sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Justiça determina que AES Eletropaulo pague R$1,3 bilhão à Eletrobras (Fonte: Jornal da Energia)

"A AES Eletropaulo informou nesta sexta-feira (14/12) que a 5ª Vara da Comarca do Rio de Janeiro determinou que a companhia pague R$ 1,3 bilhão à Eletrobras, referente ao saldo do atualizado de um empréstimo contratado em 1986, quando ainda era controlada pelo Governo de São Paulo. A companhia vai recorrer da decisão.
Trata-se de um processo antigo, que envolve também a Cteep, que na época também era controlada pelo governo paulista. “Contra essa decisão, a AES Eletropaulo apresentará os recursos cabíveis, com vistas a suspender os seus efeitos e anulá-la”, disse a companhia, ressaltando que seus assessores legais acreditam que a empresa “tem boas chances nos. recursos que serão interpostos..."


Íntegra disponível em: http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=12061&id_tipo=2&id_secao=17&id_pai=0&titulo_info=Justi%26ccedil%3Ba%20determina%20que%20AES%20Eletropaulo%20pague%20R%241%2C3%20bilh%26atilde%3Bo%20%26agrave%3B%20Eletrobras

Brasil em debate:Ação Penal 470, segunda, dia 17, as 18h30, no Sindicato dos Engenheiros, SPaulo. (Fonte: Movalente)



Empresa responde subsidiariamente por verbas de empregado de fabricante dos seus produtos (Fonte: TST)

"A empresa mineira Comau do Brasil Indústria e Comércio Ltda. foi condenada a responder subsidiariamente pelas verbas trabalhistas de um empregado contratado pela Dispomec Automação Industrial Ltda., que fabricava os produtos desenhados e encomendados por ela. A Comau tentou se livrar da condenação, mas a Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou provimento ao seu agravo de instrumento.
O empregado era fresador na empresa e ajuizou a reclamação em agosto de 2010, ainda no curso do contrato de trabalho, após a empresa ter atrasado salários e depósitos do FGTS e ter-lhe determinado que permanecesse em casa, aguardando ordens para retorno ao trabalho. O juiz rescindiu o seu contrato indiretamente, por culpa do empregador, e condenou as empresas a responderem solidariamente por suas verbas.
A Comau recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), alegando que apenas comprava produtos da Dispomec, segundo ela a real empregadora do trabalhador, mediante contrato de natureza civil e comercial. No entanto, o Regional reconheceu que se tratava de uma terceirização ilícita e converteu a responsabilidade solidária em subsidiária, registrando que os serviços prestados pelo empregado eram "imprescindíveis para a dinâmica produtiva e comercial da empresa, especialmente porque não há pleito específico de vínculo de emprego direto com a Comau, mas de responsabilização".
Segundo a relatora que examinou o recurso na Turma, desembargadora convocada Maria das Graças Silvany Dourado Laranjeira (foto), a natureza da atividade desenvolvida da Dispomec, uma prestadora de serviços de fornecimento de peças, instrumentos ou equipamentos indispensáveis ao desenvolvimento da atividade empresarial da Comau, levam à conclusão de que de fato a Comau delegava para terceiro tarefas do seu empreendimento. Dessa forma, a relatora concluiu que houve a delegação para terceiros de tarefas da tomadora do serviço, nos moldes da Súmula nº 331, IV, do TST.
A relatora ressaltou que "tratando-se de contrato realizado por duas pessoas jurídicas, ainda que de natureza comercial, as empresas não ficam imunes a nenhuma responsabilidade, nem liberadas do dever de fiscalizar o correto cumprimento das obrigações trabalhistas em relação ao pessoal colocado à sua disposição por parte da prestadora de mão de obra".
A Segunda Turma seguiu unanimemente o voto da relatora que negou provimento ao agravo de instrumento."


Extraído de: http://www.tst.gov.br/web/guest/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/empresa-responde-subsidiariamente-por-verbas-de-empregado-de-fabricante-dos-seus-produtos?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.gov.br%2Fweb%2Fguest%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2

Telecom cresce 14% impulsionada por infraestrutura de rede e smartphones (Fonte: Convergência Digital)

"O ano de 2012 poderia ter sido bem melhor - a projeção inicial era de um crescimento de 35% em relação a 2011, em função da expectativa em torno das redes 3G e 4G, mas a indústria brasileira de telecomunicações ainda tem o que comemorar, uma vez que registrou um incremento de 14% - ficando abaixo apenas do setor de energia na indústria eletroeletrônica.
A imposição da construção de infraestrutura de rede - para atender a demanda e a exigência de melhor qualidade de serviço pelas teles - impulsionou a receita - que está projetada para ficar em R$ 22,68 bilhões. "Quase 60% do investido na área foi para infraestrutura", confirmou o vice-presidente da Abinee, Paulo Castelo Branco.
Mas o 4G - grande expectativa - atrasou e poucos investimentos foram realizados este ano. "As teles investiram até setembro R$ 17 bilhões, quase que o total aportado em 2011 - R$ 18 bilhões, e 2012 pode ser um dos melhores anos em termos de aporte de recursos nos últimos tempos. Mas a assinatura dos contratos 4G atrasou; a crise internacional pesa e ainda há uma retração nos pedidos", acrescentou Aluisio Byrro, também vice-presidente da Abinee..."


Íntegra disponível em: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=32655&sid=8#.UMtS8fUpcGc.twitter

MP579 sepulta ideia de transformar Eletrobras numa Petrobras (Fonte: Jornal da Energia)

"O ex-presidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, concedeu entrevista à rádio Câmara na manhã desta quinta-feira (13/12) e não poupou críticas a metodologia utilizada para se alcançar a tão sonhada redução nas tarifas de energia em 2013. Ele inclusive afirmou que a Medida Provisória 579 não resultará em grandes quedas na conta de luz. Por outro lado, a tarifa oferecida para operar e manter as usinas antigas reduzirá a receita do grupo Eletrobras em 70%, inviabilizando um antigo projeto, que era o de transformar a elétrica em uma equivalente a Petrobras.
"A intenção da MP é corretíssima. A energia brasileira é cara demais. A intenção é correta, mas a maneira de fazer, não. Eu discordo do cálculo que foi feito, no qual se baseou a decisão de reduzir as receitas das empresas, em particular, da Eletrobras” disse Pinguelli Rosa. “No início do governo Lula se discutiu, e eu participei disso, em tornar o papel da Eletrobras um fator dinâmico para o setor elétrico tal como a Petrobras é para o setor de combustível. Mas com a medida provisória, essa ideia fica sepultada..."
 
 

Novo laudo da PF indica que lista de Furnas é autêntica (Fonte: Folha de São Paulo)

"A Polícia Federal confirmou ontem a autenticidade da chamada "lista de Furnas", documento de cinco páginas que registra supostas contribuições de campanha, num esquema de caixa dois, a 156 políticos durante a disputa eleitoral de 2002. No total, eles teriam recebido R$ 40 milhões.
Segundo a assessoria da direção geral da PF, em Brasília, perícia do INC (Instituto Nacional de Criminalística) concluiu que a lista não foi montada e que é autêntica a assinatura que aparece no documento, de Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia de Furnas, empresa estatal de energia elétrica. A PF informou, contudo, que não tem como atestar a veracidade do conteúdo da lista. Os papéis citam empresas que teriam colaborado para um caixa dois administrado por Dimas Toledo.
Entre as campanhas eleitorais supostamente abastecidas pelo esquema estão as do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência pelo PSDB, do ex-prefeito de São Paulo José Serra (PSDB), atual pré-candidato ao governo paulista, e do atual governador mineiro, Aécio Neves (PSDB). As campanhas em 2002 teriam recebido, respectivamente, R$ 9,3 milhões, R$ 7 milhões e R$ 5,5 milhões. Tucanos negam..."


Íntegra disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u79588.shtml

Audiência entre Sindicato dos Bancários e Santander sobre demissões é adiada para dia 18 (Fonte: EBC)

"São Paulo – O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e o Banco Santander começaram a discutir hoje (12) em busca de uma solução sobre o aumento do número de demissões de bancários desde o início do mês de dezembro. A negociação se deu com a intermediação do Núcleo de Solução de Conflitos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região. Um novo encontro foi  agendado para a próxima sexta-feira (14).
Em razão do início do processo de negociação, a audiência de dissídio no TRT, que deveria ocorrer  hoje, foi adiada para terça-feira (18). No entanto, a liminar que suspendeu as demissões do Santander em dezembro está mantida e o pedido de suspensão da liminar feito pelos advogados do banco não foi julgado. Na quinta-feira passada (6), o TRT decidiu suspender as demissões sem justa causa do banco em São Paulo até que sindicato e empresa entrassem em um acordo..."


Íntegra disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-12-12/audiencia-entre-sindicato-dos-bancarios-e-santander-sobre-demissoes-e-adiada-para-dia-18

Ambulantes fundam Sindicato dos Trabalhadores Informais do Recife (Fonte: Diário de Pernambuco)

"Visando lutar pelo direito de trabalhar nas ruas da cidade, ambulantes e vendedores informais do Recife se reuniram na noite desta quarta-feira (12) em assembleia geral para fundar o Sindicato dos Trabalhadores Informais do Recife (Sintraci) e votar sua primeira diretoria. O evento ocorreu no auditório do Núcleo de Pesquisa em Telecomunicações da Escola Politécnica de Pernambuco (NPT/POLI), na Rua Gervásio Pires.
Segundo a assessoria de imprensa do órgão, o surgimento do Sintraci é "uma resposta às várias arbitrariedades do poder público", a exemplo do processo de "higienização do Centro da cidade" promovido pela Prefeitura da Cidade do Recife (PCR)..."


Íntegra disponível em: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2012/12/12/interna_vidaurbana,412805/ambulantes-se-organizam-e-fundam-sindicato-dos-trabalhadores-informais-do-recife.shtml

Fora do Brasil, repórter ameaçado pela Rota relata a mudança de vida (Fonte: Terra)

"Após escrever uma reportagem em julho relatando que o ex-comandante da Rota (a controversa unidade de elite da Polícia Militar de São Paulo) e vereador eleito Paulo Telhada usava sua página no Facebook para pregar a violência, o repórter André Caramante, do jornal Folha de S. Paulo, passou a ser alvo de ameaças que o levaram a deixar o País com a família.
Com os filhos fora da escola regular e longe dos amigos e da profissão, o jornalista espera providências das autoridades, que ainda não identificaram os autores de ameaças como: "Quero deixar um recado para o André Caramante. Para ele deixar a polícia trabalhar em paz ou os filhos dele vão estudar no tacho do inferno", feita por telefone a um funcionário do jornal, segundo o Ministério Público.
Segundo o advogado de Telhada, as ameaças não partiram dele - que pediu pela internet apenas que seus simpatizantes escrevessem ao jornal em atitude de "desagravo" à reportagem. Porém, o pedido deflagrou a perseguição ao repórter feita por supostos policiais que equiparam a defesa dos direitos humanos à proteção a bandidos..."

Íntegra disponível em: http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/fora-do-brasil-reporter-ameacado-pela-rota-relata-a-mudanca-de-vida,ba2492a7f068b310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

Lei de Meios só foi possível após conflito entre Clarín e governo argentino, diz especialista em mídia (Fonte: Opera Mundi)

"Na guerra entre o governo argentino e o Clarín, Martín Becerra prefere se manter à margem. Em um país em que o apoio ou oposição ao governo federal costuma resultar em posições radicalizadas, o equilíbrio da análise faz com que a opinião deste especialista, um dos poucos estudiosos de concentração midiática da Argentina, seja requisitada por veículos de comunicação de diferentes linhas editoriais.
Doutor em Ciências da Comunicação e docente na Universidade Nacional de Quilmes e na de Buenos Aires (UBA), Becerra acredita que a Lei de Meios (Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual), aprovada em 2009, representa um avanço importante para o país, apesar de suas ressalvas em relação a alguns artigos e à falta de aplicação de muitas das resoluções não relacionadas à batalha judicial travada entre o governo argentino e o Grupo Clarín.

Em entrevista ao Opera Mundi, Becerra discorre sobre a potencialidade da legislação que regula o espectro audiovisual, afirma que o governo e o maior conglomerado multimídia do país são “bons álibis mútuos” e garante que não há ataque à liberdade de expressão na Argentina..."


Íntegra disponível em: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/entrevistas/25981/nao+ha+ataque+a+liberdade+de+expressao+na+argentina+diz+especialista+em+midia.shtml?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Caixa é condenada a pagar R$ 100 mil a empregado por assédio sexual (Fonte: TST)

"A Justiça do Trabalho condenou a Caixa Econômica Federal (CEF) a pagar indenização por dano moral no valor de R$ 100 mil a um empregado vítima de assédio sexual de sua superiora. A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não acolheu recurso da Caixa questionando o valor da indenização, não chegando, assim, a analisar o mérito da questão. Com isso, ficou mantida a condenação imposta originalmente, em julho de 2007, pela 75ª Vara do Trabalho de São Paulo (SP).
No processo, o trabalhador alegou que sofreu assédio sexual e moral por parte de sua gerente na Caixa.  De acordo com ele, que também seria modelo fotográfico, ela sempre elogiava a sua beleza, chegando a exagerar nos elogios e a usar "termos lascivos". Diariamente, insistia para que saíssem juntos após o trabalho.  Com a sua recusa, ela passou a hostiliza-lo.  Para isso, utilizava palavras como "incompetente, inútil e imbecil".
No julgamento, a Vara do Trabalho destacou que o empregado exercia a função de confiança de caixa executivo, "sendo-lhe subitamente retirada a gratificação especial".  Na época, ele estava de licença médica, e embora a gerente tenha afirmado que teve acesso ao atestado médico que comprovava sua aptidão para o trabalho, esse documento não foi anexado ao processo.
Uma das testemunhas ouvidas qualificou a aproximação da gerente como uma "cantada", e falou da insatisfação do empregado com o que classificou de "inferno" vivido por ele.  Para a Vara, teria havido, assim, "perturbação econômica e funcional", motivadas pela perda da comissão sem motivação técnica.  "Desse modo, mostra-se plausível a tese inicial, sendo ora reconhecido o assédio sexual noticiado", concluiu.
TST
Inconformada, a Caixa recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), que manteve a decisão de primeiro grau. Por último, ela recorreu ao TST com um agravo de instrumento, após o TRT ter negado seguimento ao seu recurso de revista, questionando o valor da indenização de R$ 100 mil. A Caixa considerou a quantia "excessiva" por gerar "enriquecimento sem causa" do trabalhador.
O ministro Vieira de Mello Filho (foto), relator na Quarta Turma do TST, considerou o agravo desprovido pela ausência de cópia de decisões que apontassem divergência com o julgamento do Tribunal Regional (Súmula 296 do TST) e por levantar questões no agravo que não foram suscitados incialmente no recuso de revista, o que o torna inviável."


Extraído de: http://www.tst.gov.br/web/guest/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/caixa-e-condenada-a-pagar-r-100-mil-a-empregado-por-assedio-sexual?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.gov.br%2Fweb%2Fguest%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2

Seis bancos são notificados por causa de tarifas e pacotes de serviços (Fonte: Gazeta do Povo)

"Os seis maiores bancos do País foram notificados nesta quinta-feira (13) pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça para prestarem esclarecimentos sobre pacotes de serviços bancários oferecidos aos consumidores. O ministério diz que há indícios de falta de informações sobre pacotes bancários. Cita ainda a inserção de serviços essenciais e gratuitos dentro dos pacotes, o que pode dificultar a escolha do consumidor. Foram notificados Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Santander, por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC).
O órgão pede informações sobre a quantidade, a composição e o preço dos pacotes disponíveis para contratação pelo consumidor pessoa física. O DPDC questiona ainda a forma como o pacote padronizado por resolução do Banco Central é ofertado ao consumidor. "Os bancos notificados têm o prazo de dez dias para responder aos questionamentos e apresentar os documentos solicitados, que serão avaliados pelos técnicos do DPDC e do Banco Central para a adoção das medidas necessárias", diz o ministério, em nota..."


Íntegra disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?utm_source=twitter_capa&utm_medium=referral&id=1327690&tit=Seis-bancos-sao-notificados-por-causa-de-tarifas-e-pacotes-de-servicos

CNE SE REUNIU COM ELETROBRAS PARA DISCUTIR OS EFEITOS DA MP 579 (Fonte: Urbanitários PE)

"A coordenação do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) esteve reunida nesta quinta-feira, 13 de dezembro, com o diretor de administração da Eletrobras, Miguel Colassuono, para discutir pontos estratégicos para a categoria: MP 579 e a PLR. Com relação aos impactos da Medida Provisória o CNE cobrou que a direção do Sistema Eletrobras conduza todas as ações, assumindo a posição que uma HOLDING deve ter, já que cada empresa vem anunciando previamente aos (as) trabalhadores (as) as medidas que serão tomadas, ou seja, cada um faz o que quer, e muitas direções se aproveitam desse momento de indefinições para colocar em prática suas vinganças pessoais.
A coordenação do CNE propôs a construção de um calendário de reuniões, para
apresentações mais detalhadas das medidas de reestruturação e contenção de gastos, agora que as tarifas e indenizações são conhecidas..."


Íntegra disponível em: http://www.urbanitarios-pe.org.br/Index/BOLETIM%20FNU%2013%2012%202012.pdf

TST declara abusiva demissão coletiva de cerca de 400 metalúrgicos na Bahia (Fonte: TST)

"A Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou abusiva e declarou a ineficácia da demissão coletiva de cerca de 400 empregados da Novelis do Brasil Ltda, produtora de alumínio. Os trabalhadores foram dispensados com o encerramento das atividades da unidade que a empresa mantinha em Aratu (BA).
O julgamento se deu em recurso ordinário da Novelis contra decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) que fora favorável aos metalúrgicos, determinando a ineficácia das rescisões dos contratos trabalhistas, a manutenção dos planos de saúde e o pagamento aos empregados de indenização compensatória.
Conforme o acórdão da SDC, a dispensa coletiva tem de ser objeto de negociação com a categoria, representada por seu sindicato, não se tratando de mero direito potestativo do empregador.
O caso
A Novelis alegou razões de estratégia empresarial e redução de custos de produção em face da crise econômica mundial instalada em 2008 para justificar o encerramento das atividades da unidade de Aratu e a consequente demissão dos empregados.
Com a dispensa, o sindicato dos trabalhadores ajuizou no TRT dissídio coletivo de natureza jurídica, alegando que os termos da dispensa não foram negociados, tendo sido impostos de forma unilateral.  Requereram a ineficácia jurídica de todas as rescisões e multa "não inferior a R$100 mil por cada trabalhador demitido indevidamente", conforme a ação.
O TRT entendeu que a despedida em massa de trabalhadores, em face da sua gravidade e da repercussão no meio social, exige que sejam adotadas certas cautelas, de modo a conciliar o direito do empregador com o seu dever de promover a justiça e o bem-estar social.
"Há, por isso mesmo, necessidade de regular esse ato, adotando-se, inclusive, mecanismos que objetivem diminuir os seus efeitos deletérios. Surge então a negociação coletiva, instrumento apto a compor interesses divergentes, com vistas a disciplinar as condições do ato de despedida maciça", expressa o acórdão.
Com isso declarou que a demissão foi abusiva, porque se deu sem negociação, e determinou sua ineficácia, deferindo, a título de indenização, os salários e as vantagens legais do período em que perdurar a ineficácia das despedidas. Também decidiu pela manutenção dos planos de saúde nas mesmas condições em que vigoravam.
TST
Na SDC, a Novelis também não obteve sucesso. O colegiado negou provimento ao recurso da empresa, mantendo a decisão do TRT. A matéria foi relatada pelo ministro Walmir Oliveira da Costa (foto).
Conforme seu voto, a negociação coletiva prévia se fazia ainda mais necessária, tendo em vista que não se tratava de mera redução de pessoal, mas de dispensa da totalidade dos empregados do estabelecimento, com consequências graves para os trabalhadores e para a comunidade local.
"Como alegado pela recorrente, a decisão empresarial decorria dos efeitos da crise econômica mundial; sendo assim, eram evidentes as dificuldades que os trabalhadores encontrariam em obterem novos postos de trabalho, sendo, ainda, indiscutível que mesmo nos mercados de trabalho mais robustos resultaria difícil à absorção de cerca de 400 trabalhadores em busca de novo emprego", destacou o voto."


Extraído de: http://www.tst.gov.br/web/guest/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/tst-declara-abusiva-demissao-coletiva-de-cerca-de-400-metalurgicos-na-bahia?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.gov.br%2Fweb%2Fguest%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2

Ministério do Trabalho propõe suspender demissões em todo o País (Fonte: NET 10)

"O secretário de Relações de Trabalho do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), Manoel Messias, propôs na manhã de hoje (13/12), durante audiência de mediação entre a Contraf-CUT e o Sindicato de São Paulo com o Santander, em Brasília, a suspensão das demissões efetuadas em dezembro, conforme liminar concedida no TRT-SP, e abrir um processo de diálogo e negociação coletiva, resguardando as medidas já tomadas pelas entidades sindicais.
O advogado Alencar Rossi, representante do banco espanhol, ficou de consultar a instituição sobre a proposta apresentada e encaminhar uma resposta ao MTE. A partir da manifestação do banco, o Ministério convocará uma nova audiência entre as partes nos próximos dias.
A reunião foi realizada após carta enviada no último dia 5 pela Contraf-CUT ao ministro do Trabalho e Emprego. O Sindicato também fez contatos..."


Íntegra disponível em: http://www.net10.com.br/default.asp?cliente=vida_bancaria&id=2171