Mostrando postagens com marcador tucanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tucanos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Em assembleia, médicos residentes decidem processar Alckmin por não pagar reajuste (Fonte: RBA)

"São Paulo – Em assembleia realizada na tarde de hoje (29), médicos residentes de hospitais do estado de São Paulo decidiram entrar com uma ação judicial coletiva contra o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) pelo não pagamento do reajuste de R$ 354,17 para a categoria, que deveria ser pago em março. Ao todo, 6.600 dos pelo menos 13 mil médicos residentes do estado não receberam o reajuste. Como resposta, eles iniciaram, no último dia 10, uma greve que já mobiliza pelo menos 12 hospitais estaduais.

O reajuste que deveria ser pago, equivalente a 11,91%, foi conquistado em uma greve nacional dos residentes, realizada em dezembro de 2015. Desde março todos os estados, com exceção de São Paulo, aplicaram o reajuste, elevando o valor da bolsa de R$ 2.976,26 para R$ 3.330,43. No município de São Paulo o valor também foi reajustado. Os médicos calculam que seriam necessários R$ 28 milhões para pagar os meses atrasados e garantir o reajuste a partir de dezembro.

Representantes da categoria participaram hoje de audiência pública na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, para convencer deputados a incluir o reajuste no orçamento estadual do próximo ano. Um grupo foi recebido pelo colégio de líderes da Casa. Os parlamentares se comprometeram a pressionar pela inclusão do reajuste no orçamento, que será votado em meados de dezembro. O relator, deputado João Caramez (PSDB), afirmou que “teremos uma decisão favorável a reivindicação de vocês”. “Alguns estados estão quebrados e São Paulo tem se mantido em dia com as finanças. Esses R$ 28 milhões não deixarão o estado mais pobre”, disse.

Foram convidados para a audiência de hoje o secretário estadual da Saúde, David Uip, e um representante da Casa Civil. Nenhum deles compareceu. “Faz nove meses que tentamos uma conversa com Alckmin e Uip e não conseguimos”, disse a presidenta da Associação de Médicos do Hospital das Clínicas (HC) e residente no Hospital do Câncer, Katia Regina Marchetti. “O principal responsável pelo não pagamento do reajuste é o Geraldo Alckmin”, frisou o residente em Psiquiatria do HC Rafael dos Santos..."

Íntegra: RBA

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Tucanos blindam Temer em escândalo que derrubou Geddel (Fonte: RBA)

"São Paulo – Após escândalo que culminou com a demissão hoje (25) de Geddel Vieira Lima da Secretaria de Governo, tucanos manifestaram apoio incondicional ao governo Michel Temer, segundo a Folha de S.Paulo. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que o país não tem tempo a perder com "pequenas coisas", lamentando o fato de Temer ter de se desfazer do aliado. "Não há nada pior para um presidente do que ter que dispensar um amigo", disse, ao chegar a um encontro com prefeitos do partido na Câmara dos Deputados, em Brasília.

FHC ressaltou parceria com os políticos do PMDB durante o impeachment de Dilma, reconheceu a fragilidade do atual governo, mas diz que "é o que tem". "O que temos que fazer é atravessar o rio. Isso é uma ponte. Pode ser uma ponte frágil, uma pinguela? Tudo bem. Mas é o que tem."

Já o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que o escândalo "nem de longe" atinge o governo Temer, e partiu para o ataque contra o ex-ministro Marcelo Calero, que denunciou jogo de pressão de integrantes do governo, incluindo Temer, para privilegiar Geddel. Aécio classificou como "extremamente grave" a hipótese de que Calero tenha gravado conversas com o presidente da República..."

Íntegra: RBA

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Ex-deputado desmente Capez : lobista da Coaf e tucano 'se conhecem muito' (Fonte: RBA)

"São Paulo – O ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo e ex-deputado Leonel Júlio declarou ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que o atual presidente da casa, deputado Fernando Capez (PSDB), "conhece, muito" o lobista da Cooperativa Orgânica da Agricultura Familiar (Coaf) Marcel Ferreira Júlio, que é filho de Leonel. Capez sempre negou conhecer Marcel. O depoimento foi dado ao desembargador Sérgio Rui, que conduz as investigações sobre o esquema de pagamento de propina em contratos da merenda escolar no governo de Geraldo Alckmin (PSDB), revelados pela Operação Alba Branca.

Em seu depoimento, Leonel disse que atuou em todas as eleições disputadas por Capez e que seu filho também colaborou na campanha. "Sim. Ermelino Matarazzo, sempre muitos votos, graças a Deus, todas as vezes. E eles queriam que eu colaborasse lá e eu ia pegar papel de campanha, com meu filho, pegava por lá", afirmou. "O meu filho tinha sim, ele ia em todas as campanhas, ele ia lá e eu poucas vezes ia pegar papel, tudo", completou.

Quando perguntado se Marcel e Capez se conheciam, o ex-deputado responde: "Muito. Conhece, conhece. Ele também teve festa, esteve já, esteve... Conhece, lógico que conhece, muito". Ele também garantiu que Marcel foi recebido por Capez no escritório político da Rua Tumiarú. E que o deputado ligou para a Secretaria da Educação e conversou com alguém sobre o contrato com a Coaf. "Eu acho que foi com o secretário, né, porque tinha muita força", disse. Mas ressaltou que não poderia comprovar com quem foi a conversa.

Marcel mantém um acordo de delação premiada com a Justiça paulista. No documento, o lobista diz ter ido ao escritório político de Capez, na Rua Tumiarú, próximo à Assembleia. Ele deu detalhes do interior do local e disse ter conversado com um assessor do deputado, Luiz Carlos Gutierrez, o Licá, com quem deixou documentos e explicações sobre a situação da chamada pública vencida pela Coaf, mas que não tinha prosseguido..."

Fonte: RBA

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Alckmin utiliza Nota Fiscal Paulista para favorecer os mais ricos, acusam auditores (Fonte: RBA)

"São Paulo – "O Programa Nota Fiscal Paulista (NFP) carrega uma injustiça social enorme. O conceito do programa premia ricos", denuncia o Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado de São Paulo (Sinafresp). Por seu conceito, a NFP deveria devolver parte do imposto cobrado pelo produto ao consumidor – 20% – na forma de créditos. Entretanto, uma prática fiscal do governo Geraldo Alckmin (PSDB) afeta esse repasse ao contribuinte.

Com a chamada Substituição Tributária (ST), o governo deixa de recolher certos impostos, em especial o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), do comércio final, das lojas, e passa a cobrar diretamente das fábricas, da indústria. O Sinafresp explica que a prática anula a NFP, porque a restituição do programa só ocorre quando o imposto é recolhido diretamente do comércio. Somente dessa forma são contabilizados créditos que se convertem em dinheiro a ser devolvido ao contribuinte.

"A Sunstituição Tributária tira os créditos da Nota Paulista das lojas. Então, o consumidor que colocar seu CPF na nota não vai receber o valor de restituição do programa", afirma o sindicato. "O NFP foi criado juntamente com a massificação da Substituição Tributária (2008). Elas são duas coisas contraditórias", completam os profissionais do Fisco.

O problema ainda é agravado, de acordo com o Sinafresp, em razão de quais produtos passam pela ST e não produzem créditos para o consumidor. São os "massificados". "Os produtos dentro da ST são os vendidos em supermercados, mercearias, bares etc. Então, os mais pobres compram mais esses produtos, e esses produtos não possuem créditos. Agora, as mercadorias que não estão na ST e geram muitos créditos são as de luxo", explicam. Esta é a grande injustiça do programa, de acordo com o sindicato..."

Íntegra: RBA

Base tucana trava intimação de ex-assessores de Capez e lobista após vazarem depoimentos (Fonte: RBA)

"São Paulo – A base do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o pagamento de propina em contratos da merenda escolar, na Assembleia Legislativa de São Paulo, impediu novamente a reconvocação do lobista da Cooperativa Orgânica da Agricultura Familiar (Coaf) Marcel Ferreira Júlio e a acareação entre ele e Jeter Rodrigues, José Merivaldo e Luiz Carlos Gutierrez, o Licá, todos ex-assessores do presidente da Assembleia Legislativa paulista, deputado Fernando Capez (PSDB).

Essa foi a segunda tentativa da oposição de reconvocá-los após os depoimentos de Marcel, Jeter e Merivaldo, ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), serem revelados. Segundo investigação do Ministério Público, os dois ex-assessores de Capez movimentaram aproximadamente R$ 620 mil, em 2015. O valor é compatível com a delação de Marcel, que disse ter repassado R$ 200 mil para os assessores e R$ 450 mil para ajudar a campanha à reeleição de Capez (PSDB). Todos negam irregularidades.

“Os membros da CPI que representam o governo Alckmin parecem ter um medo imenso de trazer aqui o Marcel, delator que dá detalhes dos contratos e dos políticos beneficiados, dizendo que ele não vai falar, respondendo por ele. Não dão nem a possibilidade de ele vir. Inclusive, ele disse mais na Justiça Federal, em depoimento que não tivemos oportunidade de discutir. Lamentável, uma vergonha para esta casa, em que é raro ter uma CPI, e quando tem a base faz isso”, disse o deputado Alencar Santana (PT), único membro da oposição na comissão..."

Íntegra: RBA

terça-feira, 8 de novembro de 2016

CPI volta a se reunir após denúncia de que ex-assessor de Capez movimentou R$ 500 mil (Fonte: RBA)

"São Paulo – A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa paulista que apura superfaturamento e pagamento de propina em contratos da merenda escolar do governo Geraldo Alckmin (PSDB) reúne-se amanhã (8), pela primeira vez após a RBA revelar que a Justiça paulista detectou aproximadamente R$ 500 mil, de origem não declarada, em movimentações bancárias nas contas de José Merivaldo, ex-assessor do presidente da casa, deputado Fernando Capez (PSDB). Com Jeter Rodrigues, também ex-assessor de Capez, a Justiça encontrou outros R$ 122 mil. Valores compatíveis com a denúncia de propina investigada.

Em colaboração premiada no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o lobista Marcel Ferreira Júlio declarou ter repassado propina da ordem de R$ 650 mil da Cooperativa Orgânica da Agricultura Familiar (Coaf) aos servidores, sendo R$ 200 mil para Jeter e Merivaldo e R$ 450 mil para ajudar na campanha à reeleição do deputado. As informações constam de depoimento prestado por Merivaldo, no final do mês passado, ao desembargador Sérgio Rui da Fonseca, relator do processo que apura envolvimento de servidores públicos e parlamentares no esquema.

Ambos negam as acusações. Jeter sempre alegou que os valores eram para que ele prestasse assessoria à Coaf na relação com o governo estadual. Merivaldo disse que não tem nenhum vínculo com a cooperativa e que o único valor que teve acesso foram os R$ 50 mil de um cheque repassado por Jeter, que serviria para liquidar dívidas entre os dois. O cheque foi depositado na conta de Merivaldo, mas estava sem fundos. Capez sempre negou ter conhecimento do caso e diz que os assessores usaram seu nome. Além disso, nos depoimentos ao TJ-SP, ambos disseram que ele não sabia do caso..."

Íntegra: RBA

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Denúncia de caixa 2 para Serra envolve tucanos com contas em paraísos fiscais (Fonte: RBA)

"Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, a Odebrecht apontou dois nomes como operadores de R$ 23 milhões repassados pela empreiteira, via caixa 2, à campanha presidencial de José Serra, agora ministro no governo de Michel Temer, na eleição de 2010 – corrigido pela inflação do período, o valor equivale a R$ 34,5 milhões.

A empresa afirma que parte do dinheiro foi transferida por meio de uma conta na Suíça, em um acerto com o ex-deputado federal Ronaldo Cezar Coelho (PSD-RJ), ex-PSDB. Ronaldo fez parte da coordenação política da campanha de Serra. Já o caixa dois operado no Brasil foi negociado com o ex-deputado federal tucano Márcio Fortes (RJ), amigo de Serra.

Os repasses, ainda de acordo com a Folha, foram mencionados por dois executivos da Odebrecht, durante negociações do acordo de delação premiada da empreiteira com a Procuradoria-Geral da República, em Brasília, e com a força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba. São eles Pedro Novis, presidente do grupo entre 2002 e 2009 e atual membro do conselho administrativo da holding Odebrecht S.A, e o diretor Carlos Armando Paschoal, conhecido como CAP, que atuava no relacionamento com políticos de São Paulo e nas negociações de doações para campanhas.

Novis e Serra são amigos de longa data. O tucano é chamado de "vizinho" em documentos internos da empreiteira, por já ter residido em endereço próximo ao amigo. Serra também era identificado como "careca" em planilhas encontradas pela PF. O nome do atual chanceler de Temer também aparece na lista de políticos encontrada na casa de Benedicto Barbosa da Silva Júnior, o BJ, que é presidente de um dos braços da empreiteira – a Odebrecht Infraestrutura – e que foi preso durante a 23ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Acarajé, em fevereiro deste ano.

Se a Lava Jato tiver realmente interesse em investigar a fundo o ninho tucano descobrirá a fortuna de Ronaldo Cézar Coelho na Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal..."

Íntegra: RBA

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

PF INVESTIGA COMPRA DE TERMELÉTRICAS NO GOVERNO FHC (Fonte: Brasil 247)

"A Polícia Federal abriu um inquérito no âmbito da Operação Lava Jato para apurar a suspeitas de um esquema de corrupção nos processos de aquisição de termelétricas pela Petrobras entre os anos de 1999 e 2001, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

De acordo com o blog do jornalista Fausto Macedo, o inquérito, que envolve as empresas Alstom/GE e NRG, teve como ponto de partida a delação premiada do ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró. Na época, ele exercia o cargo de gerente do Departamento Industrial da companhia.

Segundo o depoimento de Cerveró, a primeira empresa a fornecer turbinas para a Petrobras foio a ABB, em 1999. A empresa foi comprada pouco depois pela Alstom, e depois incorporada a GE. "Nessa primeira aquisição de turbinas já houve o pagamento de propina; que a propina foi negociada com o representante da ABB no Rio de Janeiro", disse Cerveró em seu depoimento.
.
"Se acertou o pagamento de uma propina de US$ 600 mil a US$ 700 mil para o próprio declarante e um valor um pouco menor, do qual o declarante não tem conhecimento, aos funcionários que trabalhavam com o declarante na Petrobrás", diz um trecho da delação.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso informou por meio de sua assessoria que "não tem informações sobre este inquérito, mas sempre é favorável que denúncias sejam apuradas". Já a GE disse não ter sido notificada sobre o inquérito..."

Fonte: Brasil 247

terça-feira, 4 de outubro de 2016

FHC TIRA CRÉDITO DE ALCKMIN POR VITÓRIA DE DORIA (Fonte: Brasil 247)

"O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso minimizou os créditos do governador Geraldo Alckmin (PSDB) pela vitória de João Doria em primeiro turno para prefeito de São Paulo.

Em declaração à colunista Sonia Racy, do Estadão, FHC disse que a eleição de Doria era uma "vitória pessoal". "Como eu disse ao Doria antes das eleições, é certo que o apoio dos políticos conta muito para armar as candidaturas. Mas para a vitória, conta o desempenho. Ganhar no primeiro turno é sempre uma vitória pessoal, embora beneficie o partido", declarou.

Fernando Henrique foi contra a candidatura de Doria no PSDB. Nas prévias entre o empresário e Andrea Matarazzo, o ex-presidente ficou do lado do vereador, que acabou deixando o partido acusando Doria de ter comprado votos para vencer a disputa interna..."

Fonte: Brasil 247

AÉCIO DUVIDA QUE ALCKMIN DEIXE PSDB SE NÃO FOR CANDIDATO (Fonte: Brasil 247)

"O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG) determinou que aliados não alimentem mais a disputa com o governador Geraldo Alckmin sobre quem será o candidato do PSDB ao Planalto em 2018.

Segundo a jornalista Natuza Nery, da coluna Painel, entretanto, Aécio duvida que Alckmin, que saiu fortalecido com a eleição de João Doria em primeiro turno para a Prefeitura de São Paulo, saia do partido caso não leve a indicação. "Ele não vai querer virar Marta Suplicy", diz um interlocutor do mineiro, segundo Nery.

A colunista aposta também que Aécio só concorda com a realização de prévias porque tem o amplo domínio da sigla, o que hoje o levaria à vitória na disputa interna..."

Fonte: Brasil 247

Com Doria, lógica da especulação imobiliária voltará a reinar em São Paulo (Fonte: RBA)

"São Paulo – A lógica de especulação do mercado imobiliário vai voltar a reinar sobre a cidade de São Paulo com a eleição de João Doria Júnior (PSDB) para a prefeitura. Na avaliação da professora Erminia Maricato, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, o tucano é da mesma linhagem política dos ex-prefeitos José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD), cujas gestões se caracterizaram pela operações urbanas responsáveis por expulsar os mais pobres para áreas periféricas e cristalizar desigualdades sociais em bairros e cidades dormitórios.

Erminia prevê ainda a retomada do modelo de gestão voltado grandes obras, tudo colaborando para que a administração da cidade seja um balcão de negócios. “Não tenho a menor dúvida disso”, afirma, “é a máquina do crescimento tomando conta da cidade. Você vai ter o aeroporto de Parelheiros, que está em área de proteção dos mananciais, e que conseguimos segurar porque não era prioridade para a cidade”.

A professora estuda o problema da desigualdade na região metropolitana de São Paulo, que congrega 39 municípios. “Eu estou com alguns mapas sobre a concentração de negros, de famílias monoparentais, de crianças e adolescentes e se você pega o preço do metro quadrado, que é o grande negócio da cidade, seja de imóveis e ou de terrenos, você vê onde está a população negra, a maior parte de crianças e adolescentes e onde estão as famílias monoparentais chefiadas por mulheres”, diz. Segundo ela, o tempo que as pessoas levam para chegar ao trabalho e ao estudo é expressão de que as instituições históricas de Casa-Grande e Senzala – clássico de Gilberto Freyre sobre a antropologia da desigualdade no país – estão mais vivas do que nunca.

“Estão nas áreas mais baratas, com baixa escolaridade, baixa renda e predominância da população negra”, afirma. A lógica de expulsar as pessoas se dá sobretudo, diz a professora, com as operações urbanas e os investimentos públicos do período em que a cidade foi governada por Serra e Kassab (de 2005 a 1012). Ela diz que um caso sintomático da lógica da expulsão dos pobres está na operação urbana Água Espraiada. “Quando as áreas que a população pobre mora ganham importância, aí sim você tem a expulsão da população – é impossível pensar uma cidade sem as favelas, mas elas não podem existir nas áreas valorizadas pelo mercado imobiliário”, afirma.

Ermínia destaca que o prefeito Fernando Haddad (PT) fez uma boa administração porque conseguiu até certo ponto desmobilizar o que ela chama de “máquina do crescimento”. Ela diz que “a máquina são esses interesses que fazem da cidade um negócio” e cita também projetos como o Expo 2020, evento ao qual São Paulo concorreu para ser sede – acabou perdendo para Dubai; o Arco do Futuro, que pode entregar áreas de entorno da marginal Tietê para a especulação imobiliária; e o projeto de um túnel na avenida Roberto Marinho, que o ex-prefeito Gilberto Kassab deixou licitado, mas não foi realizado.

Uma particularidade desse projeto é que apesar de orçado em R$ 3 bilhões, não prevê que o túnel possa ser usado pelo transporte coletivo, o que só reforça a cultura do uso do automóvel na cidade. “A máquina do crescimento foi desmontada por quatro anos e agora, com esse sujeito que fala que vai governar a cidade como se fosse uma empresa, ele vai retomar essa máquina”, diz Erminia.

Mas ela também não poupa a gestão de Haddad de críticas, sobretudo ao aspecto da comunicação, que segundo Erminia “foi um desastre”. Isso ocorreu porque muitas das realizações de Haddad estão na “cidade invisível”, enquanto as grandes obras inserem-se no contexto da “cidade visível”.

“A cidade onde as creches foram construídas, onde os CEUs foram construídos, onde houve muito ponto de cultura incentivado, essa cidade é invisível. Para a mídia como um todo e para a representação ideológica de São Paulo, essa cidade não existe. Eu mesma tive dificuldade em perceber o que estava acontecendo”, destaca a professora. “Mas quando você faz uma ponte estaiada sobre o rio Pinheiros, ou ampliação das marginais do Rio Tietê, essas obras na cidade visível, na cidade que bate panela, são da renda alta. É a cidade em que a gente fala, isto é, São Paulo. O resto não é São Paulo”, critica.

“Houve o desmonte da máquina do crescimento, mas houve uma invisibilidade e os pobres não viram e não reconheceram isso. Você tem 15 CEUs para serem inaugurados, três hospitais para serem inaugurados, agora, é uma derrota da política que foi consequência dessa campanha de destruir a democracia no país.”..."

Fonte: RBA

Novo prefeito de São Paulo, João Doria corre o risco de não assumir o cargo (Fonte: Caros Amigos)

"O novo prefeito da cidade de São Paulo, confirmado ontem (2), já no primeiro turno, pode não assumir o cargo se condenado em uma das duas ações judiciais que pedem a cassação do registro da sua candidatura por abuso de poder politico e por utilizar dinheiro oriundo de contrato com pelo menos quatro estados para financiar sua campanha.

A primeira ação judicial foi entregue pelo Ministério Público de São Paulo, acusando João Doria de abuso de poder e de utilizar a maquina pública do governo do Estado para se beneficiar na campanha, com ajuda do governador e colega de partido, Geraldo Alckmin. O uso da maquina pública para campanhas é ilegal. Neste caso, a investigação corre durante a tramitação do projeto na Justiça Eleitoral, o que pode atrasar em anos a sentença, culminando, talvez, na cassação do mandato, e em eleições indiretas, caso Doria esteja nos últimos seis meses da sua gestão.

O processo do Ministério Público foi aberto na segunda-feira (26), enquanto o segundo processo, aberto pelo atual prefeito, Fernando Haddad, foi no dia anterior ao primeiro turno, sábado (1). Nesta segunda ação judicial que pede a cassação do registro de candidatura, Doria é acusado de utilizar o dinheiro oriundo de contratos de sua empresa com quatro estados para financiar a campanha. Na prática, a ação acusa Doria de utilizar dinheiro público não destinado a campanha para financiar sua candidatura..."

Fonte: Caros Amigos

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

GOVERNOS DO PSDB REPASSARAM R$ 10,1 MILHÕES A EMPRESAS DE DORIA (Fonte: Brasil 247)

"Governos estaduais administrados pelo PSDB repassaram cerca de R$ 10,1 milhões a empresas pertencentes ao candidato do partido à Prefeitura de São Paulo, João Doria Jr, entre os anos de 2010 e 2016. Segundo levantamento feito pelo UOL, foram pesquisados contratos feitos nos últimos dez anos entre estados que tiveram gestores do PSDB e empresas ligadas a Doria, sendo que neste período foram encontrados repasses feitos pelo Mato Grosso, Paraná, Goiás e São Paulo.

Doria é proprietário de oito empresas e declarou à Justiça Eleitoral possuir um patrimônio da ordem de R$ 180 milhões. Ele também aparece como o maior doador da sua própria campanha, tendo repassado R$ 2,9 milhões. De acordo com o advogado do tucano, Nelson Wiliams, os contratos são legais e obedecem a legislação vigente, além de não possuírem vinculação política ou partidária decorrentes da filiação de Doria ao PSDB.

"[A filiação] não tem peso algum e pelo contrário. Um dos princípios mais importantes que regem a administração pública é o princípio da impessoalidade", destacou o advogado. "Não existe nenhuma relação de ajuda entre Grupo Doria e governos, seja de qualquer partido", completou. Wilians disse ainda, que entre os contratantes do setor público aparecem governos de vários estados "vários estados (AM, BA, PE, GO, SC, RN) e municípios de diversos partidos, entre eles PT, PSDB, PSB, PSD, PP".

De acordo com o levantamento, o Paraná – que administrado por Beto Richa (PSDB) - teria repassado R$ 2,4 milhões às empresas de Doria. No Goiás, administrado pelo governador Marconi Perillo (PSDB), o repasse chegou a R$ 2,7 milhões a título de "realização de eventos, inclusive Congressos e Conferências". Já o governador do Mato Grosso, Pedro taques (que se elegeu pelo PDT, mas que depois passou para o PSDB) o repasse de R$ 498 mil teria sido pago à empresa Doria Eventos Internacionais para participação em um evento internacional. O pagamento teria sido liberado quando Doria já estava em campanha eleitoral pela prefeitura da capital paulista.

Em São Paulo, estado administrado pelo governador tucano Geraldo Alckmin, que vem a ser padrinho político de Doria, os repasses às empresas do correligionário e candidato ao governo da capital somaram R$ 4,5 milhões entre 2010 e 2015..."

Fonte: Brasil 247

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Eike quis entregar repasses ao PSDB e a reação da Lava Jato foi devolver a lista (Fonte: Jornal GGN)

"Imagine a seguinte cena: um grande empresário brasileiro lê nos jornais que a Lava Jato chegou ao casal de marqueteiros que fez as campanhas de Dilma Rousseff em 2010 e 2014 e decide, espontaneamente, procurar a força-tarefa para explicar por que fez um repasse à dupla, em conta no exterior, no valor de R$ 5 milhões.

Para mostrar boa-fé, o magnata aproveita a oportunidade para entregar à Lava Jato uma lista de doações que ele fez de maneira "oficial" ou "privada" - sugerindo uso de caixa dois com direito a formulação de contratos de prestação de serviços.

Essas doações, segundo ele, foram feitas "republicanamente", com valores iguais a vários partidos e candidatos que o empresário sequer chegou a conhecer, como é o caso do senador Cristovam Buarque (PPS). E diz a frase mágica: se teve repasse de R$ 1 milhão ao PT, teve também ao PSDB. 

Qual a reação dos procuradores? Descartar a informação porque extrapola o campo de combate contra as gestões petistas e devolver a lista? Pois foi o que aconteceu no caso Eike Batista e Guido Mantega.

Em operação casada, a Lava Jato prendeu e soltou o ex-ministro da Fazenda nesta quinta (22), enquanto o Estadão, simultaneamente, publicou os vídeos da delação de Eike gravados pela própria força-tarefa..."

Íntegra: Jornal GGN

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Presidente do PSDB de Goiás é preso pela PF por desvio de verbas do PAC (Fonte: RBA)

" São Paulo – A Polícia Federal (PF) prendeu hoje (24) o presidente do PSDB em Goiás, Afreni Gonçalves Leite, e fez buscas na sede do partido durante a Operação Decantação, que apura fraudes em licitações da companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) com desvios de cerca de R$ 4,5 milhões em recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento, de financiamentos do BNDES e da Caixa Econômica Federal.

O dinheiro era usado para pagamento de propinas e dívidas de campanhas políticas. O esquema era feito por meio de uma empresa de consultoria, contratada pela Saneago, que favorecia a contratação de empresas responsáveis por doações eleitorais por meio de licitações fraudulentas.

Entre os detidos, está o diretor-presidente da Saneago, José Taveira Rocha, que também foi secretário de Fazenda do governador tucano Marconi Perillo, além de outras pessoas ligadas ao governador e ao PSDBO.

Os policiais cumprem 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede de empresas envolvidas e de um partido político, além de residências e outros endereços relacionados aos investigados. Também foi determinado o afastamento de oito servidores públicos e a proibição de comunicação.

A investigação teve início com a apuração de fraudes em licitações para o fornecimento de estação elevatória de água do sistema de abastecimento de Luziânia (GO) (Sistema Produtor Corumbá IV). Desdobramentos do trabalho identificaram também irregularidades em licitações e contratos para a ampliação do sistema de esgoto de Goiânia (Sistema Meia Ponte).

O contrato de repasse do Sistema Produtor Corumbá IV envolve recursos de R$ 117,3 milhões. Durante a fiscalização, foi identificado direcionamento de licitação, alteração de quantitativos sem justificativa, inclusão de equipamentos de alto valor e maior reajuste de preços. As irregularidades geraram prejuízo efetivo de mais de R$ 1 milhão e prejuízo potencial de R$ 6 milhões. O valor fiscalizado é de cerca de R$ 45 milhões.

Em relação ao Sistema Meia Ponte, que envolveu aplicação de recursos de R$ 67,4 milhões, o ministério apurou falhas na elaboração de serviços de transporte e descarga de materiais; de formas compensadas para moldagem de concreto armado; de serviços de escavação e carga de material de jazida; além da execução contratual em ritmo lento. Dos pagamentos já efetuados (R$ 16,7 milhões), foi identificado prejuízo efetivo de R$ 3,4 milhões. Também foram fiscalizados recursos em cerca de R$ 30 milhões ainda não pagos, com identificação de prejuízo potencial de R$ 1,7 milhão.

Os envolvidos poderão responder por peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e fraudes em processos licitatórios..."

Fonte: RBA

Em campanha, vereador do PSDB faz palestra em escola técnica do governo Alckmin (Fonte: RBA)

"São Paulo – O vereador e candidato à reeleição na capital paulista Aurélio Nomura (PSDB) realizou na noite de ontem (22) palestra sobre uso racional da água, na Escola Técnica Estadual (Etec) Sapopemba, onde foi distribuída uma cartilha sobre a Lei Municipal 14.018/2005, cujo projeto foi elaborado por ele. A cartilha tem o nome do vereador escrito da mesma forma como está em seu material de campanha eleitoral, além do tucano, símbolo do PSDB. Segundo estudantes da Etec Sapopemba, que pediram para não ser identificados, correligionários disseram na atividade que Nomura é candidato à reeleição e falaram das realizações dele na Câmara Municipal.

As escolas técnicas são administradas pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB), do mesmo partido de Nomura, que está no quarto mandato na Câmara Municipal. Essa prática pode configurar crime eleitoral, passível de perda do registro da candidatura, conforme explicou o advogado especialista em Direito Eleitoral Julio Cesar Couto. “Isso é abuso de poder político. Está usando a máquina pública para se autopromover. Mesmo que não leve material ou fale na campanha. Ele está utilizando a estrutura para angariar votos”, afirmou.

Segundo os estudantes, por volta das 21h eles foram levados pelos professores para uma sala de audiovisual, com objetivo de assistir a uma palestra. “O vereador foi apresentado por duas pessoas que moram no bairro. Elas disseram que ele era candidato e trabalhava por melhorias nessa causa (da água) na Câmara”, explicou um dos estudantes. Segundo eles, o próprio Nomura não falou em eleição.

A palestra sobre uso racional da água surpreendeu os estudantes das três turmas de Administração e outras três de Marketing. “A gente sempre tem palestra, mas relacionada ao curso. E nunca todo mundo junto assim, com cursos diferentes no mesmo espaço. De outros partidos, PT, Psol, nunca teve ninguém”, disse outro estudante, que reclamou ter sido “amontoado” na sala, com pessoas sentadas no chão. Todos os alunos tiveram de participar.

A diretora da Etec Sapopemba, Sandra Reis, justificou que a atividade já estava marcada anteriormente, mas não soube dizer quanto tempo havia. “Este ano nosso tema é água. Por conta da crise que tivemos, achamos importante abordar esse assunto com os estudantes. Em outubro haverá uma feira de tecnologia sobre o tema”, disse. Sandra disse desconhecer que um vereador não poderia participar de atividades no espaço por conta do período eleitoral. Embora tenha dito que outros palestrantes estiveram na escola, não lembrou-se de nenhum nome para mencionar à reportagem. Os alunos negam que tenham havido outras palestras com o tema..."

Íntegra: RBA

PSDB ARMA BOTE CONTRA TEMER NA MÍDIA E NO TSE (Fonte: Brasil247)

"O golpe parlamentar de 2016, idealizado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e operado no Congresso pela parceria entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tinha um propósito claro e definido: afastar o PT do poder, colocar um fantoche na presidência capaz de realizar o "trabalho sujo" com medidas impopulares, como as reformas trabalhista e previdenciária, e depois abrir caminho para a volta de um tucano ao poder, em 2018.

O trem começou a sair dos trilhos quando o PMDB, de Michel Temer, começou a mostrar sua real natureza, ao estilo Sarney, liberando a política do toma-lá-dá-cá e concedendo aumentos generalizados para comprar sua permanência no poder. Além disso, logo depois de ser eleito presidente da Câmara, Rodrigo Maia lançou Temer à sua própria sucessão em 2018 e o mercado financeiro deu sinais de que Henrique Meirelles na presidência pode vir a ser melhor do que qualquer nome do PSDB.

Correndo o risco de se tornar linha auxiliar do PMDB, o PSDB começou a articular o bote contra Temer em duas frentes: na mídia aliada e no Tribunal Superior Eleitoral, onde avança, a passos largos, a ação motiva pelos tucanos que pede a cassação da chapa Dilma-Temer.

Além disso, na noite de ontem, Aécio fez sua primeira crítica aberta ao interino. "Nós queremos apoiar o governo Temer. É um governo de salvação nacional. Mas não é o governo do PSDB.  Reconhecemos isso. Mas é um governo que se dispõe a fazer reformas. E elas não podem conviver com esses sinais permanentemente trocados", disse ele, ao questionar os aumentos ao funcionalismo.

Logo Aécio, que durante o período de desestabilização do governo Dilma, apoiou todas as pautas-bomba, como o fim do fator previdenciário, criado por FHC, e o próprio aumento do Judiciário. 

A sinalização foi clara: ou Temer desempenha o papel para o qual foi contratado no roteiro do golpe ou será traído pelos aliados, correndo o risco até de ser cassado no TSE..."

Fonte: Brasil247

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Alckmin perdoa dívidas de R$ 116 mi de acusada de cartel (Fonte: Folha)

"Num contrato em que o Metrô apontou perdas de mais de R$ 300 milhões, o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) fez um acordo com a multinacional francesa Alstom no qual perdoou dívidas que somam R$ 116 milhões e aceitou que o produto contratado seja entregue até 2021, com dez anos de atraso.

A medida foi adotada em janeiro este ano, período em que o Metrô passa por uma grave crise financeira.

O produto é um sistema digital que visa diminuir o intervalo entre os trens, de modo a agilizar o transporte dos passageiros, reduzir a superlotação e aumentar o número de usuários. É conhecido nos meios técnicos como CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação).

As relações da Alstom com tucanos são investigadas desde 2008, quando surgiram indícios de que a multinacional francesa teria pago propina entre 1998 e 2003 para fechar contrato com estatais de energia, no governo de Mário Covas. Oito anos depois, o processo ainda não foi julgado..."

Íntegra: Folha

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Em mensagens, família de empreiteiro brinca sobre compra de voto para Aécio (Fonte: UOL)

"Crime previsto na legislação eleitoral, a compra de votos é motivo de brincadeiras para a família do segundo maior empreiteiro do País, o ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques Azevedo.

Em um diálogo no Whatsapp com suas filhas no dia 17 de outubro de 2014, a uma semana do segundo turno das eleições presidenciais, ele e sua família, apoiadores públicos da candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República em 2014, chegam a sugerir, em tom de brincadeira, a compra de votos em favor do tucano.

"Mamãe ligou pra Cleide hoje e disse pra ela que vai dar R$ 100 pra ela caso ela consiga 50 votos pro Aécio!!! kkk", diz uma das filhas do executivo. Ao que outra responde: "Eu tenho uma oferta melhor". Antes de comentar sua "proposta" porém, ela é interrompida por Otávio Azevedo..."

Íntegra: UOL

segunda-feira, 2 de maio de 2016

FHC depõe na PF e imprensa mostra como trata 'gente diferenciada' (Fonte: Rede Brasil Atual)

"Não teve circo, jornalistas correndo atrás do carro, cobertura para TVs, não teve helicópteros e quase passou despercebido o depoimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) na Polícia Federal (PF), na sexta-feira (29)

A assessoria da PF explicou que FHC usou a prerrogativa conferida a ele por sua condição de ex-presidente para sair de forma discreta do prédio. A primeira pergunta inevitável. Por que não foi aplicada ao ex-presidente Lula a mesma prerrogativa? Quando os policiais chegaram à casa de Lula às 6h, repórteres já esperavam. Quando chegaram com Lula ao aeroporto, repórteres os antecederam.

"Houve vazamento?" E nada vazou no caso de FHC?

O público só ficou sabendo – e mesmo assim por notinhas em poucos sites de jornais – que o tucano prestou depoimento na sede da PF em São Paulo, muito tempo depois de ele ter deixado o local. E se o conteúdo do depoimento de Lula foi liberado para o bel prazer da "grande" imprensa minutos depois – que fez dele mais um espetáculo, apesar de nada haver contra Lula –, o depoimento de FHC está mantido em sigilo..."