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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

"Equador: Indenização da Chevron rejeitada" (Fonte: Correio Braziliense)

"Camponeses indígenas da Amazônia equatoriana vão exigir mais indenizações da companhia petrolífera Chevron, condenada a pagar US$ 8,6 bilhões por ter poluído a região, numa das mais duras sentenças por crime ambiental já impostas no mundo. Os moradores dizem que o valor não cobre os custos de recuperação e pretendem recorrer, nesta semana, a um tribunal local. 

“Não é justo para nós, porque as tribos sofreram muito”, disse Justino Piaguaje, um dos 47 autores da ação, queixando-se da sentença emitida na segunda-feira pela corte provincial de Sucumbios. “Nossas famílias morreram, e nossos rios se deterioraram”, afirmou.

A indústria petrolífera internacional acompanha com atenção essa batalha judicial, que se desenrola há 17 anos e que pode criar um importante precedente.

Os indígenas da etnia secoya alegam sofrer uma maior incidência de câncer na área poluída. A Chevron nega qualquer responsabilidade pelos danos e diz que a condenação é ilegítima e que não pode ser executada.

Os autores da ação pleiteiam US$ 27 bilhões em indenizações e cogitam embargar bens da petrolífera no exterior. A conclusão do caso pode levar vários anos — a maioria dos analistas do setor acha que a empresa não terá de desembolsar uma indenização tão cedo.

A Chevron acusa o governo do Equador de interferir na decisão judicial em favor dos indígenas. O presidente Rafael Correa defendeu a independência do Judiciário local e disse que esse “foi o mais importante julgamento na história do país”.

Espanha recua 0,1%
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A economia da Espanha teve um desempenho pior que a média da Zona do Euro em 2010 pela primeira vez desde que os dados conjuntos começaram a ser compilados, em 1996, e deve continuar fraca neste ano, presa das consequências de uma bolha imobiliária que estourou. O Produto Interno Bruto (PIB) espanhol encolheu 0,1% no ano passado, resultado um pouco melhor que a contração de 0,3% prevista pelo governo. Segundo a agência de estatísticas Eurostat, o PIB do grupo de 17 países que usam o euro como moeda comum cresceu 1,7%. A Espanha saiu da recessão, que durou um ano e meio, no primeiro trimestre de 2010. Mas o aperto fiscal do governo para reduzir o deficit público e a baixa confiança do consumidor mantiveram o PIB praticamente estagnado no resto do ano."

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

#Cargill é acusada de utilizar trabalho infantil na produção de óleo de palma. Participe do abaixo-assinado de protesto

Segundo o site www.change.org, a multinacional Cargill se beneficia de trabalho infantil e forçado. De acordo com tal denúncia, tais modalidades de trabalho degradante são infelizmente utilizadas na produção de óleo de palma (comum em alimentos e cosméticos) no Sudeste Asiático. Participe do abaixo-assinado de protesto, disponível em http://humantrafficking.change.org/petitions/view/tell_cargill_to_stop_forced_and_child_labor_in_palm_oil

Segue abaixo a íntegra da matéria, em inglês.

 

Maximiliano Nagl Garcez

Advocacia Garcez

 

“Tell Cargill to Stop Forced and Child Labor in Palm Oil

http://change-production.s3.amazonaws.com/photos/8/py/rw/jfpyrwbTuzMASYN-250.jpg?1293038980
Targeting: Greg Page (Cargill CEO)
Started by: Tim Newman
There's an ingredient in much of the food you eat and products you use that you may never notice but could be produced by forced or child labor. Palm oil is ubiquitous in our food and cosmetics and its production is rapidly expanding around the world as a biofuel. Last week, the US Department of Labor released a new report revealing that palm oil from Indonesia may be tainted by child labor and palm oil from Malaysia may be produced by forced labor.
Workers in Southeast Asia are often lured to work on palm oil plantations with promises of a better life, but often find unsafe conditions, long hours, low or no pay and many are even held in work camps under tight security. 
Forced and child labor in palm oil production is unacceptable, but US corporations like Cargill purchase much of Malaysia and Indonesia's palm oil which makes them very influential over conditions on these plantations.
While over 45 companies have signed on to the Rainforest Action Network's pledge to source responsible palm oil (or eliminate its use altogether), Cargill lags behind in ensuring that it is not sourcing products produced by forced or child labor. The company has made some progress recently on its own plantations in preparation for an audit, but Cargill still lacks appropriate labor rights safeguards for the palm oil it trades, refines and sells from various plantations throughout Indonesia and Malaysia.
Photo credit: Rainforest Action Network