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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Começa hoje no Peru a 18ª Reunião Regional Americana da OIT com delegados de toda a América (Fonte: ONU/BR)

"Começa hoje (13) na capital peruana a 18ª Reunião Regional Americana realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Cerca de 400 delegados de todo o continente participarão do evento, que abordará os desafios relacionados à geração de emprego e à formalização da informalidade.
Ministros do Trabalho, representantes de governos e dirigentes de organizações sindicais e empresariais da América Latina, Caribe, Canadá e Estados Unidos foram convocados para o encontro, que é realizado a cada quatro anos desde 1936, quando a OIT realizou a primeira Reunião Regional Americana..."

Integra em ONU/BR 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

El Consejo de Administración de la OIT aprueba el Informe del Comité de Libertad Sindical (Fonte: OIT)

"GINEBRA ‒ El Consejo de Administración de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) adoptó el 372.° informe de su Comité de Libertad Sindical en el cual se examinan 29 casos relativos a presuntas violaciones de libertad sindical provenientes de todas las regiones del planeta. 
Yves Veyrier, portavoz de los trabajadores del Comité, destacó la importancia del trabajo del Comité a favor de los trabajadores de todo el mundo..."

Íntegra: OIT

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Medidas de austeridade levam 800 mil crianças à pobreza (Fonte: EBC)

"As medidas de austeridade adotadas pelos governos de países da Europa a partir de 2008, levaram, como um dos efeitos mais visíveis, 800 mil crianças para a pobreza. Os dados constam de um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado hoje (3). “Em 2012, 123 milhões de pessoas nos 27 Estados-Membros da União Europeia, ou 24% da população, estavam em risco de pobreza ou exclusão social e cerca de mais 800 mil crianças viviam na pobreza do que em 2008”, lê-se no Relatório sobre Proteção Social no Mudo 2014/2015, no capítulo Erosão do Modelo Social Europeu.
Segundo o documento, o aumento da pobreza e da desigualdade resultou não apenas da recessão global, mas também de decisões políticas específicas de redução das transferências sociais e de limitação do acesso a serviços públicos de qualidade, que se somam ao desemprego persistente, salários baixos e impostos mais altos..."

Íntegra: EBC

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Conferência da OIT debate migrações e abusos contra trabalhadores (Fonte: Rede Brasil Atual)

"Segundo a entidade, mais de 231 milhões de pessoas cruzam o mundo em busca de empregos.
São Paulo – A Organização Internacional do Trabalho (OIT) abriu ontem (28) sua 103ª conferência, em Genebra, na Suíça, apresentando como tema central as migrações de pessoas pelo mundo em busca de emprego. Segundo a entidade, são 231,5 milhões de migrantes, aproximadamente 3% da população mundial, 57 milhões a mais do que em 2000. Depois do crescimento desse contingente durante uma década, houve certa desaceleração a partir de 2010, "principalmente como consequência dos efeitos perturbadores da crise econômica mundial"...

quarta-feira, 28 de maio de 2014

OIT: Los países que invierten en empleos de calidad pueden avanzar rápidamente en el plano económico (Fonte: OIT)

"GINEBRA (OIT Noticias) – Los países que más invirtieron en empleos de calidad desde comienzos del 2000 registraron, a partir de 2007, un crecimiento anual de alrededor de un punto porcentual por encima que otras economías emergentes y en desarrollo, indica un nuevo informe de la OIT. Esto ayudó a amortiguar el impacto de la crisis mundial que irrumpió en 2008..."
 
Íntegra: OIT

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

La reducción de las desigualdades impulsará el crecimiento económico (Fonte: OIT)

"A primera vista, podría parecer que la cumbre de Davos de este año comenzará bajo un buen auspicio, con la noticia de que la economía mundial se está recuperando más rápidamente de lo previsto.
Sin embargo, un análisis más detenido de la situación revela un desajuste potencialmente peligroso entre las ganancias y las personas.
Los beneficios de las empresas están en alza y los mercados de valores mundiales esperan otro año de abundancia, mientra que al mismo tiempo el desempleo y los ingresos de los hogares están detenidos.
El informe Tendencias Mundiales del Empleo 2014 de la OIT, que será publicado esta semana, muestra con claridad que la modesta recuperación económica no se ha traducido en una mejoría de los mercados laborales en la mayoría de los países..."

Íntegra disponível em OIT 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Número de desempregados no mundo aumenta e supera 200 milhões em 2013, alerta OIT (Fonte: ONU/BR)

"A fraca recuperação da economia mundial não provocou uma melhora nos mercados de trabalho, com o desemprego global em 2013 chegando a quase 202 milhões, afirma o relatório “Tendências Mundiais de Emprego 2014″, lançado nesta segunda-feira (20) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Segundo o documento, o crescimento do emprego continua lento, o desemprego continua aumentando – sobretudo entre os jovens – e um grande número de potenciais trabalhadores desalentados permanece fora do mercado de trabalho.
Muitos setores estão produzindo ganhos, mas estes são investidos sobretudo nos mercados de ativos e não na economia real, prejudicando assim as perspectivas de emprego no longo prazo.
Se a tendência atual continuar, serão criados 200 milhões de empregos adicionais em 2018. Isto é inferior ao necessário para absorver o número crescente de trabalhadores que ingressam no mercado laboral.
O relatório destaca a necessidade imediata de integrar os jovens à força de trabalho. Na atualidade, cerca de 74,5 milhões de homens e mulheres com menos de 25 anos estão desempregados, uma taxa mundial de desemprego superior a 13 por cento, mais do que o dobro da taxa de desemprego geral em nível mundial.
“O que necessitamos com urgência é repensar as políticas. Devemos intensificar nossos esforços para acelerar a geração de empregos e apoiar as empresas que criam empregos”, declarou o Diretor Geral da OIT, Guy Ryder. 
Tendências Mundiais de Emprego: dados
O número de desempregados em nível mundial aumentou 5 milhões em 2013 e superou 202 milhões de pessoas, o que representa uma taxa de desemprego mundial de 6%.
Cerca de 23 milhões de trabalhadores abandonaram o mercado em 2013.
Estima-se que o número de pessoas em busca de trabalho aumentará em mais de 13 milhões até 2018.
Cerca de 74,5 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos estão desempregadas. Isto representa uma taxa de desemprego juvenil de 13,1 por cento.
Cerca de 839 milhões de trabalhadores viviam com suas famílias com menos de 2 dólares diários em 2013.
375 milhões de trabalhadores viviam com suas famílias com menos de 1,25 dólar por dia em 2013."

Fonte: ONU/BR

Tendencias Mundiales del Empleo 2014: ¿Hacia una recuperación sin creación de empleos? (Fonte: ILO)

"El informe presenta los últimos datos y proyecciones sobre varios indicadores del mercado laboral a nivel mundial, incluyendo el empleo, el desempleo, la pobreza laboral y el empleo vulnerable..."

Íntegra: ILO

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

OIT antecipa divulgação do relatório sobre emprego no mundo para 21 de janeiro (Fonte: ONU/NR)

"A Organização Internacional do Trabalho (OIT) antecipou a publicação seu relatório anual “Tendências Mundiais do Emprego 2014″ para terça-feira, 21 de janeiro.
O relatório apresenta os últimos dados e projeções sobre vários indicadores do mercado laboral em nível mundial, incluindo o emprego, o desemprego, a pobreza laboral e o emprego vulnerável.
Oferece ainda uma série de propostas políticas diante dos novos desafios enfrentados pelos formuladores de políticas para este ano.
Cópias eletrônicas (sob embargo) do relatório, o resumo executivo e material de imprensa associado estarão à disposição dos jornalistas a partir de sexta-feira, dia 17 de janeiro. Para obtê-las, é necessário contatar Severino Goes pelo e-mail goes@oitbrasil.org.br ou telefone (61) 2106-4625.
O relatório e todo material de imprensa associado estarão sob embargo até às 21 horas de terça-feira, dia 21 de janeiro."

Fonte: ONU/BR

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Ayudar a los trabajadores migrantes a que se respete su derecho a la seguridad social (Fonte: OIT)

"Al menos 25 por ciento de los trabajadores de Moldavia va al extranjero a trabajar en algún momento de su carrera profesional. Sin embargo, poco de ellos saben que en muchos casos tienen derecho a la seguridad social de los países de destino, una vez que regresan a su país. La OIT los está ayudando a conocer sus derechos..."

Íntegra: OIT

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

OIT e MPT avaliam jornada móvel variável no mundo (Fonte: MPT)

"Grupo de estudo pesquisará se outros países que adotam modelo semelhante ao do caso McDonald’s violam princípios do direito internacional
Brasília – O procurador-geral do Trabalho Luís Camargo e o diretor adjunto da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil Stanley Gacek se reuniram nesta quarta-feira (04) para discutir possíveis irregularidades em jornada móvel variável praticada no mundo. A partir do encontro, que teve participação do coordenador nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho (Conafret), José de Lima Ramos Pereira, e do procurador do Trabalho Leonardo Mendonça, o MPT decidiu criar um grupo de estudo sobre o tema.
A proposta é avaliar se nos países a serem pesquisados existe um rebaixamento no valor social do trabalho como consequência deste tipo de jornada e se há violação de princípios da OIT. O estudo tem como base a experiência da ação civil pública do MPT contra a empresa Arcos Dourados, maior franqueada da rede McDonalds da América Latina, que no Brasil foi condenada em R$ 7,5 milhões por dano moral coletivo, além de acabar com a jornada móvel variável. 
De acordo com o procurador Leonardo Mendonça, trata-se de um modelo em que o trabalhador não tem prévio conhecimento da sua jornada diária, nem de quanto vai ganhar no final do mês. E isso pode gerar sérias irregulares.    “Mesmo que o problema esteja solucionado no Brasil, por meio de acordo judicial, esta forma de jornada é praticada em inúmeros países. Vamos estudar para saber há violações aos princípios do Direito Internacional do Trabalho, quais os tipos e apresentar os resultados à OIT”, afirmou. 
Segundo o procurador, será importante discutir a legalidade da jornada móvel variável. Havendo confirmação de irregularidades, o passo seguinte é fomentar uma discussão no âmbito da OIT para avaliar quais as medidas possíveis para se tentar proibir esse modelo.em outros países."

Fonte: MPT

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Desemprego vai subir nos emergentes, diz OIT (Fonte: Valor Econômico)

"A Organização Internacional do Trabalho (OIT) projeta que o desemprego vai aumentar na Argentina e no Brasil até 2018, em termos percentuais, entre os emergentes que fazem parte do G-20, o grupo das maiores nações desenvolvidas e em desenvolvimento.
Guy Ryder, diretor-geral da OIT, alertou ontem que o tímido crescimento nas economias desenvolvidas não é suficiente para cortar o desemprego global, e que a estagnação ou menor expansão de economias emergentes elevará o numero de pessoas sem trabalho..."

Íntegra: Valor Econômico

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

OIT lança guia de treinamento para combate à escravidão, prostituição e trabalho infantil (Fonte: ONU/BR)

"A Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou nesta segunda-feira (26) uma nova ferramenta para ajudar os países na eliminação do envolvimento de crianças na escravidão, prostituição infantil, tráfico de drogas e outros tipos de trabalho infantil até 2016.
A OIT criou o guia “Implementando o Roteiro para alcançar a eliminação das piores formas de trabalho infantil: guia de treinamento para formuladores de políticas públicas” para governos, organizações de trabalhadores e empregadores, organizações internacionais e não governamentais.
“O guia é uma ferramenta de treinamento e um avanço para a elaboração ou revisão de um Plano de Ação Nacional contra as piores formas de trabalho infantil”, disse o diretor do programa internacional da OIT para a Eliminação do Trabalho Infantil, Constance Thomas, em comunicado. O documento inclui uma série de exercícios de treinamento, caixas de texto ilustrativas e aborda o monitoramento e a avaliação como características essenciais de planos de ação bem-sucedidos.
De acordo com estimativas da OIT, 115 milhões de crianças estão envolvidas nas piores formas de trabalho infantil. “O relatório vai trazer um novo impulso aos esforços nacionais para atingir esse objetivo desafiador”, acrescentou Thomas em relação ao prazo de 2016 para eliminar todas formas de trabalho infantil. O tema será discutido na Conferência Global sobre Trabalho Infantil, que será realizada de 8 a 10 de outubro em Brasília.
O roteiro, que divide os dados por faixa etária, gênero e região, mostrou que enquanto a Ásia-Pacífico e a América Latina-Caribe continuam reduzindo seu percentual de trabalho infantil, a África Subsaariana tem sofrido um aumento na mesma categoria – no continente africano, 25% das crianças estão envolvidas no trabalho infantil."

Fonte: ONU/BR

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Brasil e OIT promovem debate sobre programa Bolsa Família (Fonte: ONU/BR)

"O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Associação Brasileira de Estudos Populacionais vão promover nesta terça-feira (13) o debate “Programa Bolsa Família e Trabalho”. O evento aberto ao público será realizado a partir das 9 horas no Auditório do Ministério do Trabalho, em Brasília.
A iniciativa é parte do Ciclo de Debates “10 anos do Programa Bolsa Família: avanços, efeitos e desafios”, que estimula a discussão sobre a participação dos beneficiários no mercado de trabalho, sua trajetória escolar, padrões de consumo e saúde das famílias, além do impacto do Programa no desenvolvimento regional."

Fonte: ONU/BR

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Difundir el mensaje sobre el acoso sexual en las fábricas textiles de Jordania (Fonte: OIT)

"SAHAB, Jordania (OIT Noticias) – Dos veces a la semana, una especialista en formación, Rania Shanti, visita una fábrica textil en la ciudad industrial de Sahab, Jordania, y habla con pequeños grupos de trabajadores sobre acoso sexual. 
Rania trata de crear un clima agradable y – sobre todo – de confianza que anime a los participantes a hablar libremente. 
Uno de los trabajadores es Indrani, una mujer de Sri Lanka que trabaja en la fábrica desde 2009. 
“Pensaba que cuando las mujeres decían haber sido víctimas de acoso sexual se referían a que habían sido violadas. Ahora entiendo que el acoso sexual puede presentarse de muchas formas diferentes”, dice Indrani.
Como Indrani, muchos de los trabajadores de la fábrica son extranjeros, la mayoría de ellos procedentes de Sri Lanka, India y Bangladesh, por lo que Shanti, que participa en el programa Better Work de la OIT, necesita con frecuencia de la asistencia de un traductor para comunicarse. 
“Es difícil evaluar el acoso sexual en estas fábricas debido a la naturaleza sensible de la cuestión y al miedo entre los trabajadores a las represalias. Nunca tienes la garantía de que los trabajadores vayan a considerarse a si mismos víctimas de acoso sexual”, explica. 
Hace dos años, se denunciaron violaciones generalizadas contra trabajadores de una de las mayores fábricas ropa de Jordania. Aunque las denuncias no fueron verificadas, las informaciones sobre los acercamientos sexuales no deseados que sufren los trabajadores son habituales en el conjunto del sector de la manufactura textil. 
Las investigaciones realizadas por Better Work Jordania revelaron que muchos trabajadores desconocían qué actitudes constituyen acoso sexual, aunque estuviesen afectados. 
Como consecuencia Better Work Jordania lanzó un proyecto piloto de sensibilización sobre el acoso sexual con la empresa para la que trabaja Indrani, Jerash Garment and Fashion Manufacturing Company, cuyo objetivo es enseñar a los trabajadores de la cadena de producción, a los gestores y a los supervisores a identificar, prevenir y denunciar casos de acoso sexual. 
Durante una de las sesiones, que se llevó a cabo a mediados de junio, Indrani se acercó a un grupo de mujeres tímidas y reservadas que habían contado a sus colegas que habían sufrido tocamientos, que les habían levantado las faldas y que incluso habían sido agredidas sexualmente por los chóferes de taxis.
Priyadorshani, otra trabajadora de la fábrica originaria de Sri Lanka, dijo que el proyecto les ayudó a comprender mejor las leyes y normas de Jordania relativas al acoso sexual en el lugar de trabajo. 
“Somos extranjeros en Jordania, por eso no sabemos mucho sobre las leyes, las reglas y los procedimientos”, explica. “Después de la formación, tengo una mejor idea de cómo hacer frente a la situación si se presenta.” 
Shanti señala que si bien existen algunas leyes pertinentes, las políticas que tienen más poder y son más eficaces son aquellas que son elaboradas y adoptadas dentro de las fábricas, y que abarcan todas las formas de acoso sexual. 
“Parte de la formación está dirigida a ayudar a las fábricas a crear su propia política en materia de prevención del acoso sexual. Nosotros compartimos nuestro modelo de política, que se puede adaptar”, explica. “Esto ha tenido un gran impacto en los gestores de la fábrica, y les ha conferido un gran sentido de responsabilidad, gracias al cual ahora sienten que están a cargo de la situación y que pueden controlarla”. 
Sanil Kumar, responsable empresarial del cumplimiento de esta política, está de acuerdo. 
“La formación ayudó a los gestores y supervisores a abordar problemas de los que antes no eran conscientes, como ciertas formas de acoso sexual y la manera de prevenirlas o hacerles frente. Tras el asesoramiento del equipo de Better Work, hemos desarrollado nuestra propia política interna de prevención en materia de acoso sexual para la fábrica, que fue adoptada por la dirección”.
Los sindicatos también están intentando participar, dice Mervat Abdel Kareem al-Jamhawi, del Sindicato General de Trabajadores del Textil, la Ropa y la Confección. 
“Tratamos de sensibilizar sobre esta cuestión a las trabajadoras de las fábricas pero los desafíos son muchos, como las barreras lingüísticas y culturales. Indudablemente, esta es una prioridad para nosotros y necesitamos más apoyo de proyectos como Better Work Jordania para desarrollar más programas en una serie de fábricas”. 
Better Work Jordania proyecta crear sistemas independientes de asesoramiento y de orientación para los trabajadores que se sienten sexualmente acosados o bajo la amenaza de serlo. El proyecto piloto se extenderá a muchas otras fábricas el próximo año, algunas de las cuales emplean hasta 7.000 trabajadores provenientes de al menos ocho países. 
“Nosotros mantendremos nuestro programa de formación”, afirma Shanti. “Seguiremos difundiendo nuestro mensaje, especialmente entre los trabajadores migrantes, explicándoles que no son víctimas, que no son débiles. Han venido de Sri Lanka y Bangladesh y de otras partes del mundo para trabajar aquí, así que se trata de mujeres fuertes. Necesitan saber que pueden reaccionar. Si no quieren hablar con sus superiores sobre acoso sexual, pueden hablar con nosotros”."

Fonte: OIT

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Ministra moçambicana do Trabalho quer OIT "mais perto de quem precisa" (Fonte: Rádio ONU)

"Maria Helena Taipo discursou na Conferência Internacional da agência, em Genebra, e disse que trabalhadores precisam de mais proteção.
O governo de Moçambique sugeriu à Organização Internacional do Trabalho que inicie um processo de descentralização dos seus programas com vista a uma maior aproximação com grupos que precisam do trabalho da agência.
A proposta foi feita, esta quarta-feira, durante um discurso da ministra moçambicana do Trabalho, Maria Helena Taipo, na Conferência Internacional da OIT, que decorre em Genebra.
Maior Assistência
"Um dos caminhos que a OIT deve trilhar é estar, cada vez mais perto, de marcar presença, onde as carências são maiores, onde os trabalhadores de maior proteção, e as empresas precisam de maior assistência. Por isso, apoiamos, sem reserva, o programa e o orçamento de 2014-15, o instrumento que vai permitir mais melhorias no desempenho da organização. A OIT e os mandantes devem avançar com coragem e solidez na correção dos problemas que os nossos predecessores nos legaram".
Trabalho Infantil
Como atual detentor da presidência rotativa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, Moçambique reiterou o seu apoio à Conferência Global sobre o Trabalho Infantil a ser realizada no Brasil, em Outubro.
Taipo lembrou que no âmbito da presidência moçambicana da Comunidade dos Países da África Austral, Sadc, foi aprovado no mês passado, o protocolo sobre o emprego para harmonizar as práticas de cada um dos 15 Estados-membros da entidade no domínio do trabalho."

Fonte: Rádio ONU

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Brasil pode deixar lista de países que desrespeitam convenção internacional, disse Carvalho (Fonte: EBC)

"Brasília – O Brasil está prestes a deixar a lista dos países acusados de desrespeitar a Convenção 169, da(OIT), informou hoje (7) o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.
Segundo a assessoria de Carvalho, a informação de que o Brasil não consta mais da relação de países onde a OIT deve inspecionar a aplicação das normas acordadas pelos Estados membros foi antecipada a Carvalho e ao ministro do Trabalho, Manoel Dias, pela missão brasileira junto à Organização das Nações Unidas (ONU). Procurada, a assessoria da OIT em Brasília informou ainda não ter informações sobre o assunto.
Embora a informação ainda precise ser confirmada durante a 102ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT, que acontece em Genebra, Carvalho já comemora.
“O Brasil - exatamente pelo nosso empenho de regulamentar a Convenção 169 e pela prática que começamos agora a vivenciar de respeito, consulta e diplomacia com os povos indígenas - foi tirado dessa lista. Também é um motivo de satisfação para nós”, disse o ministro, celebrando também a eleição, ontem, do ex-ministro Paulo Vannuchi para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Aprovada pelo Congresso Nacional em 20 de junho de 2002, na forma do Decreto nº 143 e promulgada pela Presidência da República em 19 de abril de 2004, a convenção estabelece, entre outras coisas, que os povos indígenas e aqueles que sejam regidos, total ou parcialmente, por seus próprios costumes, tradições ou legislação especial, devem ser consultados sempre que medidas legislativas ou administrativas afetarem seus interesses.
A convenção determina que a consulta deve ser feita “mediante procedimentos apropriados” e por meio das instituições representativas dos povos tradicionais, “com o objetivo de se chegar a um acordo e conseguir o consentimento acerca das medidas propostas”. No Brasil, o texto entrou em vigor, com força de lei, em 2003. E é o ponto central dos protestos das comunidades indígenas que pedem a suspensão de todos os empreendimentos hidrelétricos na Amazônia até que governo federal regulamente o processo de consulta prévia aos povos tradicionais.
Em janeiro de 2012, o governo federal instituiu um grupo de trabalho interministerial para avaliar e apresentar a proposta governamental de regulamentação dos mecanismos de consulta prévia. O grupo é coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Secretaria-Geral da Presidência da República e conta com a participação de vários órgãos e entidades governamentais.
De acordo com a assessoria da Secretaria-Geral da Presidência da República, a exclusão do Brasil da lista dos países questionados se deve justamente às informações fornecidas sobre o que vem sendo feito para implementar a convenção.
A acusação de descumprimento à convenção motivou pelo menos uma representação de organizações sociais contra o Brasil, o que motivou a Organização dos Estados Americanos (OEA), em 2011, a solicitar ao governo brasileiro informações sobre a forma como estão sendo conduzidos o licenciamento e os depoimentos relativos à Usina Hidrelétrica de Belo Monte."

Fonte: EBC

terça-feira, 4 de junho de 2013

OIT prevê 207 milhões sem trabalho em 2015 (Fonte: O Globo)

"Cinco anos após o início da crise global, o mercado de trabalho ainda está longe de retornar ao nível de antes da turbulência. Relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), intitulado "Reparando o tecido econômico e social", estima que o número de desempregados no mundo chegue a 207,8 milhões em 2015, frente aos cerca de 200 milhões atuais. O déficit em relação ao número de empregos de antes da crise ainda é de 14 milhões de vagas. Se considerados os 16,7 milhões de jovens que chegarão ao mercado ainda este ano, a falta de postos de trabalho é estimada em 30,7 milhões em 2013..."

Íntegra: O Globo

Salário mínimo no Brasil é elogiado (Fonte: O Globo)

"A OIT elogiou o Brasil pelas políticas de valorização de salário mínimo e o programa Bolsa Família, citados como instrumentos pa ra a redução da pobreza..."

Íntegra: O Globo

Desemprego e desigualdade de renda vão subir, diz OIT (Fonte: Valor Econômico)

"As economias desenvolvidas vão sofrer uma década perdida na área do emprego, a desigualdade de renda está aumentando e os riscos de tensão social subindo, alerta a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Globalmente, o desemprego pode aumentar de 200 milhões de pessoas hoje para cerca de 208 milhões em 2015. A OIT projeta que a taxa de emprego nas economias desenvolvidas não voltará ao nível de antes da crise até 2017..."

Íntegra: Valor Econômico