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terça-feira, 13 de maio de 2014

Fundos de pensão têm déficit recorde e pedem prazo ao governo para se ajustar (Fonte: CONTEC)

"Com saldo negativo de R$ 22 bi em 2013, fundos negociam com o Ministério da Previdência um alívio nas regras para que poupadores e empresas não tenham de fazer aportes financeiros.
Com déficit recorde de R$ 22 bilhões em 2013, mais que o dobro do ano anterior, os fundos de pensão contam com a ajuda do governo para evitar que empresas patrocinadoras e participantes tenham de aportar dinheiro nos planos de previdência. Nos bastidores, o Ministério da Previdência já admite estender a folga para os planos com saldo em vermelho em 2014, dada a pressão do segmento e a falta de perspectivas de melhora da economia. 
A regulamentação limitava a 10% do patrimônio o déficit em um ano. Se superasse esse patamar, os planos eram obrigados a apresentar um programa de resolução do saldo negativo no ano seguinte. A pedido dos fundos, o governo mudou a regra: o teto de déficit subiu para 15% em 2013. O alívio reduziu à metade a quantidade de planos que precisam apresentar ainda neste ano um plano para cobrir os desequilíbrios..."

Íntegra disponível em CONTEC

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Mantido o pagamento de pensões a 252 beneficiários da SPPrev (Fonte: STJ)

"Está mantido o pagamento de pensões pela São Paulo Previdência (SPPrev) determinado por 252 decisões judiciais de diversas varas paulistas. O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer, negou pedido do estado de São Paulo para suspender os pagamentos. 
O estado argumentou que haveria no total 8,5 mil pensões na mesma situação, ao custo de R$ 55 milhões anuais. Por isso, essas decisões poderiam causar um efeito multiplicador gravoso à economia paulista. 
A autarquia havia suspendido administrativamente os pagamentos de pensões a beneficiários de planos de servidores públicos civis e militares. Contra o ato, foram movidas diversas ações, nas quais estão vigentes decisões contra a SPPrev em liminares em primeira ou segunda instância e sentenças. 
O estado de São Paulo pretendia, por meio de suspensão de segurança, restabelecer o bloqueio dos pagamentos. Para o ente público, as pensões contrariam a Lei 9.717/98 e causam grave lesão à economia pública. 
Argumentos jurídicos
O presidente do STJ esclareceu, porém, que o pedido de suspensão não serve como substituto de recursos nem para avaliar o acerto ou desacerto das decisões atacadas. 
A SPPrev e o estado fundamentaram o pedido de suspensão em argumentos estritamente jurídicos, apesar de as decisões se basearem em fundamentos diversos. Para o presidente do STJ, cada caso precisa ser analisado separadamente, com o devido processo de cognição. 
Quanto aos riscos alegados, o ministro Fischer afirmou que o benefício tem caráter alimentar e, como já era pago havia anos, presume-se a previsão orçamentária para arcar com seu custo. Por isso, estaria excluída a possibilidade de que as decisões judiciais causassem impacto inesperado e de alta relevância no custeio do plano de previdência. 
“O pedido de suspensão deve trazer concretamente em que consiste a grave lesão aos bens jurídicos tutelados pela norma de regência, o que não lograram demonstrar os requerentes no caso em tela. É nítido, portanto, o caráter recursal que se pretende atribuir à medida ora em exame”, concluiu o ministro, ressalvando que esse entendimento não envolve o mérito das decisões que determinaram o pagamento."

Fonte: STJ

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Quarta Turma afasta extensão de aumento real do INSS para beneficiário de previdência privada (Fonte: STJ)

"Em julgamento de recurso especial, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reformou acórdão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que havia reconhecido a um ex-empregado da Companhia Vale do Rio Doce o direito de receber aumento real na suplementação de aposentadoria, para acompanhar a política de reajuste dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 
O relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão, considerou que, não havendo ilegalidade, não cabe ao Poder Judiciário intervir para dar a um caso individual solução contrária ao entendimento manifestado pelo órgão fiscalizador da previdência privada, segundo o qual o aumento real da previdência oficial não é extensivo a planos que não tenham previsão de custeio para isso. 
De acordo com o ex-empregado, a Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade Social (Valia) “assumiu com os seus associados o compromisso de suplementar os proventos de aposentadoria ou pensão que lhes viessem a ser concedidos pela previdência oficial, bem como reajustar essas suplementações na mesma data em que fossem reajustados os benefícios mantidos pelo INSS, e na mesma proporção”. 
Obrigação contratual
O TJMG observou que os dispositivos legais referentes à previdência social não se aplicam à previdência privada. Porém, havendo no regulamento a obrigação de manter equivalência entre a suplementação e os benefícios da previdência social, o tribunal entendeu que “fica a entidade privada obrigada a conceder não só os mesmos reajustes no sentido estrito concedidos pelo INSS, como também os aumentos reais, de forma a manter sempre essa equiparação”. 
No recurso ao STJ, a fundação alegou que, além de possuir plano de custeio e legislação diferentes da previdência oficial, o sistema previdenciário fechado não se sustentaria com a concessão de aumentos reais. 
"Na clara e justa interpretação do texto regulamentar, está o compromisso da fundação de reajustar, repor a variação da inflação medida pelos indexadores econômicos, atualizar, perseguir a reposição do valor da moeda, nunca aumentá-lo", afirmou a Valia. 
Desequilíbrio atuarial
A fundação apresentou também ofícios da Secretaria de Previdência Complementar – órgão governamental que, na época, era fiscalizador das entidades fechadas de previdência privada – que concluíram pela inexistência de obrigação contratual de conceder aumentos reais, pois “o aumento real determinado pela Portaria MPAS 2.005/95 não alcança as entidades fechadas de previdência privada que não tenham previsão de custeio específica para tanto”. 
O ministro Luis Felipe Salomão entendeu que, diante da conclusão do órgão fiscalizador, no sentido da impossibilidade de ser concedido aumento real, o pedido do ex-empregado deve ser julgado improcedente. 
“Não parece possível ao Judiciário a excepcional intervenção na relação contratual, promovendo solução individualizada discrepante da uniforme oriunda do órgão fiscalizador, ensejando, sem constatação de ilegalidade, que assistidos em situação idêntica tenham tratamento diferenciado, além de manifesto desequilíbrio atuarial”, afirmou o ministro. 
A decisão foi acompanhada de forma unânime pelos ministros da Quarta Turma."

Fonte: STJ

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Paim apela ao governo por solução rápida para o Fundo Aerus (Fonte: Senado Federal)

"O senador Paulo Paim (PT-RS) apelou ao governo para que seja confirmado acordo destinado a resolver a situação de aposentados do fundo Aerus, da extinta companhia aérea Varig. De acordo com ele, os recursos do fundo se esgotarão a partir da próxima terça-feira (3). Ele afirmou que a partir daí os aposentados e pensionistas deixarão de receber os benefícios devidos, que ao longo do tempo já haviam sido reduzidos a valores irrisórios.
Paim abordou o tema em Plenário, nesta sexta-feira (29), depois de registrar que ex-comandantes da companhia estariam se reunindo neste dia, em Porto Alegre, para celebrar os 60 anos da primeira turma de pilotos. Fundada em 1927, no Rio Grande do Sul, a empresa teve sua falência decretada em 2010. Bem antes, no processo de recuperação judicial, a parte boa da empresa foi separada e vendida à Gol Linhas Aéreas..."

Íntegra disponível em Senado Federal

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

FUNDOS DE SERVIDORES TÊM PERDAS DE R$ 528 MILHÕES (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"Fundos de pensão de servidores públicos estaduais e municipais acumularam prejuízo de R$ 528,17 milhões em aplicações feitas de 2009 a 2013, conforme levantamento do Ministério da Previdência feito a pedido do Estado. Esquemas criminosos e adoção de práticas que não observam regras do Conselho Monetário Nacional ou do Banco Central potencializam o rombo. Essas e outras irregularidades colocam em risco o Regime Próprio de Previdência (RPP), segundo documento do ministério, ao qual a reportagem obteve acesso..."

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Previdência pede saída de diretor de fundo dos Correios (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"Superintendência de Previdência Complementar quer a demissão de Ricardo Oliveira, após perda de R$ 762 milhões do Postalis
A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) determinou o afastamento por dois anos do atual diretor-fínanceiro do fim do de pensão dos Correios, Ricardo Oliveira, por investimentos que deram prejuízos ao Postalis de, ao menos, R$ 762 milhões. Mantido com recursos dos Correios e dos servidores da estatal, o fundo é o terceiro maior do Brasil, considerando o número de associados, e um dos principais investidores institucionais do País, com patrimônio de R$ 7,7 bilhões.
A Previc, responsável por fiscalizar os fundos de pensão, também aplicou multa de R$ 40 mil a Oliveira, em decisão publicada no dia 21 de agosto.
A despeito da orientação da Previc, Ricardo Oliveira será mantido no cargo, segundo informou o Postalis ao Estado. O fundo não comentou os motivos da punição pela Previc.
Carta. Dez entidades ligadas a fundos de pensão e aos trabalhadores dos Correios encaminharam, na última semana, carta à presidente Dilma Rousseff e aos ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Planejamento) pedindo a saída de Ricardo Oliveira do cargo e de "todos os demais responsáveis pelas decisões de investimentos que impuseram perdas ao Postalis que terão de ser cobertas pelos Correios e pelos servidores".
Mudança de voto. O afastamento do diretor financeiro do Postalis já foi defendido por seus colegas no ano passado, mas uma reviravolta o manteve no cargo.
Em novembro, o conselho deliberativo, por quatro votos a dois, deliberou pela demissão de Oliveira por causa dos prejuízos ao fundo. Treze dias depois dessa decisão, contudo, o conselheiro Reginaldo Alcântara mudou o voto, revertendo a demissão de Oliveira..."

Integra disponível em O Estado de S.Paulo

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Com juros em baixa, fundos de previdência perdem valor (Fonte: Gazeta do Povo)

"Quando os extratos dos planos de aposentadoria começaram a chegar, qual não foi o susto dos investidores ao ver que seu patrimônio estava se reduzindo em relação ao ano anterior. O efeito foi imediato e os bancos começaram a perceber uma fuga dos planos de previdência de renda fixa (os conhecidos PGBLs e VGBLs) pela primeira vez na história. Foram quase R$ 1,5 bilhão em três meses..."

Íntegra: Gazeta do Povo

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Previdência fechada defende menos tributo (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"Estagnado em torno de 17% do PIB, o setor previdenciário quer sensibilizar o governo sobre a necessidade de adoção de incentivos tributários para. atrair a adesão de pequenas e médias empresas e de trabalhadores de baixa renda. O novo foco de interesse do segmento foi identificado em pesquisa feita pela Associação Brasileira, das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp)..."

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Bancos públicos e fundos de pensão vão participar de concessões (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"Com R$ 12 bi em rodovias  e ferrovias, instituições  terão 49% do capital  dos consórcios que  administrarão os serviços
Bancos oficiais e fundos de pensão de empresas estatais vão colocar até R$ 12 bilhões nas concessões de rodovias e ferrovias.
Com isso, terão até 49% do capital dos consórcios que administrarão os novos serviços. Esse apoio financeiro, que já estava prometido nos bastidores, foi formalizado num documento assinado por Caixa, BB Banco de Investimento S.A., .BNDES-Par, Funcef e Petros e divulgado pela Agência Nacional de  ransportes Terrestres  (ANTT). A agência adotou o  mesmo procedimento em relação ao trem-bala..."

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Previ quer ampliar ativismo nas companhias (Fonte: Valor Econômico)

"Depois de anos focada na governança das companhias investidas, a Previ, Caixa de Aposentadoria dos Funcionários do Banco do Brasil, está se dedicando a avaliar a estratégia das empresas. Quer incentivar a "perenidade", explicou Marco Geovanne, diretor de participações da fundação em entrevista exclusiva ao Valor.
O benefício da poupança, diz ele, está baseado no sucesso do investimento. E a capacidade das empresas de inovar é essencial para tanto. "Mas a responsabilidade pela inovação não é exclusiva da companhia e dos diretores. Chega até o conselho de administração", ressaltou. E é aí que entra a Previ, pois elege, todos os anos, mais de 100 membros para conselhos de administração e fiscal..."

Íntegra: Valor Econômico

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Previc pune atuais e ex-dirigentes do Postalis por má gestão (Fonte: Valor Econômico)

"A imagem de pessoas felizes que estampa os relatórios de administração do Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios, pouco reflete a realidade dos funcionários que depositam ali o dinheiro que vai complementar suas aposentadorias. A fundação tem um déficit próximo de R$ 1 bilhão, que tende a crescer ainda mais neste ano. Mas ontem, alguns atuais e ex-dirigentes, apontados como responsáveis por essa situação, começaram a ser punidos..."

Íntegra: Valor Econômico

terça-feira, 30 de julho de 2013

FUNDOS DE PENSÃO QUEREM PRAZO PARA ENFRENTAR DÉFICIT (Fonte: Valor Econômico)

"Fundos de previdência fechada e aberta querem que o governo flexibilize e dê prazo maior para regras editadas no ano passado, num cenário bastante diverso do atual. Fundos de pensão fechados pedem mais tempo para equacionar um déficit que alcançou R$ 12,8 bilhões no fim do primeiro trimestre, 43% superior ao de dezembro. Planos abertos querem usar derivativos para diminuir a volatilidade nas cotas dos fundos.
Com a redução da taxa básica de juros, o teto da meta de rentabilidade dos fundos de pensão foi reduzido de 6% para 4,5% no fim de 2012, ajuste que será feito de forma escalonada até 2018. Essa redução pode causar um rombo na conta de alguns planos ou agravar o problema dos que já estavam no negativo. Quando a meta é reduzida e a rentabilidade é menor, o ativo da fundação cai, enquanto o passivo permanece no mesmo patamar em respeito a contratos e planos antigos..."

Íntegra: Valor Econômico

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Justiça: STF não deve analisar pedido de pensionistas e aposentados das aéreas (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, deve recusar um pedido para que seja reconsiderada decisão desfavorável a aposentados e pensionistas de companhias aéreas. Um grupo de aposentados e pensionistas da Transbrasil e da Varig está acampado há 20 dias na sede do fundo de pensão Aerus, no Rio de Janeiro..."

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Fundos de pensão fecham o semestre no vermelho (Fonte: Valor Econômico)

"Se o ano continuar como está, 2013 será o pior para os fundos de pensão desde 2008. O desempenho ruim tanto das aplicações em renda variável quanto da renda fixa na primeira metade do ano fez com que a maior parte das fundações do país fechasse o período com rentabilidade negativa, segundo Maurício da Rocha Wanderley, membro da comissão de investimentos da Abrapp, associação que reúne o setor, e diretor de investimentos da Valia, fundo de pensão dos funcionários da Vale..."

Íntegra: Valor Econômico

terça-feira, 9 de julho de 2013

Postalis tem R$ 127 milhões em ações das ‘X’ (Fonte: O Globo)

"SÃO PAULO - A crise no império de Eike Batista deve afetar o resultado financeiro do fundo de pensão dos funcionários dos Correios, o Postalis. Com patrimônio de R$ 7,68 bilhões e um déficit de R$ 985 milhões em conta nos últimos dois anos, por conta da elevação da expectativa de vida de associados e a queda dos juros, o fundo concentrou cerca de 20% de suas aplicações em Bolsa em papéis das empresas do grupo EBX. O Postalis aplica 7,98% do seu patrimônio em ações, o equivalente a R$ 613 milhões. E as empresas de Eike respondem por R$ 127,5 milhões..."

Íntegra: O Globo

segunda-feira, 8 de julho de 2013

STF nega recurso a aposentados de fundo de pensão da Varig (Fonte: O Globo)

"Dinheiro do Aerus para pagar 8 mil pessoas pode secar em meses Acampados. Aposentados na sede do Aerus, no Rio: após decisão do STF, grupo reavaliará ocupação O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, indeferiu ontem o pedido de tutela antecipada para que a União assumisse o pagamento das aposentadorias dos ex-funcionários da Varig e da Transbrasil. Com a decisão, fica reduzida a chance de uma solução para milhares de aposentados e pensionistas do Aerus, o fundo de pensão de ex-funcionários das duas aéreas..."

Íntegra: O Globo

Negada petição em processo sobre indenização da União a pensionistas do Aerus (Fonte: STF)

"O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, negou pedido do Sindicato Nacional dos Aeronautas e da Associação dos Funcionários Aposentados e Pensionistas da Transbrasil, apresentado na Suspensão de Liminar (SL) 127, por considerar inadequado o meio processual utilizado.
Na petição, as entidades sustentavam que o acórdão proferido pelo STF em 2010, no julgamento da Suspensão de Liminar (SL) 127, estaria sendo descumprido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
O ministro ressaltou que o pedido formulado pelas entidades não pode ser acolhido por considerar que elas não têm legitimidade para propor medida de suspensão. “A suspensão de liminar serve, portanto, apenas aos interesses do poder público, único titular da legitimidade processual específica da medida”, afirmou.
Ele ressaltou, ainda, que se encontra em vigor decisão do TRF-1 que suspendeu pedido de execução da indenização da União em favor de beneficiários do fundo de pensão Aerus. De acordo com o presidente do STF, a decisão mais recente do TRF-1 substituiu decisão anterior daquele Tribunal, que tinha fixado a possibilidade de antecipação da tutela em favor dos aposentados."

Fonte: STF

Fundo de pensão dos Correios é sócio do projeto da nova bolsa de valores (Fonte: O Estado de S.Paulo)

"O   fundo de pensão Postalis, dos funcionários dos Cor­reios, é o sócio oculto por trás’da operação que pretende montar uma nova bolsa de va­lores, para competir com a BM&FBovespa no bilionárío mercado de ações brasileiro, Um dos principais investido­res institucionais do País, com patrimônio de 7,7 bi­lhões, o fundo estava na moi­ta até agora, embora o proje­to do novo pregão tenha ga­nhado destaque nas últimas semanas,
Aparticipação no projeto, por meio de um fundo de investi­mentos chamado ETB, provo­cou questionamentos da KPMG, responsável pela audito­ria nas contas do Postalis: os au­ditores estranharam o valor dos ativos do ETB registrado na con­tabilidade do fundo de pensão e pediram explicações. Com défi­cit acumulado de R$ 1,7 bilhão, a fundação teve problemas recen­tes  era investidora nos bancos Cruzeiro do Sul e BVA, liquida­dos pelo Banco Central em meio a suspeitas de fraude..."

terça-feira, 2 de julho de 2013

Aposentados acampados na sede do Aerus (Fonte: O Globo)

"Idosos reclamam do valor das pensões e aposentadorias do fundo da Varig
Vigília. Idosos ocupam desde quinta-feira passada a sede do Aerus no Centro do Rio
Aposentados da Varig, com média de idade superior a 75 anos, estão acampados na sede do Aerus, o fundo de pensão da companhia aérea, desde quinta-feira passada. Eles dizem que só sairão de lá quando o governo federal enviar um representante com uma solução para a liquidação do fundo de pensão. O valor das pensões e aposentadorias que está sendo depositado está muito abaixo do que deveria, desde que o fundo ficou sob intervenção judicial, há mais de sete anos. Cerca de dez mil participantes estão nessa situação..."

Íntegra: O Globo

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Fundos de Previdência no vermelho (Fonte:Correio Braziliense)

"Os títulos públicos, que já foram sinônimo de segurança e rentabilidade, agora frustram investidores, com prejuízos cada vez maiores. As perdas com esses papéis foram tamanhas nos últimos dois meses que os fundos abertos de previdência se viram obrigados a pedir socorro ao governo. A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) quer a mudança de uma regra que manda essas entidades alongarem os prazos das suas carteiras. Elas precisam comprar papéis de renda fixa com vencimentos mais longos, acima de cinco anos, justamente os que estão no vermelho..."