quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

OIT: 12,6% dos jovens no mundo estavam desempregados em 2012 (Fonte: Agência Brasil)

"Brasília –A Organização Internacional do Trabalho (OIT) enfatizou a preocupação com os 12,6% da população jovem desempregada no mundo em 2012, no relatório Tendências Mundiais de Emprego 2013, que será divulgado amanhã (22). De acordo com os dados da organização, a falta de emprego atinge 74 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos, cerca de 37,5% de todas as pessoas sem emprego formal. A taxa de desemprego entre a população acima dessa faixa etária foi 4,5% no mesmo período.
Para a OIT, um dos pontos considerados preocupantes no âmbito do desemprego entre jovens é o tempo prolongado que ficam afastados do trabalho. Na Europa, por exemplo, 35% dos jovens desempregados ficaram seis meses ou mais nessa situação. As consequências mais sérias disso, segundo a organização, são a desmotivação e o afastamento do mercado laboral.
"Ter a experiência de períodos de desemprego tão longos ou abandonar o mercado de trabalho no começo da carreira profissional prejudica as perspectivas a longo prazo, o que contribui para a erosão da qualificação profissional e social e impede que os jovens acumulem experiência laboral”, informou o relatório..."


Íntegra disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-01-21/oit-126-dos-jovens-no-mundo-estavam-desempregados-em-2012

Nova rescisão de contrato de trabalho passa a valer em 1º fevereiro (Fonte: Gazeta do Povo)

"Todas as rescisões de contrato de trabalho deverão utilizar o novo modelo de documento instituído pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a partir de 1º de fevereiro de 2013.
O Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT) deveria passar a valer em novembro do ano passado, mas a obrigatoriedade foi adiada pelo ministério para este ano.
Junto com o novo termo deverão ser utilizados o Termo de Quitação (para as rescisões de contrato de trabalho com menos de um ano de serviço) ou o Termo de Homologação (para as rescisões com mais de um ano de serviço)..."


Íntegra disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1338204&tit=Nova-rescisao-de-contrato-de-trabalho-passa-a-valer-em-1-fevereiro

Tecnologia e aumento de pessoal reduzem tempo médio de tramitação de processos (Fonte: TST)

"De 569 para 472 dias: o tempo médio de tramitação de processos no Tribunal Superior do Trabalho (TST) diminuiu 97 dias em 2012. A redução, que representa mais de três meses, revela que o Tribunal atingiu, com dois anos de antecedência, uma meta projetada para 2014.
O índice do tempo médio de tramitação é um indicador da primeira meta institucional do planejamento estratégico do TST, que prevê a redução em 5% ao ano, a partir de 2011, do intervalo entre o andamento inicial (data de recebimento no TST) e a baixa do processo – ou seja, a remessa para outros órgãos, baixas para instância inferior (TRTs, Varas do Trabalho) ou superior (STF) e arquivamentos.
Em 2010, ano em que foi instituído o plano estratégico quadrienal do TST, um processo demorava em média 755,95 dias até sua conclusão. A meta era que se chegasse, em 2014, a 488 dias.
Pessoal e tecnologia
Para se chegar a esse resultado, dois fatores foram fundamentais, segundo os responsáveis pela meta institucional: o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas específicas e o aumento do número de servidores lotados nos gabinetes, área fim por excelência do Tribunal. O trabalho conjunto entre a área judiciária e a de Tecnologia da Informação permitiram o aperfeiçoamento dos processos de trabalho, e o resultado foi a maior agilidade da tramitação.
O secretário-geral da Presidência do TST, juiz Rubens Curado, coordenador do plano de ação estratégica, cita o exemplo mais significativo do uso da tecnologia em prol da celeridade: o desenvolvimento de uma ferramenta do sistema interno de processo eletrônico do TST que recupera o conteúdo dos despachos de admissibilidade de recursos e agravos de instrumento dos Tribunais Regionais e o insere nas minutas dos votos dos gabinetes. "Com um botão, é possível gerar 200 ou 300 minutas de votos, coisa que antes tinha de ser feita manualmente", afirma.
Segundo o responsável pela execução do plano de ação em relação a essa meta, Alexandre Machado, chefe de gabinete do ministro Walmir Oliveira da Costa, esse foi um dos pontos escolhidos para ser desenvolvido devido à repercussão que gera nas rotinas de trabalho, e representa um passo além da digitalização dos processos.
Ele explica que, antes, os processos, embora gerados originalmente em forma eletrônica, chegavam aos gabinetes como um documento em formato PDF, ou seja, como uma imagem, e os servidores tinham de ir buscar as informações nas páginas desse documento. A nova ferramenta recupera os dados do documento eletrônico original e possibilita o que Machado chama de "mineração de dados" – que, por sua vez, permite uma triagem eletrônica por tema, parte, etc.
A segunda etapa é o aproveitamento desses dados nos documentos novos a serem produzidos pelos gabinetes: a partir do despacho dos TRTs admitindo o recurso ou negando-lhe seguimento (nos casos de agravos de instrumento), o sistema gera automaticamente uma minuta padrão para o voto. Os servidores passaram a receber um documento com conteúdo bruto e já formatado, e o tempo que antes era necessário para confeccionar essa minuta diminuiu sensivelmente.
Para Alexandre Machado, porém, a redução em quase cem dias do tempo médio de tramitação não seria possível se os avanços tecnológicos não tivessem sido acompanhados de mudanças administrativas que aumentaram não só a lotação nos gabinetes, mas o percentual de servidores envolvidos diretamente com os processos judiciais. Nos últimos anos, os gabinetes passaram de 18 para 40 servidores, reflexo do aumento do quadro do TST por meio de novos concursos, e também da automatização de serviços administrativos, que liberou mão de obra qualificada para a atividade fim.
Produtividade
Outro resultado positivo apresentado pelo TST em 2012 foi o aumento de 11,4% no número de processos solucionados. Dos 243.003 processos recebidos (10,5% a mais que em 2011), o Tribunal resolveu 230.563. Destes, 83% (191.793) foram casos novos, e 16,8% recursos internos. Em média, cada Turma julgou 25.147 processos. "No início da década passada, cada Turma recebia por ano, em média, cinco mil processos", observa o chefe de gabinete do ministro Walmir. "Hoje, a média de processos por gabinete é de 10 mil por ano."


Extraído de: http://www.tst.jus.br/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/tecnologia-e-aumento-de-pessoal-reduzem-tempo-medio-de-tramitacao-de-processos?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2

Ministro japonês causa polêmica ao dizer que idosos devem 'se apressar e morrer' (Fonte: O Estadão)

"TÓQUIO - Um dos integrantes mais antigos do governo japonês, o ministro das Finanças, Taro Aso, causou polêmica no país ao sugerir que os idosos são um dreno desnecessário nas finanças do país e deveriam "morrer" para poupar gastos do governo com a saúde pública.
"Deus nos livre se você é forçado a viver quando quer morrer. Eu acordaria me sentindo cada vez pior sabendo que (meu tratamento) foi todo pago pelo governo", disse Aso na segunda-feira, durante reunião do Conselho Nacional de Reformas da Segurança Social, de acordo com o jornal britânico The Guardian. "O problema não será resolvido a não ser que você deixe que eles se apressem e morram..."


Íntegra disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,ministro-japones-causa-polemica-ao-dizer-que-idosos-devem-se-apressar-e-morrer,987487,0.htm

Seara é condenada em R$ 25 milhões pelo TRT (Fonte: Valor Econômico)

"O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Santa Catarina condenou em R$ 25 milhões a Seara Alimentos, pertencente ao Grupo Marfrig. O montante deve ser revertido na recuperação de empregados vítimas de doenças causadas pelo frio excessivo de seus frigoríficos. A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial do Estado impresso e está disponível desde ontem na versão eletrônica. Da decisão ainda cabe recurso.
A empresa ainda foi condenada a assegurar tratamento integral a todos os empregados e ex-empregados acometidos de doenças ocupacionais, conforme se apurar em liquidação de sentença.
A condenação é resultado de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em 2007, após a demissão de dez trabalhadores da companhia que se retiraram por instantes da sala de cortes da unidade industrial de Forquilhinha (SC), devido ao frio intenso do local..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/seara-e-condenada-em-r-25-milhoes-pelo-trt

Libertação recorde leva Sidepar a ser suspensa do Pacto Nacional (Fonte: Repórter Brasil)

"A Siderúrgica do Pará (Sidepar) foi suspensa nesta terça-feira, 22, do Pacto Nacional Pela Erradicação do Trabalho Escravo, acordo que reúne algumas das principais empresas do país. A decisão foi anunciada nesta tarde pelo Comitê de Monitoramento do Pacto, do qual a Repórter Brasil faz parte. A suspensão é resultado da libertação em setembro de 150 pessoas em condições análogas ao trabalho escravo produzindo carvão vegetal para a empresa, libertação recorde de 2012.
Durante a vistoria em questão, o Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo encontrou não apenas trabalho escravo, como também crimes ambientais e emissão de notas fiscais falsas. A equipe relatou até ameaças de morte durante a operação. Ao todo, foram lavrados 21 autos de infração pelos auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os resgatados estavam em condições degradantes, trabalhando em 185 fornos irregulares em duas carvoarias, em local isolado de difícil acesso em Goianésia (PA).
Entre os 150 libertados estavam 21 mulheres e 5 adolescentes com idades entre 16 e 18 anos. Todos moravam em instalações improvisadas com palha seca e lonas plásticas, sem sanitários ou fossas sépticas, e usavam os córregos da região para beber água ou tomar banho. “Não esperávamos encontrar o que encontramos. Era uma situação totalmente atípica”, afirma Ana Luísa Zorzenon, procuradora da 8ª região (PRT-8), do Ministério Público do Trabalho (MPT), que participou da inspeção junto de cinco auditores fiscais MTE e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). “Nenhum deles era proprietário, eles eram posseiros que esperavam ganhar a terra por usucapião”, explica a procuradora Ana Luísa. A Sidepar foi considerada a principal responsável pela situação dos trabalhadores pela equipe de fiscalização.
A Repórter Brasil tentou contato com a empresa para comentar o caso. Por e-mail, Rogério Gontijo negou a responsabilidade pelos trabalhadores e disse que "todos os fornecedores [da siderúrgica] e produtores de carvão são visitados e fiscalizados periodicamente por funcionários da empresa que verificam o recolhimento de impostos, comprovantes de pagamentos de salários, estrutura física de refeitório, alojamento, banheiros, área de descanso, cantina".
Segundo ele, desde que assinou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Federal (MPF), a siderúrgica acompanha a cadeia produtiva do carvão que recebe, investe em melhorias nas bases da produção e monitora os caminhões que chegam à usina em Marabá (PA). O posicionamento da empresa na íntegra está disponível aqui.
Cosipar e Ibérica
Além da Sidepar, as empresas Cosipar e Ibérica também adquiriam carvão do grupo e têm que ser responsabilizadas, segundo o MPT. A procuradora Ana Luísa ajuizou ação civil pública e uma ação civil coletiva contra as três as empresas cobrando, respectivamente, R$ 14,5 milhões e R$ 7,5 milhões em indenizações por danos morais.
Procurado pela reportagem para comentar a libertação recorde, o advogado da Siderúrgica Ibérica, Marcos Kawamura, disse que a empresa "desconhecia o caso". "Na região de Marabá (PA), de fato, sabiam da existência dessa situação envolvendo a Sidepar. Mas para a Ibérica não chegou nada. Não fomos comunicados para fins de defesa", explica. A Repórter Brasil também entrou em contato com a Cosipar, mas, até a publicação dessa matéria, a empresa não havia dado ou retorno ou se posicionado sobre o assunto.
Não é a primeira vez que as três siderúrgicas de Marabá (PA) têm problemas com a Justiça. Assim como a Sidepar, a Cosipar e a Ibérica também haviam firmado TACs com o MPF se comprometendo a tomar providências diante de problemas recorrentes. Pelo acordo, as empresas assumiram a responsabilidade, perante o órgão federal, de fiscalizar a cadeia produtiva do carvão que adquiriam, com o objetivo de não adquirir produtos procedentes de trabalho escravo e/ou de desmatamento ilegal. O documento também previa que, caso as cláusulas não fossem cumpridas, as indústrias poderiam ter as respectivas licenças operacionais suspensas.
A Cosipar e a Ibérica também são ex-integrantes do Pacto. Elas foram suspensas por descumprirem o estatuto, a primeira em 2010 e a segunda em 2009.
Mapeamento de cadeia produtiva
“As siderúrgicas se beneficiavam desse afastamento da ponta inicial da cadeia produtiva. Mexemos com uma estrutura econômica muito poderosa, de gente muito poderosa”, diz Márcia Albernaz Miranda, auditora fiscal do MTE responsável por coordenar a operação do grupo móvel que procurou mapear o escoamento da produção. Segundo ela, não há dúvidas de que as três siderúrgicas se beneficiavam da exploração de escravos para conseguir carvão mais barato. “Ficamos de madrugada nas estradas e constatamos o escoamento do que era produzido para Marabá (PA)”, detalha.
A produção clandestina, de acordo com os auditores, era abastecida com madeira extraída de maneira irregular no entorno das carvoarias, sem autorização do Ibama. Com o carvão vegetal pronto, eles reuniam aquilo que fabricavam, por meio de um sistema cooperativo, até completarem a pesagem mínima de um caminhão que seguiria para Marabá (PA) com a carga. “Eram miseráveis ajudando miseráveis”, comenta Márcia. “Toda a produção, de aproximadamente 1.040 (um mil e quarenta) toneladas por mês, alcança, com extrema facilidade, o fim da cadeia produtiva”, aponta o relatório de fiscalização do MTE sobre o caso. “Embora não tivessem um vínculo jurídico de parceria, as siderúrgicas montaram um grupo econômico de fato. Na informalidade, estavam ligadas entre si, é o que chamamos de grupo econômico de fato”, diz a coordenadora da fiscalização, explicando que, desse modo, conseguiram responsabilizar e enquadrar conjuntamente as três empresas como empregadoras no caso. 
Fraude e ameaças de morte
Para não ser interceptado e apreendido por carregamento ilegal pela polícia, os caminhões cheios, antes de partir em viagem, seguiam até um ponto de encontro, um posto de combustível em Goianésia (PA), onde os motoristas recebiam notas fiscais falsas para poder seguir em frente, segundo a fiscalização. Na ocasião da vistoria do grupo móvel, duas notas fiscais haviam sido emitidas pelas empresas R. Coelho Rodrigues-EPP e Carvoaria Santana Ltda-EPP.
Ainda de acordo com o relatório, a fraude vinha sendo investigada pela Polícia Federal (PF), que monitora possível caso de corrupção de Policiais Militares (PMs) e outros agentes do Estado ao longo da rodovia PA-150, por onde o carvão clandestino era transportado.
Durante a operação, os fiscais presenciaram ameaças de morte que teriam sido feitas por um dos gerentes da Sidepar a um trabalhador que denunciou o esquema de notas falsas. A Sidepar nega, conforme posicionamento registrado no comunicado da empresa, que tenha empregados na região.
A libertação de 150 pessoas não só foi a que libertou mais trabalhadores em 2012, mas também uma das mais perigosas já realizadas pelo Grupo Móvel, de acordo com integrantes ouvidos pela reportagem.
Enquanto eram resgatados, diversos trabalhadores manifestaram temor de represálias e a Polícia Rodoviária Federal teve que pedir reforços à base mais próxima. A fiscalização, que inicialmente contava com seis policiais, só foi concluída quando mais oito policiais chegaram."

Extraído de: http://reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=2178

Greve na GM (Fonte: Valor Econômico)

"Trabalhadores da General Motors paralisaram ontem as atividades por 24 horas na unidade de São José dos Campos (SP). A rodovia Presidente Dutra, principal ligação entre Rio e São Paulo chegou a ser bloqueada durante uma hora. O protesto ocorreu na véspera de reunião decisiva entre o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e a montadora, marcada para a manhã de hoje. O sindicato tenta evitar a demissão de 1.600 funcionários
Déficit químico recorde
O déficit na balança comercial de produtos químicos atingiu US$ 28,1 bilhões em 2012, o maior valor já registrado na história, confirmando as previsões da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), divulgadas em outubro passado. O valor representa um aumento de 6,2 % em relação a 2011, quando o rombo foi de US$ 26,5 bilhões. Em 2012, as importações foram de US$ 43 bilhões e as exportações, de US$ 14,8 bilhões."


Extraído de: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/greve-na-gm

Fim do golpe contra servidores inativos (Fonte: Correio Braziliense)

"A Polícia Federal desarticulou, ontem, uma quadrilha que aplicava golpes em servidores públicos federais aposentados. A Operação Bloqueio prendeu sete pessoas em Brasília, Belo Horizonte, Parauapebas (PA) e São Luís (MA). Os criminosos tinham acesso a dados pessoais das vítimas.
Os estelionatários se apresentavam como funcionários do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desembargadores, juízes, procuradores ou advogados, mostravam que tinham informações privilegiadas e conhecimento sobre trâmites processuais. Em seguida, pediam que os aposentados fizessem depósitos para pagamento de custas judiciais ou honorários para agilizar ações em benefício das vítimas. A Justiça também concedeu outros mandados três de busca e apreensão, no Distrito Federal..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/fim-do-golpe-contra-servidores-inativos

Empresa que proíbe férias deve indenizar trabalhador (Fonte: Valor Econômico)

"Sem tirar férias por cinco anos, uma publicitária, diretora de contas da McCann Erickson Publicidade, em Brasília, obteve na Justiça indenização por danos morais contra a empresa. O mesmo ocorreu com um vigilante que prestava serviços para o Banco do Brasil que alegou ter passado dez anos sem descanso. Queixa semelhante de um empregado que trabalhava como cortador de pedras da Mármores e Granitos Teixeira, em Matozinhos (MG), que comprovou ter ficado 14 anos sem férias, também foi motivo de indenização na Justiça do Trabalho. Todos alegaram nos processos que, apesar de receberem as férias, as empresas não os deixavam usufruir.
No Tribunal Superior do Trabalho (TST), a publicitária recebeu R$ 5 mil e o vigilante R$ 10 mil por danos morais. Os trabalhadores ainda ganharam o pagamento das férias, dos últimos cinco anos, em dobro. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas também condenou a marmoraria em R$ 5 mil, mais as férias dobradas.
O empregado pode vender um terço de suas férias, segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas não pode ser obrigado pela empresa a deixar de tirar o restante do período de descanso. Por esse motivo, a Justiça tem condenado empresas ao pagamento de danos morais..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/empresa-que-proibe-ferias-deve-indenizar-trabalhador

Eletrobras estuda vender distribuidoras (Fonte: Valor Econômico)

"A Eletrobras pode colocar à venda as distribuidoras que controla, um grupo de empresas com tradição em contabilizar prejuízos. Outra medida em estudo pela estatal é a alienação de suas participações minoritárias em várias companhias, entre elas Copel (0,56%), Coelce (7,06%), Celpe (1,56%), CEEE (32,59%), Cemat (40,92%), Emae (39,02%), Celpa (34,24%), CEB (3,29%).
Decisões como essas estão no escopo da estatal, que pretende implementar reformas para adaptar-se à sua nova realidade, após ter perdido uma receita estimada em R$ 8,7 bilhões com a renovação das concessões do setor elétrico de acordo com as regras anunciadas pelo governo federal no ano passado.
Presidido por Márcio Zimmermann, secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, o conselho de administração da Eletrobras fará sua primeira reunião de 2013 na sexta-feira, 25 de janeiro, em Brasília. Neste ano, os executivos da estatal terão trabalho em dobro. A empresa terá de implementar reformas para adaptar-se à sua nova realidade, após ter perdido uma receita estimada em R$ 8,7 bilhões com a renovação das concessões..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/eletrobras-estuda-vender-distribuidoras

Comissões na mira das frentes temáticas (Fonte: Correio Braziliense)

"O volume de propostas para a delimitação de reservas indígenas e territórios quilombolas, além da pressão em torno de debates sobre a ampliação da legalização do aborto e da criminalização da homofobia, colocaram a Comissão de Direitos Humanos da Câmara no foco das atenções das frentes parlamentares evangélica e da agropecuária. As duas bancadas temáticas planejam aumentar a participação no órgão. “Trata-se de uma comissão estratégica por abordar temas relacionados à defesa da vida e da família”, diz o deputado Roberto de Lucena (PV-SP), vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica.
O exemplo da disputa por assentos na CDH se repete em outras comissões permanentes da Casa. Enquanto as bancadas partidárias da Câmara se concentram na definição das lideranças e na composição da Mesa Diretora da Casa, as frentes parlamentares temáticas se preocupam em desenhar trincheiras nas comissões, interessadas em acelerar projetos ou em barrar no nascedouro propostas contrárias aos grupos que representam..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/comissoes-na-mira-das-frentes-tematicas

Aneel nega risco de apagão na Copa, mas reconhece atrasos (Fonte: O Globo)

"BRASÍLIA O governo negou ontem qualquer risco de falhas no fornecimento de energia elétrica durante a Copa do Mundo em 2014. Segundo o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, o Brasil já poderia promover hoje os jogos sem qualquer problema. Foram reconhecidos, porém, atrasos no ritmo das obras exigidas pela Fifa para reforço nos sistemas de distribuição das cidades-sede.
Segundo relatório de dezembro do grupo de trabalho do setor elétrico para a Copa, "a maioria desses atrasos não oferece risco iminente ao abastecimento de energia". Mas indica a possibilidade de as concessionárias compensarem esses atrasos com a urgente aceleração do ritmo de implementação das redes e subestações de distribuição. Hubner disse que as distribuidoras já têm sido cobradas..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/aneel-nega-risco-de-apagao-na-copa-mas-reconhece-atrasos

Para órgão, criação da BRF não gerou monopólio na indústria de alimentos (Fonte: Valor Econômico)

"Um ano e meio depois da aprovação da compra da Sadia pela Perdigão, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) avalia que a indústria de alimentos, em especial a de frangos e carnes, não se configurou como monopólio sob o domínio da BRF. Ao contrário, o órgão antitruste verificou que, hoje, há três grandes players disputando o setor de alimentos: a Marfrig, a JBS e a própria BRF.
Desde que a compra da Sadia pela Perdigão foi aprovada pelo Cade, em meados de 2011, os movimentos da BRF passaram a ser vigiados pelo Cade. Ainda naquele ano, o órgão antitruste disse à companhia que não aceitaria a aquisição da Doux. A partir daquele episódio, a análise que o Cade fez é a de que a BRF abandonou as pretensões de novas aquisições no setor..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/para-orgao-criacao-da-brf-nao-gerou-monopolio-na-industria-de-alimentos

Com novo satélite, país amplia acesso à web (Fonte: Valor Econômico)

"O governo aguarda o lançamento do primeiro satélite brasileiro preparado para a conexão à internet de alta velocidade, o Amazônia-3, para confirmar a expectativa de ampliação das ofertas do serviço de banda larga no país.
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, aposta neste novo satélite da Hispamar Satélites como uma saída importante para ampliar a oferta de serviços. A ideia é focar regiões remotas do país com baixo potencial para redes terrestres e áreas de "sombra" nos grandes centros, onde os serviços de telecomunicações ainda dispõem de baixa oferta. O equipamento tem o lançamento em órbita programado para fevereiro.
Em entrevista ao Valor PRO, Rezende disse que o principal impacto no mercado nacional da nova operação de satélite será nas ofertas de capacidades de dados no atacado, inclusive às atuais empresas do setor..."


Íntegra disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/23/com-novo-satelite-pais-amplia-acesso-a-web

Problemas do setor energético serão denunciados ao MP (Fonte: Globo.com)

"Apagões em Guarujá, no litoral de SP, são motivo das reclamações.
Sindicato dos Urbanitários é responsável pelo encaminhamento.
O Sindicato dos Urbanitários (Sintius) de Santos, no litoral de São Paulo, vai denunciar os problemas e as irregularidades nas empresas de energia elétrica que vem ocorrendo nas cidades que integram a Baixada Santista ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e Estadual (MPE)..."


Íntegra disponível em: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/01/problemas-do-setor-energetico-serao-denunciados-ao-mp.html