segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Brasil e ONU lançam 1º edital da bolsa Sergio Vieira de Mello para projetos no Haiti e Paquistão (Fonte: ONU/BR)

"O Brasil e a ONU lançaram nesta quinta-feira (16) o primeiro edital da bolsa Sergio Vieira de Mello para apoiar e estimular o trabalho de jovens brasileiros em projetos humanitários pelo mundo. São duas vagas nas áreas de infraestrutura rural no Haiti e políticas de segurança alimentar no Paquistão.
O projeto, uma iniciativa do Itamaraty com o Programa de Voluntários da ONU (VNU), vai financiar por um ano a participação de jovens recém-formados em Segurança Alimentar, Agricultura, Economia, Ciências Sociais, Relações Internacionais ou áreas afins para ajudar o Programa Mundial de Alimentos (PMA) na gestão de políticas públicas sobre segurança alimentar e nutricional no Paquistão. O candidato precisa ter fluência em inglês. Para detalhes, clique aqui.
Já no Haiti, o candidato com formação em Agronomia ou Engenharia Agrônoma vai trabalhar no projeto “Melhoria da segurança alimentar no departamento do Nordeste”, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), onde ele contribuirá com propostas de melhorias e inovações na cadeia produtiva agrícola do país, incluindo práticas, infraestrutura e equipamentos. O candidato precisa falar francês fluentemente. Para detalhes, clique aqui.
Os selecionados para ambas as vagas receberão uma bolsa mensal, além da cobertura dos custos de viagem, auxílio nas despesas de chegada e repatriação, seguro de saúde e de vida, treinamento e apoio à missão.
Os candidatos devem enviar o currículo e um vídeo de no máximo quatro minutos que mostre como ele pode contribuir para o projeto selecionado para cgfome@itamaraty.gov.br com cópia para marta.mauleon@undp.org até 12 de fevereiro. As missões começarão em março com um treinamento na sede do VNU em Bonn, na Alemanha.
O VNU foi criado em 1970 como um órgão subsidiário das Nações Unidas para funcionar como um programa operacional na cooperação para o desenvolvimento. Administrado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), promove o voluntariado para a paz e o desenvolvimento, sempre com o intuito de apoiar iniciativas alinhadas à agenda da ONU. Todos os anos, o VNU mobiliza mais de 7 mil jovens de 170 nacionalidades para servir em mais de 140 países."

Fonte: ONU/BR

Juros de condenação por danos morais são computados desde o ajuizamento da ação (Fonte: TST)

"A Indústria de Azulejos Eliane S/A terá de corrigir o valor de uma condenação ao pagamento de indenização por danos morais, acrescida de juros, desde o momento em que a ação foi protocolizada por um ex-empregado. A determinação foi da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, com base na Súmula 439 do TST.
Entenda o caso
Conforme a petição inicial da reclamação trabalhista, três meses após ser contratado para atuar como operador de serviços gerais no setor de serigrafia, o trabalhador sofreu um acidente que resultou na amputação de falanges de dois dos dedos da mão direita. Ele relatou que, ao perceber um problema em uma das correias do equipamento no qual trabalhava, desligou a máquina para correção da falha. Nesse momento, um colega, percebendo a falta de atividade na produção de cerâmica, ativou o mecanismo, provocando os ferimentos.
A condenação da empresa azulejista foi para reparação dos danos estéticos e morais sofridos pelo trabalhador, na ordem de R$ 6 mil cada. Na fase de execução, momento em que os valores devidos são calculados e atualizados, houve discordância quanto à época própria para a incidência de juros sobre a quantia a ser paga ao trabalhador.
No Tribunal Superior do Trabalho, o operador questionou a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC) e pediu que fosse observada a data de ajuizamento da ação para o cálculo, nos exatos termos da sentença da Vara do Trabalho.
Legislação
A Lei 8.177/91, por meio do artigo 39, expressa que os débitos trabalhistas, de qualquer natureza, quando não satisfeitos pelo empregador nas épocas próprias, acordo ou convenção coletiva, sentença normativa ou cláusula contratual, sofrerão juros de mora, correspondentes à taxa referencial diária (TRD) acumulada no período entre a data de vencimento da obrigação e o seu pagamento. Especificamente em relação aos débitos trabalhistas constantes de condenação pela Justiça do Trabalho, a norma afirma que os valores serão acrescidos de juros contados do ajuizamento da reclamatória. A previsão está no parágrafo primeiro do mesmo artigo. A CLT também fixa o termo de início para a contagem dos juros a partir da data em que for ajuizada a reclamação trabalhista (artigo 883).
Julgamento
Ao apreciar o recurso do empregado, o relator, ministro Hugo Carlos Scheuermann, ressaltou que o Tribunal Superior do Trabalho já pacificou o entendimento por meio da Súmula 439, cujo texto determina a incidência de juros desde o ajuizamento da ação. Dessa forma, foi dado provimento ao recurso de revista do trabalhador para restabelecer o comando da decisão de primeiro grau (sentença).
A decisão foi unânime, e a Klabin interpôs recurso extraordinário a fim de levar o caso ao exame do Supremo Tribunal Federal (STF).
(Cristina Gimenes/CF)
Processo: RR-54585-53.2006.5.12.0027"


Fonte: TST

Nações Unidas lançam Ano Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina (Fonte: ONU/BR)

"As Nações Unidas lançaram o Ano Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina nesta quinta-feira (16). Funcionários de alto escalão da ONU foram unânimes ao afirmar que 2014 será crucial para a paz na região e que esperam que essa iniciativa impulsione os esforços para o fim do conflito entre Israel e Palestina.
O secretário-geral adjunto da ONU, Jan Eliasson, disse que os negociadores israelenses e palestinos estão trabalhando duro para uma solução pacífica e abrangente para acabar com a ocupação que começou em 1967, pondo um fim ao conflito e garantindo um Estado da Palestina independente e soberano vivendo ao lado de Israel.
O presidente da Assembleia Geral da ONU, John Ashe, também se pronunciou pedindo que governos, organizações internacionais e cidadãos de todo o mundo façam sua parte para garantir o fim do conflito na região. “Vivemos em um contexto internacional que exige a cooperação entre todas as partes, entidades e seres para encontrar soluções para os desafios enfrentados pela família humana. Não há exceções. Israel e Palestina devem chegar a um acordo para que eles possam viver lado a lado, em paz e segurança.”"

Fonte: ONU/BR

OIT: 202 milhões de pessoas estão sem emprego no mundo (Fonte: EBC)

"Brasília – Relatório divulgado hoje (20) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que, em 2013, o número de desempregados no mundo aumentou 5 milhões. Com isso, o número de pessoas sem emprego é cerca de 202 milhões, o que representa uma taxa de desemprego mundial de 6%. Segundo o relatório Tendências Mundiais de Emprego 2014, a fraca recuperação da economia mundial não foi capaz de levar a uma melhora no mercado de trabalho.
No ano passado, a maior parte do aumento do desemprego mundial foi registrada nas regiões da Ásia Oriental e da Ásia Meridional que, juntas, representam 45% das pessoas em busca de emprego, seguidas da África Subsaariana e da Europa. Por outro lado, a América Latina contribuiu com menos de 50 mil desempregados para a cifra mundial do desemprego.
De acordo com a OIT, se a tendência atual se mantiver, o desemprego mundial continuará piorando e pode chegar a 215 milhões de pessoas em 2018. Nesse período, serão criados cerca de 40 milhões de novos empregos por ano, que representa um número menor do que os 42,6 milhões de pessoas que entram no mercado de trabalho anualmente.
O estudo destaca que a recuperação mundial do mercado laboral está sendo freada pelo déficit na demanda agregada. “Em muitas economias desenvolvidas, as drásticas reduções do gasto público e o aumento dos impostos sobre a renda e o consumo impõem uma carga pesada sobre as empresas privadas e as famílias”, disse a OIT.
“O que necessitamos com urgência é repensar as políticas. Devemos intensificar nossos esforços para acelerar a geração de empregos e apoiar as empresas que criam empregos”, disse o diretor-geral da OIT, Guy Ryder.
A duração do desemprego prolongou-se de maneira considerável, de acordo com a organização. Em países da zona do euro, como a Grécia e a Espanha, quem procura trabalho necessita do dobro do tempo – de 8 a 9 meses - para encontrar um emprego do que antes da crise financeira de 2008. Assim, “um número cada vez maior desses potenciais trabalhadores fica desalentado e sai da força de trabalho”, ressalta a OIT. Cerca de 23 milhões de pessoas abandonaram o mercado em 2013.
“Quando se estima que 23 milhões de pessoas abandonaram a busca de trabalho, é imperativo que sejam implantadas políticas ativas do mercado laboral com maior vigor para enfrentar a inatividade e o desajuste de qualificações”, assinalou o chefe da Unidade de Tendências do Emprego da OIT e principal autor do relatório, Ekkehard Ernst.
Segundo o estudo, o emprego informal continua alto e representa cerca de 48% do mercado de trabalho. Segundo a OIT, o ritmo de melhoria na qualidade do emprego está diminuindo, o que significa que um número menor de pessoas está saindo da pobreza. Em 2013, o número de trabalhadores em situação de extrema pobreza diminuiu apenas 2,7% em âmbito mundial, uma das taxas mais baixas da última década. São 375 milhões de trabalhadores vivendo com menos de US$ 1,25 dólar por dia.
O relatório acrescenta que uma mudança urgente rumo a políticas mais favoráveis para o emprego e a um aumento da renda derivada do trabalho impulsionariam o crescimento econômico e a criação de emprego. Além disso, para a OIT, é fundamental fortalecer a proteção social e a transição para o emprego formal."

Fonte: EBC

OIT antecipa divulgação do relatório sobre emprego no mundo para 21 de janeiro (Fonte: ONU/NR)

"A Organização Internacional do Trabalho (OIT) antecipou a publicação seu relatório anual “Tendências Mundiais do Emprego 2014″ para terça-feira, 21 de janeiro.
O relatório apresenta os últimos dados e projeções sobre vários indicadores do mercado laboral em nível mundial, incluindo o emprego, o desemprego, a pobreza laboral e o emprego vulnerável.
Oferece ainda uma série de propostas políticas diante dos novos desafios enfrentados pelos formuladores de políticas para este ano.
Cópias eletrônicas (sob embargo) do relatório, o resumo executivo e material de imprensa associado estarão à disposição dos jornalistas a partir de sexta-feira, dia 17 de janeiro. Para obtê-las, é necessário contatar Severino Goes pelo e-mail goes@oitbrasil.org.br ou telefone (61) 2106-4625.
O relatório e todo material de imprensa associado estarão sob embargo até às 21 horas de terça-feira, dia 21 de janeiro."

Fonte: ONU/BR

Celg: um ano após impedir seu saneamento, projeto apresentado pelo governo causa prejuízos (Fonte: Dep. Mauro Rubem)

"A Celg vive na última década  uma situação de dívidas e descrédito junto à sociedade, fruto da falta de investimentos, pois o Estado de Goiás não conseguia reduzir seu endividamento para  conseguir novos empréstimos oficiais. O deputado Mauro Rubem (PT-GO) já alertava sobre as consequências destas crises e que isso poderia gerar um colapso no fornecimento de energia em Goiás e a população seria a mais prejudicada.
Após três anos de forte arrocho da administração estadual de então, em 2010, Goiás conseguiu finalmente atingir a capacidade de endividamento junto à Secretaria do Tesouro Nacional, possibilitando a realização de novos empréstimos a juros mais baixos. A partir daí, o Estado de Goiás poderia receber incentivos do Governo Federal.
Conquista
Desta maneira, com decisivo empenho do presidente Lula, após complexas negociações, envolvendo inúmeras reuniões e idas a Brasília, em setembro de 2010, a equipe do governo Alcides Rodrigues fechou um contrato com a Caixa Econômica Federal em que garantia mais de R$ 3,7 bilhões em recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para o saneamento econômico-financeiro da Celg e de suas subsidiárias, tudo em conformidade com o estabelecido no Plano de Uso dos Recursos. Através deste contrato, o  Estado de Goiás manteria o controle acionário da empresa.
Boicote
Estava tudo encaminhado para que a Celg superasse de vez sua crise crônica, faltando apenas os depósitos das parcelas do empréstimo nas datas programas. Porém, em novembro de 2010, após o período eleitoral, quando seria depositada a primeira parcela, o procurador do Estado de Goiás, João Furtado de Mendonça Neto, atual secretário estadual de Segurança Pública, encaminhou à presidência da Caixa Econômica Federal um documento em que tentava impedir o recebimento dos recursos federais. Cópias do mesmo documento foram enviadas ao secretário do Tesouro Nacional e ao presidente do BNDES. Esta foi a primeira iniciativa do grupo que ganhara as eleições para minar a solução para a Celg.
Não satisfeitos,  em 9  de dezembro de 2010, em uma segunda tentativa para impedir a liberação de recursos para o saneamento da Celg, a equipe de transição do governador eleito encaminhou à presidenta da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, um comunicado em que, dentre outras coisas, alertava que se o empréstimo fosse efetivado, a atual gestão não iria cumprir com os pagamentos acordados. E mais,  que iria responsabilizar “todos os envolvidos já no início de janeiro de 2011, após sua posse, reiterando os termos do já apresentado por Procurador do Estado”, como consta. Com esta segunda ação ameaçadora, faltando menos de um mês para a posse do novo governador, o contrato deixou de ser cumprido.
As consequências destas iniciativas estão sendo vividas pela população desde o início deste ano: o caos. Atraso no pagamento dos salários dos servidores, falta de efetivação dos concursados, redução de recursos de incentivo à cultura, dentre outras perdas. Apenas em prejuízos diretos com o cancelamento do acordo,  calcula-se mais de R$ 1,3 bilhão. A situação da Celg se agravou ainda mais, com os apagões virando rotina.
Projeto 2011
A mesma equipe administrativa que não mediu forças para impedir que o empréstimo para a Celg fosse efetivado em dezembro de 2010, agora, um ano depois, confirma que a operação era essencial para o Estado de Goiás e a Celg, buscando junto ao governo federal acordo semelhante. Este foi o conteúdo do projeto de autoria da Governadoria que autoriza o empréstimo da Caixa Econômica Federal ao Estado e foi aprovado na Assembleia Legislativa com apoio da oposição. 
Diferentemente do que foi feito ao longo de 2010, há ausência de transparência quanto à modelagem completa da operação. Com isto e com a crise agravada, a atitude do Governo Federal frente às solicitações não se manteve tão solidária como anteriormente. E o Estado de Goiás perde o controle acionário da estatal já que haverá a transferência de 51% das ações para o Governo Federal, enquanto que no contrato anterior esta transferência era de apenas 8%.
Durante visita à Goiânia, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, justificou o posicionamento do Governo Federal frente às propostas do atual governador e declarou durante seu discurso: “O governo federal não vai liberar qualquer tostão sem ter absoluta convicção de que vai ser colocado de fato na empresa, que o dinheiro vai ser usado adequadamente. Isso para que nunca mais cheguemos ao que chegamos. É preciso esclarecer tudo isso para que seja feita justiça com a história, até com o governador anterior também”.
Além disso, o Governo Federal reivindica o controle acionário da Celg, com 51% das ações da companhia, o que não iria acontecer se o acordo realizado pelo governo anterior tivesse sido selado. Ainda de acordo com o ministro Gilberto Carvalho, esta atitude visa garantir que não haja desvio de recursos e para que possa garantir que a Celg não volte a ter rombo futuramente."

Prófugo, un represor uruguayo aparece en Brasil (Fonte: Página/12)

"El último reducto del Cóndor. Flotando sobre las aguas celestes y calmas de alguna playa presuntamente brasileña el represor uruguayo Pedro Antonio Mato Narbondo parece burlarse de los jueces que lo procesaron por su pertenencia al aparato represivo montado por las dictaduras sudamericanas en los años ‘70 y comienzos de los ‘80..."

Íntegra: Página/12

Multinacional assina acordo para adequar condições de trabalho (Fonte: MPT-MG)

"Aperam Inox terá de pagar dano moral coletivo de R$ 50 mil por expor trabalhadores a riscos
Coronel Fabriciano - A Aperam Inox América do Sul, multinacional produtora de aço, firmou acordo judicial com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para garantir a segurança e preservar a integridade dos mais de três mil trabalhadores expostos a calor excessivo e sujeitos a acidentes no trabalho. Homologado pela 3ª Vara do Trabalho de Coronel Fabriciano (MG), o acordo prevê pagamento de R$ 50 mil por dano moral coletivo. O dinheiro será revertido em bens e equipamentos a entidades cujos fins sociais beneficiem trabalhadores ou crianças e adolescentes, a serem escolhidas em comum acordo entre o MPT e a empresa.
A Aperam se comprometeu a sinalizar a maneira adequada de os trabalhadores circularem nas áreas de risco, a fazer a rotulação correta de produtos químicos considerados nocivos à saúde e garantir a proteção no uso de máquinas e equipamentos, para evitar a projeção de materiais, partículas e acionamento acidental. Em caso de novo descumprimento, serão cobradas multas que variam de R$ 200 a R$ 100 mil por cláusula infringida e por situação irregular. 
A empresa também deverá exigir que os empregados utilizem equipamentos de proteção individual. Terá ainda de fazer inspeções de segurança periódica e manutenção preventiva de máquinas e corrigir o revestimento de fornos, para controle da temperatura. “Ao longo dos anos foram detectadas diversas irregularidades no meio ambiente do trabalho da empresa e o acordo é um importante instrumento para garantir que as irregularidades sejam efetivamente sanadas”, destaca o procurador do Trabalho Rafael Salgado, que propôs as adequações. 
Número do procedimento: 0000473-50.2013.503.0089"

Fonte: MPT-MG

CEB: multa de R$1,8 milhão por interrupções de 2012 (Fonte: Jornal da Energia)

"A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reconsiderou a multa da Companhia Energética de Brasília (CEB) pelos problemas ocorridos em 4 e 19 de outubro de 2012 envolvendo interrupções de cargas na área de atendimento ao Distrito Federal (DF), fixando o valor de R$1,8 milhão. O valor original chegava a cerca de R$3,7 milhões.
As perturbações nas datas tiveram grave impacto no atendimento às cargas do Distrito Federal, com cortes de cargas de 774 MW (aproximadamente 70% do total) e 453 MW (aproximadamente 40% do total), respectivamente. A fiscalização ocorreu no dia 24 de outubro, nas linhas de transmissão Samambaia - Brasília Norte - Brasília Sul, e instalações associadas com o intuito de avaliar os desligamentos no período.
Entre as diversas justificativas da Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE) da Aneel apontadas no auto de infração para a companhia, está à inadequada transferência das cargas da subestação Águas Claras, inicialmente providas pela SE Samambaia, para a subestação Brasília Sul, julgada como determinante para o agravamento e propagação das perturbações.
Além disso, a exposição da SFE apontou a migração do centro de operações CEB realizado no período sem que toda a infraestrutura necessária à operação estivesse devidamente implantada, com equipamentos operando de forma provisória sem, inclusive, o grupo gerador de emergência devidamente implantado, o que a superintendência considerou que “é inadmissível e não se justifica”.
Também consta no auto os “sucessivos atrasos” para implantação das obras de interligação da subestação Samambaia à subestação Brasília Norte e da subestação Samambaia à subestação Embaixada Sul, com consequentes prejuízos para o atendimento da demanda do mercado de energia da CEB.
“O impacto das perturbações dos dias 4 e 19 de outubro de 2012 foi agravado pelo atraso na entrada em operação destas obras, uma vez que estaria fechado um anel em 138 kV para o atendimento à área Brasília, com a obtenção de uma nova fonte proveniente da SE Samambaia para suprimento das cargas prioritárias da CEB com consequente diminuição do carregamento dos transformadores de fronteira nas SEs Brasília Sul e Brasília Geral e das linhas de transmissão de 138 kV Brasília Sul - Brasília Norte”, aponta o texto."

Kissinger dio luz verde al asesinato masivo en Argentina (Fonte: Rebelion)

"Hace sólo unos meses, Henry Kissinger estaba bailando un poco raro con Stephen Colbert en el programa Comedy Central de este último. Pero durante años, el ex Secretario de Estado ha eludido el juicio por su complicidad en las horribles violaciones de los derechos humanos en el extranjero, y un nuevo documento proporciona una clara evidencia de que en 1976 Kissinger dio “luz verde” a la junta militar neo-fascista de Argentina para la guerra sucia que estaba llevando a cabo contra civiles y militantes de izquierda, hecho que dio lugar a la desaparición -es decir, la muerte- de unas 30.000 personas..."

Íntegra: Rebelion

Desemprego registra taxa mínima histórica de 6,3% na América Latina e Caribe em 2013, afirma OIT (Fonte: ONU/BR)

"A Organização Internacional do Trabalho (OIT) informou nesta sexta-feira (17) que o desemprego registrou uma taxa mínima histórica de 6,3% na América Latina e Caribe em 2013, ainda que a situação laboral seja “preocupante” porque a falta de dinamismo econômico causou impactos no mercado de trabalho. O progresso que havia sido registrado nos mercados de trabalho da região durante a última década parece haver-se estancado e, portanto, é necessário redobrar os esforços para evitar que haja retrocessos, destaca a OIT em seu relatório anual Panorama Laboral 2013 da América Latina e Caribe.
“A situação do mercado de trabalho não é negativa, mas é preocupante”, disse a Diretora Regional da OIT para a América Latina e Caribe, Elizabeth Tinoco, durante a apresentação do relatório na capital peruana, Lima. “A região corre o risco de perder a oportunidade de avançar na geração de mais e melhores empregos”.
“Os salários crescem menos que nos anos anteriores, a informalidade não se reduz, a produtividade está aumentando abaixo da média mundial e aumentou a desocupação dos jovens nas zonas urbanas”, ressaltou Tinoco.
O Panorama Laboral deste ano diz que a taxa média de desemprego urbano para a região registrou uma nova queda, de 6,4% para 6,3%, em um contexto de desaceleração do crescimento econômico. Se a situação das taxas de crescimento se estender até 2014, quando segundo as previsões poderiam chegar a 3,1% ou 3,2%, o desemprego seria mantido em 6,3% no próximo ano. A leve queda da taxa de desemprego urbano não ocorreu por um aumento na taxa de ocupação, que permaneceu igual à do ano passado, em 55,7%, mas foi impulsionada por uma ligeira queda na taxa de participação no mercado laboral de 59,6% a 59,5%.
Tinoco destacou que “o desemprego baixo é sempre uma boa notícia”. A taxa de 2013 é a mais baixa registrada desde que a OIT começou a publicar este relatório há 20 anos e está muito abaixo dos 11,2% alcançado em 2003. No entanto, acrescentou, é necessário continuar buscando oportunidades, pois por trás da baixa taxa percentual de 2013 existem pessoas, neste caso 14,8 milhões de mulheres e homens que procuram emprego sem conseguir.
“Não podemos esquecer que o emprego constitui uma ferramenta especial para a redistribuição da riqueza e da inclusão social, para a luta contra a pobreza e a desigualdade”, afirmou a Diretora Regional da OIT."

Fonte: ONU/BR

Acidentes de trabalho em Mossoró são investigados pelo MPT (Fonte: MPT-RN)

"Pedreiro morreu por choque elétrico e açougueiro teve o braço sugado por um moedor de carne
Natal – Acidentes noticiados por jornais e blogs no início de janeiro motivaram duas investigação no Ministério Público do Trabalho em Mossoró (RN). O primeiro caso é do pedreiro Erivaldo Costa dos Santos, 35 anos, que morreu no dia 9 em consequência da forte descarga elétrica que sofreu em uma obra nas proximidades da BR-304. Já Ranielly Maville Carlos de Góis, 33 anos, que trabalha no setor de carnes de um supermercado da rede Queiroz, machucou gravemente a mão direita no dia 10, depois que seu braço foi sugado por um moedor de carne. 
Como ainda é desconhecido o nome da empresa onde Erivaldo trabalhava, o MPT vai requisitar a informação ao Corpo de Bombeiros e ao Samu, que prestaram socorro ao trabalhador. O MPT também notificará o supermercado para apresentar documentos, como os relatórios de análise de acidente de trabalho que porventura tenha elaborado, além de cópias da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e dos certificados de cursos de segurança e operação de máquinas realizados por trabalhadores do setor de carnes.  
“O objetivo é apurar as possíveis causas dos acidentes a fim de evitar novas ocorrências, bem como alertar as empresas sobre a importância de garantir a proteção à saúde e à segurança, no meio ambiente de trabalho”, destacam os procuradores do Trabalho Gleydson Gadelha e Afonso de Paula Pinheiro Rocha.
Números dos Procedimentos: 
NF 000005.2014.21.001/1 - 12 (referente ao trabalhador do Hiper Queiroz) 
NF 000004.2014.21.001/3 - 13 (referente ao acidente fatal do pedreiro) "

Fonte: MPT-RN

Clube derruba pedido de indenização de jogador por desistir de campeonato (Fonte: TRT 21ª Região)

"A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou uma indenização por danos morais a um jogador de futebol que estava processando o Fanático Futebol Clube, time de Campo Largo, no Paraná, participante da liga Campo Larguense de Futebol. O atleta entrou com a ação depois que o clube desistiu de participar do campeonato regional. O jogador se sentiu prejudicado profissionalmente por não ter podido jogar.
De acordo com o jogador, "o fato de o clube ter desistido da competição quando estava classificado para a fase final obstaculizou sua visibilidade pública no meio esportivo e a perspectiva de firmar um bom contrato para o ano seguinte". O pedido de indenização era de 100 salários mínimos, pois considerava o atraso no pagamento das indenizações trabalhistas.
De acordo com o Tribunal Regional da 9ª Região (PR), muito embora demonstrada a irregularidade patronal na quitação de haveres rescisórios e conquanto seja incontroverso o abandono do Clube em relação ao campeonato "série prata", por decisão do presidente (sendo que o Clube estava classificado para a segunda fase), entende-se que o jogador não conseguiu demonstrar que tenha sido prejudicado em sua imagem de atleta e, muito menos, que houve efetivo dano moral. "Restou assente, pela prova oral e documental, que a desistência do campeonato, pelo réu, deu-se por problemas financeiros, o que sujeitaria qualquer outro clube ou jogador, na mesma situação, a rescindir contratos imediatamente", sentenciou o Tribunal Regional.
Em recurso de revista ao TST, o jogador insistiu na indenização, sob alegação de que "faz jus à indenização pelos danos sofridos porque `o dano moral caracterizou-se a partir do momento em que causou prejuízo íntimo, de ordem moral desportiva (dor por não poder disputar final da competição) em decorrência da conduta do recorrido por meio do seu Presidente, faltando motivo justo para se afastar da competição, violando o contrato de trabalho e as leis trabalhistas". O relator do processo no Tribunal Superior, ministro José Roberto Freire Pimenta, negou o recurso, sendo seguido pelos demais ministros da Segunda Turma.
Lei Pelé - O jogador questionou ainda, na justiça, a possibilidade de ruptura unilateral do contrato sem o pagamento das multas previstas na Lei nº 9.615/98 (Lei Pelé). Tanto o TST quanto o Tribunal Regional consignaram que apenas o atleta profissional que promove antecipadamente a rescisão do seu contrato de trabalho é obrigado a pagar a cláusula penal prevista no artigo 28 da Lei nº 9.615/98 (Lei Pelé), como forma de compensar a agremiação desportiva, que nele investiu, dos prejuízos ocasionados por essa ruptura contratual.
"A decisão regional está de acordo com a jurisprudência deste Tribunal, no sentido de que é indevido o pagamento da multa prevista na referida cláusula penal quando a rescisão contratual ocorrer por iniciativa do Clube, hipótese em que o atleta faz jus apenas à indenização prevista no artigo 479 da CLT, nos termos do que dispõe o § 3º do artigo 31 da Lei nº 9.615/98", sentenciou o ministro José Roberto Freire Pimenta."

Plano de Desligamento Voluntário da Petrobras pode dar dez salários de indenização (Fonte: O Globo)

"Os funcionários da Petrobras que aceitarem entrar no Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV), anunciado na última sexta-feira pela Petrobras, podem levar até dez salários, mas com a fixação de um teto. Somente no dia 11 de fevereiro, a estatal vai anunciar as regras para quem aderir ao programa, mas, segundo o coordenador geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antônio de Moraes, especula-se que esses benefícios façam parte do pacote que a empresa pretende oferecer..."

Íntegra: O Globo

Empresas são condenadas a indenizar empregada por extravio de carteira de trabalho (Fonte: TST)

"A não devolução ao empregado de sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ao final da relação de emprego causa a ele um estado permanente de apreensão e pode comprometer sua vida por impossibilitar a obtenção de nova colocação no mercado de trabalho.
Por isso, tal fato é passível de condenação do empregador ao pagamento de indenização a título de dano moral. Seguindo estes fundamentos, apresentados pela ministra Delaíde Miranda Arantes, a Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou as empresas Martins " Comércio e Serviços de Distribuição S.A. e Maiservterc Ltda. a pagar reparação de R$ 5 mil a uma auxiliar de serviços gerais que teve a CTPS extraviada.
A decisão reformou entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA), que absolvera as empresas da condenação ao pagamento de R$ 10 mil imposta no primeiro grau, sob o fundamento de que não houve comprovação, por parte da empregada, de que o extravio tivesse causado prejuízos de ordem moral e material ou impedido sua admissão em outras empresas, conforme afirmava na reclamação trabalhista.
O juízo de primeiro grau havia aplicado a pena de confissão ficta aos empregadores, por se recusarem a apresentar a CTPS da empregada.
No TST, a Turma decidiu por unanimidade seguir o voto da ministra Delaíde Arantes no sentido da condenação. A ministra, na sessão de julgamento, demonstrou preocupação com os prejuízos causados pelo extravio, sobretudo porque a CTPS registra as experiências e salários anteriores da trabalhadora. Ao valor serão acrescidos juros e correção monetária desde a data da decisão do primeiro grau, em abril de 2012."

Fonte: TST