa. Para o presidente da CEB, Rubem Fonseca, a capacidade de investimentos da empresa deve aumentar.
..."
Íntegra disponível em http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/04/26/interna_cidadesdf,299722/bndes-aprova-emprestimo-de-r-604-milhoes-gdf-para-quitar-divida-da-ceb.shtml
Sete técnicos do BNDES estiveram na CEB no início da ano para analisar as capacidades técnicas, administrativas e financeiras para obter o empréstimo. A intenção do governo é que essa quantia resolva os problemas financeiros da empresa. Para o presidente da CEB, Rubem Fonseca, a capacidade de investimentos da empresa deve aumentar.
..."
Íntegra disponível em http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/04/26/interna_cidadesdf,299722/bndes-aprova-emprestimo-de-r-604-milhoes-gdf-para-quitar-divida-da-ceb.shtml
quarta-feira, 28 de março de 2012
Subestação móvel de energia elétrica é apresentada em Taguatinga (Fonte: Correio Braziliense)
"Foi apresentada hoje em Taguatinga a primeira subestação móvel da Companhia Energética de Brasília (CEB). Comprada por cerca de R$ 7 milhões em outubro do ano passado e com capacidade de atender a mais de 16 mil residências, a unidade pretende possibilitar que o sistema de energia elétrica seja reforçado em qualquer lugar do Distrito Federal.
..."
Íntegra disponível em http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/03/27/interna_cidadesdf,295177/subestacao-movel-de-energia-eletrica-e-apresentada-em-taguatinga.shtml
..."
Íntegra disponível em http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/03/27/interna_cidadesdf,295177/subestacao-movel-de-energia-eletrica-e-apresentada-em-taguatinga.shtml
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Melhorias só em 2012, diz CEB (Fonte: Correio Braziliense)
"Diretor presidente da empresa revela que os investimentos feitos em 2011 serão percebidos a partir do próximo ano. Até lá, o brasiliense deverá ter paciência para enfrentar os picos de luz da época de chuvas
O brasiliense continuará a conviver com constantes picos de energia e apagões típicos do período chuvoso. Isso porque a Companhia Energética de Brasília (CEB) admitiu que o sistema elétrico não está preparado para a demanda e que os investimentos para 2011 — cerca de R$ 138 milhões — em subestações e novas linhas de transmissão só devem surtir efeito a partir de 2012, quando as obras estarão finalizadas. Também significa que o sofrimenro dos moradores permancerá com as oscilações de energia, como a vivida pelos moradores da 115 Sul no último fim de semana, que ficaram mais de 60 horas com o fornecimento de luz instável.
Como as intervenções não estarão prontas para a atual época de chuvas, que promete ser intensa nos próximos dias, com pancadas e trovoadas, a CEB e o GDF resolveram amenizar os riscos de quedas de energia. Por conta disso, intensificaram a poda de árvores. Nesse período, ventos fortes levam telhas e galhos, que acabam atingindo a rede de alta-tensão. Além disso, acidentes de trânsito frequentemente terminam em colisões de postes de iluminação pública — em média, cinco estruturas são atingidas por veículos por dia no DF. Para recuperar a energia de um local no qual um poste acabou atingido, a CEB demora até quatro horas.
Além disso, a empresa moderniza o sistema de atendimento à população. E espera colocar em operação, no centro de Taguatinga, uma subestação móvel que está em fase de testes. "Como os sistemas de energia estão sobrecarregados e as alternativas ainda estão sendo construídas, a população não vai sentir muita diferença na qualidade da energia em relação às chuvas do ano passado. Vai melhorar a partir de 2012, em 2013 vai estar melhor e assim por diante", explicou o diretor presidente da CEB, Rubem Fonseca Filho.
A época de chuva só realça o que o brasiliense sente o ano inteiro: a energia de má qualidade que chega às residências e aos comércios. Por mais de 10 anos, a estrutura de distribuição da capital do país não passa por investimentos, o que a coloca entre as piores do país (leia Memória). A deterioração cresce proporcionalmente à média de consumo de eletricidade, que, em Brasília, é quase o dobro da nacional. Enquanto o aumento do consumo do brasileiro é de 4% ao ano, no DF é de 7,2%.
Descaso
A soma de instalações precárias e sobrecarregadas traz prejuízos como o da comerciante Juliana de Castro Pedro, 34 anos, dona de uma cafeteria na 115 Sul. Segundo a proprietária, a energia da loja começou a oscilar logo após a chuva da sexta-feira e só voltou ao normal no início da manhã de ontem. "Ainda não contabilizei o prejuízo, mas tive que fechar a loja no sábado e no domingo por falta de luz", relatou. Indignada, ela escreveu na vitrine do estabelecimento: "O café está fechado por causa da incompetência e do descaso da CEB".
A soma de instalações precárias e sobrecarregadas traz prejuízos como o da comerciante Juliana de Castro Pedro, 34 anos, dona de uma cafeteria na 115 Sul. Segundo a proprietária, a energia da loja começou a oscilar logo após a chuva da sexta-feira e só voltou ao normal no início da manhã de ontem. "Ainda não contabilizei o prejuízo, mas tive que fechar a loja no sábado e no domingo por falta de luz", relatou. Indignada, ela escreveu na vitrine do estabelecimento: "O café está fechado por causa da incompetência e do descaso da CEB".
Na mesma quadra, a recepcionista de um salão de beleza espalhou extensões por todo o salão para atender a clientela sem prejuízos. Segundo ela, apenas três das nove tomadas do local funcionavam por causa dos picos de luz. "A sorte foi que o movimento no fim de semana estava menor devido ao feriado de 12 de outubro", contou a recepcionista Evanice Santos de Oliveira, 30 anos.
Na tentativa de evitar dor de cabeça aos consumidores, a CEB determinou a construção de 78 quilômetros de linhas de transmissão e de três novas subestações de energia, no Riacho Fundo, em Samambaia e em Águas Claras. Atualmente, são 33 em todo o DF.
A ideia da empresa é modernizar a rede e evitar apagões em cidades inteiras. Hoje, o sistema do DF é pouco seccionado. É possível encontrar trechos, por exemplo, de 50km com a mesma rede elétrica. O que significa que, se a energia de um trecho é interrompida, a região vai ficar sem eletricidade. A intenção, então, é dividir e criar um sistema interligado. "Dessa forma, se faltar energia, vamos achar mais rápido o ponto que deu problema. E, enquanto fazemos o reparo, podemos deixar a população com a luz ligada em outro lugar", explicou Rubem Filho.
Juliana Pedro, dona de uma cafeteria na mesma quadra, teve de fechar a loja no sábado e no domingo
Nova subestação
A reclamação da presidente Dilma Rousseff quanto aos constantes apagões em Brasília surtiu efeito. O Governo do Distrito Federal anunciou que vai providenciar uma subestação para atender exclusivamente a área central da capital federal. A insatisfação da presidente começou durante uma reunião no Palácio do Planalto, quando houve um pico de luz enquanto Dilma recebia uma autoridade internacional.
A reclamação da presidente Dilma Rousseff quanto aos constantes apagões em Brasília surtiu efeito. O Governo do Distrito Federal anunciou que vai providenciar uma subestação para atender exclusivamente a área central da capital federal. A insatisfação da presidente começou durante uma reunião no Palácio do Planalto, quando houve um pico de luz enquanto Dilma recebia uma autoridade internacional.
Fique atento
» O cliente deve ser restituído por eventuais prejuízos causados por falhas no fornecimento.
» O cliente deve ser restituído por eventuais prejuízos causados por falhas no fornecimento.
» A legislação regulamenta apenas a indenização por danos em
aparelhos elétricos.
aparelhos elétricos.
» Perdas de mantimentos ou de renda devem ser questionadas na Justiça. As solicitações devem ser feitas pelo titular da fatura.
» O prazo para registrar o pedido de reparação na empresa é de 90 dias corridos a contar da data da ocorrência.
» A empresa tem 15 dias para se posicionar a partir do pleito ou da realização da vistoria (que deve ser feita em até 10 dias, mas é opcional).
» Sendo o pedido procedente, a distribuidora tem até 20 dias para ressarcir o consumidor (em dinheiro), consertar ou substituir o aparelho danificado.
» O telefone de atendimento 24h da CEB é o 0800 61 0196.
Medidas emergenciais
Para compensar a carência na área energética e tentar amenizar outros problemas decorrentes da chuva — como desmoronamentos e buracos nas pistas —, representantes de vários setores do GDF estiveram reunidos ontem e sábado no Palácio do Buriti para encontrar soluções conjuntas e minimizar os prejuízos. A iniciativa aconteceu após os transtornos gerados pelo temporal da última sexta-feira. Choveu 36mm em uma hora e meia. Por causa da chuva forte, o brasiliense conviveu com alagamentos, apagões e congestionamentos das principais vias. A intenção do governo é resolver esse tipo de problema. Estiveram presentes nos dois encontros o governador em exercício, Tadeu Filippelli, o secretário de obras, Oto Silvério, e diretores da CEB e da Novacap. Entre as principais medidas estão a poda de árvores, a modernização de semáforos localizados em cruzamentos e a disponibilização de um número específico para a população denunciar buracos nas pistas, mato alto e bocas de lobo entupidas. Enquanto o número não é divulgado, os cidadãos podem usar o 156."
Para compensar a carência na área energética e tentar amenizar outros problemas decorrentes da chuva — como desmoronamentos e buracos nas pistas —, representantes de vários setores do GDF estiveram reunidos ontem e sábado no Palácio do Buriti para encontrar soluções conjuntas e minimizar os prejuízos. A iniciativa aconteceu após os transtornos gerados pelo temporal da última sexta-feira. Choveu 36mm em uma hora e meia. Por causa da chuva forte, o brasiliense conviveu com alagamentos, apagões e congestionamentos das principais vias. A intenção do governo é resolver esse tipo de problema. Estiveram presentes nos dois encontros o governador em exercício, Tadeu Filippelli, o secretário de obras, Oto Silvério, e diretores da CEB e da Novacap. Entre as principais medidas estão a poda de árvores, a modernização de semáforos localizados em cruzamentos e a disponibilização de um número específico para a população denunciar buracos nas pistas, mato alto e bocas de lobo entupidas. Enquanto o número não é divulgado, os cidadãos podem usar o 156."
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
CEB terá recurso do BNDES para evitar apagão na Copa (Fonte: Valor Econômico)
"Com o quarto pior índice de satisfação do consumidor entre as empresas das doze cidades-sede, a Companhia Energética de Brasília (CEB) acertou um empréstimo de R$ 800 milhões com o BNDES para quitar parte de suas dívidas e executar investimentos. Auxiliares do governador Agnelo Queiroz (PT) garantem que o acordo já recebeu sinal verde da presidente Dilma Rousseff. Segundo eles, os recursos deverão ser liberados em um prazo de dois a três meses. Entre as garantias dadas pela CEB, como contrapartida ao empréstimo, está um terreno avaliado em R$ 274 milhões no novíssimo bairro do Noroeste, que tem um dos mais caros metros quadrados do país.
Atualmente, a dívida da CEB está em R$ 877 milhões. Desse total, 45% é de curto prazo (vencimento em até cinco anos) e será paga com o empréstimo. O restante se destinará a investimentos, incluindo os necessários para a Copa do Mundo de 2014. "O nosso sistema de distribuição está trabalhando no limite. Temos subestações operando no máximo ou até acima da capacidade. Entre 30% e 40% dos transformadores estão nessa situação", afirma o diretor de engenharia da empresa, Mauro Martinelli.
De acordo com pesquisa feita anualmente pela Aneel para medir a satisfação do consumidor, a CEB só supera a Cemat (MT), a Amazonas Energia (AM) e a Coelba (BA), entre as distribuidoras que atendem as doze cidades-sede da Copa. A atual diretoria da CEB culpa as gestões anteriores - o governo do Distrito Federal tem dívidas acumuladas de R$ 185 milhões com a área de distribuição da estatal.
O sistema que atende Brasília é essencialmente radial, ou seja, só existe um caminho para a eletricidade chegar de um ponto a outro. A intenção da CEB é mudar esse sistema para um eletroanel.
Para isso, há obras em andamento no valor de R$ 54 milhões, que incluem novas linhas e subestações. Outros quatro empreendimentos, que somam R$ 43 milhões, já foram licitados e estão em processo de contratação: a subestação da Hípica (para atender a ampliação do aeroporto e o futuro veículo leve sobre trilhos), a subestação de Samambaia Oeste, a linha Samambaia-Samambaia Oeste e uma linha subterrânea para interligar as subestações Núcleo Bandeirante, Hípica e Embaixadas Sul.
Além disso, a CEB assinou contrato de R$ 54 milhões com a Terracap, estatal que constrói o Estádio Nacional, a arena em estágio mais avançado entre as cidades-sede. Haverá uma nova subestação compacta para atender ao estádio e ampliação nas subestações Sudoeste e Brasília Centro.
O prazo para a conclusão das obras é maio de 2013. "Tem de estar tudo pronto para a Copa das Confederações. Estamos com o cronograma em dia", garante Martinelli."
quarta-feira, 6 de julho de 2011
"Operação milionária para salvar a CEB" (Fonte: Correio Braziliense)
"Com o objetivo de quitar uma dívida de R$ 800 milhões, GDF e Companhia Energética de Brasília buscam financiamento junto ao BNDES. Como resultado do negócio, área de 284 mil m² ao lado do Noroeste será vendida no mercado imobiliário
A negociação das dívidas da Companhia Energética de Brasília (CEB) vai permitir que a empresa invista recursos para acabar com o sucateamento da rede de energia elétrica da capital federal. Mas as tratativas para quitar os débitos da CEB também interessam a outros setores da economia do Distrito Federal. Paraobter financiamento, a companhia terá que colocar no mercado imobiliário um terreno de 284 mil metros quadrados — espaço equivalente a quatro superquadras do Plano Piloto ou suficiente para a construção de dois shoppings de grande porte. O negócio exige uma intrincada rede de financiamento, que envolve o GDF e instituições como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Representantes do setor imobiliário acompanham o assunto com atenção e defendem o desmembramento da gigantesca área em lotes menores.
A CEB acumula uma dívida que já bateu na casa dos R$ 800 milhões. Anualmente, a companhia gasta pelo menos R$ 100 milhões só para pagar os encargos e juros — dinheiro que poderia ser usado na ampliação da rede de distribuição, construir novas subestações e reduzir os constantes problemas de falta de energiaelétrica em todo o DF. Diante dessa dívida que cresce com rapidez, governos passados cogitaram até a venda da companhia.
Desde janeiro, a nova gestão da CEB trabalha em um plano de recuperação para reestruturar as finanças da empresa. A estratégia envolve, entre outros pontos,a negociação com credores e a cobrança mais rígida de devedores, muitos deles dentro do próprio governo. Mas a grande aposta da companhia e do GDF é abusca por um empréstimo do BNDES. Nesse negócio, os imóveis da companhia entrariam como garantia do financiamento e poderiam ser comercializados pelo Executivo.
A Companhia Energética de Brasília é dona de pelo menos 10 terrenos no DF. Na lista de propriedades da empresa há lotes em várias cidades — como um imóvel de cerca de R$ 11 milhões no Gama. Mas o grande trunfo da companhia é o terreno que fica no fim da Asa Norte, ao lado do Setor Noroeste. Há dois anos, a Lei Complementar nº 805/2009 alterou a destinação desse espaço, permitindo o uso comercial do espaço, o que valorizou ainda mais a área.
À época, a empresa anunciou a venda do terreno por licitação. Ofereceu a projeção em concorrência pública por R$ 274,4 milhões. O interessado teria que pagar o valor à vista. Só a caução era de R$ 13 milhões. A abertura de propostas foi adiada sucessivas vezes, o que gerou desconfiança no Ministério Público perante o Tribunal de Contas do DF e causou a proibição do negócio. “Poderosos grupos poderiam estar unidos para ganhar o certame, sob promessa futura de alteração daárea, para imóvel residencial”, diz trecho da representação do MP de Contas. A licitação nunca foi concluída. Estima-se que, hoje, o valor do terreno possa chegar aR$ 500 milhões.
Repasse
Em vez de vender diretamente o terreno, a CEB agora aposta na participação do governo local nas novas negociações. A ideia é que o GDF peça um empréstimoao BNDES e destine esses recursos para quitar os débitos da companhia. Em troca, a CEB repassaria seus valiosos terrenos ao governo, para que fossem vendidos posteriormente. Nesse trâmite, o GDF poderia até mudar novamente a destinação para possibilitar a construção de prédios residenciais, ainda mais valorizados.
O presidente da CEB, Rubem Fonseca, aposta no negócio para recuperar as finanças da companhia. Ele explica a solução encontrada pela empresa e pelo DF paraacabar com o problema: “Damos as garantias ao GDF e o governo dá suas garantias ao BNDES. Para concretizar o negócio, já visitamos o Banco, o Ministério de Minas e Energia e a Eletrobras”, cont. De acordo com fontes do governo, as negociações com o BNDES já estão bastante adiantadas.
Fonseca lembra que, sem os encargos da dívida, será possível retomar os investimentos na distribuição de energia. “A CEB está destroçada financeiramente, mas vai muito bem do ponto de vista econômico. A empresa fatura cerca de R$ 2 bilhões por ano e atua em um mercado no qual o consumo cresce muito acima damédia brasileira. Em menos de cinco meses, fizemos o plano de recuperação para salvar a CEB”, justifica o presidente da companhia.
Valores em alta
Na última licitação de lotes no Setor Noroeste, em outubro do ano passado, a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) vendeu 11 terrenos e arrecadou R$ 93 milhões. Um terreno de 1,7 mil metros quadrados que havia sido anunciado com preço mínimo de R$ 9,9 milhões acabou arrematado por R$ 13,1 milhões — ou R$ 7,7 mil por metro quadrado de terreno. À época, o valor de venda mais baixo de um lote no Noroeste foi R$ 5,4 milhões, caso de uma área comercial de 780 metros quadrados na CRNW 510. Isso representa R$ 6,9 mil por metro quadrado".
A CEB acumula uma dívida que já bateu na casa dos R$ 800 milhões. Anualmente, a companhia gasta pelo menos R$ 100 milhões só para pagar os encargos e juros — dinheiro que poderia ser usado na ampliação da rede de distribuição, construir novas subestações e reduzir os constantes problemas de falta de energiaelétrica em todo o DF. Diante dessa dívida que cresce com rapidez, governos passados cogitaram até a venda da companhia.
Desde janeiro, a nova gestão da CEB trabalha em um plano de recuperação para reestruturar as finanças da empresa. A estratégia envolve, entre outros pontos,a negociação com credores e a cobrança mais rígida de devedores, muitos deles dentro do próprio governo. Mas a grande aposta da companhia e do GDF é abusca por um empréstimo do BNDES. Nesse negócio, os imóveis da companhia entrariam como garantia do financiamento e poderiam ser comercializados pelo Executivo.
A Companhia Energética de Brasília é dona de pelo menos 10 terrenos no DF. Na lista de propriedades da empresa há lotes em várias cidades — como um imóvel de cerca de R$ 11 milhões no Gama. Mas o grande trunfo da companhia é o terreno que fica no fim da Asa Norte, ao lado do Setor Noroeste. Há dois anos, a Lei Complementar nº 805/2009 alterou a destinação desse espaço, permitindo o uso comercial do espaço, o que valorizou ainda mais a área.
À época, a empresa anunciou a venda do terreno por licitação. Ofereceu a projeção em concorrência pública por R$ 274,4 milhões. O interessado teria que pagar o valor à vista. Só a caução era de R$ 13 milhões. A abertura de propostas foi adiada sucessivas vezes, o que gerou desconfiança no Ministério Público perante o Tribunal de Contas do DF e causou a proibição do negócio. “Poderosos grupos poderiam estar unidos para ganhar o certame, sob promessa futura de alteração daárea, para imóvel residencial”, diz trecho da representação do MP de Contas. A licitação nunca foi concluída. Estima-se que, hoje, o valor do terreno possa chegar aR$ 500 milhões.
Repasse
Em vez de vender diretamente o terreno, a CEB agora aposta na participação do governo local nas novas negociações. A ideia é que o GDF peça um empréstimoao BNDES e destine esses recursos para quitar os débitos da companhia. Em troca, a CEB repassaria seus valiosos terrenos ao governo, para que fossem vendidos posteriormente. Nesse trâmite, o GDF poderia até mudar novamente a destinação para possibilitar a construção de prédios residenciais, ainda mais valorizados.
O presidente da CEB, Rubem Fonseca, aposta no negócio para recuperar as finanças da companhia. Ele explica a solução encontrada pela empresa e pelo DF paraacabar com o problema: “Damos as garantias ao GDF e o governo dá suas garantias ao BNDES. Para concretizar o negócio, já visitamos o Banco, o Ministério de Minas e Energia e a Eletrobras”, cont. De acordo com fontes do governo, as negociações com o BNDES já estão bastante adiantadas.
Fonseca lembra que, sem os encargos da dívida, será possível retomar os investimentos na distribuição de energia. “A CEB está destroçada financeiramente, mas vai muito bem do ponto de vista econômico. A empresa fatura cerca de R$ 2 bilhões por ano e atua em um mercado no qual o consumo cresce muito acima damédia brasileira. Em menos de cinco meses, fizemos o plano de recuperação para salvar a CEB”, justifica o presidente da companhia.
Valores em alta
Na última licitação de lotes no Setor Noroeste, em outubro do ano passado, a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) vendeu 11 terrenos e arrecadou R$ 93 milhões. Um terreno de 1,7 mil metros quadrados que havia sido anunciado com preço mínimo de R$ 9,9 milhões acabou arrematado por R$ 13,1 milhões — ou R$ 7,7 mil por metro quadrado de terreno. À época, o valor de venda mais baixo de um lote no Noroeste foi R$ 5,4 milhões, caso de uma área comercial de 780 metros quadrados na CRNW 510. Isso representa R$ 6,9 mil por metro quadrado".
terça-feira, 5 de julho de 2011
"CEB sonega informação" (Fonte: Correio Braziliense)
"A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão responsável pela regulação e pela fiscalização do mercado de capitais, poderá proibir os negócios com ações da Companhia Energética de Brasília (CEB) em bolsa de valores ou outro mercado regulamentado. A empresa é acusada de prejudicar os investidores ao não dar transparência a seus números e ao enquadrar seus balanços às normas internacionais. Segundo a CVM, caso não siga o mais rapidamente possível as suas obrigações, a CEB poderá ter cancelado o seu registro de companhia de capital aberto, ser multada e os seus administradores responderem a processo administrativo.
A CEB é, porém, uma das 28 empresas que ainda não entregaram documentos importantes ao órgão regulador, sonegando dados relevantes para os mercado tomar decisões sobre comprar ou vender ações. A companhia de Brasília está entre as irregulares há mais tempo. "Felizmente, a CEB tem pouca movimentação na bolsa. Nesse caso, o problema maior não é o impacto econômico. É o risco moral. Como o Brasil é muito condescendente com as empresas que não seguem as leis do mercado de capitais, a CEB pode levar o acionista a questionar: se não está cumprindo uma simples norma, imagine o que não estará fazendo com o dinheiro que arrecada dos consumidores", disse o economista César Bergo, da Planner Corretora.
O diretor financeiro da CEB, Joel Antônio de Araújo, admitiu que a companhia ultrapassou, em muito, o seu prazo para a prestação de contas à CVM. Segundo ele, a culpa se deve aos problemas enfrentados ao longo do último governo. "Apenas em 2010, a CEB passou por quatro diferentes diretorias. Para piorar, não temos um sistema eficiente de informática, nem pessoal treinado para atender às exigências", afirmou. Araújo enfatizou, também, que, por determinação da CVM, as companhias abertas tiveram que refazer o balanço contábil de 2009 e apresentar o de 2010, ambos enquadrados nas complicadas normas internacionais. Araújo garantiu que a situação será sanada até o fim da semana.
Bolsa sobe
Ontem, a Bolsa de Valores de São Paulo cravou o quinto pregão consecutivo. O Ibovespa, índice que mede a lucratividade das principais ações, subiu 0,78%, para os 63.891 pontos, apesar do fraco movimento financeiro, devido aos feriados nos Estados Unidos e em Londres.
Simplificação no câmbio
O Banco Central deu ontem mais um passo no processo de simplificação e modernização do mercado de câmbio. A partir de outubro, entrará em vigor o novo sistema informatizado de registro dessas operações. Muita burocracia e telas de controle serão anuladas. Os oito modelos de formulários usados atualmente serão reduzidos a um, o que, pelos cálculos do BC, diminuirá em até 71% os custos dos bancos. Espera-se que, com isso, haja um reflexo direto nas tarifas cobradas dos clientes, especialmente exportadores. A autoridade monetária informou que, anualmente, o custo dessas operações chega a R$ 50 milhões por ano, devendo cair para R$ 15 milhões."
Siga-nos no twitter: www.twitter.com/AdvocaciaGarcez
A CEB é, porém, uma das 28 empresas que ainda não entregaram documentos importantes ao órgão regulador, sonegando dados relevantes para os mercado tomar decisões sobre comprar ou vender ações. A companhia de Brasília está entre as irregulares há mais tempo. "Felizmente, a CEB tem pouca movimentação na bolsa. Nesse caso, o problema maior não é o impacto econômico. É o risco moral. Como o Brasil é muito condescendente com as empresas que não seguem as leis do mercado de capitais, a CEB pode levar o acionista a questionar: se não está cumprindo uma simples norma, imagine o que não estará fazendo com o dinheiro que arrecada dos consumidores", disse o economista César Bergo, da Planner Corretora.
O diretor financeiro da CEB, Joel Antônio de Araújo, admitiu que a companhia ultrapassou, em muito, o seu prazo para a prestação de contas à CVM. Segundo ele, a culpa se deve aos problemas enfrentados ao longo do último governo. "Apenas em 2010, a CEB passou por quatro diferentes diretorias. Para piorar, não temos um sistema eficiente de informática, nem pessoal treinado para atender às exigências", afirmou. Araújo enfatizou, também, que, por determinação da CVM, as companhias abertas tiveram que refazer o balanço contábil de 2009 e apresentar o de 2010, ambos enquadrados nas complicadas normas internacionais. Araújo garantiu que a situação será sanada até o fim da semana.
Bolsa sobe
Ontem, a Bolsa de Valores de São Paulo cravou o quinto pregão consecutivo. O Ibovespa, índice que mede a lucratividade das principais ações, subiu 0,78%, para os 63.891 pontos, apesar do fraco movimento financeiro, devido aos feriados nos Estados Unidos e em Londres.
Simplificação no câmbio
O Banco Central deu ontem mais um passo no processo de simplificação e modernização do mercado de câmbio. A partir de outubro, entrará em vigor o novo sistema informatizado de registro dessas operações. Muita burocracia e telas de controle serão anuladas. Os oito modelos de formulários usados atualmente serão reduzidos a um, o que, pelos cálculos do BC, diminuirá em até 71% os custos dos bancos. Espera-se que, com isso, haja um reflexo direto nas tarifas cobradas dos clientes, especialmente exportadores. A autoridade monetária informou que, anualmente, o custo dessas operações chega a R$ 50 milhões por ano, devendo cair para R$ 15 milhões."
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
"CEB limpa o nome" (Fonte: Correio Braziliense)
"Uma negociação da Companhia Energética de Brasília (CEB) com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para parcelamento de multas tornou possível limpar o nome da empresa para operações de crédito. A CEB Distribuição foi incluída no Cadastro Informativo de créditos não quitados do setor público federal (Cadin) em julho de 2010, devido a punições aplicadas por falhas na prestação dos serviços nos últimos anos. A CEB conseguiu parcelar R$ 17 milhões dos R$ 57 milhões devidos atualmente à Aneel e passa a fazer jus a incentivos fiscais e financeiros, celebrar convênios, acordos ou contratos que envolvam desembolso de recursos públicos.
A previsão da direção da CEB é levantar ajuda federal para investimentos em melhorias, ampliação e reforma do sistema de distribuição de energia elétrica no DF. As multas foram originadas por interrupções de energia, falta de prestações de contas e descumprimento de prazos para implantação de projetos. Por causa disso, a CEB Distribuição deixou de receber financiamentos da Eletrobrás e se valeu de recursos provenientes de empréstimos com juros mais altos.
As dificuldades financeiras provocaram a suspensão de investimentos em novas obras, o que tem prejudicado a qualidade dos atendimento aos consumidores, com sistemáticas suspensões de fornecimento de energia em todo o Distrito Federal.
Na última quinta-feira, a CEB Distribuição recebeu da Aneel o %u201Ccertificado de adimplemento%u201D, o que significa estar em dia com as suas obrigações com a agência reguladora. %u201CToda a diretoria está empenhada na recuperação econômico-financeira da empresa. Esse é um passo decisivo para melhorar a qualidade dos serviços%u201D, acredita o presidente da CEB, Rubem Fonseca Filho."
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A previsão da direção da CEB é levantar ajuda federal para investimentos em melhorias, ampliação e reforma do sistema de distribuição de energia elétrica no DF. As multas foram originadas por interrupções de energia, falta de prestações de contas e descumprimento de prazos para implantação de projetos. Por causa disso, a CEB Distribuição deixou de receber financiamentos da Eletrobrás e se valeu de recursos provenientes de empréstimos com juros mais altos.
As dificuldades financeiras provocaram a suspensão de investimentos em novas obras, o que tem prejudicado a qualidade dos atendimento aos consumidores, com sistemáticas suspensões de fornecimento de energia em todo o Distrito Federal.
Na última quinta-feira, a CEB Distribuição recebeu da Aneel o %u201Ccertificado de adimplemento%u201D, o que significa estar em dia com as suas obrigações com a agência reguladora. %u201CToda a diretoria está empenhada na recuperação econômico-financeira da empresa. Esse é um passo decisivo para melhorar a qualidade dos serviços%u201D, acredita o presidente da CEB, Rubem Fonseca Filho."
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
CEB: “A R$ 800 milhões do equilíbrio financeiro”(Fonte: Correio Braziliense)
| “Autor(es): Ana Maria Campo |
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| Companhia Energética de Brasília busca uma forma de alongar o pagamento da dívida milionária da empresa por até 30 anos, ao mesmo tempo em que precisa investir para evitar apagões. Relação da presidente Dilma Rousseff com o setor é um trunfo A recuperação da Companhia Energética de Brasília (CEB) é um dos grandes desafios do governo de Agnelo Queiroz (PT). Atolada numa dívida que chega a R$ 800 milhões, a empresa que fatura R$ 1,8 bilhão por ano precisa encontrar uma equação econômico-financeira que a permita quitar compromissos herdados sem perder de vista a necessidade urgente de fazer investimentos para evitar apagões. À frente da empresa, o engenheiro Rubem Fonseca tem feito uma peregrinação em órgãos federais para buscar financiamentos que garantam o alongamento do pagamento da dívida por até 30 anos. Parte dessa dívida decorre do aporte de recursos em investimentos da CEB Distribuição na geração de energia e em empreendimentos como a construção da usina de Corumbá IV. Há ainda o acúmulo de multas cobradas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pela má prestação de serviços. Além disso, o presidente da CEB explica que havia uma relação promíscua entre os órgãos do próprio governo do Distrito Federal e a empresa. Obras e serviços eram requisitados sem que fossem remunerados. A dívida do próprio GDF com a CEB chega a R$ 2 milhões, mas agora vem sendo regularizada. “Há uma compreensão do governador Agnelo sobre esse quadro”, afirma Rubem Fonseca. Apesar das adversidades, o contexto é favorável. Nesse momento crítico, a ajuda federal será fundamental. A expectativa é de que a presidente Dilma Rousseff, pela relação com o setor elétrico, tenha uma atenção especial à necessidade de reerguer a empresa na capital do país. No órgão fiscalizador, a CEB também tem um olhar especial. O diretor-geral da Aneel, Nelson Hubner, pertence aos quadros da empresa e integrou a diretoria no governo de Cristovam Buarque (1995-1998), quando a CEB era reconhecida pela excelência. Entre 1995 e 1996, Rubem Fonseca foi presidente da empresa, cargo que deixou para assumir a chefia de gabinete de Cristovam. No coração do Palácio do Buriti, a CEB também tem um aliado. O secretário de Governo, Paulo Tadeu, é empregado da empresa e um dos responsáveis pela nomeação de Rubem Fonseca na presidência. Os dois se conheceram e construíram uma boa relação durante o governo Cristovam. Paulo Tadeu era diretor do Sindicato dos Urbanitários (STIU-DF), que representa empregados da CEB, e manteve grandes embates com a direção da empresa sob o comando de Rubem. Altos salários O sindicato sempre foi atuante. Por conta de uma denúncia da entidade, a nova direção da CEB anulou em janeiro um ato da administração anterior que garantia promoções salariais a empregados que ocuparam cargos de comando. A medida permitia que ex-diretores incorporassem aos seus vencimentos o salário que chegava a R$ 24 mil, a que tinham direito pela participação no primeiro escalão da CEB. Alguns empregados conseguiram triplicar os contracheques. Agora, perderam o benefício e terão de devolver tudo o que receberam a mais. Uma decisão de governo coordenada por Paulo Tadeu foi a suspensão de uma concorrência que poderia retirar receitas da CEB. Em 28 de dezembro do ano passado, última semana da administração de Rogério Rosso (PMDB), a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) lançou licitação para transferir à iniciativa privada a exploração do sistema de iluminação pública do Distrito Federal. Pelo edital, seria realizada uma Parceria Público-Privada (PPP) para a concessão dos serviços por 20 anos. A concorrência ficaria a cargo da Codeplan porque a companhia tinha, a partir do governo de José Roberto Arruda, a gestão dos projetos de PPP do Distrito Federal, como, por exemplo, o que estava em curso para a construção do novo complexo administrativo do governo, em Taguatinga. A reação do Sindicato dos Urbanitários com a ideia da PPP foi dura e a entidade ameaçou deflagrar uma greve para evitar a licitação que seria realizada na próxima sexta-feira. A categoria faria uma paralisação hoje. O sindicato avalia que havia interesses escusos por trás do negócio. “Há que se destacar que o edital da referida concorrência foi publicado pela Codeplan no apagar das luzes do governo anterior, com o aval de apenas um diretor da CEB. Na avaliação do STIU, trata-se de uma tentativa disfarçada de privatizar um serviço que é prestado a contento e cuja interrupção resultará em sérios prejuízos para a Companhia Energética de Brasília”, afirmou o sindicato, em carta aberta dirigida ao governador na última terça-feira. Influência política Nos últimos anos, empregados da CEB tiveram papel importante na cúpula do GDF. São oriundos da empresa o ex-governador José Roberto Arruda, o conselheiro Domingos Lamoglia, afastado do Tribunal de Contas do DF por envolvimento nas denúncias levantadas pela Operação Caixa de Pandora, e Haroaldo Brasil, preso durante o escândalo no governo anterior. Também pertenceu aos quadros da CEB o braço direito do ex-governador Joaquim Roriz, Valério Neves Campos.” Cadastre-se para receber a newsletter da Advocacia Garcez em nosso site: http://www.advocaciagarcez.adv.br |
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