quinta-feira, 12 de maio de 2011

“Petroleiros de P-20 denunciam clausura” (Fonte: FUP)


“O Sindipetro-NF recebeu denúncia de trabalhadores de P-20 sobre as condições de ambiência da unidade. Os petroleiros estão sendo "enclausurados por uma política de deterioração”, com a interdição da quadra de esportes, inoperância frequente do sistema de TV e a decisão repentina dos gerentes de cortar ligações externas.
Segundo o relato,o problema vem se agravando com decisões arbitárias, como a do corte de telefonemas há algum tempo. O sindicato vai cobrar providências urgente da gerência de Recursos Humanos. Para a entidade, a ambiência a bordo é fundamental para manter a segurança dos trabalhadores.”


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“Proposta de desoneração da Fiesp reduz impostos apenas para indústria” (Fonte: Valor Econômico)


“Autor(es): João Villaverde | De São Paulo

Depois de assistir ao domínio do setor de serviços na proposição de ideias para desoneração da folha de pagamentos, a indústria finalmente encaminhou uma proposta ao governo federal - e não se preocupou em evitar polêmica. Entregue na última sexta-feira a Nelson Barbosa, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, a proposta desenvolvida pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) é simples: a contribuição patronal de 20% do salário do empregado ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) deve ser zerada, apenas para a indústria de transformação, e, para que a Previdência não fique sem a receita, a Fiesp sugere aumento de impostos para todos os setores da economia, à exceção da indústria.
Elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, chefiado por José Ricardo Roriz Coelho, o estudo sugere a elevação da alíquota da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que é recolhida pelo governo federal sobre o faturamento das empresas. Atualmente a alíquota para recolhimento da Cofins varia conforme o sistema usado pela empresa para pagamento do Imposto de Renda (IR). Na regra geral, empresas que pagam IR pelo sistema do lucro real pagam Cofins de 7,6% sobre o faturamento. As empresas que recolhem IR pelo lucro presumido arcam com uma Cofins de 3%. A proposta da Fiesp é elevar as alíquotas da Cofins para 8,33% e 3,21%, respectivamente, para todos os setores, à exceção da indústria.
Assim, avalia a Fiesp, seria possível que os demais setores da economia compensassem a arrecadação de R$ 20,3 bilhões obtida pela contribuição da indústria com os 20% sobre a folha, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com a Fiesp, para cada ponto percentual de encargo sobre a folha que é reduzido, os investimentos da indústria aumentam 0,78 ponto percentual. Assim, ao baratear a contratação de pessoal, a desoneração integral dos 20% para o INSS poderia ampliar os investimentos da indústria de transformação em 15,3 pontos.
"É a indústria o setor que mais paga impostos no país", diz Roriz Coelho, autor do levantamento encaminhado ao governo, "nada mais natural, portanto, que seja a indústria a mais beneficiada nas discussões em torno da desoneração dos encargos sobre a folha de pagamento". Segundo a Fiesp, a indústria de transformação contribui com 36,7% dos impostos arrecadados pelo setor público, mais que o dobro que os 16% recolhidos pelo comércio e os 13,4% pagos pelo setor financeiro.
Para Luigi Nese, presidente da Confederação Nacional dos Serviços (CNS), a proposta encaminhada pela Fiesp "é, no mínimo, imoral". "Fiquei chocado quando vi uma proposta que sugere ao governo desonerar um setor e onerar todos os outros", diz Nese.
No início do ano, a CNS apresentou ao governo uma proposta de isenção da alíquota de 20% destinada ao INSS cobrada sobre a folha, que seria substituída por uma Contribuição sobre Movimentação Financeira (CMF). Esta seria cobrada de todos os setores, por meio de uma alíquota de 0,82% sobre a movimentação financeira envolvendo o pagamento de salários. Em apresentação ao Grupo de Avanço da Competitividade (GAC), em Brasília, na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, cobrou da indústria uma proposta própria. "Precisamos ter diversas propostas para comparar", disse Mantega, segundo fontes ligadas à indústria e aos serviços presentes no encontro.
"Qual é o sentido de um setor que representa apenas 16% do PIB, e gera menos empregos que serviços e comércio, ganhe um incentivo que deverá ser pago por todos os outros?", pergunta Nese.
Para Roriz Coelho, a ideia do segmento de serviços, de "reavivar a antiga CPMF" é anacrônica. "O fim da CPMF, em 2007, foi uma conquista da sociedade. Por que agora teremos de voltar a pagar um imposto sobre movimentação financeira?", diz. Além disso, afirma, "todos sabemos que esse tipo de contribuição é mais abusiva para quem tem menos renda".”


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“Petroleiro perde direito por ter repactuado” (Fonte: Sindipetro)


“Como o Sindipetro-RJ e a FNP alertaram, a repactuação do Plano Petros trouxe inúmeros prejuízos para os petroleiros. Pior: está servindo de alegação na Justiça do Trabalho para a retirada de mais benefícios. A Fundação está utilizando a repactuação como tese de defesa para afastar direitos previstos do regulamento anterior. Essa perda de direitos foi omitida dos trabalhadores que repactuaram tanto pela empresa, como pela Fundação e por aqueles que defenderam a repactuação.
Em ação ajuizada pelo Sindipetro-RJ, um petroleiro aposentado pelo INSS e que permaneceu trabalhando cobrou na justiça o recebimento imediato da suplementação da Petros, tendo como fundamento o fato de que o regulamento em vigor na data de sua admissão somente previa duas condições para recebimento da suplementação: deferimento da aposentadoria pelo INSS e carência mínima de 15 anos, não havendo a condição de desligamento da empresa, que foi posteriormente aditada no regulamento da Petros.
A Petros alegou que o fato do empregado ter repactuado significou a celebração de um novo contrato, que é posterior à edição da Lei Complementar n.º 108, de 29/05/2001, que em seu artigo 3º, prevê o desligamento da patrocinadora como pressuposto para o recebimento do benefício de suplementação, tendo o juiz da 26ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro considerado válida a condição de desligamento, por ser o novo regulamento – repactuação – posterior àquela lei complementar, julgando improcedente a pretensão do trabalhador. A sentença já foi encaminhada para a segunda instância.”


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“SDE investiga relação da BR com postos de Brasília” (Fonte: O Estado de S. Paulo)


“Autor(es): Renato Andrade

A BR Distribuidora, subsidiária da Petrobrás, terá de explicar aos órgãos de defesa da concorrência por que tem adotado uma "política de descontos" exclusiva para a maior rede de postos do Distrito Federal.
Um dos objetivos da investigação, aberta ontem pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, é saber se esse tipo de conduta, que prejudica a concorrência no setor, está sendo praticada em outras regiões do País.
Esta é a primeira vez que a SDE abre processo de averiguação por discriminação praticada por uma distribuidora. A formação de cartel entre postos sempre foi o foco das investigações do órgão no setor de combustíveis. Agora, a secretaria quer acompanhar os negócios envolvendo as distribuidoras.
O objetivo, segundo fonte ouvida pelo Estado, é saber se há alguma prática que prejudica a competição entre os postos, como a imposição de preços do produto ou benefícios concedidos apenas a um revendedor, como é o caso no DF. No início do ano, a SDE processou a Shell por suposta imposição de preço em duas cidades no interior paulista.
Na investigação aberta ontem, a SDE levantou indícios de que a subsidiária da Petrobrás tem adotado uma "política de descontos" para a Rede Gasol, que detém cerca de um terço do mercado de combustíveis no DF, em detrimento dos demais revendedores da região. Uma das benesses envolve o pagamento de aluguel dos postos que são da BR Distribuidora.
Enquanto a Gasol paga, no máximo, R$ 6.856,10 para alugar um posto da Petrobrás, outros revendedores chegam a pagar até R$ 22 mil. "A diferença do valor de locação para imóveis próximos chega ao valor exorbitante de R$ 11 mil, mesmo em se tratando de imóveis com estruturas semelhantes e localizados no mesmo bairro", destacou a SDE.
Além disso, a BR Distribuidora não cobra da Gasol o IPTU, não estipula nenhuma multa por rescisão do contrato nem fixa um volume mínimo de venda de combustíveis, como é exigido de outros revendedores.
Apesar de a investigação não ter como base a alta dos preços dos combustíveis, técnicos consultados pelo Estado reconhecem que esse tipo de prática pode contribuir para manter a gasolina e o etanol em níveis elevados. Se a BR Distribuidora absorve custos que deveriam ser bancados por um revendedor, essa despesa pode ser repassada para os demais concorrentes.”


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“Vitória dos trabalhadores da Halliburton em Macaé” (Fonte: FUP)


 "Sindipetro NF

Os trabalhadores do setor de WP da Halliburton aprovaram por unanimidade o fim da greve de cinco dias em assembleia realizada hoje, 11, na frente da empresa. 
A proposta da empresa chegou após a assembleia já ter iniciado. Entre os avanços obtidos estão:
  •  O bônus offshore da linha WP teve um aumento de mais de 140%, a partir de maio de 2010.
  • Compra de folga, sendo 25% do total acumulado no primeiro mês e 10% nos meses subsequentes até quitação.
  • Reajuste anual do bônus.
  • Manutenção da equipe com quatro trabalhadores, salvo casos excepcionais.
  • Não aplicação de punições.
  • Abono dos dias de paralisação.
A direção do Sindipetro-NF parabeniza todos os trabalhadores que participaram da greve iniciada na sexta 6 de maio. "Foi uma greve qualificada, com adesão de 90% dos trabalhadores do setor e que conseguiu interromper a operação em quatro plataformas" - comentou o diretor do NF, Hélio Guerra, que complementa: - Quem luta conquista!”


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