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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Acordo garante pagamento de verbas a 153 trabalhadores (Fonte: MPT-AL)

"Bioflex destinará R$ 1,3 milhão para quitar débitos com terceirizados contratados para montagem de unidade industrial da empresa
Maceió – As empresas Jaraguá Engenharia e Bioflex Agroindustrial e o Sindicato dos Metalúrgicos de Alagoas aceitaram acordo mediado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para quitar verbas atrasadas de 153 trabalhadores. A dívida foi assumida pela Bioflex, que destinará R$ 1,3 milhão para o pagamento. Os operários foram contratados pela Jaraguá para a montagem da unidade industrial da Bioflex, no município de São Miguel dos Campos (AL), em abril deste ano. Os contratos foram encerrados no dia 20 de junho, mas os empregados não receberam verbas rescisórias, salários atrasados, férias e 13º salarial proporcional, entre outros direitos trabalhistas.  
O acordo, conduzido pela procuradora do Trabalho Rosemeire Lopes Lobo, contemplou as verbas rescisórias considerando o salário-base das categorias profissionais. Caso haja verbas individuais a serem reclamadas, o sindicato deverá entrar com as ações. A procuradora se comprometeu a acompanhar eventuais diferenças coletivas em novas negociações..."

Integra: MPT

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Metalúrgicos da GM de São José dos Campos fazem paralisação de duas horas (Fonte: Rede Brasil Atual)

"São Paulo – Metalúrgicos de uma das oito fábricas do complexo da General Motors, em São José dos Campos, paralisaram as atividades hoje (18) por duas horas, das 5h30 às 7h40. A interrupção afetou as linhas de montagem dos modelos Classic e pick-up S 10, na segunda manifestação contra o risco de demissões. A parada antecede a segunda das três reuniões previstas para discutir o futuro da fábrica e a manutenção dos empregos.
O encontro, com intermediação de um representante do Ministério do Trabalho, foi marcado para hoje na sede regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). Para influenciar o resultado, ontem (17), os empregados afastados temporariamente promoveram passeata em frente à Associação Comercial e Industrial.
A mobilização dos empregados ocorre porque no próximo dia 26 expira o prazo do acordo que suspendeu as demissões. A empresa manterá o programa de demissão voluntária (PDV). A GM descarta demissão em massa, no entanto, informou manter quadro excedente por ter deixado de produzir alguns modelos na fábrica.
O diretor de Assuntos Institucionais da GM, Luiz Moan Yabiku, rejeitou a possibilidade de transferência dos trabalhadores para outra unidade de produção, e manifestou a expectativa de que empresa e empregados cheguem a acordo até o final do mês.
Na opinião do presidente do sindicato dos metalúrgicos, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá, a presença do governo pode colocar um fim no impasse. “Queremos que o governo federal proíba as demissões, porque além dos benefícios fiscais que a empresa recebeu com redução do IPI [Imposto Sobre Produtos Industrializados] e com o regime automotivo, ela não não vive crise financeira”, afirmou. Para o líder sindical, a presidenta Dilma Rousseff tem “obrigação de intervir” na questão."


Extraído de: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/trabalho/2013/01/metalurgicos-da-gm-de-sao-jose-fazem-paralisacao-de-duas-horas?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Sindicato e GM não chegam a acordo sobre demissões (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e a direto­ria da General Motors se reuni­ram ontem por mais de dez ho­ras - entre 9h e 19h30 mas não chegaram a um acordo quanto à ameaça de demissão de 1,5 mil trabalhadores do setor de monta­gem da fábrica local da empresa.
Segundo os sindicalistas, a montadora mantém os planos de demissões a partir de 26 de janeiro, rejeitando todas as pro­postas alternativas. A reunião foi a primeira de três encontros agendados para as negociações. Amanhã, em local que não ficou definido, haverá nova rodada. A pedido do sindicato, a reunião deverá contar com participação de representantes dos Ministé­rios do Trabalho e do Desenvolvi­mento, Indústria e Comércio.
"Apresentamos novamente nossas propostas, mas a GM está intransigente. Esperamos que, com a participação dos ministérios na próxima reunião, a mon­tadora aceite dialogar e deixe a intransigência de lado", diz o pre­sidente do Sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/17/sindicato-e-gm-nao-chegam-a-acordo-sobre-demissoes

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Trabalhadores da GM fazem passeata contra demissões (Fonte: Estadão)

"O novo regime automotivo vai elevar em R$ 5,5 bilhões os investimentos das montadoras até o fim da vigência do Inovar-Auto, como o sistema foi batizado pelo governo. As empresas também prometem produzir 453 mil veículos a mais, por ano, até 2017. Os dados constam dos processos de habilitação no regime automotivo. O 'Estado' teve acesso aos cálculos feitos pelos técnicos a partir deles.
Os valores, no entanto, ficam abaixo da economia que as empresas terão com impostos no período. Somente em 2013 e 2014, o governo abrirá mão de R$ 7,73 bilhões em tributos federais para estimular justamente o investimento do setor. Entre 2015 e 2017, serão mais R$ 4,5 bilhões em renúncia fiscal atrelada ao regime. Ao todo, o governo aliviará em R$ 12,2 bilhões a carga tributária dos fabricantes de veículos, para obter menos da metade disso em investimentos.
Os dados foram apresentados pelas 45 empresas que pediram para entrar no novo regime, sendo que 28 delas já receberam habilitação. Entre as montadoras que se comprometeram a desenvolver novos projetos no País estão Nissan, Chery, JAC Motors, BMW, Mitsubishi Motor Company, DAF e CAOA.
Cenário. Se efetivados, os investimentos devem mudar o cenário atual do mercado. No ano passado, a produção de veículos teve a primeira queda em uma década, na comparação com o ano anterior. Além disso, estes automóveis que serão produzidos a mais terão um conteúdo maior de peças fabricadas localmente, o que pode gerar impacto econômico maior do que a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) adotada nos últimos anos..."



Íntegra disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,novo-regime-automotivo-deve-gerar-investimentos-de-r-55-bi-ate-2017-trabalhadores-da-gm-fazem-passeata-contra-demissoes-,982940,0.htm

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Metalúrgicos da GM de São José (SP) protestam nesta quinta-feira (Fonte: EM)

"Os metalúrgicos de São José dos Campos (SP) e Região fazem uma manifestação nesta quinta-feira contra as demissões que podem ocorrer na empresa local da GM com o fim do sistema de lay off (contrato de trabalho suspenso) marcado para o próximo dia 26. Atualmente, cerca de 800 trabalhadores da montadora se encontram com o contrato suspenso desde agosto.
A assembleia acontecerá às 9h na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região. Posteriormente, os trabalhadores farão passeata até o Paço Municipal, onde devem encontrar o prefeito, Carlinhos de Almeida. De acordo com os sindicalistas, Almeida chegou a ir até a porta da fábrica da GM, durante as eleições, na condição de candidato, prometendo que defenderia os empregos dos metalúrgicos.
O ato dá início às manifestações que os metalúrgicos chamam de "Janeiro Vermelho", contra as demissões da GM na cidade. O contrato de lay off se encerraria no final de novembro e a ameaça era de que a GM demitisse 1.840 trabalhadores a partir de dezembro - incluindo os que estavam em lay off. As demissões foram temporariamente suspensas, pois a montadora decidiu manter a produção do veículo Classic em São José dos Campos até 26 de janeiro..."



Íntegra disponível em: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2013/01/09/internas_economia,342240/metalurgicos-da-gm-de-sao-jose-sp-protestam-nesta-quinta-feira.shtml

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mercedes-Benz convoca 1,5 mil funcionários afastados desde junho (Fonte: O Estado de S. Paulo)

"Os cerca de 1,5 mil funcionários que estão em lay-off (suspensão temporária de contratos) desde meados de junho na fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, voltarão ao trabalho em janeiro.
Diante da recuperação do mercado de caminhões e ônibus neste último trimestre a empresa decidiu reativar o segundo turno suspenso em maio e voltará a operar com seu quadro completo de 12 mil trabalhadores. A volta será escalonada durante janeiro e, em fevereiro, será reativado o segundo turno, informou ontem o presidente da montadora, Jürgen Ziegler. "Tivemos um ano bem difícil, mas, com as perspectivas de retomada dos mercados agrícola, de mineração e obras de infraestrutura esperamos um cenário mais positivo para 2013."
O executivo aposta num crescimento de 3% a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013. Segundo ele, os sinais positivos para a economia começaram a aparecer nos últimos meses, depois que o governo lançou plano especial de financiamento para caminhões e ônibus, parte dele já prorrogado até o fim do ano que vem..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/12/18/mercedes-benz-convoca-1-5-mil-funcionarios-afastados-desde-junho

Mercedes reintegra operários (Fonte: Valor Econômico)

"A indústria de caminhões começa a responder à reação da demanda por veículos pesados, iniciada em outubro como resultado dos sucessivos cortes nos juros dos financiamentos de bens de capital. Ontem, a Mercedes-Benz informou que vai reintegrar cerca de 1,5 mil operários que estão afastados da fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, desde 18 de junho.
Já na MAN, líder no mercado de caminhões com a marca Volkswagen, cerca de 80 operários estão sendo chamados de volta ao trabalho na fábrica em Resende (RJ), onde as férias coletivas foram suspensas neste mês. No início de julho, 270 metalúrgicos do complexo industrial da MAN tiveram os contratos de trabalho suspensos e a maioria deles decidiu se desligar da empresa..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/12/18/mercedes-reintegra-operarios

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Joel Leite: Margem de lucro das montadoras no Brasil 3 vezes maior que nos EUA (Fonte: Viomundo)


"Os dirigentes das montadoras disseminam há décadas a tese de que a causa do alto preço do carro no Brasil é o imposto. O mantra pegou e é quase senso comum que a carga tributária é que faz o brasileiro pagar o carro mais caro do mundo.
Outro fator que costuma ser citado é o custo Brasil, um conjunto de dificuldades estruturais e burocráticas, destacando-se a falta de qualificação profissional e uma estrutura logística cara, insuficiente e arcaica.
As enormes dificuldades que o empresário enfrenta para produzir no Brasil explicam, em parte, o alto preço praticado –não apenas do carro, mas de em qualquer produto.
Mas impostos nem o custo Brasil justificam os US$ 37.636 que o brasileiro para por um Corolla, enquanto o seu colega americano paga US$ 15.450. Na Argentina, país mais próximo tanto geograficamente quanto em relação às dificuldades e problemas, o Corolla também custa mais barato: US$ 21.658.
No Paraguai, o consumidor paga pelo Kia Soul US$ 18 mil, metade do preço no Brasil. Ambos vêm da Coreia. Não há imposto que justifique tamanha diferença. O Volkswagen Jetta custa R$ 65 mil no Brasil, menos de R$ 40 mil no México e R$ 30 mil nos EUA –a propaganda do carro, aliás, tem como protagonista não um executivo, mas um… universitário sofrido (youtu.be/gqDUV-rHQe4)..."

Íntegra disponível em http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/joel-silveira-leite-margem-de-lucro-das-montadoras-no-brasil-e-tres-vezes-maior-que-nos-eua.html

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ford cancela férias coletivas em dezembro (Fonte: Valor Econômico)


"Na expectativa de uma demanda aquecida até o fim do ano, algumas montadoras poderão suspender as tradicionais férias coletivas de dezembro. A Ford já adiantou que só vai parar nos feriados de Natal e Ano Novo, sem conceder férias para os operários nas fábricas de Camaçari (BA) e São Bernardo do Campo (SP), no ABC Paulista.
Durante entrevista coletiva na manhã de ontem, Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, a entidade que abriga as montadoras instaladas no país, informou que parte dos fabricantes vai deixar as férias para janeiro..."


Ford ameaca demitir (Fonte: Correio Braziliense)


"Berlim — A Ford pode se desfazer de mais fábricas e demitir mais trabalhadores na Europa se a crise da dívida na Zona do Euro continuar agravando o excesso de capacidade da indústria automobilística. A situação nos mercados europeus permanece “muito volátil”, disse o presidente-executivo da companhia norte-americana, Alan Mulally, em uma conferência ontem em Berlim, duas semanas depois de a empresa ter anunciado um corte de 6.200 empregos na região.
"Nós não sabemos ainda se a economia europeia vai se estabilizar ou se vai ou não atingir o fundo do poço porque continua a dimimuir”, disse Mulally. A segunda maior produtora de carros dos Estados Unidos informou, no mês passado, que vai fechar a fábrica britânica de vans em Southampton, desativar uma unidade associada de estampagem em 2013 e encerrar uma planta maior em Genk, na Bélgica, no ano seguinte..."


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A preocupação dos consumidores com o trabalho nas montadoras (Fonte: Luis Nassif )


"São Paulo – A Confederação Nacional dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (CNM/CUT) e o United Auto Workers (UAW) começaram hoje (24), no Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, uma pesquisa para saber se os compradores de carros se preocupam com as condições de trabalho nas montadoras.
De acordo com Ginny Coughlin, representante da UAW, esta deve ser a primeira pesquisa com esta amplitude em torno do tema no mundo. “Nos não temos conhecimento de nenhum trabalho com este enfoque no segmento de automóveis no mundo todo. Há 20 anos foi realizada uma pesquisa semelhante nos Estados Unidos pela Universidade MaryMount, no setor têxtil, por conta de péssimas condições de trabalho neste segmento no país na época”, afirma.
A CNM/CUT congrega 76 sindicatos e quatro federações de trabalhadores que representam cerca de 800 mil pessoas. O UAW é formado por mais 750 sindicatos que representam 390 mil trabalhadores da ativa e mais de 600 mil membros inativos nos Estados Unidos, Porto Rico e Canadá e estabeleceu uma base no Brasil recentemente..."


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Metalúrgicos mudam estratégia de negociação (Fonte: Valor Econômico)


"A campanha salarial dos metalúrgicos do Estado de São Paulo filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) perdeu força neste ano e se pulverizou em acordos fechados diretamente por empresas e sindicatos, entre eles, o do ABC - o mais forte do país. Em 2012, os sindicatos não conseguiram unificar a negociação de reajuste salarial com os setores patronais e recorreram a acordos bilaterais. Essa fragmentação aponta para um novo modelo de luta sindical da categoria.
Até sexta-feira, apenas um grupo dentre seis (Fundição, com 4 mil metalúrgicos) fechou acordo garantindo 8% de reajuste salarial a partir de 1º de setembro, data-base da categoria. O índice representa 2,5% de ganho real. Mas passa de 150 mil o número de metalúrgicos que garantiram o índice pedido (75% do total de trabalhadores em campanha). Isso porque as empresas procuraram diretamente os sindicatos nas 14 bases da Federação dos Metalúrgicos (FEM), da CUT-SP, para dar fim às paralisações dos trabalhadores onde o acordo ainda não havia sido firmado.
No ano passado, em 22 de setembro, 86% dos metalúrgicos da CUT em campanha no Estado já tinham garantido, via negociação por grupo com o setor patronal, o reajuste pedido. Ou seja, em um mês a menos de negociação, maior índice de trabalhadores tinha conquistado suas reivindicações através das vias "normais".
O quadro mais emblemático da campanha salarial dos metalúrgicos cutistas deste ano é a descoordenação do próprio movimento sindical - à medida que os acordos são fechados diretamente com o sindicato por empresas grandes, os trabalhadores de empresas menores perdem voz e poder de barganha. Não fazem parte desse movimento de fragmentação - ainda - os metalúrgicos das montadoras. Em 2011, eles fecharam um acordo válido por dois anos com as empresas, logo, não entraram na campanha salarial deste ano..."


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

GM e sindicato não saem do impasse (Fonte: Valor)


"A General Motors (GM) e os metalúrgicos de São José dos Campos (SP) seguem sem encontrar consenso nas negociações sobre o futuro da fábrica na região.
Na sexta-feira, a direção da GM teve a quarta reunião com o sindicato local. Mas não conseguiu avançar nas discussões relacionadas à linha de produção de carros, ameaçada de fechamento. "Não aceitamos a lógica que ela (GM) está impondo nas negociações", diz o presidente do sindicato, Antonio Ferreira de Barros, mais conhecido como Macapá, acrescentando que a empresa mantém a posição de demitir e fechar o setor.
O sindicato se mostra pouco disposto a negociar a flexibilização do trabalho, como quer a GM, para voltar a analisar investimentos no complexo industrial no Vale do Paraíba, cuja ocupação é de aproximadamente 7,5 mil empregados..."

Íntegra disponível em http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/9/24/gm-e-sindicato-nao-saem-do-impasse

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Metalúrgicos fecham acordo com 92 empresas (Fonte: Valor)


"Em mais um dia de paralisações dos metalúrgicos no Estado de São Paulo, o número de empresas que fecharam acordo diretamente com os sindicatos aumentou. No ABC, 92 empresas em que trabaham 28,6 mil metalúrgicos garantiram aos seus funcionários o reajuste salarial de 8%, reivindicado pela categoria — até terça-feira, 76 empresas tinham fechado acordos. Até as 18h de ontem os acordos contemplavam 40,9% dos metalúrgicos em campanha no ABC.
O índice de reajuste pedido representa um ganho real de cerca de 2,5%, sobre uma inflação acumulada de 5,39% para a data-base da categoria, que é em 1º de setembro. De acordo com a Federação dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (FEM-CUT), muitas empresas têm procurado os 14 sindicatos de sua base no Estado para negociar diretamente, à revelia da negociação travada pela FEM com os setores patronais. O movimento de empresas em busca de acordos acelerou-se nesta semana, quando foram intensificadas as paralisações e atrasos nos turnos promovidos pelos metalúrgicos.
A FEM representa 250 mil metalúrgicos no Estado, mas cerca de 50 mil, que trabalham em montadoras, não entraram na campanha salarial deste ano. Esses trabalhadores fecharam, em 2011, um acordo válido por dois anos, que já garantia um ganho real de 5% acumulado no biênio.
Apesar dos acordos que estão sendo firmados, só o grupo de Fundição garantiu o pedido dos metalúrgicos, de 8%. Ontem, o setor patronal do Grupo 3, que reúne, entre outros, os trabalhadores de autopeças, apresentou uma nova proposta de reajuste salarial, de 7%, que deve ser rejeitada."

Extraído de https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/9/20/metalurgicos-fecham-acordo-com-92-empresas

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Metalúrgicos do ABC mantêm paralisação (Fonte: O Estado de S.Paulo)


"Cerca de 40 mil metalúrgicos que aderiram à greve no ABC na manhã de ontem devem continuar parados nas fábricas onde não houve acordo. Até a noite de ontem, 76 empresas haviam cedido às reivindicações da categoria, de aumento de 8% nos salários. O número representa cerca de 27 mil, de um total de 70 mil trabalhadores. Nessas fábricas não houve paralisação. Os funcionários das montadoras não participam da campanha salarial, porque cumprem acordo válido por 2 anos, que acaba em 2013.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, as empresas ainda estão em fase de negociação, por isso não há previsão de encerramento da greve. A Federação de Sindicatos dos Metalúrgicos da CUT/SP convocou para amanhã um protesto em São Paulo. O ato deve reunir em frente à agência do Bradesco, na Avenida Paulista, a partir das 6 horas, metalúrgicos, bancários, químicos, petroleiros e trabalhadores dos Correios para pressionar as companhias a avançarem nas negociações com cada categoria. LUIZA VIEIRA E MARCIO DOLZAN, ESPECIAL PARA O ESTADO."

Extraído de https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/9/19/metalurgicos-do-abc-mantem-paralisacao/?searchterm=Metal%C3%BArgicos%20do%20ABC%20mant%C3%AAm%20paralisa%C3%A7%C3%A3o

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Greve de metalúrgicos do ABC pressiona empresas por reajuste salarial (Fonte: Radioagência NP)


"Setores que agregam 46 mil operários paralisam por tempo indeterminado até conquista de 8% de aumento nos salários. Cerca de 23 mil trabalhadores de 64 empresas já conquistaram esse reajuste.
Com greve iniciada nesta terça-feira (18), os metalúrgicos da região do ABC paulista anunciam que só voltam ao trabalho quando todas as empresas do setor concederem reajuste salarial de 8%. Cerca de 23 mil trabalhadores de 64 empresas já conquistaram esse aumento nos salários. No entanto, os outros 46 mil operários da categoria entram em greve por tempo indeterminado.
Para evitar a perda de produção ocasionada pela greve, algumas empresas não esperaram a negociação dos grupos patronais e forneceram o reajuste salarial aos seus trabalhadores. Porém, a greve foi mantida, pois a Federação dos Metalúrgicos de São Paulo negocia com o grupo patronal como um todo.
As assembleias que decidiram a greve ocorreram na última sexta-feira (14). Estão em campanha salarial 70 mil metalúrgicos das cidades do ABC paulista. A principal reivindicação é a de aumento real nos salários, mais o índice da inflação acumulado nos últimos 12 meses.
No último dia 10, os metalúrgicos da região realizaram uma greve de advertência, que teve adesão de 80% da categoria.
Os trabalhadores das montadoras não participam dessa campanha por já terem fechado o acordo salarial para os anos de 2011 e 2012.
De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes."

Extraído de http://www.radioagencianp.com.br/11088-greve-de-metalurgicos-do-abc-pressiona-empresas-por-reajuste-salarial

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Campanha salarial para fábricas de autopeças em SP (Fonte: Valor)

"Depois da paralisação de 50 fábricas realizada na segunda-feira no ABC Paulista, metalúrgicos da região de São José dos Campos, onde está instalada a General Motors (GM), começaram a se mobilizar ontem por ganhos de rendimento acima da inflação, por enquanto negados pelos patrões.
Trabalhadores da TI Automotive, em São José dos Campos, e da Schrader, em Jacareí, cruzaram os braços após rejeitarem a proposta de reajuste salarial apresentada pelo Sindipeças, o sindicato que representa os fabricantes de componentes automotivos.
Na TI - fabricante de sistemas de ar condicionado, que emprega aproximadamente 800 funcionários -, os metalúrgicos fizeram uma greve de 24 horas. Já na Schrader, que produz válvulas para pneus, houve uma parada de duas horas na fábrica, segundo o sindicato local.
Como a campanha está sendo intensificada, outras mobilizações de "advertência aos patrões", incluindo paradas de produção, são aguardadas ao longo da semana no Vale do Paraíba e nas regiões controladas por sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), caso do ABC Paulista, de Taubaté e de Sorocaba.
Em São José, os metalúrgicos reivindicam um reajuste salarial de 12,86%. Já na campanha unificada dos metalúrgicos vinculados à CUT, pede-se reajuste de 8%, sendo 5,39% referentes à reposição da inflação e mais 2,5% de aumento real.
Contudo, até agora, as empresas se recusam a conceder aumento real aos trabalhadores - ou seja, superior à inflação. A maior parte das bancadas patronais em São José propõe reajuste de 5%..."

Íntegra disponível em http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/9/12/campanha-salarial-para-fabricas-de-autopecas-em-sp

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Metalúrgicos do ABC vão parar por 24 horas na segunda-feira (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"Trabalhadores querem mesmo reajuste das montadoras: inflação mais aumento real de 2,39%, além de um abono Em campanha salarial, metalúrgicos de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e de São José dos Campos, interior do Estado, e bancários de todo o Brasil ameaçam cruzar os braços para pressionar os sindicatos patronais a apresentar proposta de aumento real de salários. No ABC, 70 mil metalúrgicos vão parar fábricas da região por 24 horas na segunda-feira. Se os negociadores das empresas não apresentarem proposta que atenda as reivindicações da categoria, os sindicalistas prometem organizar greve por tempo indeterminado. O movimento não atinge as montadoras com fábricas no ABC (Ford, Mercedes-Benz, Scania e Volkswagen), pois na campanha de 2011 trabalhadores e empresas fecharam acordo com prazo de validade de dois anos. Para 2012, ficou acertado reajuste salarial composto pela inflação do período mais aumento real de 2,39%, além de um abono de R$ 2,5 mil que terá o mermo reajuste aplicado nos salários. Com data-base em primeiro de setembro, os trabalhadores reivindicam o mesmo índice conquistado pelos metalúrgicos das montadoras. A pauta de reivindicações foi entregue aos grupos patronais no final de junho, mas até agoira não houver propostas, reclamar os sindicalistas. "A paralisação de um dia é um alerta para que os patrões percebam que a disposição de luta da categoria é forte", afirma o secretário-geral do sindicato, Wagner Santana. "Se não atenderem nossa reivindicação haverá greve por tempo indeterminado", avisa o vice-presidente da entidade, Rafael Marques. Já em São José dos Campos, os metalúrgicos prometem para a próxima semana uma escalada de paralisações para pressionar os grupos patronais a aumentarem as propostas de reajuste dos salários. Até agora, as propostas ficaram muito abaixo da pauta de reivindicação da categoria. Na maioria dos setores, o reajuste oferecido é de 5%, o que não cobre sequer a inflação dos últimos 12 meses: 5,93%. Em assembleia na quinta-feira, os trabalhadores da General Motors rejeitaram a proposta da apresentada pela montadora, prevendo 2% de ganho real mais a inflação, a partir de novembro, e abono de R$ 2,5 mil. O aviso de greve foi protocolado ontem e a GM terá 48 horas para apresentar nova proposta, se quiser evitar a greve, dizem os sindicalistas. A data-base da categoria é setembro e a negociação é em conjunto com o sindicato de São Caetano, no ABC, onde a proposta também foi rejeitada. A campanha envolve 44 mil metalúrgicos, que reivindicam reajuste salarial de 12,86%, mas benefícios. Bancários. Na quarta-feira, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou carta à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), avisando que, em razão do impasse nas negociações, provocado pela decisão dos bancos em manter a proposta de 6% de reajuste, considerada "insuficiente, o comando nacional da categoria orientou os sindicatos a convocarem assembleias para a próxima quarta-feira, dia 12". Os trabalhadores vão votar proposta de deflagração de greve nacional por tempo indeterminado a partir do dia 18, caso os bancos não apresentem nova proposta que atenda as reivindicações, frisam sindicalistas."

Extraído de http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/9/7/metalurgicos-do-abc-vao-parar-por-24-horas-na-segunda-feira/?searchterm=

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Governo federal é simpático à proposta de renovação de frota de caminhões (Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos)


"O Sindicato apresentou ao governo federal proposta de programa para a renovação da frota de caminhões brasileiros nos próximos anos. A medida tem o objetivo de impulsionar o setor, que sofre com a queda de vendas após a mudança da motorização provocada pela introdução da norma Proconve-7 (Euro 5).
A proposta propõe que a política de renovação seja debatida no Conselho Setorial Automotivo, tal como foi construído o novo Regime Automotivo – plano que passa a disciplina o setor e cria regras para a instalação de novas montadoras de automóveis no País, definindo entre outros padrões percentuais de utilização de peças nacionais.
Segundo o vice-presidente do Sindicato, Rafael Marques, a iniciativa foi bem recebida e vai de encontro às medidas promovidas neste ano pela presidenta Dilma também com a meta de impulsionar a indústria, como o Plano Brasil Maior..."

Íntegra disponível em http://ht.ly/diJUV

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Sem contraproposta, greve dos metalúrgicos da Volvo segue por tempo indeterminado (Fonte: Gazeta do Povo)

"Após impasse na negociação salarial, funcionários do complexo industrial da Volvo Caminhões, em Curitiba, decidiram, na manhã desta terça-feira (15), entrar em greve por tempo indeterminado. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), 100% dos operários da empresa aderiram à paralisação. Com isso, deixam de ser fabricados por dia 116 carros, entre ônibus e caminhões. Segundo a empresa, seis mil pessoas trabalham na indústria.

O vice-presidente do SMC, Nelson Silva de Souza, disse que apenas serviços essenciais – como segurança patrimonial e trabalhos administrativos – foram mantidos, mas que toda a linha de produção da empresa está parada. Os metalúrgicos não abrem mão de receber R$ 18 mil como Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O valor seria divido em duas parcelas. Em setembro, os trabalhadores negociariam com a empresa o abono salarial. “Nos últimos quatro anos, a empresa [Volvo] bate recorde em cima de recorde. Então, esperamos que a empresa se abra à negociação”, disse Souza.

A Volvo, por sua vez, oferece como PLR o mesmo valor pago no ano passado: R$ 15 mil. Além disso, a empresa já propôs abono salarial de R$ 6 mil, além de 2,51% de aumento real. Em nota encaminhada à imprensa, a Volvo alega que o valor reivindicado pelos trabalhadores “está fora da realidade do mercado”. “Mesmo a proposta mínima ofertada pela Volvo já seria excelente, equilibrada e economicamente coerente”, ressalta o comunicado.

Uma nova assembleia foi marcada para as 7h30 de quarta-feira (16), mas, segundo o sindicato, não há uma nova proposta a ser analisada. O SMC informou que a proposta apresentada – e rejeitada – pela Volvo nesta terça-feira já havia sido rejeitada pelos metalúrgicos na semana passada. “Mesmo assim, a apresentamos novamente em assembleia, mas ela foi rejeitada de novo”, disse Souza. “Agora, com a paralisação, temos que aguardar a reabertura das negociações até que a empresa apresente uma proposta que possa atender aos trabalhadores”, complementou o presidente do sindicato, Sérgio Butka."
Extraído de http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1254896&tit=Metalurgicos-da-Volvo-Caminhoes-entram-em-greve-em-Curitiba