"A Companhia Energética de Brasília (CEB) e a paulista Cteep tiveram mudanças em suas diretorias anunciadas ao mercado. A concessionária do Distrito Federal elegeu, em reunião do conselho de administração, a diretoria para mandato até abril de 2013.
O diretor-presidente da empresa, Rubem Fonseca Filho, segue no cargo, enquanto assumem como novos dirigentes o engenheiro Setembrino de Menezes Filho, na diretoria de Geração e Negócios; a contadora Eli Soares Jucá, como dirigente administrativo-financeira; e o engenheiro Manoel Clementino Barros Neto, como diretor-tecnico.
Na Cteep, o diretor financeiro e de relações com investidores, Marcio Lopes Almeida, renunciou ao cargo e será substituído, em caráter interino, pelo presidente da companhia, Cesar Ramirez."
Extraído de http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=10030&id_secao=17
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
terça-feira, 5 de julho de 2011
"Cteep vai recorrer de multa da Aneel por blecaute em 2009" (Fonte: Valor Econômico)
"O centro de operações das atividades da Companhia de Transmissão Paulista (Cteep), em São Paulo, vive uma calmaria nestes dias de frio sem grandes trombas d"água ou ventos fortes. Os quatro operadores de cada turno da estação monitoram as operações como se estivessem em voo de cruzeiro. Mas em novembro de 2009, quando linhas de transmissão do sistema Itaipu operado por Furnas caíram, derrubando em efeito cascata a energia em 18 estados, o clima ficou bem diferente.Problemas de comunicação, em função da queda da rede da Embratel, levaram a empresa a amargar uma multa de R$ 3 milhões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por responsabilidades no blecaute. Multa aplicada e ratificada duas vezes pela diretoria da agência. O diretor de operações da Cteep, Celso Cerchiari, diz entretanto que a companhia vai recorrer novamente da decisão.
O motivo, segundo Cerchiari, é que, apesar de a queda do sistema da Embratel ter impedido a transmissão de dados, não houve interrupção na comunicação com o Operador Nacional do Sistema (ONS) para recompor o sistema. "Somos responsáveis pelos sistemas de comunicação que controlamos", diz Cerchiari. "Mas temos a convicção que não foi isso que contribuiu para eventual demora na recomposição e por isso vamos recorrer da decisão."
Cerchiari explica que a rede da Embratel, pelo próprio blecaute, também caiu, mas somente no momento em que a comunicação era feita com a Eletropaulo e não com o operador do sistema. Em contingências, as empresas precisam acionar corredores que restabelecem energia em determinadas regiões e somente depois interligar ao sistema.
A maior multa da Aneel pelo blecaute de 2009 foi dada à Furnas e responsabiliza a empresa por não ter feito adequadamente manutenção das linhas do sistema Itaipu. A estatal já entrou com processo judicial para não ter que pagar a multa de R$ 43 milhões e se livrar da responsabilidade pelo blecaute. A companhia alega que raios e a forte chuva que caiu na região de Itaberá, no Paraná, foram responsáveis pela queda dos três sistemas da companhia. Duas empresas já pagaram pequenas multas aplicadas pela Aneel e uma terceira está em dívida com a agência. Para hoje está prevista na pauta da Aneel o julgamento do recurso do ONS, que também tenta que a diretoria da agência reconsidere o caso. O operador do sistema foi multado em R$ 1,3 milhão em função da operação do religamento. E a Cteep vai recorrer mais uma vez.
Mesmo com o recurso, a transmissora tomou a decisão de contratar um novo prestador de serviço, no caso da Global Crossing, que lhe garanta uma terceira forma de transmissão de dados - além da rede própria, da rede da Embratel.
Pelas linhas e subestações da Cteep, companhia privatizada em 2006 e que hoje pertence ao grupo colombiano ISA, passam hoje 30% do consumo de energia do país. A transmissora é responsável por 90% da operação de todo o Estado de São Paulo. Em ativos, a companhia tem hoje 16% do mercado.
Na cidade de São Paulo, a pressão e o desafio é tentar evitar cortes de luz em função da sobrecarga da subestação Bandeirante, que fica próxima à Vila Olímpia. A empresa constrói outra subestação, em Piratininga, que já deveria ter sido erguida há dois anos. Processos ambientais atrasaram as obras."
Siga-nos no twitter: www.twitter.com/AdvocaciaGarcez
O motivo, segundo Cerchiari, é que, apesar de a queda do sistema da Embratel ter impedido a transmissão de dados, não houve interrupção na comunicação com o Operador Nacional do Sistema (ONS) para recompor o sistema. "Somos responsáveis pelos sistemas de comunicação que controlamos", diz Cerchiari. "Mas temos a convicção que não foi isso que contribuiu para eventual demora na recomposição e por isso vamos recorrer da decisão."
Cerchiari explica que a rede da Embratel, pelo próprio blecaute, também caiu, mas somente no momento em que a comunicação era feita com a Eletropaulo e não com o operador do sistema. Em contingências, as empresas precisam acionar corredores que restabelecem energia em determinadas regiões e somente depois interligar ao sistema.
A maior multa da Aneel pelo blecaute de 2009 foi dada à Furnas e responsabiliza a empresa por não ter feito adequadamente manutenção das linhas do sistema Itaipu. A estatal já entrou com processo judicial para não ter que pagar a multa de R$ 43 milhões e se livrar da responsabilidade pelo blecaute. A companhia alega que raios e a forte chuva que caiu na região de Itaberá, no Paraná, foram responsáveis pela queda dos três sistemas da companhia. Duas empresas já pagaram pequenas multas aplicadas pela Aneel e uma terceira está em dívida com a agência. Para hoje está prevista na pauta da Aneel o julgamento do recurso do ONS, que também tenta que a diretoria da agência reconsidere o caso. O operador do sistema foi multado em R$ 1,3 milhão em função da operação do religamento. E a Cteep vai recorrer mais uma vez.
Mesmo com o recurso, a transmissora tomou a decisão de contratar um novo prestador de serviço, no caso da Global Crossing, que lhe garanta uma terceira forma de transmissão de dados - além da rede própria, da rede da Embratel.
Pelas linhas e subestações da Cteep, companhia privatizada em 2006 e que hoje pertence ao grupo colombiano ISA, passam hoje 30% do consumo de energia do país. A transmissora é responsável por 90% da operação de todo o Estado de São Paulo. Em ativos, a companhia tem hoje 16% do mercado.
Na cidade de São Paulo, a pressão e o desafio é tentar evitar cortes de luz em função da sobrecarga da subestação Bandeirante, que fica próxima à Vila Olímpia. A empresa constrói outra subestação, em Piratininga, que já deveria ter sido erguida há dois anos. Processos ambientais atrasaram as obras."
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
“Aneel mantém multa à Cteep por perturbação em subestação em 2009” (Fonte: Agência Canal Energia)
“A Aneel negou o provimento ao agravo interposto pela Cteep e manteve penalidade de multa de R$ 318,1 mil em razão das causas e ações desenvolvidas pela concessionária quando da perturbação na subestação Baixada Santista no dia 1º de abril de 2009. Como a superintendência não acolheu as informações prestadas pela companhia, a Cteep foi multada em R$ 318,1 mil. A decisão da Aneel foi tomada na última reunião da diretoria colegiada, realizada na última terça-feira, 22 de fevereiro.”
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
"Empresas precisam explicar apagão de SP" (Fonte: Valor Econômico)
"A concessionária de energia AES Eletropaulo terá até o dia 24 deste mês para dar explicações à Fundação Procon de São Paulo sobre o apagão ocorrido na tarde de terça-feira na capital paulista. A empresa terá que dizer que medidas estão sendo adotadas para impedir a ocorrência de eventos como esse e também o que fará para ressarcir os consumidores que tiveram prejuízos por causa da queda de energia. Ontem, representantes da Eletropaulo e da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) estiveram reunidos a portas fechadas com diretores do Procon e foram notificados a prestar esclarecimentos sobre a queda de energia e também sobre mais 15 ocorrências semelhantes registradas pelo Procon desde novembro do ano passado.
"O problema [de terça] foi realmente na transmissão. Houve um problema de superaquecimento num dos transformadores, que acabou sendo desligado e os outros dois acabaram não suportando a carga", disse o assessor-chefe do Procon-SP, Carlos Coscarelli. Segundo ele, os representantes das duas empresas disseram que o Sistema Bandeirante - que cobre toda a região onde foi registrado o apagão de ontem - está trabalhando próximo do limite. Com isso, até que a nova subestação seja inaugurada, em fevereiro de 2012, "haverá grandes riscos de novas ocorrências" na capital paulista.
Nenhuma das empresas falou com os jornalistas após a reunião com o Procon. A Cteep comprometeu-se a enviar uma nota de esclarecimento, o que não ocorreu até a publicação desta matéria. Já a Eletropaulo, em nota, informou que foi notificada pelo Procon a prestar esclarecimentos sobre as ocorrências registradas entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano e que vai fornecer as informações solicitadas até o prazo que foi estipulado pelo órgão.
Desde 2009, o Procon paulista vem monitorando a atuação da Eletropaulo. Só em 2010, foram registradas mais de 600 ocorrências de queda de energia em São Paulo e isso levou a Eletropaulo a ser multada, em duas oportunidades, num valor que totalizou cerca de R$ 5 milhões. Caso o Procon responsabilize novamente a empresa por causa dos eventos que foram registrados entre novembro de 2010 e fevereiro deste ano, a Eletropaulo poderá pagar uma multa de até R$ 6,87 milhões.
Para o Procon, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) também pode ser cobrada a respeito desses apagões, já que cabe a ela a fiscalização dos serviços. "A Aneel deve intervir nessa questão e fiscalizar, o que é o papel dela", disse o diretor de fiscalização do Procon-SP, Renan Ferraciolli. Em resposta, a Aneel informou que já foi iniciado um processo de fiscalização das empresas, que corre sob sigilo.
Parte da zona sul de São Paulo e da região metropolitana da cidade completaram ontem 24 horas com o abastecimento de água prejudicado, após o blecaute de terça-feira, que deixou 2,5 milhões de moradores sem luz. De acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), a normalização do sistema está prevista para a noite de ontem. A companhia não soube informar o número de pessoas afetadas pela falta d"água."Siga-nos no Twitter: www.twitter.com/AdvocaciaGarcez
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