"Brasília, 04/07/2011 – A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/DF, em parceria com o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CODDEDE), promoveu, na quinta-feira (30/06), um seminário sobre o conteúdo da convenção internacional da ONU como condição de acesso e garantia de direitos para o efetivo exercício da cidadania.
Segundo o presidente da comissão, Yure Gagarin, "a convenção tem como objetivo promover, proteger e assegurar o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por parte de todas as pessoas com deficiência, além de promover o respeito pela sua dignidade. E a OAB/DF tem grande importância nesse evento porque ela é o grande microfone das entidades sociais para com a população”.
A presidente do CODDEDE, Márcia Muniz, destacou que os portadores de deficiência física precisam conhecer seus direitos, para lutar a favor deles. "Ninguém tem condições de cumprir a lei, de lutar pelos seus direitos sem conhecê-los. Este evento é exatamente pra isso, pra esclarecer as entidades e o próprio governo do DF e consolidar essa parceria da OAB/DF com o Conselho".
O evento contou com a presença da deputada federal Rosinha da Adefal, além de profissionais que atuam na defesa dos direitos da pessoa com deficiência e representantes do GDF. Os participantes receberam um livro e um cd sobre a convenção da ONU."
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terça-feira, 5 de julho de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Cota de pessoas com deficiência não é atingida em todos os bancos (Fonte: Folha)
"Com programas especiais e investimento na capacitação, os bancos têm se destacado na contratação de pessoas com deficiência, mas nem todos atingem o número determinado pela Lei das Cotas, aprovada em 1991.
Desde então, a legislação determina que ao menos 5% dos funcionários de empresas com mais de mil empregados sejam “portadores de necessidades especiais”.
HSBC e Santander já atingiram esse índice.
No caso do HSBC, os funcionários com deficiência realizam um programa de inclusão de nove meses, de acordo com a diretora-executiva Vera Saicali.
O Santander, que chegou à cota no final do ano passado, “intensificou o trabalho com esse público em 2005″, conta a superintendente-executiva, Maria Cristina Carvalho.
O Itaú Unibanco tem mil vagas abertas para pessoas com deficiência. “Temos uma equipe exclusiva de 15 pessoas para a capacitação desses funcionários”, segundo o diretor Adriano Lima.
O Bradesco, por sua vez, também afirma aperfeiçoar a área. “Estamos adotando várias iniciativas para inserção de outras pessoas com deficiência”, segundo o diretor José Luiz Bueno.
O Banco do Brasil tem apenas 0,8% do quadro preenchido por funcionários com deficiência auditiva, física, mental ou visual. O BB afirma contratar todos os candidatos dessa categoria que acertam 50% das perguntas da prova de seleção.
“Os bancos são exemplos para as outras empresas. É o setor que mais contrata deficientes” diz Mônica Costa Almeida, da Plura Consultoria.
Por oferecer melhores cargos que os demais segmentos, o setor bancário é o mais procurado, segundo Andrea Schwarz, presidente da consultoria i.social Soluções.
“Há muitas empresas de outros setores que preferem pagar multa por não cumprir a cota a investir em capacitação”, diz. “Tem companhia aérea que contrata funcionário para deixar em casa.”"
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HSBC e Santander já atingiram esse índice.
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O Santander, que chegou à cota no final do ano passado, “intensificou o trabalho com esse público em 2005″, conta a superintendente-executiva, Maria Cristina Carvalho.
O Itaú Unibanco tem mil vagas abertas para pessoas com deficiência. “Temos uma equipe exclusiva de 15 pessoas para a capacitação desses funcionários”, segundo o diretor Adriano Lima.
O Bradesco, por sua vez, também afirma aperfeiçoar a área. “Estamos adotando várias iniciativas para inserção de outras pessoas com deficiência”, segundo o diretor José Luiz Bueno.
O Banco do Brasil tem apenas 0,8% do quadro preenchido por funcionários com deficiência auditiva, física, mental ou visual. O BB afirma contratar todos os candidatos dessa categoria que acertam 50% das perguntas da prova de seleção.
“Os bancos são exemplos para as outras empresas. É o setor que mais contrata deficientes” diz Mônica Costa Almeida, da Plura Consultoria.
Por oferecer melhores cargos que os demais segmentos, o setor bancário é o mais procurado, segundo Andrea Schwarz, presidente da consultoria i.social Soluções.
“Há muitas empresas de outros setores que preferem pagar multa por não cumprir a cota a investir em capacitação”, diz. “Tem companhia aérea que contrata funcionário para deixar em casa.”"
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